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palestra inovaçãoBNDES 



 

 
 
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Published:  November 19, 2007
 
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Slide 1: O BNDES E A INOVAÇÃO LUCIANO COUTINHO PRESIDENTE DO BNDES FÓRUM NACIONAL - INAE 17 de Maio de 2007 1
Slide 2: Onde Estamos • A indústria de transformação precisa voltar a funcionar como motor propulsor da economia brasileira. - Efeitos dinâmicos sobre 70% da economia. • É necessário um maior esforço de inovação:  Novos processos e produtos diferenciados;  Aumento constante da produtividade e melhorias na gestão e governança. • A inovação empresarial merece estímulo e apoio sistêmico com ênfase renovada. • É fundamental preparar nossas empresas para aproveitar as oportunidades geradas pela inovação. 2
Slide 3: Países Asiáticos Aumentaram Muito Sua Participação no Comércio Mundial Participação nas Exportações Mundiais (%) PAÍSES DESENVOLVIDOS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO América Latina & Caribe Brasil México Ásia em Desenvolvimento Ásia Ocidental Sul da Ásia Índia Ásia Oriental China Coréia OUTROS Fonte: OMC. 1990 73,0 25,3 4,3 0,9 1,2 17,2 4,0 0,8 0,5 12,3 1,8 1,9 1,7 2005 60,1 39,8 5,4 1,1 2,1 27,7 5,4 1,2 0,9 21,1 7,3 2,7 0,1 3
Slide 4: Exportações Asiáticas Ganharam Participação em Produtos de Alta Intensidade Tecnológica Países selecionados: participação nas exportações de produtos de alta intensidade tecnológica (% do total mundial das exportações de alta tecnologia) CHINA ÍNDIA* CORÉIA DO SUL BRASIL MÉXICO EUA JAPÃO MUNDO Fonte: UNCTAD. *Índia: 1993 e 2003. 1994 1,8 0,2 3,0 0,4 1,2 17,2 13,1 100,0 2004 9,3 0,4 4,8 0,5 2,0 13,8 8,1 100,0 Var. % 407,6 100,9 61,8 32,8 75,9 (20,0) (37,6) 4
Slide 5: Lições do Desempenho Asiático O apoio a atividades inovadoras: • • Viabiliza crescimento acelerado; Aumenta a participação de produtos de alta e média intensidade tecnológica na estrutura industrial e na pauta de exportações; Promove uma transformação estrutural na economia, contribuindo para uma maior equidade social e regional. • 5
Slide 6: Objetivos de uma Política de Inovação • Desenvolvimento Sócio-Econômico – Transformação estrutural, inovação, equidade social e regional; – Caráter permanente (Estado), visão de futuro, pró-ativismo. • Ampliar e Melhorar a Inserção Internacional – Agregação de valor, produtos e mercados dinâmicos; – Sustentação de saldo comercial elevado. • Avanço Científico e Tecnológico – Inovação como estratégia permanente de competitividade e qualidade de vida; – Contribuir para a redução do déficit na conta de serviços. 6
Slide 7: Dimensões da Política de Inovação • Sistêmica: complementaridade com a política de desenvolvimento • Setorial: nova agenda por cadeias/complexos/plataformas • Regional: arranjos produtivos locais • Patrimonial/empresarial: reestruturação, capitalização, governança e gestão • Convergência e integração das distintas dimensões da política de desenvolvimento: competitividade e eqüidade 7
Slide 8: Instrumentos de Política de Inovação FUNDOS SETORIAIS • Estabilidade dos recursos; • Participação da sociedade no processo decisório. FUNDOS SETORIAIS Gastos Consolidados (1999 a 2006 ) Valor (R$ 1.000) FUNDOS CT-VERDE-AMARELO 660.943 CT-INFRA 512.982 CT-PETRO 491.908 CT-ENERGIA 215.040 CT-HIDRO 106.789 CT-SAÚDE 94.566 DEMAIS (9) 344.904 TOTAL 2.427.132 Fonte: MCT % 27,2 21,1 20,3 8,9 4,4 3,9 14,2 100,0 8
Slide 9: Instrumentos de Política de Inovação LEI DA INOVAÇÃO • Recursos públicos para o incentivo desenvolvimento de produtos e processos – Maior flexibilidade recursos; no compartilhamento ao de – Propriedade intelectual compartilhada; – Concessão de recursos financeiros: subvenção econômica (recursos do FNDCT / Fundos Setoriais), financiamento ou participação societária. LEI DO “BEM” • Estímulo à contratação de pesquisadores (mestres ou doutores) para emprego em atividades de inovação tecnológica em empresas; • Incentivos fiscais. 9
Slide 10: O Papel do BNDES na Inovação • O apoio do BNDES à inovação busca: −Promover e acelerar a inovação tecnológica em toda a matriz industrial brasileira; −Difundir a inovação como arma da competição em todos os setores e tipos de empresas. • O BNDES possui diversas formas de apoio, adequadas às características das empresas e suas estratégias. • O BNDES vem buscando uma maior integração ao Sistema Nacional de Inovação, bem como a articulação com outras instituições de fomento. 10
Slide 11: Os Três Pilares da Política de Inovação no BNDES I) Apoio à cadeia da inovação: - Pesquisa e Desenvolvimento (P,D &I) - Produção II) Apoio à viabilização de soluções tecnológicas já disponíveis - FUNTEC III) Apoio às PME inovadoras que não conseguem captar no mercado: - CRIATEC 11
Slide 12: Pilar I: Programa de Inovação P, D & I OBJETIVOS: • Financiar novos produtos e processos. • Incentivar a vocação inovadora das empresas; • Apoiar bons projetos que, por envolverem risco (e/ou longo prazo de maturação), não seriam postos em prática às condições de mercado. Participação Máxima Prazo de Amortização Juros Spread do BNDES Spread de Risco Até 100% Até 12 anos 6% a.a Zero Limitado em 1,8% 12
Slide 13: Pilar I: Programa Inovação Produção OBJETIVOS: • Estruturar áreas de inovação dentro das empresas • Tornar rotineira a atividade inovadora incremental Participação Máxima Prazo de Amortização Juros Spread do BNDES Spread de Risco Até 100% Até 12 anos TJLP Zero Limitado em 1,8% 13
Slide 14: Pilar II: Programa FUNTEC OBJETIVO: • Projetos estratégicos para o país com ênfase em: − Energias biomassa; renováveis provenientes de − Software e soluções biológicas para o desenvolvimento da agropecuária; − Medicamentos e insumos para doenças negligenciadas e fármacos obtidos por biotecnologia avançada. Modalidade de Recursos Participação Máxima Beneficiários Condicionalidade Não-reembolsáveis Até 90% Instituições Tecnológicas (IT) Instituição de Apoio (IA) Projetos articulados com empresas 14
Slide 15: Pilar III: Programa CRIATEC OBJETIVO: • Fomentar inovação em MPME nos setores de Tecnologia da Informação, Biotecnologia, Novos Materiais e Agronegócio. • Forma de Apoio: Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes, que contará com a atuação de Gestores Regionais. Recursos Previstos Previsão de Apoio Previsão de Empregos Novos Duração Beneficários R$ 80 milhões 60 empresas 3.000 10 anos Empresas com faturamento de, no máximo, R$ 6 milhões no ano anterior `a capitalização do fundo 15
Slide 16: Demais Programas PROSOFT: Desenvolvimento da indústria nacional de software e ATÉ ABRIL /07: serviços correlatos 135 OPERAÇÕES PROFARMA: Apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva farmacêutica (intermediários químicos, farmoquímicos e medicamentos para uso humano) ATÉ ABRIL /07: 47 OPERAÇÕES R$ 739 MILHÕES EM FINANCIAMENTOS R$ 797 MILHÕES EM FINANCIAMENTOS Outros Programas: PROINCO; FUNTELL; Fundo Empresas Emergentes. 16
Slide 17: Desafios do Financiamento à Inovação • Avaliar projetos que, por serem inovadores, se caracterizam por: − Serem únicos; − Não gerarem garantias reais; − Envolverem ativos intangíveis; e − Apresentarem maior nível de incerteza. 17
Slide 18: Desafios do BNDES na Inovação • O BNDES já vem atuando na inovação • Esta atuação precisa ser reforçada e ampliada através de: – Quebra de paradigmas operacionais (garantias, avaliação de ativos intangíveis); – Desenvolvimento de novas modalidades financeiras; – Aprimoramento da sistemática de avaliação dos projetos. O BNDES possui escala, contatos, recursos e a confiança para ajudar a disseminar a conduta inovativa por parte das empresa. 18
Slide 19: Conclusões • Dinamismo industrial competitivo é fator-chave para crescimento do PIB e aumento de participação no comércio mundial; • O perfil da indústria brasileira é frágil em alta tecnologia; • A nova agenda da inovação é intensiva em coordenação; • Apoio do BNDES procura ser intensivo em: – Financiamento e Capitalização (redução de custos de capital); – Novas formas de apoio à inovação; – Modernização da gestão / governança. 19

   
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