aroy78's picture
From aroy78 rss RSS  subscribe Subscribe

GAZETA MERCANTIL – Brasil – 04.03.2008 



 

 
 
Tags:  recife  brasil  jornal  gazeta  hillary  petrobras  newspaper  silva  periódico  obama 
Views:  6559
Downloads:  3
Published:  January 01, 2010
 
7
download

Share plick with friends Share
save to favorite
Report Abuse Report Abuse
 
Related Plicks
No related plicks found
 
More from this user
Gianluca Diegoli - Il nuovo marketing: 91 tesi

Gianluca Diegoli - Il nuovo marketing: 91 tesi

From: aroy78
Views: 27
Comments: 0

SOA  Fundamentals

SOA Fundamentals

From: aroy78
Views: 525
Comments: 1

OOAD Chap 2 - System Choice

OOAD Chap 2 - System Choice

From: aroy78
Views: 433
Comments: 0

Options For CMAs In The Carbon Market July 07

Options For CMAs In The Carbon Market July 07

From: aroy78
Views: 144
Comments: 0

60 Minutes Is It Murder January 4 2009   5 Star Review

60 Minutes Is It Murder January 4 2009 5 Star Review

From: aroy78
Views: 192
Comments: 0

Cso Latest

Cso Latest

From: aroy78
Views: 830
Comments: 2

See all 
 
 
 URL:          AddThis Social Bookmark Button
Embed Thin Player: (fits in most blogs)
Embed Full Player :
 
 

Name

Email (will NOT be shown to other users)

 

 
 
Comments: (watch)
plicker anonymous (1 year ago)
ogklhffhoootpo0prr000effdwvldcvkokgffhdfslp pwhivdi
 
 
Notes:
 
Slide 1: O JORNAL DE ECONOMIA DO BRASIL DESDE 1920 ANO LXXXVII | Nº 23.773 | R$ 3,00 TERÇA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2008 | EDIÇÃO NACIONAL gazetamercantil.com.br BALANÇA COMERCIAL Superávit fica em US$ 882 milhões, diz Welber Barral A5 FARMACÊUTICA Brasileira Eurofarma avalia aquisições na América Latina C4 BOVESPA Atual ciclo de alta começou em 2002 B2 Dólar e crise do gás reduzem lucro da Petrobras em 17% RICARDO REGO MONTEIRO RIO PRIMEIRO PLANO CRISE QUITO-BOGOTÁ O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, disse que o País vai solicitar à OEA a criação de uma comissão para investigar a questão da invasão de oficiais colombianos no Equador no último sábado, gerando um incidente diplomático. A11 OFERTA DE AÇÕES DA GERDAU Os conselhos de administração da Metalúrgica Gerdau e da Gerdau aprovaram a realização de uma oferta pública primária de ações ordinárias e preferenciais de até R$ 1,2 bilhão para a metalúrgica e de R$ 2,8 bilhões da Gerdau. FORÇA-TAREFA PARA GARANTIR LEILÃO A Procuradoria Geral do Estado de São Paulo montou um grupo de advogados para combater possíveis liminares que tentem barrar o leilão da Companhia Energética de São Paulo (Cesp). A8 CRESCIMENTO NO INTERIOR A chegada de infra-estrutura como shopping centers e rodovias a regiões fora dos grandes centros puxa as vendas imobiliárias com preço de R$ 100 mil a R$ 200 mil INVESTNEWS.COM.BR nesses locais. O prejuízo de R$ 449 milhões com as operações de usinas termelétricas ajudou a derrubar o lucro líquido da Petrobras no ano passado, que ficou em R$ 21,5 bilhões. O resultado, 17% inferior aos R$ 25,9 bilhões de 2006, foi afetado de forma significativa pela desvalorização de 17% do dólar frente ao real e pela repactuação do Plano Petros, caixa de funcionários da empresa. Apesar das más notícias, o diretor financeiro da empresa, Almir Barbassa, fez questão de anunciar que em 2007, a estatal alcançou a condição de terceira maior petroleira do mundo de capital aberto, atrás da americana Exxon e da anglo-holandesa Shell. Sobre a queda ALMIR BARBASSA no lucro, Barbassa disse que o impacto das operações do setor elétrico ocorreram não só devido à multa imposta pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de R$ 85 milhões, como também pelo pagamento de encargos pelo não-cumprimento de contratos de fornecimento de gás natural para termelétricas. Os encargos, que funcionam como uma espécie de multa, demandaram um desembolso de R$ 309 milhões no ano passado. O item que mais pesou para o resultado negativo, no entanto, foi a desvalorização do dólar, que teve impacto de R$ 3,9 bilhões. Embora o câmbio também tenha afetado o resultado de 2006, a contínua apreciação do real aumentou o impacto em R$ 2,6 ROMUALDO RIBEIRO/GAZETA MERCANTIL bilhões em 2007 frente ao ano anterior. “Como aumentamos nossa presença no exterior, o câmbio teve impacto muito maior para o resultado da companhia no ano passado do que em outros anos”, disse Barbassa, ao tentar minimizar o resultado da estatal. Os investimentos da empresa, em 2007, foram 34% maiores do que no ano anterior. Ontem, o Conselho da Petrobras aprovou a substituição do diretor da área internacional da estatal, Nestor Cerveró, pelo engenheiro elétrico Jorge CONTINUA NA PÁG. A4 Luiz Zelada. Com controle da Scania, VW chega ao topo ARIVERSON FELTRIN E BLOOMBERG NEWS SÃO PAULO, FRANKFURT E MUNIQUE (ALEMANHA), ESTOCOLMO (SUÉCIA) E GENEBRA (SUÍÇA) MAPA DO TEMPO Excepcionalmente, hoje está publicado na página B5. OPINIÃO DALMO DALLARI A noção de direitos foi uma importante conquista da humanidade. Tendo necessidade da convivência, os seres humanos necessitam de regras para que ela seja pacífica. A6 COSTÁBILE NICOLETTA Hoje, o cidadão brasileiro paga duas vezes para entrar na fila. Uma para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), outra para o plano de saúde. A2 ESTRATÉGIA O Banco do Brasil vai brigar para manter o posto de maior banco do País em ativos. Em reação ao avanço da concorrência, o presidente do BB, Antônio Lima Neto, colocou em prática um plano que inclui compras e maior foco no crédito para pessoa física, com destaque para as linhas de veículos e a imobiliária. B4 Uma porção de marcas pode fazer da Porsche um império automotivo global. A Volkswagen AG, que passou a controlar 68% da Scania AB ao comprar a participação da família Wallenberg por US$ 4,37 bilhões, abriu caminho para uma fusão com a MAN AG. Por trás dessa engenharia financeira está a Porsche, dirigida por Ferdinand Piech, que preside também a VW. Os acionistas majoritários da MAN são os mesmos da Volkswagen. Com as três marcas reunidas, VW, MAN e Scania passam a figurar entre os maiores fabricantes mundiais de caminhões. Martin Winterkorn, principal executivo da Volkswagen, disse que a Scania se manterá como marca premium independente. “O período de especulação sobre a propriedade da Scania será encerrado”, disse o presidente-executivo da Scania, Leif Ostling. Das três marcas, VW e Scania têm negócios importantes no Brasil. Somadas as vendas, tiveram em 2007 a liderança do mercado de caminhões, com 36%, à frente C2 da Mercedes-Benz, que deteve 31%. PLANO PESSOAL ROGÉRIO MONTENEGRO Superfund terá para Brasil fundo de derivativos SILVIA ROSA SÃO PAULO HSBC tem lucro recorde Di Solle produz de R$ 1,2 bilhão no País talheres com NELSON ROCCO LONDRES linguagem Braile GUILHERME ARRUDA CAXIAS DO SUL (RS) FATIA AUMENTA Participação do Brasil no lucro global do HSBC (em %) 3,6 1,9 2,4 Executivos e turistas esperam hotéis práticos e sóbrios Fugir do clássico, do rústico e do contemporâneo e dar preferência a ambientes sóbrios e práticos é a principal tendência da segunda edição do Casa Hotel, que acontece em São Paulo. Para Roberto Dimbério (foto), diretor da mostra, “seja executivo ou turista, o cliente quer lugares que fujam da rigidez dos hotéis tradicionais”. C8 A aprovação da Instrução 465 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permite a aplicação de até 100% do patrimônio no exterior para fundos de investidores que aplicam mais de R$ 1 milhão já atraiu o interesse de gestoras estrangeiras como a austríaca Superfund.Com escritório no Brasil desde 2004, a gestora, uma das maiores do mundo na atuação em mercados de derivativos futuros, pretende lançar um fundo local para investidores brasileiros, voltado para a aplicação no mercado externo, tanto em commodities coB3 mo em ativos financeiros. O HSBC Bank Brasil chegou à marca de R$ 1,24 bilhão em lucro líquido em 2007. O resultado, o maior da história da instituição no Brasil, representa um crescimento de 31% sobre 2006. A receita do banco aumentou 10%, alcançando R$ 9,26 bilhões. O crédito foi o grande propulsor do lucro, ao registrar expansão de 33% na carteira. Só o financiamento de veículos aumentou 44%, para R$ 7,5 bilhões, enquanto o consignado fechou em R$ 2,2 bilhões, 53% maior que no ano anterior. Emilson Alonso, presidente do HSBC no Brasil, considerou o resultado “muito bom”. “Foi o maior lucro do HSBC no Brasil. Isso é um marco”, completou Ál- 2005 Fonte: HSBC 2006 2007 varo Azevedo, diretor financeiro. Alonso reconheceu que o dólar ajudou o resultado do Brasil, que representa 40% do total na América Latina e 3,6% do lucro global do grupo. Em 2005, o Brasil representava 1,9% do lucro global e em 2006 B1 a fatia subiu para 2,4%. Preço da soja sobe mesmo com colheita FABIANA BATISTA SÃO PAULO Camargo Corrêa constrói apartamentos em Angola CLAYTON MELO SÃO PAULO Veja o pacote de serviços imperdível que você pode ter na sua empresa. O avanço da colheita de soja no País — que atinge 16% da área plantada, acima da média de 14% dos últimos cinco anos — não conteve a alta dos preços do grão no mercado interno. Esse movimento atípico não ocorria desde 2004. Ontem, em Cascavel (PR), a saca de 60 quilos foi negociada a R$ 48, 1% mais que na sextafeira. A alta segue tendência do mercado a internacional, que ontem subiu pela 15 seção seguida na Bolsa de Chicago e fechou no limite de alta, a 1.555 centavos de C3 dólar o bushel (27,2 quilos). A construtora Camargo Corrêa diversifica sua estratégia de internacionalização e entra agora no setor imobiliário de Angola. O primeiro empreendimento é o Acqua Ville, com 148 apartamentos, que contou com investimento de US$ 110 milhões, quantia que será repartida com a Escom Imobiliária, do Grupo Espírito Santo, sócia no projeto. A expectativa é que o condomínio, cuja comercialização começa nesta semana, proporcione entre US$ 130 milhões e US$ 140 milhões em vendas para as duas companhias. As obras do empreendi- mento devem estar prontas em 2010. Além desse lançamento imobiliário, até o final do ano a companhia brasileira, em conjunto com a Escom, trabalhará na construção de um conjunto de três edifícios de alto padrão, com mais de 100 mil m2 de área construída. Somando-se os imóveis desenvolvidos com parceiros como a Escom e projetos independentes, a Camargo Corrêa espera obter sozinha um total de US$ 400 milhões até o final deste ano. Segundo a companhia, o negócio imobiliário em Angola pode se tornar tão importante quanto o segmento de infra-estrutura, carro-chefe dos negóC1 cios. A empresa já atua na África. A Di Solle Cutelaria, instalada em Gramado (RS), coloca no mercado a partir deste mês talheres produzidos em aço inox com impressão em linguagem Braile. Segundo o diretor comercial, Sérgio Bartz, a gravação será feita sob encomenda. A empresa, que no ano passado fez 37 milhões de peças, projeta fazer 46 milhões de unidades neste ano. Para Bartz, a concorrência chinesa deve ser bem monitorada, mas não há motivo para choradeira. O faturamento da Di Solle passou de R$ 19 milhões em 2006 para R$ 27 milhões no ano passado. Para este ano a perspectiva é alcançar R$ 34,5 milhões, ou 26% de crescimento. Do total das receitas, 20% são vendas para o mercado externo, onde atua em todos os continentes. “A companhia inicia estudos para definir investimentos e aumentar a capacidade de produção. Hoje, o principal canal de vendas é a rede de representantes espalhada pelo País e que trabaC1 lha com distribuidores. Agora seu dinheiro viaja de graça. Confira na pág. B1.
Slide 2: A2 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL EDITORIAIS PERSONAGEM Hugo Chávez, presidente da Venezuela Conselho de Administração Presidente Nelson Tanure Diretoria Executiva Presidente Daniel Barbara Diretor Editorial Augusto Nunes Diretor Geral de Gestão Eduardo L. Jácome Direção Geral Jackson Fullen Marcello D’Angelo Editora-executiva Claudia Mancini Secretário de Redação Costábile Nicoletta Coordenadores Editoriais Klaus Kleber (Opinião), Nelson Rocco (Finanças) e Arthur Fajardo (Imagem) Ação de Chávez agrava ambiente já conturbado cenário internacional conta com suficientes focos de tensão para que qualquer liderança nacional ostente atitudes de indiferença. É fato que um denominador comum em torno desses focos é o petróleo. Por exemplo, a eleição do vice-primeiroministro Dmitri Medvedev para a presidência da Rússia, com 70,3% dos votos, dispensando o segundo turno, apesar da aparência de normalidade democrática é um desses focos de tensão. Depois de ressaltar que o resultado do pleito refletiu a vontade do povo russo, Andreas Gross, chefe da única missão de monitoramento do Ocidente presente na Rússia garantiu que “não houve liberdade” na eleição de domingo passado. O presidente eleito já avisou que o ex-presidente Vladimir Putin permanece no poder, agora como primeiro-ministro. É indiscutível a popularidade de Putin: 80% dos russos o apóiam, por considerá-lo responsável tanto pela boa situação econômica como pela devolução de poder internacional à Rússia. Quem paga a conta de toda essa popularidade é o petróleo russo. No ano passado, a indústria da construção civil cresceu 13% na Rússia e depois de muitos anos ocorreu uma expansão de 21% nos investimentos em bens de capital. Essa formidável expansão tem forte dependência do petróleo e gás, que representam 75% das exportações russas e são responsáveis por cerca de 53% da formação do atual PIB do país. Frente a essa realidade o Ocidente fechou os olhos aos excessos na eleição e ontem, com inédita rapidez, o porta-voz da Casa Branca, afirmou: “Os EUA desejam trabalhar com Medvedev devido aos interesses comuns”. A rigor, esse tratamento não é muito diferente do oferecido, por exemplo, pela União Européia ao Irã, apesar de todas as ameaças de posse de armamento nuclear de Teerã. Esta realidade tem um contraponto óbvio na capacidade de criar problemas e fatos consumados do tenente-coronel da reserva Hugo Chávez. O poder do presidente venezuelano também está assentado sobre petróleo, usado para comprar apoio interno ou externo. Lembrar que Chávez perdeu a última eleição é desconhecer que ele domina integralmente o Congresso venezuelano. Para os brasileiros, no entanto, há uma diferença essencial entre esses diferentes focos de tensão frutos do petróleo: é possível manter distância dos problemas da “democracia” de Putin ou do armamento nuclear iraniano. Mas, não temos mais como ficar indiferentes aos esbirros e ridículas pantomimas do presidente venezuelano. Tais O cenas de ópera-bufa estão próximas demais da fronteira brasileira para fazer de conta que não existem. O incidente de sexta-feira na fronteira entre Colômbia e Equador é a melhor prova disso. Sem o componente Chávez, a tradição negociadora da diplomacia latino-americana seria mais do que suficiente para equacionar o problema. Uma operação conjunta das forças militares colombianas mataram em combate o número 2 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na fronteira com o Equador. Merece atenção que as Farc imediatamente tentaram desmentir que a morte do líder ocorreu em território estrangeiro por saberem que isso só agrava sua condição de grupo terrorista que não respeita fronteiras internacionais. A Colômbia garantiu que agiu protegida por Resolução da ONU na perseguição a terroristas. Porém, Chávez procurou aproveitar com rapidez a oportunidade de oferecer liderança no continente latino-americano. Primeiro usou ofensas pessoais contra o presidente colombiano Alvaro Uribe e depois prometeu mobilizar forças militares na fronteira com a Colômbia. O reflexo desse quadro no Brasil é claro e já ganhou até contornos político-ideológicos. O ex-presidente José Sarney afirmou da tribuna do Senado que o Brasil “não pode lavar as mãos” porque Chávez tem o objetivo de “desestabilizar o continente” e a reação dele não é a de quem quer negociar. O líder do DEM no Senado, Agripino Maia, defendeu a intervenção da Organização dos Estados Americanos (OEA). De fato, o Conselho Permanente da OEA já convocou reunião extraordinária a pedido do governo de Quito. O governo brasileiro, ontem, tomou posição escudado no direito internacional de que fronteiras devem ser respeitadas e cobrou pedido de desculpas formais da Colômbia para o Equador. É posição compreensível, mas insuficiente para a dimensão que tomou essa crise. A rapidez dos fatos indica que caberá ao Brasil atitude mais incisiva nesse confronto tão próximo de nossas fronteiras. A ONU já revelou sua preocupação com o agravamento da crise, embora no final da tarde de ontem as agências internacionais tenham constatado que o trânsito de veículos fluía normalmente em San Antonio, principal posto de fronteira entre a Venezuela e a Colômbia. Isso, apesar de todas as ameaças militares do presidente Chávez. Esse conjunto de fatores demonstra que a diplomacia brasileira deve manter uma atitude serena, porém mais firme em relação à essa crise. Principalmente, em relação aos excessos do presidente venezuelano. Gian Paolo La Barbera GAZETA NO TEMPO 04/03/71 CESP VAI AUMENTAR A GERAÇÃO DE ENERGIA Nos próximos quatro anos, a potência energética instalada da Centrais Elétricas de São Paulo (Cesp) atingirá 3 milhões de kilowatts (kw), segundo informações da empresa. A atual potência instalada da Cesp é de 1,738 milhão de kilowatts. Até o final da década também ficará totalmente concluído o Complexo Hidrelétrico de Urubupungá, que assegurará o atendimento, até o fim do século, das necessidades do mercado consumidor de energia, mercado esse que se amplia acentuadamente dia a dia em virtude principalmente do desenvolvimento industrial do Estado de São Paulo. 04/03/69 APOLLO 9 PREPARA A DESCIDA NA LUA A cosmonave Apollo 9 iniciou hoje seu vôo para completar a última etapa do projeto que levará os astronautas norte-americanos à Lua. A missão dos astronautas, Ames A. McDivitt, David R. Scott e Russel Schweickart foi qualificada oficialmente como “umas das mais complexas jamais tentadas”, e servirá para provar no espaço o módulo lunar, que os tripulantes da Apolo 11 empregarão para descer na superfície lunar. O prazo da missão é de dez dias, na qual serão avaliados o funcionamento dos motores do módulo lunar e dos sistemas de controle, além da localização de pontos-chave e tarefas fotográficas. 04/03/02 SUÍÇA É A MAIS NOVA INTEGRANTE DA ONU Os eleitores suíços colocaram fim aos 50 anos de neutralidade política e aprovaram ontem, por meio de um referendo, a adesão da Suíça à Organização das Nações Unidas (ONU). A histórica neutralidade dos suíços vem dos tempos da Guerra Fria, quando alguns países se deram o direito de não tomar partido durante os conflitos no período pós-guerra entre Estados Unidos e a extinta União Soviética. Ironicamente, a Suíça sempre sediou o escritório central da ONU no velho continente. Com o resultado desse referendo, o Vaticano é o único estado na Europa não pertencente à organização. Está na hora de “operar” a garganta COSTÁBILE NICOLETTA* CARTAS E OPINIÕES REPORTAGEM SENSÍVEL Gostaria de parabenizar o repórter Márcio Rodrigo pela maravilhosa matéria “Projeto de uma vida inteira”, (Fim de Semana, 29/02, pág. D1). Ficou superbonita e muito bem escrita. O jornalista teve um cuidado e um carinho muito especial. E uma enorme sensibilidade. É por isso que agradeço ao jornal. Realmente fiquei muito emocionada com tudo e não poderia deixar de escrever. Além de que a repercussão está sendo enorme. Muito Obrigada. Lígia Cortez, São Paulo. E-mail: cartasdoleitor@gazetamercantil.com.br ou fax: 11 2126-5329 Era março de 1968. Lembrome bem da data não por reminiscências político-estudantis, e sim por uma crônica dor de garganta que me acompanhou por toda a infância e adolescência. Como a enfermidade não cedia, meu pai decidiu levar-me a um médico: “Amanhã vamos ao Samdu”. Na verdade, ele se referia ao prédio no Bairro do Limão, em São Paulo, onde, até um ano antes, funcionava uma unidade do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência, que era mantido por fundos de pensão ligados ao setor industrial e, em 1967, foi encampado pelo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). Seja como Samdu, seja como INPS, o atendimento demorava do mesmo jeito. Muita gente à espera de uma consulta, poucos profissionais para fazer o diagnóstico clínico. Filas. Muitas filas. E um pavor junto com a expectativa de que o doutor sentenciasse que já estava na hora de eu “operar a garganta”, tal era o respeito dos médicos por nossas amígdalas. Horas na fila para um profissional que passou pelo menos seis anos na faculdade receitar uma cirurgia de garganta como se fosse uma vacina contra infecções. O pior de tudo era o modo indulgente com que o médico tentava tranqüilizar o moleque diante de si: “Pense que, depois da operação, você to- mará bastante sorvete para ajudar na recuperação”. Quarenta anos atrás, a situação era muito parecida com a de hoje, para quem precisa utilizar o Instituto Nacional do Seguro Social. Filas. Longas filas de espera. Com a agravante de que elas não se restringem mais ao INSS. A deterioração do atendimento dos serviços públicos de saúde contaminou igualmente os convênios privados. Conseguir uma consulta médica nesses planos não raro significa uma espera de até um mês. Se se tratar de uma especialidade, o tempo pode ser maior. Caso seja necessário um exame mais complexo, acrescente-se à Hoje, pagamos duas vezes para ficar na fila. Uma para o INSS, outra para o plano de saúde demora um périplo por outros consultórios para a obtenção de uma guia, só conseguida após o interessado submeter-se a um interrogatório como se estivesse tendo uma atitude suspeita. Faça um teste. Tente marcar uma consulta em um médico da rede conveniada por meio de seu plano de saúde e, depois, tente novamente pedindo uma consulta particular. A maioria dos médicos usa a estratégia de manter duas agendas: uma para clientes dos planos de saúde, com enorme fila de espera; outra com datas mais convenientes, para quem pagar à vista. Usam como argumento que os convênios lhes remuneram de forma quase indigente, de R$ 10 a R$ 20 a consulta. Em vez de se recusarem a trabalhar dessa maneira, vingamse nos pacientes. É a mesma situação dos professores do ensino público que amaldiçoam o Estado por não lhe oferecer nem salário nem condições de trabalho decentes e, em decorrência, não se empenham em fazer seus alunos aprender alguma coisa. Mesmo quem tem condições de bancar uma consulta acaba sendo tungado. Pedir recibo de pagamento a um médico, na maioria das vezes, é um constrangimento, como se isso fosse uma falta de etiqueta do paciente, em vez de uma obrigação do médico. Isso quando o preço da consulta não fica mais alto justamente porque o paciente pediu recibo. O valor do imposto que o médico deveria recolher ao Fisco acaba transferido para o prontuário do paciente. Hoje, pagamos duas vezes para ficar na fila. Uma quando a empresa onde trabalhamos desconta de nosso salário a contribuição ao INSS. Outra quando quitamos a mensalidade do plano de saúde, imaginando que, dessa forma, não seremos atendidos numa maca no corredor de um hospital. Basta precisar de um dos dois serviços para constatar que ambos estão muito parecidos em relação ao descaso que demonstram com quem lhes paga — seja pela demora na prestação do serviço, seja pelo diagnóstico de que está na hora de “operar” a garganta. * Secretário de Redação E-mail: costabile@gazetamercantil.com.br Bolha no financiamento de veículos no Brasil? É de se esperar que haja uma crise nos próximos dois anos no sistema de financiamento de veículos novos e usados no Brasil na mesma amplitude verificada no mercado imobiliário americano. Porém, para entendermos o que poderá acontecer neste setor, primeiro precisamos entender a base do que está acontecendo no mercado nesses últimos anos. O mercado automobilístico brasileiro vem apresentando seguidos recordes de venda no mercado interno. Nem a valorização do real e a conseqüente queda nas exportações têm tirado o sorriso do rosto dos donos de concessionárias. E o principal motivo desta alegria toda tem sido o acesso ao crédito conseguido pela classe média nos últimos anos. Nunca foi tão fácil adquirir um automóvel no Brasil: sem entrada, primeira parcela depois de três meses, e mais de 60 parcelas baixíssimas para pagar. Mas a própria fonte da alegria pode ser o principal motivo para a preocupação de amanhã. O acesso ao crédito não está limitado ao setor automobilístico e se espalha por diversos setores de consumo, como televisões de LCD, geladeiras, celulares 3G, computadores todos podendo ser comprados em suaves e inúmeras prestações. O consumidor brasileiro começa a acumular financiamento sobre financiamento: R$ 100 mensais para a geladeira, R$ 150 para a TV LCD, R$ 50 para o celular, R$ 500 para o carro. No final do dia, boa parte da renda está comprometida no pagamento de prestações de diversos financiamentos. Com o carro acontece o mesmo. As pessoas esquecem que após adquirir um veículo, é preciso, além de pagar as prestações, gastar com o combustível, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o licenciamento, o seguro obrigatório, dentre outros itens de manutenção preventiva, como a troca de óleo e filtros. Fica fácil prever o resultado deste processo nos próximos dois anos: o cheiro da inadimplência vai ficando cada vez mais forte no mercado. Caso esta se confirme, a financeira pode recuperar o veículo. Mas nem isto é fator de segurança para o mercado. De fato, se a inadimplência aumentar drasticamente, estas financeiras ficarão com um grande estoque de carros usados para serem vendidos. A única solução será a promoção de leilões coletivos ou a venda a preços bem abaixo do mercado. A crise americana demorou sete anos para estourar. A previsão do estouro da “bolha” do financiamento de crédito de veículos no Brasil está bem próxima, já que o aumento do crédito deste bem já perdura por cerca de quatro anos. Olivier Girard, diretor de transporte, infraestrutura e logística da Trevisan Consultoria, São Paulo LEILÃO DA CESP A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) não deveria querer comprar a Companhia Energética de São Paulo (Cesp). A Cemig deveria utilizar este recurso para construir usinas hidrelétricas em seu estado e assim melhorar a oferta de energia em seu próprio estado. A construção de usinas também ajudaria o estado mineiro na criação de empregos, pois Minas Gerais tem regiões muito pobres. Marco A. Martignoni, economista, São Paulo LUCRO DOS BANCOS No (des)governo Lula, o que melhor existe é ser sindicalista — que se enriquece de forma geométrica e de maneira não clara —, e ser banqueiro, pois com lucros na casa do 43% é de deixar qualquer cliente doido de raiva. Se este lucro aparecesse na gestão FHC, a turma do PT— comandada porRicardo Berzoini— iria fazer um barulho de assustar a nação, que hoje se encontra doente de valores especialmente morais. Edivelton Tadeu Mendes, São Paulo
Slide 3: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | A3 OPINIÃO GAZETA GLOBAL BANANAS Monopólio da Chiquita Brands chega ao fim O monopólio de mais de 80 anos no fornecimento de bananas ao mercado externo detido pela Chiquita Brands junto ao governo panamenho começou a chegar ao fim, na sexta-feira, com a rescisão do contrato entre a Cooperativa de Serviços Múltiplos de Puerto Armuelles (Cosemupar), na costa panamenha do Pacífico, e a transnacional norte-americana. Quando se chamava United Fruits, denominação abandonada na década de 70, a empresa teve seu nome relacionado a golpes militares contra governos democraticamente eleitos na América Latina, daí a origem da expressão pejorativa “República de Banana” atribuída a alguns países da América Central. A Chiquita mantém ainda um pacto de exclusividade com produtores do Atlântico panamenho. Resseguros aguardam benefícios com disciplina ANGELO COLOMBO* A abertura do resseguro tem gerado muito debate, principalmente no que diz respeito aos modelos de transferência de riscos, regras para o mercado aberto e novos participantes que virão ao mercado. Em contrapartida, os benefícios com o fim do monopólio de resseguros vão muito além da mudança dos processos. Tão importante quanto permitir que a seguradora distribua os riscos de forma mais equilibrada na sua carteira, a abertura promoverá a transferência de conhecimento, a inovação e a possibilidade de adequação às novas regras de solvência, recém-estabelecidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que entram em vigor em de janeiro de 2008. A transferência de conhecimento será fundamental para o desenvolvimento do mercado segurador brasileiro. Um exemplo disso seria o seguro para uma termelétrica. As resseguradoras enviam para as seguradoras uma relação de riscos, com as turbinas termelétricas aprovadas e reprovadas pelo seu corpo técnico. Essa avaliação compreende to- das as especificações das turbinas, ral ou agrícola. Outra atualmeno estágio do avanço tecnológico, te estuda as oportunidades em se são protótipos, a fabricante, en- microsseguros, que são cobertufim, os aspectos mais importan- ras destinadas aos consumidotes relacionados ao risco. res de baixa renda, mercado que Ou seja, as companhias res- tende a crescer muito no Brasil seguradoras transferem o co- nos próximos anos. nhecimento para que as seguraEssas melhorias serão gradualdoras trabalhem em cima dessa mente percebidas pelos clientes, base de dados. visto que o seguro vai aos poucos Essa relação tende a se acen- se tornar mais eficiente. Se setuar com a abertura do mercado, guirmos a lógica de mercado, pojá que as resseguradoras têm in- deremos colocar em prática proteresse em ter técdutos amplamennicos bem prete difundidos nos Exemplos de parados nas seguoutros países, coradoras, para mo os pacotes abertura por analisar o risco de co mp re ens iv os outros países acordo com os em riscos de engemelhores criténharia que inteaconselha rios técnicos ingram desde o iníternacionais e, cio do transporte prudência conseqüentemendos equipamente, diminuir os tos até a operação, riscos da sua própria operação. incluindo construção, equipaOutro pilar é a inovação que mentos e responsabilidade civil. a abertura de resseguro promoPor fim, mas não menos imverá. As grandes resseguradoras portante, a abertura do ressegupossuem equipes de pesquisa e ro também poderá facilitar a desenvolvimento para fazer o adequação às novas regras de levantamento de novos merca- solvência, principalmente no dos de atuação, a fim de que as que diz respeito às pequenas e seguradoras possam distribuir médias seguradoras. produtos no novo mercado e, Para se adequar à solvência, futuramente, transfiram os ris- algumas seguradoras abriram cos da operação. capital — fizeram Initial Public No Brasil, uma grande resse- Offering (IPO), sigla em inglês, guradora avaliou os riscos do ou oferta inicial de ações —, encultivo de uva e maçã no Sul do quanto outras obtiveram aporte País para a criação do seguro ru- estrangeiro da matriz. Poucas têm levantado a possibilidade de alavancar seu capital por meio das resseguradoras, transferindo o risco e liberando das regras de solvência o capital mínimo exigido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). É uma alternativa aos custos de captação via bancos à medida que passam a fazer negócio com um player do próprio mercado. Esses são apenas alguns dos benefícios que a abertura trará ao mercado brasileiro. De qualquer forma, é de grande importância que nos miremos nos exemplos de outros países que passaram por processos similares de abertura — como a China e a vizinha Argentina —, para entendermos que esse processo tem de ser conduzido com disciplina. Guardadas as respectivas particularidades, a abertura na Argentina desencadeou uma corrida desenfreada por crescimento em prêmios por parte das resseguradoras, deteriorando as condições técnicas e atuariais, tão importantes para a estabilidade mercadológica. A seriedade imprimida pela Susep à condução do processo certamente vai gerar as condições necessárias a uma abertura bemsucedida, com benefícios a todos os participantes do mercado. * Diretor de estratégia e novos mercados da Royal & SunAlliance Seguros EXECUTIVOS Immelt, da GE, ganhou US$ 19,6 milhões no ano passado JIN LEE/BLOOMBERG NEWS Chegou a US$ 19,6 milhões, no ano passado, a remuneração total de Jeffrey Immelt (foto), principal executivo da General Electric, com aumento de 9,7% sobre o ano anterior. A venda de unidades de desempenho mais fraco das áreas de plástico e de crédito hipotecário decididas por Immelt e a concentração em setores de grande expansão, como petróleo e finanças comerciais foram as justificativas dadas pela empresa para a decisão que tornam o executivo um dos mais bem pagos do mundo. Immelt recebeu também 215 mil ações avaliadas em cerca de US$ 7,28 milhões vinculadas ao fluxo de caixa. Para 2008, seu salário fica inalterado em US$ 3,3 milhões ao ano, enquanto os bônus sofreram reajuste de 16% para um mínimo de US$ 5,8 milhões, informou ontem a GE, em sua petição anual que será encaminhada aos acionistas. MONTADORAS Young, ex-GM do Brasil, é promovido em Detroit Ray Young, que por cerca de três anos, presidiu a General Motors no Brasil, e até agora é vice-presidente de finanças, em Detroit, foi eleito vice-presidente executivo e diretor financeiro do grupo, substituindo Frederick A. Henderson, que passa a presidente e diretor de operações. Ao anunciar, ontem, as mudanças, Rick Wagoner, principal executivo da GM, lembrou a experiência financeira e operacional de Ray, “inclusive a capacidade de levar a GM do Brasil a resultados recordes”. 3,6% SEMICONDUTORES US$ 1 bi O Qatar Islamic Bank, a QInvest e a Silver Leaf Capital criaram um fundo islâmico de participações privadas de US$ 1 bilhão para investir em empresas de telecomunicações, mídia e energia na área do Golfo Pérsico. É o primeiro grande fundo privado de grande escala do emirado. FUNDO ISLÂMICO Em janeiro, as vendas globais de semicondutores caíram 3,6% em relação a dezembro de 2007. O volume em valores recuou de US$ 22,3 bilhões para US$ 21,5 bilhões no primeiro mês do ano, informou a Associação da Indústria de Semicondutores dos Estados Unidos. ARTE “Menino com a Laranja”, de Van Gogh, vai a leilão Uma família suíça, proprietária, desde 1916, do quadro “O Menino com a Laranja”, de Vincent van Gogh, vai colocá-lo à venda por mais de US$ 30 milhões, durante a Feira Européia de Belas Artes, conhecida como Tefaf, em Maastricht, na Holanda. O quadro foi pintado em junho de 1890, um mês antes da morte de Van Gogh. Localizada ao sul da Holanda, próxima à fronteira com a Alemanha e com a Bélgica, Maastricht, fundada no ano 50 A.C., é a mais antiga cidade holandesa. A feira será realizada de 7 a 16 deste mês. PRÊMIO Bunge valoriza agrometeorologia e literatura Agrometeorologia, na área de Ciências Agrárias, e Literatura, em Letras, são os temas escolhidos pelos organizadores do 53º Prêmio da Fundação Bunge, cujos candidatos não são inscritos, mas indicados pelas principais universidades e entidades científicas e culturais brasileiras. São pré-selecionados por uma comissão técnica dois nomes em cada ramo, e indicados para a decisão do Grande Júri, em agosto, que premiará quatro profissionais, dois na categoria vida e obra, com R$ 100 mil, e dois na categoria juventude, com R$ 40 mil. O tempo corre a favor da assinatura digital LUIS COHEN* CHARGE Atualmente, com o tempo cada vez mais valioso, ir a lugares como agências bancárias, cartórios ou repartições públicas para assinar e autenticar documentos é uma tarefa burocrática difícil, que nos atrapalha em nosso nosso dia-dia.. Porém, com as tecnologias disponíveis, e já em nosso alcance, é possível fazermos quase tudo por meio de um computador ligado à rede, inclusive assinaturas com valor legal. Com isso, temos a possibilidade de nos ocuparmos com novas oportunidades, organizando melhor a rotina. A tecnologia disponível, que permite reduzir estas tarefas inconvenientes é a assinatura digital, não muito disseminada até o momento, mas que nos ajudaria a desburocratizar muitas atividades do cotidiano, possibilitando o investimento do tempo em ações mais produtivas. Você deve estar se perguntando o que é uma assinatura digital e como ela pode ser utilizada. Pois bem, a assinatura digital equivale a sua assinatura de próprio punho, porém ela é utilizada no mundo virtual. Por exemplo, se você envia do ou adulterado, eliminando o um documento para alguém risco de fraude de identidade divia e-mail, e o assina com a sua gital. Desta forma, o usuário asassinatura digital, o mesmo sina uma transação pela maneira passa a ter validade legal, como digital, com uma chave única aruma assinatura reconhecida mazenada no cartão com chip, em cartório, porém, sem o pro- tendo a certeza de que todas as cesso que demandaria , como informações serão transmitidas ter de esperar em longas filas de forma confiável. para obtenção do carimbo ou No Brasil, com a adesão dos selo de autenticidade. cartões com chip pelas princiA assinatura digital permite pais instituições bancárias, exisque os usuários possam ser iden- te um enorme potencial para a tificados de maneira única na in- disseminação da assinatura digiternet, pois a certificação é emi- tal por meio dos cartões bancátida mediante a rios, a exemplo apresentação dos Com mecanismos de bancos ao redocumentos origidor do mundo, nais do indivíduo como no caso do de segurança, em um agente veOP Bank , da Fincomo algoritmos, lândia que, com a rificador, que comprovará a autentios “smart cards” assinatura digicidade dos mestal, praticamente mos. Com esse eliminou a necessão confiáveis processo, o cidasidade de o cliendão já estará apto te visitar uma a usar a assinatura digital. agência, pois todos os serviços O recurso é normalmente ar- são oferecidos pelo Internet mazenado em um dispositivo se- Banking e os contratos validaguro chamado “smart cards”, car- dos com a assinatura digital dos tões com chip, que podem se correntistas via internet. apresentar no formato de um Hoje no Brasil existem aproxicartão plástico ou na forma de madamente 45 milhões de um “pen drive” com chip. “smart cards” bancários em cirO cartão inteligente é um dis- culação, nove vezes mais do que positivo à prova de fraude, pois a população da Finlândia, que possui vários mecanismos de se- possui pouco mais de cinco migurança, como algoritmos de en- lhões de habitantes, ou seja, muicriptação e anti-hacking, que não tos brasileiros já poderiam conpermitem que o chip seja clona- tar com esta tecnologia no seu dia-a-dia e beneficiar-se com ela. A maioria das instituições financeiras está no processo de migração para os cartões inteligentes com chip, o que possibilita integrar a assinatura digital aos cartões bancários. Quando esse processo for concluído, passaremos a ter um cartão que possui além da sua funcionalidade habitual de crédito e/ou débito, a função de certificação digital. Alguns bancos no Brasil já avaliam as vantagens que serão agregadas tanto para os clientes quanto para as instituições. Com esta facilidade poderemos pedir um empréstimo, assinar documentos, autorizar uma transação importante, cuja liberação exige a presença na agência ou um contrato assinado, sem precisarmos ir ao banco, apenas acessando a internet. Além disso, essa tecnologia eliminaria a necessidade de impressão em papel, impacto positivo ao meio ambiente e economia, se consideramos os custos dos burocráticos, especialmente em países como o Brasil, dos trâmites dos documentos em papel, os quais passariam a ser digitalizados. Agora que você já sabe as vantagens da assinatura digital, use esta tecnologia a seu favor. * Diretor Comercial para Brasil e Cone Sul da Gemalto para a área de bancos, transporte e segurança
Slide 4: A4 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL NACIONAL INFRA-ESTRUTURA O investimento, de R$ 320 milhões, será feito pelos grupos Battistella e Hamburg Süd EVENTO Obra do Terminal de Contêiner começa em Santa Catarina Viabilização do projeto foi possível com o início da SC 415, que liga a BR 101 ao porto NORBERTO STAVISKI* ITAPOÁ (SC) CBM faz palestra para empresários baianos REDAÇÃO SALVADOR Depois de quase uma década que se passou a partir da idéia inicial, o Tecon Santa Catarina, um terminal portuário privativo de uso misto — carga própria e de terceiros que pretende movimentar 310 mil contêineres anuais em três berços de atracação — localizado em Itapoá, litoral norte de Santa Catarina, na divisa com o Paraná, finalmente começou a sair do papel. O investimento é de R$ 320 milhões, dos grupos Battistella (70%) e da Hamburg Süd (30%). A viabilização do projeto e o início das obras pela Construtora Andrade Gutierrez, no entanto, estava condicionado a liberação de um empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que, por sua vez, só liberaria as parcelas com o início das obras da rodovia SC 415, que liga a BR 101 ao porto, contrato assinando ontem pelo governo catarinense, num investimento de R$ 32 milhões. A fase de obras tanto do porto como da estrada tem duração prevista de 18 meses e o canteiro de obras já está instalado. Itapoá foi a região escolhida para a instalação do terminal privado por causa do seu calado natural de 16 metros na baia de Babitonga, o que possibilita o recebimento de navios de grande porte e fará com que terminal funcione como um "hub port", ou seja, receba cargas de grandes navios e depois a redistribua. "O nosso sócio no empreendimento, a Hamburg Süd, está encomendando pelo menos 20 navios de para 14.000 Teus que hoje não entrariam em portos brasileiros. Este é o futuro e nós queremos atrair este tipo de embarcação para nosso negócio", explica Hildo Battistella, diretor da área de logística do grupo Battistella. Segundo ele, com essa es- tratégia, Itapoá poderá receber cargas para depois redistribuí-la por cabotagem para outros portos do Brasil e da América do Sul, como Uruguai e Buenos Aires onde também não há calado para operação destes navios gigantescos. No seu projeto, o Tecon será formado por duas pontes que saem do pátio de contêineres e avançam cerca de 230 metros até um píer onde estão os três berços. O equipamento do terminal será formado por quatro portêineres, 11 transtêineres e 26 terminal tractors. Com o início de obras serão gerados 500 empregos diretos e 2.500 indiretos. *O repórter viajou a convite do Grupo Battistella BALANÇO Lucro da Petrobras recua 17% DIVULGAÇÃO/PETROBRAS CONTINUAÇÃO DA PÁGINA O lucro líquido da Petrobras caiu mesmo com o aumento de 8% da receita operacional líquida, que passou de R$ 158 milhões para R$ 170 milhões entre 2006 e o ano passado. No quarto trimestre de 2007, o aumento foi de 11%, ao passar de R$ 41 milhões para R$ 45,4 milhões. O acréscimo da receita decorreu, segundo o diretor financeiro, do aumento de 6% das vendas de petróleo e derivados tanto no mercado externo quanto no interno. Nem mesmo o aumento da receita foi capaz, no entanto, de evitar a queda de 1% da geração de caixa da companhia, que decresceu de R$ 51 bilhões para R$ 50,2 bilhões, no mesmo período. No quarto trimestre, o chamado Ebitda aumentou 18%, ao passar de R$ 10,2 bilhões para R$ 12 bilhões. Ainda no quarto trimestre, o lucro da empresa caiu 3%, de R$ 5,2 bilhões para R$ 5 bilhões. O jornalista Augusto Nunes, diretor editorial da Companhia Brasileira de Multimídia (CBM) – que publica a Gazeta Mercantil e o Jornal do Brasil–, e o diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, falaram ontem, em Salvador, para empresários baianos. Eles abordaram o tema “Cenário político e econômico em 2008”, no I Encontro Empresarial Casa Brasil. O evento foi promovido pelo braço cultural da CBM com patrocínio do Bradesco e Vivo, na Associação Comercial da Bahia. Com 35 anos de exercício da profissão, o paulista Augusto Nunes está entre os seis entrevistados do livro “Eles mudaram a imprensa”, publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos. Nome de peso do jornalismo brasileiro, Nunes já foi redatorchefe da revista Veja e diretor de Redação das revistas Época e Forbes e dos jornais O Estado de S. Paulo e Zero Hora. Na televisão, apresentou por dois anos o programa Roda Viva, da TV Cultura, e comandou programas OCTAVIO DE BARROS Diretor de Pesquisa do Bradesco jornalísticos em várias emissoras. Entre suas obras destacamse os livros “Minha Razão de Viver”, sobre a vida de Samuel Wainer, “Tancredo”, biografia de Tancredo Neves. Em sua carreira recebeu por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. O carioca Octavio de Barros é diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco. Doutor em Economia pela Universidade Paris X, tem no currículo passagens pelo Ministério da Fazenda, BNDES, governo de São Paulo, Febraban, entre outros. Barros também é membro de diversas instituições, a exemplo do Conselho Superior de Economia da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e do Conselho Superior da Ordem dos Economistas de São Paulo. REGISTRO MOINHOS DISCUTEM TRIGO Empresários do setor moageiro estiveram reunidos ontem com representantes dos governos brasileiro e argentino, quando debateram problemas e definiram os rumos para as negociações sobre o fornecimento de trigo por aquele país. Os empresários pediram maior regularidade nos embarques, que têm sido interrompidos pela Argentina. Uma nova reunião foi mercada para o dia 27 e terá como pauta esse impasse. GOLDFAJN DEIXA ELEVA Em comunicado ao mercado e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a direção da Eleva Alimentos S/A informou o desligamento do seu diretor-presidente, Rami Naum Goldfajn, e do diretor-financeiro e de Relações com Investidores, Cláudio da Silva Santos. Wang Wei Chang passará a responder pela Diretoria de Relações com Investidores da empresa. Chang é também diretor de Relações com Investidores da Perdigão. Almir Barbassa: estatal alcançou a condição de terceira maior petroleira do mundo de capital aberto INDICADORES NACIONAIS NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO SETOR PÚBLICO . BALANÇO DE PAGAMENTOS - CONTA CAPITAL (US$ milhões) Jan Jan Jan Contas Dez/04 Jan/05 Dez/05 Jan/06 Dez/06 Jan/07 Conta capital e financeira -7.358 1.402 -9.547 3.020 15.982 5.517 Conta capital 339 55 662 75 869 40 Conta financeira -7.699 1.346 -10.209 2.945 15.113 5.477 Investimento direto líquido 9.689 1.175 12.590 284 -9.420 6.449 No exterior -9.470 -43 -2.517 -1.191 -28.202 4.027 No País 18.166 1.218 15.107 1.474 18.782 2.422 Investimentos em carteira -5.137 420 4.885 539 9.573 1.632 Ativos -628 -25 -1.771 309 523 -177 Ações -121 -4 -960 -2 -915 -94 Títulos de renda fixa -633 -21 -811 311 1.438 -82 Passivos -4.509 444 6.655 230 9.051 1.808 Ações 2.081 263 6.451 1.095 7.716 375 Títulos de renda fixa -6.077 182 204 -865 1.335 1.433 Derivativos -677 20 -40 -12 383 -40 Outros investimentos -10.963 -269 -27.644 2.134 14.577 -2.564 Fontes: Banco Central e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . . . EMPRÉSTIMOS DO SISTEMA FINANCEIRO * Jan Dez/07 87.741 699 87.042 27.518 -7.067 34.585 48.390 286 -1.413 1.699 48.104 26.217 21.887 -710 11.843 (Saldos em fim de período — Em R$ milhões) Jan/2007 Nov/2007 Dez/2007 Jan/2008 % 12 Meses Total do setor privado 719.621 892.105 916.998 925.377 28,59 Indústria 165.397 205.351 213.689 215.245 30,14 Habitação 36.662 44.422 45.852 46.337 26,39 Rural 78.665 88.421 89.204 89.962 14,36 Comércio 75.056 95.333 97.608 96.888 29,09 Pessoas físicas 240.695 310.129 314.374 320.167 33,02 Outros serviços 123.146 148.451 156.271 156.778 27,31 Total do setor público ** 18.835 18.638 18.833 18.839 0,02 Governo federal 4.265 3.676 3.588 3.514 -17,61 Governos estaduais e municipais 14.569 14.963 15.245 15.324 5,18 Níveis de risco *** AA A+B C+D E+F G+H Participação % sobre o total em Jan/2008 24,50 58,27 11,54 2,59 3,61 Fontes: Banco Central e Centro de Informações da Gazeta Mercantil * Inclui operações de arrendamento mercantil. ** Inclui adm. direta, indireta e atividades empresariais. *** As operações com atraso de pagamento têm a seguinte classificação: entre 15 e 30 dias, nível B; de 31 a 60, nível C; de 61 a 90, nível D; de 91 a 120, nível E; de 121 a 150, nível F; de 151 a 180, nível G; e acima de 180 dias, nível H de risco. . . . . IMPOSTOS Agenda tributária Tributos/contribuições 1) Imposto de Renda Retido na Fonte (IRFF) Rendimentos do Trabalho Tributação exclusiva sobre remuneração indireta Rendimentos de Residentes ou Domiciliados no Exterior Royalties e pagamentos de assistência técnica Renda e proventos de qualquer natureza Juros e comissões em geral Obras audiovisuais, cinematográficas e videofônicas Fretes internacionais Remuneração de direitos Previdência privada e Fapi Aluguel e arrendamento Outros Rendimentos Pagamento a beneficiário não identificado 2) Imposto sobre a Exportação (IE) Data de vencimento Diária 2063 FG ocorrido no mesmo dia Código Código Darf GPS Périodo do fato gerador (FG) (Fluxos acumulados em 12 meses — em R$ milhões) Jan/2007 Out/2007 Nov/2007 Dez/2007 Jan/2008 -100.535 -74.789 -20.887 -4.859 156.025 116.118 37.425 2.482 55.491 41.329 16.538 -2.376 -105.722 -75.643 -29.185 -895 160.353 115.748 42.482 2.123 54.631 40.105 13.297 1.228 -106.934 -77.837 -28.625 -472 160.285 115.619 42.524 2.143 53.352 37.782 13.899 1.670 -101.606 -71.347 -29.934 -325 159.532 114.708 42.638 2.186 57.926 43.361 12.704 1.861 -106.812 -76.933 -29.628 -251 158.737 109.596 46.897 2.243 51.925 32.664 17.270 1.992 Conceito/Esfera de Governo . Primário Governo central Governos regionais Empresas estatais . Juros nominais Governo central Governos regionais Empresas estatais . Nominal Governo central Governos regionais Empresas estatais . Jan/08 7.552 27 7.525 3.266 -1.548 4.814 -1.731 38 40 -1 -1.769 -3.081 1.312 -46 6.036 0422 0473 0481 5192 9412 9427 9466 9478 5217 Diária 0107 FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia FG ocorrido no mesmo dia Exportação, cujo registro da declaração para despacho aduaneiro tenha-se verificado 15 dias antes Importação, cujo registro da declaração tenha-se verificado no mesmo dia. PIB . 2.341.479 2.521.871 2.537.769 2.552.510 2.573.980 Fontes: Banco Central e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. ÍNDICES DE PREÇOS (EM %) AGREGADOS MONETÁRIOS E ARRECADAÇÃO . CORREÇÃO DE IMPOSTOS (R$) Acumulado 2007 2008 Ufesp (SP) 14,23 14,88 UFMSP (São Paulo) 83,48 87,20 Rio de Janeiro 1,0296 1,0436 Ufir (RJ) 1,7495 1,8258 FCA (PR) 1,3790 1,4403 UPF (PR) 51,98 54,29 UPF (RS) 9,9901 10,3797 UFEMG (MG) 1,7080 1,8122 Fontes: Secretarias de fazenda municipais e estaduais e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . (R$ milhões) Jan/2007 Nov/2007 Dez/2007 Jan/2008 % em 12 Meses 21,95 18,24 30,27 21,57 17,69 24,12 3) Cide - Combustíveis - Importação - Lei 10.336/01 Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação de petróleo e seus derivados, gás natural, exceto sob a forma liquefeita, e seus derivados, e álcool etílico combustível. 4) Contribuição para o Pis/Pasep Pis/Pasep - Importação de Serviços (Lei 10.865/04) 5) Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) Cofins - Importação de Serviços (Lei 10.865/04) 6) Associação Desportiva que Mantém Equipe de Futebol Profissional- Receita Bruta de Espetáculos Desportivos - CNPJ - Retenção e recolhimento efetuado por entidade promotora do espetáculo (federação ou confederação), em seu próprio nome 7) Pagamento de parcelamento de clube de futebol - CNPJ - (5% da receita bruta destinada ao clube de futebol) Diária 9438 . Base monetária 116.328 127.393 143.642 141.858 Papel moeda emitido 80.499 86.141 98.620 95.182 Reservas bancárias 35.829 41.252 45.022 46.676 Meios de pagamento 164.117 183.776 210.540 199.510 Papel moeda em poder do público 65.157 69.379 79.263 76.686 Depósitos à vista 98.960 114.398 131.276 122.825 . . Jan/2007 Nov/2007 Dez/2007 Jan/2008 R$ em 12 Meses 49.878 13.117 11.303 1.932 1.458 18.001 4.067 52.414 13.914 12.946 2.414 1.937 18.980 2.223 65.632 18.589 20.586 2.879 1.733 19.433 2.412 62.596 20.082 13.779 2.261 1.983 19.572 4.919 615.535 167.281 156.322 26.490 20.483 210.239 34.720 Arrecadação da Receita Federal Imposto de Renda Receita Previdenciária IPI Imposto sobre Importações Contribuições* Outras receitas . Fontes: Banco Central, RFB e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * CPMF, Cofins, PIS/Pasep, CSLL, Cide-combustíveis e Seguridade Social dos Servidores Públicos. Set Out Nov Dez Jan Fev no Ano 12 meses IGP-DI (FGV) 1,17 0,75 1,05 1,47 0,99 0,99 8,49 IPA-DI (FGV) 1,64 1,02 1,45 1,90 1,08 1,08 10,27 IPA-Agro (FGV) 5,27 2,73 4,32 4,27 1,60 1,60 25,47 IPA-Ind. (FGV) 0,41 0,41 0,41 1,01 0,88 0,88 5,26 IPC-DI (FGV) 0,23 0,13 0,27 0,70 0,97 0,97 4,90 INCC-DI (FGV) 0,51 0,51 0,36 0,59 0,38 0,38 6,08 IGP-M (FGV) 1,29 1,05 0,69 1,76 1,09 0,53 1,63 8,67 IPA-M (FGV) 1,83 1,42 0,97 2,36 1,24 0,64 1,88 10,58 IPC-M (FGV) 0,21 0,28 0,04 0,67 0,96 0,26 1,22 4,62 INCC-M (FGV) 0,39 0,49 0,48 0,43 0,41 0,43 0,85 6,18 INPC (IBGE) 0,25 0,30 0,43 0,97 0,69 0,69 5,36 IPCA (IBGE) 0,18 0,30 0,38 0,74 0,54 0,54 4,56 IPCA-E (IBGE) * 0,29 0,24 0,23 0,70 4,36 4,36 IPC-SP (Fipe) 0,24 0,08 0,47 0,82 0,52 0,52 4,23 ICV-SP (Dieese) ** 0,30 0,33 0,28 1,09 0,88 0,88 4,73 IPC-RJ (FGV) 0,47 0,18 0,09 0,58 0,95 0,95 4,45 Fontes: FGV, IBGE, Fipe, Dieese e Centro de Informaçöes da Gazeta Mercantil. * Divulgação trimestral. ** Referente a famílias com renda de 1 a 33 salários mínimos. . . . . . . . . . . . . . . . . . Diária 5434 Diária 5442 Diário (até 2 dias úteis após a realização do evento) FG ocorrido no mesmo dia 2550 Data da realização do do evento (2 dias úteis anteriores ao vencimento) FG ocorrido no mesmo dia . CORREÇÃO DAS COTAS DO IRPF/2007 Vencimento 30/04/2007 31/05/2007 29/06/2007 31/07/2007 31/08/2007 28/09/2007 31/10/2007 30/11/2007 Valor da cota (Darf campo 07) Valor declaração Juros sobre o valor da cota (Darf campo 09) 1% 2,03% 2,94% 3,91% 4,90% 5,70% 6,63% Total (Darf campo 10) campo 07 + campo 08 + campo 09 Cota . 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª . . Diário (até 2 dias úteis após a realização do evento) 4316 Data da realização do do evento (2 dias úteis anteriores ao vencimento) 1708 Mês da prest.do serviço 2801 Mês da prest.do serviço Taxa Selic Jul/07 = 0,97% Out/07 = 0,93% Jan/08 = 0,93% Ago/07 = 0,99% Nov/07 = 0,84% Fev/08 = 0,80% BALANÇO DE PAGAMENTOS - CONTA CORRENTE . PRODUÇÃO/EMPRESAS Variação % Nov Dez Jan Mês Ano 12 Meses Indústria geral (1) 130,47 116,64 - -10,60 6,37 6,37 Indústria têxtil (1) 112,76 88,22 - -21,76 7,98 7,98 Nível de emprego (2) 113,92 111,55 112,75 1,08 1,08 5,88 Falências (unidades) (3) 18 14 20 -39,39 -39,39 -9,36 Autoveículos (unidades)* 271.201 220.772 254.913 24,17 24,17 15,23 Fontes: IBGE, Fiesp, ACSP, Anfavea e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. (1) Produção industrial, Base: média 2002 =100; (2) Total de pessoal ocupado na indústria paulista, Base: Jan/2006=100 ; (3) Decretadas na Capital/SP. *Produção total de autoveículos(montados e CKD). Dados revisado a partir de Jan/04. . . . . . . Jun/07 = 0,91% Set/07 = 0,80% Dez/07 = 0,84% . . . . Pagamento com atraso (US$ milhões) Balança comercial Serviços Transfer. Trans. correntes Período Export. Import. Juros Viagens Outros (1) Total Unital. 12 meses % PIB . Jan/07 . 10.963 10.104 12.855 12.446 13.648 13.118 8.470 -1.314 7.226 9.532 8.246 9.780 9.303 -845 -589 -714 -333 -560 -190 -427 -331 -340 -339 -90 -84 -87 -171 -274 -353 -415 -251 -370 -479 -369 -313 -380 -1.115 -2.519 -1.644 -2.573 -2.174 -2.851 -1.817 -2.702 -3.507 -4.114 -2.533 -3.446 -2.918 -4.456 -2.100 -2.542 -1.745 -2.542 -2.975 -3.785 -2.964 -3.673 -4.143 -4.795 -3.832 -5.501 350 289 345 323 346 326 392 362 268 304 303 356 325 14.242 14.049 13.448 15.150 15.025 15.013 11.140 10.267 8.458 6.857 4.173 3.349 1,31 1,27 1,19 1,32 1,29 1,27 0,92 0,84 0,68 0,54 0,32 0,26 Utilize no Darf o código 0211. Multa = (Darf campo 08) sobre o valor apurado na declaração, aplicar 0,33% por dia de atraso, a partir do primeiro dia útil após o vencimento até o limite de 20,0% Juros = (Darf campo 09) aplicar os juros equivalentes à taxa Selic calculados a partir de Maio/07 até o mês anterior ao do pagamento e mais 1% no mês do pagamento Total = (Darf campo 10) informar a soma dos valores dos campos 07, 08 e 09. Fontes: Secretaria da Receita Federal e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . 8) Reclamatória Trabalhista - NIT/PIS/Pasep Data de Vencimento Reclamatória Trabalhista - CEI do tributo na época Reclamatória Trabalhista - CEI - pagamento da ocorrência do exclusivo para outras entidades (Sesc, Sesi, fato gerador (vide Senai, etc.) art. 11 do ADE Codac Reclamatória Trabalhista - CNPJ nº 5/2008 Reclamatória Trabalhista - CNPJ - pagamento exclusivo para outras entidades (Sesc, Sesi, Senai, etc.) ou 9) Reclamatória Trabalhista - NIT/PIS/Pasep 3/3 Reclamatória Trabalhista - CEI (dia 2 do mês Reclamatória trabalhista - CEI - pagamento subsequente ao mês exclusivo paraoutras entidades da homologação do (Sesc, Sesi, Senai, etc.) acordo ou do Reclamatória Trabalhista - CNPJ pagamento (vide Reclamatória Trabalhista - CNPJ - pagamento parágrafo único do exclusivopara outras entidades art. 11 do ADE Codac (Sesc, Sesi, Senai, etc.) nº 5/2008 10) Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) Rendimentos de capital Títulos de renda fixa - Pessoa física Títulos de renda fixa - Pessoa jurídica Fundo de investimento - Renda fixa Fundo de Investimento em ações Operações de Swap Day-trade - Operações em Bolsas Ganhos líquidos em operações em bolsas e assemelhados Juros remun. de capital próprio (art. 9º, Lei nº 9249/95) Fundos de Investimento Imobiliário - Resgate de cotas Demais rendimentos de capital Rendimentos de residentes ou domiciliados no exterior Aplic. financeiras – Fundos/entidades de investim. coletivo Aplicações em fundos de conversão de débitos Externos/Lucros/Bonificações/Dividendos Juros remuneratórios de capital próprio Outros rendimentos Prêmios obtidos em concursos e sorteios Prêmios obtidos em bingos Multas e vantagens 11) Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) Operações de crédito - Pessoa jurídica Operações de crédito - Pessoa física Operações de câmbio - Entrada de moeda Operações de câmbio - Saída de moeda Aplicações financeiras Factoring (art. 58 da Lei nº 9532/97) Seguros Ouro, ativo financeiro 12) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) Cigarros dos códigos 2402.20.00 da Tipi Bebidas do capítulo 22 da Tipi 13) Comprev - recolhimento efetuado por RPPS - órgão do poder público - CNPJ Comprev - recolhimento efetuado por RPPS - órgão do poder público - CNPJ - estoque 5/3 8053 3426 6800 6813 5273 8468 5557 5706 5232 0924 5286 0490 9453 0916 8673 9385 5/3 1150 7893 4290 5220 6854 6895 3467 4028 5/3 1020 0668 7/3 7/3 2810 Mês da prest.do serviço 2909 Mês da prest.do serviço 2917 Mês da prest.do serviço Mês da homologação do acordo ou mês do pagamento, se não 2810 houver vínculo ou não houver indicação de 2909 período da prestação do serviço. 2917 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 21 a 29/Fev/2008 7307 7315 1º a 29/Fev/2008 1º a 29/Fev/2008 1708 2801 Fev/07 . CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (INSS) Contribuintes individuais e facultativos Salário base (R$) 380,00 de 380,01 a 2.894,28 Alíquota (%) 11,00 20,00 Fevereiro* Contribuição (R$) 41,80 de 41,81 a 578,86 Alíquotas (em %) Mar/07 . Abr/07 . Mai/07 . Jun/07 . Jul/07 . 14.120 10.773 -1.123 15.100 11.566 14.166 10.695 15.769 12.330 14.052 12.025 14.231 10.595 IMÓVEIS — ÍNDICE DE CUSTO DE FINANCIAMENTOS Acumulado % Set Out Nov Dez Jan Fev Mar no Ano 12 Meses CUB/SP % * 0,26 0,78 0,68 0,59 0,07 0,07 UPC/R$ ** 21,19 21,26 21,26 21,26 21,31 21,31 21,31 0,24 1,43 Fontes: Sinduscon, Caixa Econômica Federal e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * Custo Unitário Básico ** Unidade Padrão de Capital. Obs. Devido á mudanças na metodologia de cálculo, o CUB só está sendo divulgado na sua variação mensal. . . . Ago/07 . Empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos Salário contribuição (R$) Até 868,29 de 868,30 até 1.447,14 de 1.447,15 até 2.894,28 Empregador Salário família Remuneração até R$ 449,93 de R$ 449,94 até R$ 676,27 INSS** 8,00 9,00 11,00 12,00 Quota (R$) 23,08 16,26 Set/07 . Out/07 . Nov/07 . Dez/07 . Jan/08 . 13.277 12.333 -1.289 -1.169 -0,09 Fontes: Banco Central e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. (1) Inclui lucros reinvestidos IMPOSTO DE RENDA SALÁRIO MÍNIMO E FGTS Acumulado Nov/07 Dez/07 Jan/08 Fev/08 no Ano 12 Meses FGTS (%) * 0,3057 0,3107 0,3478 0,2709 0,62 4,32 Salário mínimo (R$) 380,00 380,00 380,00 380,00 0,00 8,57 Fontes: CEF, Ministério da Fazenda e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * Crédito no dia 10 do mês seguinte (TR + juros de 3% ao ano). . . Rendimentos em Março - R$ Alíquota (%) Deduzir (R$) Até 1.372,81 Isento Acima de 1.372,82 até 2.743,25 15,0 205,92 Acima de 2.743,25 27,5 548,82 Fontes: Secretaria da Receita Federal e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. Deduções: R$ 137,99 por dependente; R$ 1.372,81 por aposentadoria a quem já completou 65 anos; pensão alimentícia judicial; valor da contribuição paga, no mês, à Previdência Social e a entidades de Previdência Privada no Brasil. . . . . Fontes: Ministério da Previdência Social e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * Pagamento até o dia 10/3/08 (empresas) e até o dia 17/3/08 (pessoas físicas). Obs.: Tabela válida a partir de 1/1/2008, de acordo com a Portaria MPS 501, de 28/12/2007. Data em que se esgota o prazo legal para pagamento dos tributos e contribuições federais. Fontes: Departamento da Receita Federal e Gazeta Mercantil.
Slide 5: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | A5 NACIONAL CUSTO DE VIDA Apesar da desaceleração econômica, embarques aos EUA avançam 7,6% BALANÇA COMERCIAL Preços dos alimentos recuam em fevereiro ANA CAROLINA SAITO E ANNA LÚCIA FRANÇA SÃO PAULO DIETA LEVE Variação em 30 dias (em %) 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 -0,5 0,34 Geral Governo eleva para US$ 180 bi meta de exportações em 2008 Importações crescem mais e superávit cai 69,6% em fevereiro para US$ 882 milhões FERNANDO EXMAN BRASÍLIA Grande vilão da inflação no ano passado, o preço dos alimentos começa a cair no varejo. Pela primeira vez desde maio de 2007, o grupo alimentação registrou queda de 0,38% em fevereiro pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em linha, o custo da cesta básica recuou em 11 das 16 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese). O custo mais alto ficou de fevereiro foi detectado em São Paulo, com R$ 226,20. Mas, mesmo assim, houve uma queda de 1,26% em relação ao mês anterior. O recuo das cotações da cesta se deve, basicamente, à queda nos preços de dois produtos com forte peso na alimentação brasileira, o feijão e a carne. O aumento da oferta de ambos começa a aumentar gradualmente, pressionando os preços, segundo José Maurício Soares, economista técnico do Dieese. “Mesmo assim, um quilo de feijão ainda custa quase o mesmo que cinco quilos de arroz”, acrescenta. A deflação dos alimentos levou o IPC-S a encerrar fevereiro estável (0,0%), menor patamar desde a terceira semana de julho de 2006, quando registrou queda de 0,04%. A taxa referente a sete capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife) ficou abaixo das estimativas do mercado, que projetava alta entre 0,04% e 0,15%. A queda nos preços dos alimentos foi maior que a esperada pelos analistas. A Concórdia Corretora, por exemplo, projetava variação de 0,05% para o índice cheio e declínio de 0,30% no grupo alimentação. Entre os destaques estão, na ordem, frutas (-1,59% para -4,27%), hortaliças e legumes (-1,86% para 2,67%) e carnes bovinas (-1,08% para -1,69%), informou a FGV. O economista-chefe da corretora, Elson Teles, diz que, no entanto, não há motivos para otimismo. “Não dá para esperar que essa seja a tendência. Os preços subiram muito e, agora, houve uma compensação”, diz. Na sua avaliação, se alta das commodities agrícolas se mantiver, alimentação tende a pressionar a inflação. “Elas estão subindo e a demanda está muito aquecida”, comenta. Teles lembra ainda que o indicador medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na capital paulista já apontava para deflação de 0,13% em alimentos na terceira quadrissemana de fevereiro. Mas, avalia, isso não deve se repetir no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que será divulgado na próxima semana. A expectativa da Concórdia é de uma taxa de 0,45% em feverei- 1,17 Alimentação 0,00 -0,38 FMAM J J A S OND J F 2007 2008 Fontes: FGV e Centro de Informações da Gazeta Mercantil ro. “Alimentação virá uma variação menor, mas não apresentará deflação. Os produtos in natura tem peso menor no IPCA”, justifica. O mercado financeiro elevou a previsão para o IPCA, referência para as metas de inflação do governo, de 4,40% para 4,41% em 2008, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central (BC) divulgada ontem. A expectativa em 2009 subiu de 4,22% para 4,30%. Já Soares, do Dieese, avalia que o início da colheita da safra 2007/2008 deve ajudar a derrubar ainda mais os preços, especialmente do feijão. “No último ano, as safrinhas de feijão foram seriamente afetadas pela seca, mas isso já está se regularizando”, explica. Baseado no novo valor da cesta em São Paulo, o Dieese estima que seria necessário R$ 1.900,31 (cinco vezes o mínimo de R$ 380,00), para cobrir os custos de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência em fevereiro. No mês anterior este valor seria ligeiramente maior: R$ 1.924,59, ou seja, 5,06 vezes o valor do salário mínimo vigente. Novo salário mínimo O adiantamento do mínimo em um mês elevará a massa salarial do ano como um todo. Isso porque somando este mês a mais ao 13 o salário provoca uma ampliação na média anual, diz Soares. “Mesmo assim, isso não recupera as perdas do salário ao longo do anos, desde 1940, quando foi criado”, explica. O novo salário, de R$ 415, equivale, proporcionalmente, a 37% da cotação à época de sua criação na década de 40. Enquanto o PIB per capta subiu cerca de cinco vezes desde aqueles anos, o salário minguou. A nova cotação representa hoje cerca de um quinto do que deveria, se fossem guardadas as devidas proporções, de acordo com o economista do Dieese. “O efeito inflacionário dos anos 80 reduziu o poder de compra do mínimo, que bateu em 95 em seu patamar mais baixo, em torno de R$ 246,69”. Diante de um cenário no qual as importações crescem mais do que as vendas ao exterior, o governo elevou ontem a meta de exportações para este ano de US$ 172 bilhões para US$ 180 bilhões. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) divulgou o resultado da balança comercial de fevereiro: superávit de US$ 882 milhões, queda de 69,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2007. O saldo foi resultado da diferença entre US$ 12,800 bilhões de exportações (alta de 19,7%) e US$ 11,92 bilhões de importações (alta de 56,2%). No acumulado do ano, o superávit totalizou US$ 1,83 bilhão, 66,3% menor na comparação com o mesmo período do ano passado, fruto de US$ 26,08 bilhões de vendas e US$ 24,25 bilhões de compras do exterior. “A tendência é de aumento das exportações e mais ainda das importações. As importações são decorrência do crescimento da economia brasileira. Mas, esperamos que as exportações voltem a crescer de forma muito mais acelerada“, comentou o secretário de Comércio Exterior do Mdic, Welber Barral. Segundo o secretário, o governo decidiu aumentar a meta de exportações porque nos últimos meses cresceram muito os investimentos realizados por empresas de setores exportadores, como mineração, si- derurgia, agronegócio, químicos e celulose. A oferta desses produtos deve crescer. Além disso, as agências internacionais de classificação de risco continuarão a promover a imagem brasileira, o que deve atrair investimentos para o país. O Ministério do Desenvolvimento levou também em consideração as perspectivas de alta dos preços das commodities e a expectativa de aquecimento do mercado internacional de aviação. Concluiu ainda que o desaquecimento da economia dos Estados Unidos tem sido compensado pelo crescimento de outros países, como Rússia, China e Argentina. “Os embarques de soja, açúcar, fumo e farelo só começam a partir de março”, complementou Barral. “Esses cenários nos permitem ser bastante otimistas.” Para o secretário, além do aquecimento do mercado doméstico, o avanço das importações é reflexo natural do aumento das exportações. As empresas estão ampliando as compras de máquinas e equipamentos para aumentar a capacidade de produção. Compram também de fornecedores estrangeiros insumos com preços melhores do que os encontrados no mercado nacional. A valorização do real frente ao dólar também impulsiona as importações. Em fevereiro, as importações de bens de capital cresceram 58,1% na comparação com o mesmo período de 2007, para US$ 2,44 bilhões. As compras de matérias-primas e produtos de consumo subiram respectivamente 53,9% (US$ 6,01 bilhões) e 43,2% (US$ 1,44 bilhão). Esses números também refletem a alta do preço do petróleo e embarques de trigo argentino liberados no fim do ano passado. As importações de automóveis somaram US$ 243 milhões, alta de 93,5%. Segundo Barral, tal crescimento deve-se ao aumento das compras de carros da Argentina, no México e na Coréia do Sul, e ao interesse das concessionárias brasileiras pelos modelos novos dos carros produzidos fora do país. Há ainda efeitos sazonais. O setor de fertilizantes demandou mais enxofre (alta de 446%, para US$ 42 milhões) e a indústria siderúrgica comprou mais carvão (alta de 344%, para US$ 53 milhões). Por causa da Semana Santa, as importações de bacalhau subiram 103%, totalizando US$ 57 milhões. Já os destaques entre as exportações foram gasolina, aviões, ferro gusa, etanol e frango. Apesar da redução de 58% das vendas de petróleo no mês, o governo espera que os embarques da commodity registrem alta de 15% neste ano. Apesar da desaceleração da economia americana, o crescimento das exportações brasileiras para os Estados Unidos acelerou no primeiro bimestre do ano. “O Brasil está recuperando mercado”, diz. Nos primeiros dois meses do ano, os embarques aos EUA cresceram 7,6% em relação a 2007, para US$ 3,92 bilhões. Em fevereiro, as exportações somaram US$ 2,01 bilhões, alta de 5,6%. No ano passado, com vendas totais de US$ 25,31 bilhões, o aumento foi de 2,2%. As mercadorias responsáveis pelo avanço foram combustíveis, produtos siderúrgicos, aviões, máquinas e equipamentos, celulose, produtos químicos e pneumáticos. A expectativa do governo brasileiro é que esse movimento se consolide nos próximos meses. Em outros mercados, o crescimento das vendas brasileiras foi mais expressivo. As exportações para os países do Mercosul, por exemplo, registraram alta de 42,7% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, somando US$ 1,59 bilhão. Os embarques rumo à Argentina totalizaram US$ 1,32 bilhão, expansão de 40,5%. Já as vendas para países asiáticos e africanos aumentaram 32,5% e 29,1%, para respectivamente US$ 1,98 bilhão e US$ 661 milhões. “Os EUA são um mercado muito competitivo. É natural que o crescimento seja menor do que em outros mercados”, explicou. As compras de produtos americanos também subiram, 34,7% para US$ 3,60 bilhões no primeiro bimestre. Além de refletir a tendência atual do comércio exterior brasileiro, a alta deve-se também ao comércio entre diferentes unidades da mesma empresa COMPONENTES AUTOMOTIVOS Fábrica da Teksid será em Itabirito DURVAL GUIMARÃES BELO HORIZONTE O Grupo Fiat escolheu o município de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte, para implantar a sua fábrica Teksid de cabeçotes e blocos de motores de alumínio, de acordo com protocolo de 30 páginas assinado com o prefeito daquela cidade, Waldir Salvador. A fábrica será erguida na BR-040, uma estrada de pista dupla com canteiro central que liga a capital mineira ao Rio de Janeiro, perto de uma bonita lagoa de nome Água Limpa e a menos de 50 quilômetros de distância da fábrica de automóveis do grupo, que está situada em Betim. Segundo o documento, o grupo italiano investirá R$ 60 milhões a partir do início das obras, previsto para ocorrer em julho e com término 18 meses depois. A empresa se compromete a contratar pelo menos 300 pessoas, dos quais 80% com residência no município, e estima apresentar um faturamento anual de R$ 80 milhões. Não há referência ao volume de produção nem consumo de matéria-prima. A prefeitura, por sua vez, ofereceu um terreno de 160 mil metros quadrados com terraplenagem e infra-estrutura, como ruas pavimentadas, além de empréstimo de R$ 750 mil a juros de 3,5% ao ano, sem correção monetária e mais um investimento de R$ 850 mil, a fundo perdido, na construção de um dos galpões. A parte financiada foi obtida em um fundo criado pela prefeitura com os impostos obtidos com a mineração e tem o objetivo de estimular a diversificação industrial. O minério de ferro é hoje responsável por 60% da receita municipal. Segundo o prefeito, a sua cidade foi escolhida por um conjunto de vantagens, como a oferta de terrenos, de financiamento a juros especiais e de investimentos da prefeitura na obra. Também pesou o fato de o terreno estar a poucos metros de uma linha de fibra óptica e a menos de sete quilômetros da rede de gasoduto que liga Beto Horizonte ao Rio. Surpreendentemente, segundo o prefeito, a dúvida na definição do local ficou por conta da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que mostra ter dificuldades em atender a novas demandas em algumas áreas do estado. Segundo lhe relatou o presidente da estatal, Djalma Moraes, a dificuldade decorre do fato de a indústria mineira ter crescido 11%, muito acima do estimado. Procurada por este jornal, a Fiat não quis se manifestar. FATO RELEVANTE Metalúrgica Gerdau S.A. Gerdau S.A. Companhia Aberta Companhia Aberta CNPJ/MF 92.690.783/0001-09 CNPJ/MF 33.611.500/0001-19 NIRE 43300001504 NIRE 33300032266 A Metalúrgica Gerdau S.A. (“Metalúrgica”) e a Gerdau S.A. (“Gerdau” e, em conjunto com a Metalúrgica, “Companhias”), em cumprimento ao disposto na Instrução nº 358 da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), de 03 de janeiro de 2002 (“Instrução CVM 358”), vêm informar a seus acionistas e ao mercado em geral que, em 03 de março de 2008, foram aprovadas, em reuniões de seus respectivos Conselhos de Administração, a realização das seguintes ofertas públicas: 1. Oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias e preferenciais de emissão da Metalúrgica, no valor de até R$ 1,2 bilhão (“Oferta da Metalúrgica”); e 2. Oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias e preferenciais de emissão da Gerdau, no valor de até R$ 2,8 bilhões (“Oferta da Gerdau” e, em conjunto com a Oferta da Metalúrgica, as “Ofertas”). As Ofertas serão realizadas nos termos da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003 (“Instrução CVM 400”) e estão sujeitas ao registro prévio pela CVM, o qual será pleiteado em 04 de março de 2008, e às condições dos mercados de capitais nacional e internacional, a serem avaliadas até a concessão do referido registro. Os acionistas das Companhias terão prioridade para subscrever ações no âmbito das Ofertas, nos termos do artigo 9º do estatuto social da Metalúrgica e do artigo 4º, § 4º do estatuto social da Gerdau e, ainda, conforme previsto na documentação da oferta. Os acionistas controladores das Companhias têm a intenção de exercer sua prioridade de subscrição de ações. As ações preferenciais distribuídas no âmbito das Ofertas serão precificadas com base em seus preços de negociação em bolsa de valores e em procedimento de coleta de intenções de investimento (bookbuilding). Os preços obtidos no âmbito das Ofertas para as ações preferenciais das Companhias serão também aplicáveis às respectivas ações ordinárias ofertadas. As Ofertas compreenderão a colocação de ações ordinárias e preferenciais de emissão das Companhias no mercado de capitais brasileiro, sob a égide Instrução CVM 400, e contarão (i) no que se refere às ações ordinárias e preferenciais de emissão da Metalúrgica e às ações ordinárias de emissão da Gerdau, com esforços de venda nos EUA para investidores institucionais qualificados definidos em conformidade com o disposto na Regra 144A do Securities Act of 1933 e, nos demais países (exceto nos EUA e no Brasil), com base no Regulamento S editado pela U.S. Securities Exchange Commission (“SEC”) e (ii) no que se refere às ações preferenciais da Gerdau, com registro na SEC para a oferta pública delas e de American Depositary Shares (“ADSs”) as representando, de acordo com o Securities Act of 1933. Nos termos do disposto no artigo 53 da Instrução CVM nº 400, oportunamente serão publicados avisos ao mercado contendo informações sobre as demais características das Ofertas. Porto Alegre, 03 de março de 2008 OSVALDO BURGOS SCHIRMER Diretor Vice-Presidente Diretor de Relações com Investidores
Slide 6: A6 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL NACIONAL INVESTIMENTO Empresa quer abrir 10 mil empregos POLÍTICA CPI DOS CARTÕES Os três Poderes serão investigados Contax instala nova unidade em Recife A empresa de contact center vai investir R$ 50 milhões nos próximos anos em PE ETIENE RAMOS RECIFE Governo e oposição definem estratégia Lula será o alvo do PSDB e do DEM, e Fernando Henrique dos partidos governistas MÁRCIO FALCÃO BRASÍLIA A Contax, uma das maiores empresas de contact center, pretende investir R$ 50 milhões em Pernambuco nos próximos cinco anos. A instalação da terceira unidade da empresa no Recife, anunciada ontem pelo presidente da Contax, James Meaney, ao lado do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, custará R$ 13 milhões – cifra próxima dos R$ 17 milhões investidos no estado no ano passado, quando a empresa registrou um faturamento líquido de R$ 1,3 bilhão e um crescimento de 12,1% em relação a 2006. Presente em Pernambuco desde 2002, a empresa já contava com incentivos fiscais da prefeitura do Recife, que reduziu o ISS de 5% para 2% – benefício dado às empresas instaladas no Porto Digital, pólo de tecnologia da capital – e obteve agora uma redução do ICMS de 28% para 10% sobre as ligações interurbanas ge- EDUARDO CAMPOS Governador de Pernambuco milhões de contatos por mês e podemos dizer que sotaque é um mito. O que importa é atender bem e encontramos aqui uma mão-de-obra qualificada. Pernambuco sabe receber bem, o que é positivo para o nosso serviço que incorpora atendimento humano e tecnologia”, completou o presidente da Contax. “Bom negócio” Com 62 mil empregados, a Contax é a quinta maior empregadora do País, abrigando especialmente jovens, com idade média de 24 anos, e mulheres que chegam a 70% do total de empregados. No Recife, são 3.638 empregados. A nova unidade irá criar, de imediato, 1.300 empregos. Na segunda fase, a empresa espera oferecer mais 5.500 vagas, totalizando 6.800 empregos. “Esperamos ter 10 mil empregados em Pernambuco nos próximos cinco anos”, afirmou Meaney. Para o governador Eduardo Campos, a concessão dos incentivos para geração de empregos é um bom negócio. “Vamos fazer sempre essa troca porque os empregos são o motor da nossa economia”, afirmou. radas a partir do estado. Mas, segundo James Meaney, a decisão de concentrar no estado um importante centro de operações da empresa é resultado da experiência positiva com a mão-de-obra local e da disponibilidade de tecnologia, um dos segmentos que mais se desenvolvem em Pernambuco. “Tomamos uma decisão para dez anos porque podemos atender tanto de São Paulo quanto do Recife”, afirmou, revelando que já estão fechadas as negociações para assumir o atendimento aos clientes da Losango, da Oi, do ABN Amro e do HSBC. “Sotaque é mito” Segundo ele, o sotaque nordestino não interfere na qualidade do atendimento. “Realizamos 130 Sem consenso para a definição do comando da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) dos Cartões, governo e oposição começaram a trabalhar nos bastidores. Os petistas discutiram as estratégias que pretendem adotar durante os 90 dias de investigação do uso dos cartões corporativos e dos gastos com talões de cheque das chamadas contas do Tipo B. A oposição, por outro lado, conheceu os ritos burocráticos das CPI, como a composição dos assessores técnicos e as instalações. O deputado Luiz Sérgio (PTRJ), indicado como relator da CPI, mas com esperança de ocupar a presidência da CPI, se reuniu com a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC), e decidiu que vão focar os gastos nos três Poderes. Se a situação dos usuários dos cartões ligados a cúpula do governo Lula se complicar, a saída será a convocação de servi- IDELI SALVATTI Senadora pelo PT dores ligados ao ex-presidente Fernando Henrique. O nome da ex-primeira-dama, Ruth Cardoso também não foi descartado. Na expectativa da instalação da CPI, a tucana Marisa Serrano (MS), escolhida pela oposição para presidir a CPI, se debruçou em regimentos e normas técnicas que regem as comissões de inquérito. A senadora também começou a avaliar, informalmente, como poderá formar sua equipe de apoio as investigações. “Quero planejar as coisas antes e definir como podemos tocar esta investigação da forma mais correta possível”, afirma Marisa Serrano. A tucana é discreta ao comentar a linha de trabalho pretende seguir. A justificativa é de que ainda não houve a confirmação da CPI. A instalação da comissão ainda depende do aval do PT da Câmara ao acordo que repassou a presidência do PMDB para o PSDB. Os petistas devem informar hoje se aceitam ou não a troca no comando. DEBATE Dalmo de Abreu Dallari* Chicaneiros do Estado e o desenvolvimento A noção de direitos foi uma das mais importantes conquistas da humanidade. Tendo absoluta necessidade da convivência, por imperativo de sua própria natureza, os seres humanos necessitam de regras para que a convivência seja pacífica, harmoniosa e benéfica para todos, permitindo o pleno desenvolvimento da personalidade de cada um, mediante a permuta de conhecimentos e de apoio para satisfação das necessidades materiais, psicológicas e espirituais. O direito é necessário para a produção desse resultado, o que torna evidente seu fundamento ético e seu valor social, desde que autêntico e construído num ambiente de liberdade e igualdade efetiva de todos, tendo a pessoa humana como valor supremo. Sejam quais forem o momento e o lugar, a maior ou menor importância dos fatos, em termos de repercussão sobre os indivíduos e a sociedade, o respeito ao direito será sempre uma exigência ética e terá grande importância para a consecução da justiça e da paz. Noticiário recente da imprensa revelou a existência de um encadeamento de fatos em que, pelo que foi exposto, estão ocorrendo, numa formal disputa por direitos e sob pretexto de defendê-los, distorções maliciosas, agressões injustas e utilização imoral de instituições criadas para proteção e garantia do direito e da justiça. Em síntese, há vários anos um grupo de famílias, obviamente pobres, instalou-se numa área desocupada da periferia de São Paulo, constituindo-se ali a Favela Real Parque. Os imóveis da região tiveram, recentemente, considerável valorização e o terrenos onde está implantada a favela passou a ser objeto de cobiça de empreendedores imobiliários. Muito provavelmente pressionadas por interessados, mas também pretendendo dar ao terreno ocupado pelos favelados uma destinação mais compatível com o desenvolvimento urbano, autoridades públicas passaram a agir no sentido de forçar a desocupação da área. Não se utilizou a violência física, mas por meio de subterfúgios praticouse uma violência jurídica, indo ao Judiciário de modo malicioso, praticando-se atos imorais e ilegais, enganando-se Juízes com a ajuda de advogados, para tentar obter a imediata expulsão das famílias habitantes da favela. De acordo com o noticiado pela imprensa, a Empresa Metropolitana de Águas e Energia entrou com ação numa das Varas Cíveis de Santo Amaro pedindo uma determinação judicial para a desocupação da área e demolição das habitações ali existentes. Mal sucedida, recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado, que, no entanto, confirmou a decisão do Juiz, negando a ordem solicitada, por não considerar comprovado o direito da solicitante. Tempos depois, a Empresa ingressou com a mesma ação em outra Vara judicial, mascarando os dados e omitindo a tentativa anterior, obtendo, nesta segunda investida, uma decisão liminar, tendo o Juiz ordenado a imediata desocupação da área, o que se consumou sem que os moradores tivessem meios e tempo para contestar a legalidade do pedido e defender seu modesto patrimônio. Neste momento a Defensoria Pública do Estado, instituição criada pela Constituição de 1988 para orientação jurídica e defesa dos necessitados, está tentando reverter os efeitos da arbitrariedade mascarada de legalidade. Sendo exato o noticiário da imprensa, tem-se aí um quadro deplorável, antiético e anti-social, de degradação do direito. Merece especial atenção o comportamento dos Advogados, que, segundo alega a Defensoria Pública, agiram com malícia, enganaram um juiz e obtiveram um ganho ilegal, imoral e injusto. A Ordem dos Advogados do Brasil, zelosa do alto nível ético da profissão, deve apurar rigorosamente esses fatos, para eventual punição dos que degradam a Advocacia e contribuem para a descrença no direito e no Poder Judiciário. * Jurista, professor emérito da Faculdade de Direito da USP REFORMA TRIBUTÁRIA SENADO Sem garantia de empregos JAIME SOARES DE ASSIS SÃO PAULO A redução de encargos sobre a folha de pagamentos, apontada como um dos fatores que poderia contribuir para o aumento da oferta de vagas e de contratação formal dos trabalhadores, entrou na pauta de discussão com a apresentação da proposta de reforma tributária. O corte dos encargos, no entanto, pode não ter um efeito direto na redução do desemprego. “Não está escrito em lugar nenhum que existe a obrigação de gerar emprego por meio desta medida”, afirma Ar- tur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT). “Alguns empresários defendiam o fim da CPMF diziam que o fato de terminar com o imposto os preços cairiam. A pergunta que se faz é: você viu algum produto que caiu de preço com o fim da CPMF?”, acrescenta. Os efeitos sobre o mercado de trabalho virão e a desoneração proposta pelo governo é positiva, na opinião de Helcio Honda, diretor titular do departamento jurídico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na avaliação de Honda, quanto menor a carga de tributos maior será o incentivo à formalização do emprego. A Fiesp vai analisar detalhadamente o projeto do governo. Na avaliação de Henrique, da CUT, a proposta do governo de redução da contribuição previdenciária de 20% para 14%, poderá se transformar em mais uma forma de redução de custos e aumento da margem de lucro, sem que isto se converta em benefício para o trabalhador. “Esperamos que seja marcada uma reunião com empresários e trabalhadores para construir uma proposta que atinja os objetivos (de aumento de vagas e emprego formal)”, afirma. Para Honda, esta redução não é o fator decisivo para estimular a criação de empregos, e considerar que os empresários absorverão esta diminuição de custeio é precipitação. Ele considerou a preocupação da CUT como resultado de “uma avaliação muito precoce”. A CPMF, extinta em dezembro, era um componente indireto do custo e não teria mesmo um reflexo instantâneo sobre os preços. A desoneração da folha de pagamentos criará o cenário favorável para a formalização de mão-de-obra, embora o efeito não seja imediato. “O emprego não vai aumentar do dia para a noite”. A questão da contribuição previdenciária foi discutida amplamente no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social por integrantes do governo, empresários e sindicalistas. Segundo Henrique, os sindicatos propuseram a adoção de um sistema misto no qual uma parte da cobrança recairia sobre a folha de pagamentos e outra parcela incidiria no faturamento da empresa. “Este (modelo), para minha surpresa, não foi encaminhado na proposta do ministério da Fazenda”, assinala . De acordo com Honda, a capacidade de sustentação da Previdência será assegurada. Na proposta está previsto que haverá outras fontes de custeio para dar suporte ao sistema previdenciário. Prestação de contas é limitada MÁRCIO FALCÃO BRASÍLIA A tentativa do Senado em tornar mais transparente os gastos dos senadores com a verba indenizatória ainda não emplacou. Ontem, com quatro meses de atraso, apenas um em cada quatro senadores repassou a prestação de contas para a Mesa Diretora disponibilizar no site do Senado. Entre os 22 parlamentares que entregaram os gastos, as informações pouco acrescentam. O sistema não detalha a aplicação dos recursos públicos e indica apenas que tipo de serviço os senadores investiram. O mais utilizado é o que representa locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis. Por mês, cada parlamentar tem direito, além do salário de R$ 12,7 mil, a R$ 15 mil para despesas relacionadas ao exercício do mandato, a chamada verba indenizatória. Na prestação referente ao mês de fevereiro, os campeões de gastos foram os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Gilvam Borges (PMDB-AP). O pedetista declarou ter gasto R$ 14.150 com ações de divulgação parlamentar, além de R$ 850 com aluguel e despesas de escritório. Borges informou ter desembolsado os R$ 15 mil da verba com aluguel e despesas de escritório. “São gastos com pesquisa, jornais e livros para divulgação dos trabalhos como senador e ex-governador”, justificou Cristovam. A senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) também chegou perto do limite, utilizando R$ 14.978,40 da verba indenizatória com a contratação de serviços de apoio parlamentar, divulgação de suas atividades como senadora, além de locomoção, hospedagem e combustíveis. De acordo com a Mesa Diretora do Senado, os senadores têm de fazer a prestação de contas sobre a verba a cada trimestre.
Slide 7: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | A7 POLÍTICA ENTREVISTA Bolívar Lamounier “Não vejo disposição do Congresso para votar reforma política neste ano” Aliança entre PSDB e DEM deve ser mantida DIVULGAÇÃO Cientista político acredita que, mesmo com as candidaturas de Geraldo Alckmin e do atual prefeito Gilberto Kassab, a coligação entre tucanos e democratas será mantida até 2010 FERNANDO TAQUARI RIBEIRO SÃO PAULO Filiado ao PSDB, o cientista político Bolívar Lamounier defende a manutenção da aliança de seu partido com o Democratas nas eleições municipais deste ano na capital paulista, de olho no pleito de 2010. Segundo Lamounier, os pontos que aproximam as duas legendas são muito relevantes e não devem ficar em segundo plano diante da disputa pela prefeitura de São Paulo. Lamounier acredita que, mesmo com as candidaturas do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do atual prefeito Gilberto Kassab, a coligação entre tucanos e democratas será mantida até 2010. Para o cientista político, a aproximação do PT com o PSDB em Belo Horizonte faz parte de uma estratégia do governador mineiro para angariar apoio e ser o escolhido do partido para concorrer ao Palácio do Planalto em 2010. Contudo, alerta. “Isso tem um custo colateral. Os eleitores do PSDB, bem ou mal, tiveram 40% dos votos na última eleição. É difícil saber o estado de ânimo deles agora, mas há uma massa grande que se sente pouco representada como oposição. O Aécio tem que ponderar esta situação”, diz. Lamounier admite que a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a utilização da máquina federal na campanha podem fazer favorecer os candidatos da coalizão governista. Ele descarta ainda a possibilidade do Congresso votar neste ano a reforma política. Veja a seguir os principais trechos da entrevista com o cientista político Bolívar Lamounier. O que podemos esperar das eleições municipais deste ano? ver o partido mais homogêneo e harmônico. Isso quase sempre é um sonho. A prévias nos Estados Unidos são um exemplo. É muito difícil chegar a uma homogeneidade grande dentro partido, ainda mais em períodos eleitorais. O Alckmin não quer sair da política. Mas e a aliança com o Democratas? rem convencidas de que é uma coisa importante para botar na agenda. Neste momento não vejo isso. Não há nem a compreensão do governo. Não sei se o Lula não compreende ou não tem interesse nesta questão. Qual a sua opinião sobre reforma política? Deve ser votado de maneira fatiada? Esse é o outro problema. No nível nacional me parece que é importante para o PSDB e o DEM manterem a aliança. Isso ficou demonstrado no caso da CPMF, onde se mostrou que existe oposição no País em uma questão sensível ao eleitor, que é a carga tributária. Portanto, se o prefeito Gilberto Kassab estiver com um índice bom nas pesquisas, acho que a dúvida se resolve a favor dele continuar. Portanto, a prioridade do partido à princípio seria pela manutenção da aliança? Sempre defendi reforma política, mas acho inútil tentar votar fatiada. É preciso um modelo de reforma abrangente. Se você não tem uma visão de conjunto do problema, é dar burro em ponto de faca. Acho que tem esperar um pouco para votar a reforma política. Acho que se este Congresso discutir seriamente uma reforma tributária já esta de bom tamanho. Já é esperar muito. Em relação a reforma tributária você acredita que o governo vai assumir a linha de frente nas negociações ou vai jogar o trabalho nas mãos do Congresso? Logicamente seria. Mesmo com uma eventual disputa entre Alckmin e Kassab, você acredita que a coligação sobrevive até as eleições de 2010? Vai jogar na mão do Congresso com certeza. Acho que essa coalizão imensa que o Lula montou tem um custo. Ele (Lula) não pode por em votação matérias que dividam muito a base. Todo mundo sabe que a coalizão se mantém de forma fisiológica. Agora, o presidente não tem o perfil de quem quer melhorar os partidos e os programas. O Congresso está desmoralizado e sem credibilidade para votar pautas importantes? As eleições em São Paulo e no Rio tendem a ter um certo impacto político-nacional em função do tamanho de cada colégio eleitoral e da mística de cidades politizadas. Além disso, terá a conotação não só de luta entre personalidades, mas também de partidos e plataformas presidenciais. Isso se reflete também em Porto Alegre e Recife. Agora, no resto do País é mais redistribuição de cacife político-eleitoral, geralmente acompanhando o prestígio do presidente e dos principais governadores se estes forem capazes de transferir votos. Como você enxerga a disputa interna do PSDB, em São Paulo, polarizada entre os grupos de Geraldo Alckmin e do governador José Serra? Penso que sim. Primeiro porque eles tem pontos importantes em comum, além de terem trabalhado dentro do governo Fernando Henrique em torno de uma agenda substantiva e também agora na oposição. Os pontos que aproximam os dois partidos são muito relevantes. Então, por mais importante que a prefeitura de São Paulo seja, é apenas uma cidade do Brasil. Acredito que o PSDB vai discutir uma agenda para relançar o Brasil nos próximos dez anos. Portanto, com vistas a 2010, o PSDB vai colocar sobre a mesa um outro conjunto de programas e isso não vai se reduzir a eleição paulista por mais importante que seja. E quanto a aliança entre PT e PSDB em Belo Horizonte? Acho que é preciso separar os assuntos. Se você olhar pelo ângulo da moral, dos costumes e da honestidade está desmoralizado. Isso, contudo, não quer dizer que não tenha legitimidade formal para aprovar leis. Essa segunda questão tem a ver com o nível de desenvolvimento político do Brasil, que não é uma republiqueta. Para Lamounier, pesquisas devem determinar quem será o candidato da aliança entre DEM e PSDB ponderar esta situação. Certamente está calculando neste momento que a equação mineira para ele é mais importante. Muitos analistas destacam semelhanças entre PSDB e PT. Que balanço faz das gestões de FHC e Lula? tor é a máquina. O Bolsa-Família demonstrou muito bem a disposição do governo de usa-lo para fins eleitorais. Que reflexos as eleições deste ano podem ter sobre o pleito de 2010? Não vejo mal na disputa interna. Isso é normal em qualquer país. O que me preocupa um pouco é que já houve este problema em 2006. O Alckmin forçou mais do que se esperava a candidatura dele para presidente, tendo em vista que o processo decisório do PSDB costumava ser mais informal e reservado. Pode ser que isso volte a deixar alguma seqüela. Isso pode dividir o partido? O Aécio Neves tem uma história de colaboração inter-partidária muito larga. Ele foi eleito governador com praticamente todos os partidos. Em Minas Gerais a equação é um pouco específica também. Os candidatos do PT não surgiram na política estadual com aquele ânimo de hostilidade em relação ao PSDB. Por outro lado, o Aécio quer ser obviamente o candidato à Presidência em 2010. Ele está fazendo um gesto de unificar ainda mais o eleitorado de Minas e assim ter mais poder de barganha no nível nacional. Que tipo de impacto a aproximação de Aécio com o PT pode ter? Eu descarto esta idéia. Acho que o PT não tem historicamente e nas atitudes atuais uma demonstração de arejamento e modernidade. Continua sendo um partido da superstição econômica, como se estivéssemos no século XIX. Eles não tem uma linha de pensamento moderna, adaptada ao século XXI. Não valorizam a racionalidade técnica em termos de qualidade profissional que o PSDB dá muita ênfase. E quanto ao cenário de eleições no Rio? Irá se refletir no cacife dos candidatos que serão cabos eleitorais do presidente. O Lula, se conseguir mobilizar uma massa de apoio muito grande, proporcional à aprovação popular dele, vai ter um poder de barganha muito grande ao apoiar este ou aquele candidato. Agora, o PT não tem um nome e acho difícil imaginar que o partido possa produzir um nome potencialmente vencedor. O candidato pode sair da coalizão? Eu acho que isso tem relação. Mas o fator preponderante vai ser primeiro a capacidade de articulação do candidato dentro do partido com vistas à convenção, angariando os principais apoios. Em segundo lugar as pesquisas. O partido não vai apostar num cavalo perdedor na convenção. O Congresso tem condições de votar ainda neste ano a reforma política? Não acredito. A reforma é um negócio que só acredito se lideranças de primeiro porte estive- O FHC quando assumiu o governo pegou de volta a agenda modernizadora. Isso é inegável. Ele fez uma série de coisas que o País vinha discutindo durante uns dez anos, como a questão da inflação. O Lula surpreende por ter abandonado as teses do PT. Acho que ele é um homem muito mais pragmático do que as pessoas supunham e está caminhando para o centro. Entretanto, ele decepciona em todo o aspecto modernizante, já que está se beneficiando de uma conjuntura internacional favorável. A briga não divide o PSDB. Qualquer militante gostaria de Isso tem um custo colateral. Os eleitores do PSDB, bem ou mal, tiveram 40% dos votos na última eleição. É difícil saber o estado de ânimo deles agora, mas há uma massa grande que se sente pouco representada como oposição. No caso da CPMF muito gente ficou satisfeita porque finalmente houve oposição. O Aécio tem que Lá é complicado porque o cenário é bem mais pulverizado e os alinhamentos não correspondem ao nível nacional. O que você pode fazer a diferença nestas eleições? Pode ser que o Lula manifeste alguma simpatia por um candidato de outro partido. É difícil acreditar que com todo o poder eleitoral que tem Lula vai apostar num candidato de pouca dimensão. A campanha em São Paulo pode ser determinante para a indicação do PSDB em 2010? A vitória do Alckmin pode influenciar a decisão do partido em 2010 a favor de Aécio? O presidente está com a popularidade alta e ela provavelmente irá se manter ao longo do ano por conta da situação econômica favorável. Suponho que o Lula é capaz de transferir votos. Outro fa-
Slide 8: A8 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL DIREITO CORPORATIVO CONCORRÊNCIA O Ibama já apreendeu mais de 16 mil metros cúbicos de madeira ilegal PATENTES SP cria força-tarefa para barrar liminares contra leilão da Cesp Grupo de procuradores está atento a ações; e especialistas prevêem enxurrada de processos JULIANA ELIAS E LAURA IGNACIO SÃO PAULO Nokia obtém mais uma decisão favorável EFE HELSINQUE Para evitar atrasos no leilão da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), marcado para o próximo dia 26, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) está mantendo um grupo de advogados de prontidão para derrubar possíveis liminares. A equipe de procuradores foi criada no início de fevereiro, ainda antes da divulgação do edital, realizada no dia 25 daquele mês. Responsável por estar atento ao que possa atrapalhar o cumprimento do que está no texto e o andamento do processo de alienação, a equipe já cassou as duas liminares apresentadas até agora contra a venda. Ambas provinham de cidades onde a Cesp possui usina — Anaurilândia (MS) e Pereira Barreto (SP) — e há pendências judiciais quanto a danos ambientais que as construções teriam causado na região. O grupo de trabalho aguarda agora as já anunciadas intenções de algumas empresas interessadas — que não se encaixam no edital — de entrarem na Justiça para participar. É o caso das geradoras Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e Companhia Paranaense de Energia (Copel), proibidas pela lei paulista de participarem por serem estatais estaduais. “Foi montado esse sistema interno na Procuradoria para que o leilão da Cesp não entre em filas desnecessárias. É como se a equipe ficasse em stand by, estando preparada para uma eventual interrupção”, informou a PGE por meio de sua assessoria de imprensa. No caso da Usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, realizada em dezembro, o leilão chegou a ser adiado duas vezes levando à Advocacia-Geral da União (AGU) a montar uma força-tarefa de 142 servidores espalhados pelo País, às vésperas da licitação. Advogados especialistas afirmam que devem chover liminares para contestar a licitação da Cesp. “Como a questão é polêmica deverão haver várias liminares para impedir o leilão”, afirma a advogada e professora de direito administrativo da Pontifícia Uni- CESP EM NÚMEROS Valor mínimo do leilão: R$ 6,6 bilhões Capacidade instalada: 7.455 MW Total de usinas: Seis Lucro/Prejuízo 2006*: R$ -91,3 milhões Lucro/Prejuízo 2007*: R$ 125,9 milhões Fonte: Cesp * Acumulado 3º trimestre versidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Joana Paula Batista. Joana explica que uma parte da doutrina defende que é cabível a participação de estatais de outros estados na licitação da Cesp porque a Lei Federal 8.987/95 não veda isso. “Outra doutrina diz que não é cabível porque a participação direta de estatal de outro estado ou federal na atividade econômica de São Paulo violaria o pacto federativo”, argumenta. A advogada diz ainda que a finalidade da licitação da Cesp é privatizar e, assim, não teria sentido tirar o controle da empresa das mãos de um estado para passar para as mãos de outro estado. Para o advogado Benedicto Porto Neto, da Porto Advogados, o problema girará em torno da constitucionalidade da Lei estadual 9.361/96. Porto Neto afirma que as estatais federais poderão alegar que sua participação é garantida pela Constituição porque, segundo a Carta Magna, a União é a competente titular de serviços energéticos. Já as estatais de outros estados, segundo Porto Neto, poderão alegar que a lei paulista confere tratamento discriminatório a outros estados da federação. A Constituição Federal veda medidas que discriminem estados. “Mas, na minha opinião, só se caracterizaria tratamento discriminatório, se a lei paulista permitisse a participação de alguns estados.” O setor de pesquisa da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) localizou treze projetos de lei para modificar a Lei estadual 9361/96. Seis deles já se transformaram em lei e os demais ainda tramitam. Um dos PL resultou na Lei 12.639/07, que revogou a vedação de participação de estatal federal da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás). A Nokia obteve sua segunda vitória em menos de uma semana na “guerra de patentes” que mantém contra a Qualcomm, o maior fabricante mundial de microchips para telefones celulares, depois que a Suprema Corte britânica desprezou uma reivindicação interposta pela companhia californiana. A decisão judicial deu razão à gigante finlandesa, ao considerar que a reivindicação apresentada pela Qualcomm em maio de 2006 por violação de patentes de tecnologia GSM não é válida, o que significa que a Nokia não terá que pagar compensação alguma à companhia norte-americana, informou ontem o grupo em um comunicado. Segunda vitória Essa é a segunda vitória em cinco dias da maior fabricante mundial de telefones celulares na disputa legal que mantém com a Qualcomm pela propriedade intelectual de várias patentes tecnológicas. Na quinta-feira da semana passada, a Comissão de Comércio Internacional dos EUA (ITC, sigla em inglês) também desprezou um processo apresentado pela Qualcomm contra a Nokia por violação de várias patentes de tecnologia GSM/GPRS/Egde, ao entender que a fabricante finlandesa não infringiu seus direitos de propriedade intelectual. “As decisões judiciais do Supremo Tribunal britânico e da ITC são uma evidência a mais de que a Qualcomm exagera em sua posição de inovadora industrial e exige compensações por patentes que não são pertinentes ou válidas”, assinalou no comunicado o diretor financeiro de Nokia, Rick Simonson. Disputa legal Em 2006, a Nokia e a Qualcomm se enredaram em uma disputa legal sobre a propriedade intelectual de várias patentes de telefonia de segunda e terceira geração (GSM e WCDMA), após cinco anos de frutífera cooperação comercial. Desde então, a firma californiana interpôs 11 processos contra a Nokia na China, Europa e Estados Unidos, enquanto a fabricante finlandesa levou a julgamento a Qualcomm na China e na Alemanha. RECEITA FEDERAL Lentidão no programa marca primeiro dia de entrega do IR AGÊNCIA BRASIL E REDAÇÃO BRASÍLIA E SÃO PAULO REGISTRO CÉLULAS-TRONCO NO STF Parlamentares governistas defenderam ontem a manutenção, no texto da Lei de Biossegurança, do artigo que prevê o uso de célulastronco embrionárias em pesquisas. Uma ação direta de inconstitucionalidade, que será julgada amanhã no Supremo Tribunal Federal (STF), questiona o artigo que fala sobre o uso das células-tronco. O líder do governo na Câmara dos Deputados, Henrique Fontana (PT-RS), disse esperar que o STF faça uma profunda análise técnica do tema e mantenha o texto aprovado no Congresso Nacional, que considera “equilibrado”. MULTAS Madeireiras terão de pagar R$ 1,5 milhão AGÊNCIA BRASIL BRASÍLIA Os contribuintes pessoas físicas que pretendem entregar a declaração do Imposto de Renda nestes dias e receber a restituição nos primeiros lotes já podem obter o programa de computador gerador do IRPF 2008 direto da página da Receita Federal do Brasil na internet. Todos os anos os contribuintes que entregam a declaração na frente têm a chance de receber a restituição nos primeiros lotes. Porém, o primeiro dia em que o programa esteve liberado foi marcado pelo congestionamento do sistema. Contribuintes tiveram dificuldades em liberar o programa por causa da lentidão. O tempo para baixar o programa chegou a três horas. Com um número cada vez maior de brasileiros com acesso ao computador e o aumento de problemas de segurança na internet, a Receita Federal foi obrigada a adap- tar o programa gerador do IR. Atualmente, é possível fazer a declaração em qualquer sistema operacional, seja ele de código proprietário, como o windows da Microsoft, ou aberto, como o Linux ou o Solaris. Para acabar com as restrições, os técnicos da Receita criaram a declaração na plataforma Java, um tipo de programa que roda em qualquer sistema, assim como o teclado virtual de vários bancos. As declarações devem ser entregues através de meio eletrônico (99%), internet e disquetes de computador no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, e em formulário de papel, que devem ser postados nos Correios. O prazo para o envio termina no dia 30 de abril. Há 15 anos, o prazo não é prorrogado. Segundo o supervisor nacional do Programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir, a preferência pelo programa gerador é a facilidade, já que faz cálculos automaticamente. E explica que o preenchimento em formulário de papel sempre traz riscos pois o pessoal da Receita terá que interpretar, inclusive, a caligrafia de quem preenche. Embora ainda não seja exigido o certificado digital para a entrega, a Receita está obrigando o contribuinte a enviar o documento com o mesmo número do recibo da declaração do ano passado, um código numérico, a fim de evitar fraudes. O contribuinte que não dispuser desse dado só poderá obtê-lo em uma unidade da Receita. Mesmo em meio eletrônico, o contribuinte deve ficar atento à inconsistência das informações na declaração, para evitar a retenção na malha fina. Se os dados informados pelo contribuinte não coincidirem com os do empregador, será necessário justificar ao Fisco o que ocorreu, pois todos os dados são cruzados pela Receita. INDENIZAÇÃO NO TST Por ter a atividade de degustador de cerveja contribuído para o agravamento de dependência etílica, empregado da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) receberá R$ 100 mil de indenização. A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou que houve responsabilidade da companhia pelos danos causados à saúde do trabalhador. Iniciada há sete dias no município de Tailândia, no nordeste do Pará, para combater a exploração ilegal de madeira, a Operação Arco de Fogo já aplicou multas superiores a R$ 1,5 milhão às empresas irregulares, segundo a assessoria de imprensa da superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no estado. As fiscalizações do órgão contam com o apoio da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança e do governo do Pará. O Ibama confirmou o fechamento de 3 madeireiras e 5 carvoarias no município, com a destruição de 98 fornos. Foram apreendidos três mil metros cúbicos de madeira ilegal (suficientes para encher 200 caminhões), que se somam a 13 mil metros cúbicos que já haviam sido identificados pela Operação Guardiões da Amazônia, precedente à Arco de Fogo. A maioria das madeiras apreendidas são das espécies de alto valor comercial, como a maçaranduba e a copaíba. A madeira apreendida é levada para um depósito em Marituba, na região metropolitana da capital. Para este trabalho, a Secretaria de Meio Ambiente do Pará (Sema) utiliza 35 caminhões e quatro balsas. Até ontem, apenas cerca de seis mil metros cúbicos já deixaram Tailândia. Para tentar cumprir a meta de vistoriar todas as 69 madeireiras ativas em no município, a Operação Arco de Fogo ganhou o reforço de 16 fiscais do Ibama, que agora totalizam 30. Até o fim da última semana, eram apenas 14. Há ainda a participação de dez técnicos ambientais da Sema e de homens do Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Pará. Recurso contra multas O Sindicato dos Madeireiros de Tailândia (Sindimata) — que representa 40% das madeireiras e serrarias locais, responsáveis por mais de 2 mil empregos diretos — vai contestar parte das multas aplicadas pelo Ibama na cidade. Advogados ligados à União da Entidades Florestais do Pará (Uniflor) já trabalham na preparação de recursos a serem interpostos. O presidente do Sindimata, João Medeiros, alega que em ações de fiscalização da Operação Guardiões da Amazônia foi feita medição por amostragem. E que somente na última semana o material teria passado a ser medido por toras, o que garante números exatos. Medeiros defende que os órgãos de governo atuem sem desconsiderar o peso da madeira na economia local: “Vieram aqui com a intenção de quebrar o setor madeireiro, mas o Estado tem uma parcela grande de culpa (nas irregularidades). Muita gente quer reflorestar, mas não consegue a licença ambiental."
Slide 9: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | A9
Slide 10: A10 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL INTERNACIONAL ESTADOS UNIDOS Até Bill Clinton acha necessária uma vitória esmagadora Hillary joga últimas fichas para tentar superar Obama Estados de Ohio e Texas podem definir a batalha pela candidatura democrata AFP E REUTERS WASHINGTON EUA farão propostas ao sistema financeiro BLOOMBERG NEWS WASHINGTON Dois estados, Ohio (norte) e Texas (sul), podem definir, hoje, a batalha pela candidatura democrata à Casa Branca, em primárias nas quais Hillary Clinton joga as últimas fichas na tentativa de superar Barack Obama. Hillary, que até poucos meses atrás era favorita absoluta para ser indicada pelo Partido Democrata para as eleições presidenciais de novembro, pode ver seu sonho acabar nas prévias de hoje. Muitos analistas e até o marido de Hillary, Bill Clinton, consideram que só com duas vitórias expressivas nesses estados ela parece capaz de conter a onda favorável a Obama, que acumula 11 vitórias nas últimas semanas. As eleições primárias terminam às 19h30 em Ohio (21h30 em Brasília) e às 21h no Texas (23h em Brasília). No Texas, porém, haverá “caucuses” (assembléias de eleitores) após o fechamento das seções. As pesquisas mostram duas disputas acirradas. Obama, de certa forma, “joga pelo empate”, pois acumula uma vantagem de cerca de 150 delegados já comprometidos com a sua candidatura para a convenção nacional de agosto. As chances de Hillary são maiores no estado operário de Ohio, onde uma pesquisa do canal Fox aponta uma vantagem de oito pontos a favor da ex-primeira-dama (38% contra 46%), que no Texas, onde a diferença é de três pontos (45% contra 48%). Ohio, delimitado pelo lago Erie e os Apalaches, foi afetado em cheio pela crise do setor de manufatura, o que levou Hillary e HILLARY CLINTON Senadora dos Estados Unidos Obama a acentuar suas reticências sobre o livre comércio. A exprimeira-dama reagiu com muita irritação na semana passada ao ver um panfleto onde era criticada por ter considerado uma oportunidade, à época, o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), que entrou em vigor em 1994 com México e Canadá. Desde então os dois adversários concordaram, durante um debate televisivo, sobre a necessidade de renegociar o Nafta. Demograficamente, Hillary pode esperar con- tar com o apoio da grande massa de trabalhadores não profissionais (28%) presentes em Ohio, uma categoria que deu preferência à senadora por Nova York até agora na maioria dos estados. Já Obama acredita que sua grande vitória na primária de Wisconsin, em 19 de fevereiro, graças a resultados melhores que os esperados nas áreas modestas e entre as mulheres, é um bom presságio para Ohio. Os dois estados têm uma demografia similar, com uma taxa de empregados não profissionais quase idêntica, mas a população negra, bem mais favorável a Obama, é duas vezes mais numerosa em Ohio (11,4%) que em Wisconsin (5,6%). Em todo caso, o vencedor de Ohio, que concede 141 delegados à convenção do Partido Democrata em agosto, poderá reivindicar uma vitória crucial, já que o estado é considerado um campo de batalha essencial das eleições de novembro. Em 2004, o presidente republicano George W. Bush venceu em Ohio com 51% dos votos, contra 49% para o democrata John Kerry, que decidiu não impugnar os resultados polêmicos por dificuldades técnicas. O Texas, reduto de Bush no extremo sul do país, é um estado solidamente republicano, no qual os democratas têm poucas esperanças de vencer em novembro e onde as derrotas de John Kerry e Al Gore foram indiscutíveis (61% contra 38% em 2004 e 59% contra 38% em 2000). No entanto, o Texas é a maior fonte de delegados que restam por convencer até a convenção partidária. Próspero e claro beneficiário do Nafta, o estado do Texas pouco compartilha as preocupações de Ohio. Tem uma taxa equivalente de população negra (11,3%), mas também um terço de hispânicos, uma categoria que votou em Hillary na Califórnia em 5 de fevereiro. Os EUA vão divulgar em breve propostas para enfrentar as deficiências de regulamentação e de funcionamento do mercado financeiro norte-americano, disse Henry Paulson, secretário do Tesouro dos EUA. Entre os tópicos analisados estão os processos de geração de crédito imobiliário e as agências de classificação de risco. As observações de Paulson seguem-se às críticas formuladas pelos parlamentares democratas de que as autoridades não conseguiram controlar as práticas abusivas na concessão de crédito imobiliário. Lições da Turbulência As propostas do Grupo de Trabalho em Mercados Financeiros da Presidência dos EUA “tratarão especificamente das lições tiradas” da turbulência dos mercados de capitais, disse Paulson depois de pronunciamento feito em Arlington, no estado americano da Virgínia, à Associação Nacional de Economia Corporativa dos EUA. O grupo de trabalho, formado por quatro membros e presidido por Paulson, inclui o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, e os diretores da Securities and Exchange Commission (SEC, o órgão regulador das bolsas do país) e da Comissão Reguladora de Negociações com Contratos Futuros de Commodities dos EUA (CFTC, pelas iniciais em inglês). A comissão vai emitir recomendações sobre regras que assegurem maior transparência em empréstimos aos compradores de imóveis residenciais e na securitização de crédito, disse Paulson. “Precisamos, definitivamente, de uma supervisão mais ampla do processo de concessão de crédito imobiliário”, disse o titular do Tesouro dos EUA. Em seu discurso, Paulson disse que a maioria dos mutuários que correm o risco de ver seus imóveis arrestados por falta de pagamento ainda não pediram ajuda às instituições de crédito e poderão perder suas casas em decorrência disso. Os comentários refletiram a oposição de Paulson ao emprego de recursos governamentais para uma “operação de salvamento” dos mutuários e seu foco em soluções no setor privado. Ele disse que “o esforço do setor privado” é “o programa certo”, comentário que se choca com o defendido por parlamentares democratas, que chamam atenção para a necessidade de uma reação mais forte por parte do governo. Juros perto do menor índice em quase 45 anos BLOOMBERG NEWS BOSTON (EUA) McCain defende taxas de juros “mais baixas” EFE| WASHINGTON O pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, John McCain, disse acreditar que é necessário cortar ainda mais a taxa básica de juros nos EUA para recuperar a economia do país. A declaração de McCain faz parte de uma entrevista publicada ontem no diário The Wall Street Journal na qual o senador pelo estado do Arizona chegou a dizer que, “obviamente”, gostaria de ver “taxas de juros mais baixas”. O republicano defendeu a eliminação do chamado imposto mínimo alternativo (AMT, na sigla em inglês), a redução dos tributos para empresas e a simplificação da legislação fiscal. Na entrevista McCain prometeu às famílias e aos empresários americanos que, caso chegue à Casa Branca, estes grupos não experimentarão um aumento na taxa básica de juros até 2010. Entretanto, o senador disse estar consciente de que é o Federal Reserve (Fed, banco central ameri- cano) quem decide de forma independente a necessidade de fazer cortes neste índice. “De um ponto de vista econômico e político sou a favor, obviamente, de taxas de juros baixas, mas o Fed é uma agência independente do governo americano e não pretenderei dizer que política deve implantar”, acrescentou. O favorito para obter a candidatura republicana à Casa Branca garantiu que, caso vença as eleições, será “mais cuidadoso” quando opinar sobre a redução na taxa básica de juros, para não parecer que está exercendo “uma pressão política excessiva sobre o Fed”. Quanto aos problemas da seguridade social americana, McCain declarou achar necessário que “republicanos e democratas se sentem juntos em uma mesa” para resolvê-los sem recorrer a um aumento nos impostos. Além disso, afirmou ser a favor de reduzir o déficit, mas disse acreditar que sua prioridade como presidente dos EUA seria recuperar a economia do país. A Freddie Mac, a segunda maior compradora de contratos de crédito imobiliário do mundo, disse que a média da taxa de juros fixa dos contratos de financiamento da casa própria deverá despencar em 2008 em mais de 0,75 ponto percentual, para seu nível mais baixo do último período de pelo menos 45 anos. A média da taxa para um empréstimo de 30 anos para aquisição de imóvel residencial vai cair para 5,5%, comparativamente aos 6,3% do ano passado, disse a empresa, sediada no estado norte-americano da Virgínia, em projeção divulgada ontem. Essa seria a mais baixa média anual da série histórica, que remonta a 1963. Os preços das casas deverão recuar 5% em 2008 e 3% no ano que vem. O JORNAL DE ECONOMIA DO BRASIL DESDE 1920 MÉXICO gazetamercantil.com.br Publicada pela CBM — Companhia Brasileira de Multimidia Rua Ramos Batista, 444 - 11º andar - Vila Olímpia - São Paulo-SP CEP.: 04552-020 - Fone: (11) 2126-5305 Informações Comerciais Publicidade Comercial - Sede Calderón anuncia pacote de US$ 5,6 bi BLOOMBERG NEWS E REUTERS CIDADE DO MÉXICO Índices de construção e produção mantêm queda BLOOMBERG NEWS E EFE WASHINGTON Fone: (11) 2126-5230 - Fax: (11) 2126-5220 comercial@gazetamercantil.com.br Publicidade Legal - Sede Fone: (11) 2126-5281- Fax: (11) 2126-5014 legal@gazetamercantil.com.br Publicidade Brasília Fone/Fax: (61) 3313-5851 / 3313-5867 comercialdf@gazetamercantil.com.br Publicidade Rio de Janeiro Fone/Fax: (21) 2101-4751 / 2101-4761 comercialrj@gazetamercantil.com.br Para venda de assinaturas e atendimento ao assinante (11) 2126-5000 De segunda a sexta das 7h às 18h. E-mail: relacionamento@gazetamercantil.com.br REGIÕES Sul, Sudeste e Centro-Oeste Norte e Nordeste ANUAL R$ 756,00 R$ 756,00 ANUAL PROMOCIONAL R$ 499,00 R$ 649,00 Caxias do Sul Guilherme Arruda garruda@gazetamercantil.com.br Curitiba Norberto Staviski staviski@gazetamercantil.com.br Florianópolis Juliana Wilke jwilke@gazetamercantil.com.br Porto Alegre Caio Cigana ccigana@gazetamercantil.com.br Recife Etiene Ramos eramos @gazetamercantil.com.br Ribeirão Preto Edson Álvares da Costa ealvares@gazetamercantil.com.br Rio de Janeiro Ricardo Rego Monteiro rrmonteiro@gazetamercantil.com.br Rio de Janeiro Sabrina Lorenzi sabrinalorenzi@gazetamercantil.com.br São José dos Campos Julio Ottoboni jottoboni@gazetamercantil.com.br Salvador José Pacheco Maia Filho jpfilho@gazetamercantil.com.br Direção Geral Jackson Fullen Marcello D’Angelo E-mail: direcaogeral@gazetamercantil.com.br Redação Editora-Executiva Claudia Mancini cmancini@gazetamercantil.com.br Secretário de Redação Costábile Nicoletta costabile@gazetamercantil.com.br Coordenação Editorial Opinião Klaus Kleber kkleber@gazetamercantil.com.br Finanças Nelson Rocco nrocco@gazetamercantil.com.br Imagem Arthur Fajardo afajardo@gazetamercantil.com.br Editores Administração & Serviços Edilson Coelho ecoelho@gazetamercantil.com.br Agronegócio Isabel Dias de Aguiar isabelaguiar@gazetamercantil.com.br Arte Sandro Mantovani smantova@gazetamercantil.com.br Comunicação Clayton Melo cmelo@gazetamercantil.com.br Direito Corporativo Gilmara Santos gssantos@gazetamercantil.com.br Editorial Leonardo Trevisan ltrevisan@gazetamercantil.com.br Fim de Semana Elaine Bittencourt ebittencourt@gazetamercantil.com.br Finanças Denise Juliani djuliani@gazetamercantil.com.br Gazeta Global Gabriel de Salles gsalles@gazetamercantil.com.br Governança Corporativa Lucia Rebouças lreboucas@gazetamercantil.com.br Indústria Rita Karan rkaran@gazetamercantil.com.br Infra-estrutura Ariverson Feltrin afeltrin@gazetamercantil.com.br Internacional Cláudia Bozzo claudiab@gazetamercantil.com.br InvestNews / Serviço on-line Alessandra Taraborelli ataraborelli@gazetamercantil.com.br Nacional Jaime Soares de Assis jsoares@gazetamercantil.com.br Plano Pessoal Fabiana Gitsio fgitsio@gazetamercantil.com.br Política Sandra Nascimento snascime@gazetamercantil.com.br Seguros & Previdência Denise Bueno dbueno@gazetamercantil.com.br TI & Telecom Thaís Costa thcosta@gazetamercantil.com.br Fotografia Leonardo Soares, Priscila Pompeu (coordenadora), Rodrigo Capote, Rogério Montenegro e Romualdo Ribeiro fotografia@gazetamercantil.com.br Ilustradores Fábio Cruz, Gian Paolo La Barbera, Octávio Novaes e Olavo Tenório Correspondentes Belo Horizonte Durval Guimarães durval@gazetamercantil.com.br Departamento Comercial Diretor Comercial Legal e Regionais João Galindo jgalindo@gazetamercantil.com.br Diretora Adjunta Legal Regina Valladares rvalladares@gazetamercantil.com.br Diretor Comercial Publicidade São Paulo Mario Estellita mestellita@gazetamercantil.com.br Escritórios de Publicidade Regionais CE/PI/MA Campioni e Lopes Comumunicação e Marketing S/C Ltda. flopes@gazetamercantil.com.br (0xx85) 3224-3044 AM/AC/RO/AP/RR/PA Publicidade Brasília comercialdf@gazetamercantil.com.br (0xx61) 3313-5851 / 3313-5867 RIBEIRÃO PRETO - SP Promix Representações S/C Ltda ajunior@gazetamercantil.com.br (0xx16) 3902-3212 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP Nogueira & Fonseca Serv. de Publ. Ltda. gzmsaojose@terra.com.br (0xx12) 3943-6021 / (0xx12) 3923-8402 PR GRP - Prestação de Serviços Publicitários handrade@gazetamercantil.com.br (0xx41) 3023-8238 SC Planús Promoções e Merchandising Ltda. comercial@adjorisc.com.br (0xx48) 3223-0088 RS L.A Assessoria e Propaganda Ltda. lalmeida@gazetamercantil.com.br (0xx51) 3381-6940 / 9199 -9302 PE/PB/AL/RN Dígito Comunicação digito@digitocomunicacao.com.br (0xx81) 3223-8350 / 8611-1626 MG MC Publicidade Representação e Marketing Ltda. gazetamercantil@terra.com.br (0xx31) 3347-2223 BA/SE Departamento Comercial (0xx11) 2126-5089 GO/MT/MS/TO Promix Cuidados Artísticos Ltda ratassio@gazetamercantil.com.br (0xx62) 3565-1811 ES Dicape Representações e Serviços Ltda. didimo.effgen@uol.com.br (0xx27) 3229-1986 Campinas/SP FT/PI - Representação, Publicidade e Marketing Ltda smarques@gazetamercantil.com.br (0xx19) 3231-6511 Demais Localidades - (11) 2126-5089 Inserção - insercao@gazetamercantil.com.br Fone: 2126-5020 / 5158 / 5323 Fax: (11) 2126-5090 O presidente mexicano Felipe Calderón anunciou um pacote de estímulo econômico no valor de 60 bilhões de pesos (US$ 5,6 bilhões) para ajudar a proteger o país da desaceleração econômica que atinge os Estados Unidos, o maior parceiro comercial do México. O governo mexicano reduzirá os impostos que incidem sobre as empresas em 3% de fevereiro a junho deste ano, cortará o imposto referente ao fundo de garantia dos trabalhadores em 5% para estimular as contratações e dará aos proprietários de pequenas empresas e aos trabalhadores autônomos que pagam seus impostos on-line um desconto de 1.000 pesos (US$ 93,41). Calderón está utilizando a receita obtida com a venda de petróleo bruto para aumentar os gastos, num momento em que a economia dos EUA — que consome 80% das exportações mexicanas — de- sacelera. O governo do México prevê que a taxa de crescimento do país este ano recuará para 2,8%, a partir dos 3,3% de 2007. O México é o maior produtor de petróleo bruto da América Latina. As medidas de estímulo também incluem descontos adicionais sobre as tarifas de energia elétrica de até 20%, além dos cortes anunciados no ano passado. Economia desacelera A economia do México registrará seu menor ritmo de crescimento nos próximos meses, em razão do fraco desempenho da atividade industrial, segundo um índice do Instituto Mexicano de Executivos de Finanças (IMEF), divulgado ontem. O índice industrial caiu para 47,5 pontos em fevereiro, em relação aos 48,6 pontos registrados no mês anterior. A permanência do índice abaixo dos 50 pontos antecipa indica maior debilidade. O índice que mede a produção industrial do Instituto de Administração do Abastecimento (ISM, pelas iniciais em inglês), nos Estados Unidos, recuou para 48,3 pontos, seu mais baixo nível desde abril de 2003, a partir dos 50,7 pontos de janeiro passado. O indicador ficou a baixo das previsões dos economistas, que variou entre 45 e 51 pontos. Outra queda de índice significativa nos Estados Unidos verifi- cou-se com a despesa em construção, que caiu 1,7% em janeiro, a maior em 14 anos, diante da crise do setor imobiliário e do arrefecimento da atividade econômica no país. Os dados publicados ontem pelo Departamento de Comércio mostram que a queda afetou diferentes setores, mas foi mais intensa na área de imóveis residenciais. Os números mais recentes refletem uma queda na despesa em construção de hotéis, estradas e vários projetos locais e federais. REGISTRO O SUCESSOR DE PUTIN O candidato governista Dmitri Medvedev venceu com facilidade as eleições presidenciais realizadas na Rússia. Ele prometeu continuar com as políticas de seu mentor, o presidente Vladimir Putin, após ter conquistado mais de 70% dos votos no pleito de domingo. SANÇÕES DA ONU AO IRÃ O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) impôs ontem uma terceira rodada de sanções ao Irã por causa da recusa do país em suspender atividades nucleares estratégicas. Houve 14 votos a favor e uma abstenção (da Indonésia). ÍNDICE DAS 173 EMPRESAS CITADAS NESTA EDIÇÃO A ABN Amro Real A6, B5, C1, Acciona Imobiliária C1, Accor Hospitality C7, Advanstar Communications C6, AgraFNP C3, Aliança da Bahia B4, American Express Bank Ltd B4, Atacadão C1 B Bahia Sul Celulose C7, Banco do Brasil A1, A8, B4, B5, Banco Itaú B5, Battistella A4, Bayer-Schering C4, BHP Billiton C4, BM&F B1, B2, BNDES C4, Bolsa de Chicago (CBOT) C3, Bolsa de Dalian C3, Bonhams C8, Bovespa B1, B2, B4, Bradesco A4, B4, Bradesco Capitalização B4, Bradesco Saúde B5, Bradesco Seguros e Previdência B5, Brasilcap B4, Brasilprev B4, Brasilsaúde B4, Brasilveículos B4, BrT B4, BT Financial Group C4 C Caixa Econômica Federal A8, Camargo Corrêa A1, C1, Cardif B5, Carrefour C1, Cbot C3, Chiquita Brands A3, Christie’s International C8, Citibank B4, Clean Planet Group B4, Companhia Brasileira de Multimídia (CBM) A4, Companhia de Bebidas das Américas A8, Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) A8, Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) A2, A5, A8, Companhia Energética de São Paulo (Cesp) A1, A2, A8, Companhia Paranaense de Energia (Copel) A8, Companhia. Vale do Rio Doce B4, C4, Concórdia Corretora A5, Construtora Andrade Gutierrez A4, Contax A6, Correios A8, CSN B2 D Daimler AG C2, Di Solle Cutelaria Ltda. A1, C1, Diners Club e Mastercard B4, Disney C7 E Economática B4, Edol-Themaxis C4, Eleva Alimentos S/A A4, Embraer B2, Enfoque B2, Escom Imobiliária A1, C1, Esfera Empreendimentos Sustentáveis C7, Eurofarma Laboratórios A1, C4, Express Company B4, Exxon Mobil A1, C2 F Falconbridge C4, Famastil C1, Ford C2, Fortum B4, Freddie Mac A10, Fundação Getúlio Vargas (FGV) A4 G Gazeta Mercantil A4, General Electric A3, Gerdau A1, B2, B4, Globo C1, Grupo Espírito Santo A1, C1, Grupo Fiat A5 H Hamburg Süd A4, HSBC A6, B1, B2, B5, HSBC Bank Brasil A1, B1 I Ibis C7, Ibovespa B2, Investor AB C2, Itaú B4 J Jornal do Brasil A4 K Kiviks Marknad C4, Klabin Segall C7 L Laboratório Fleury C7, LaSalle Futures Group C4, Lepper C6, Liberum Capital C4, Linn Group C3, Liquidez B2, Long Jump C6, Losango A6 M MAN AG A1, C2, Mapfre B5, Marisol C6, Mastercard B4, Mercedes-Benz A1, C7, Mercure C7, Metalúrgica Gerdau A1, Microsoft A8, Mila & Co. Licenciamentos C6, Myllykoski C4 N Nasdaq B2, Neogama/BBH C7, Nestlé C1, Nokia A8, Nomura Securities C2, Nossa Caixa B2, Novotel C7 O Oddo C1, Odebrecht C1, OGK-6 B4, Oi A6, B4, Oil and Natural Gas Corp (ONGC) C2, OP Bank A3, Opportunity B4, Organon C4, Oxiana C4 P Pengana Capital C4, People Domus C7, Perdigão A4, Petrobras A1, Porto Advogados A8, Previ B4, Principal B4, PVDSA C2 Q Qatar Islamic Bank A3, QInvest A3, Qualcomm A8 R RC Consultores C3, Redecard B4, Renault. C7, Rio Tinto Group C4, RitzCarlton C8 S Safras & Mercado C3, Santander B5, Scania AB A1, C2, Scania. C2, Scot Consultoria C3, Sebrae B4, Serasa B1, Shell A1, Silver Leaf Capital A3, Soma C7, Standard Chartered PLC B4, SulAmérica B4, Superfund A1, B3 T Teksid A5, TGC-1 B4, The Wall Street Journal A10, Tilibra C6, Tokio Marine B5, Top Service C7, Tramontina C1, Trevisan Consultoria C3, TV Cultura C6 U Unibanco C7, Unibanco AIG B5, Usiminas B2 V Visa International B4, VisaNet B4, Vivo A4, Volkswagen C2, Volkswagen AG A1, C2, Volvo C2, Volvo AB C2 X Xerox do Brasil C7, Xstrata B4, C4 Z Zinifex C4, Zivi C1 FILIADA AO
Slide 11: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | A11 INTERNACIONAL INCIDENTE DIPLOMÁTICO Violação da integridade territorial é algo grave, diz Amorim Brasil pedirá investigação sobre conflito Quito-Bogotá JAMIL BITTAR/REUTERS “Crise é a pior desde a Guerra das Malvinas” REUTERS, AFP E ANSA RIO, CARACAS E SANTO DOMINGO Ministro Celso Amorim diz que questão será tratada pelo País como uma disputa bilateral KARLA CORREA BRASÍLIA O governo brasileiro vai defender hoje, em reunião emergencial da Organização dos Estados Americanos (OEA) a criação de uma comissão investigadora para apurar a incursão do exército colombiano em território equatoriano no último sábado, em operação contra as Farc, que acabou por gerar uma crise diplomática entre os dois países. A estratégia brasileira, disse ontem o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, será tratar o assunto como uma disputa bilateral entre Colômbia e Equador que deve ser mediada pela OEA. A investida de tropas venezuelanas em direção à fronteira entre aqueles dois países deve ser colocada “em segundo plano”, na avaliação do ministro. Amorim ainda sugeriu um pedido de desculpas explícito da Colômbia ao Equador, como forma de diminuir a temperatura da crise entre as duas nações sul-americanas. O presidente colombiano, Álvaro Uribe, já teria apresentado desculpas ao colega equatoriano, Rafael Correa, mas de forma excessivamente qualificada, na avaliação do ministro, impondo como uma justificativa à violação territorial a presença das Farc além da fronteira do Equador. “A violação da integridade territorial é algo grave e ônus da explicação cabe a quem executou a violação territorial”, disse Amorim, depois de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tra- Segundo ele, a Colômbia reconhece a invasão territorial. Uribe, de acordo com o ministro, teria mencionado “pedido de perdão” em relação ao governo equatoriano diversas vezes durante diálogo com o presidente Lula. Existem, contudo, discrepâncias entre os relatos dos dois países em relação ao episódio. A Colômbia alega ter trespassado a fronteira com o Equador durante perseguição a tropas das Farc e ter agido em legítima defesa, sob ataque dos guerrilheiros. O governo equatoriano nega a versão e caracteriza o episódio como uma invasão planejada com antecedência. Repercussão no Congresso Diferentemente do Palácio do Planalto, que se calou em relação à postura adotada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, o Parlamento centrou fogo contra o mandatário venezuelano. Em duro discurso, o senador José Sarney (PMDB-AP) disse que Chávez visa “desestabilizar o continente” ao enviar tropas em apoio ao Equador. “O objetivo dessa ação, realmente não podemos dizer que ele não seja outro senão uma ameaça à estabilidade do nosso continente”, acusou Sarney, que defendeu a mediação brasileira ao conflito. Parlamentares de oposição, entretanto, defenderam um posicionamento neutro do Brasil em relação ao incidente. “O Brasil deveria, sim, na minha opinião tomar iniciativas apaziguadoras, mas se guarnecendo com a convocação de um organismo internacional impessoal que pudesse estabelecer a eliminação da cizânia entre países”, ponderou o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN). Amorim sugeriu pedido de desculpas pela Colômbia ao Equador tar do incidente diplomático. “A situação é muito grave e inspira muita preocupação. Sem fazer juízo de valor, o pedido da Colômbia foi visto como insuficiente pelo governo equatoriano. Pessoalmente, acho que deve haver um pedido de desculpa não qualificado, que abaixaria a temperatura da crise.” A contenda entre Equador e Colômbia dominou grande parte da pauta do Palácio do Planalto, ontem, e foi o principal tema da reunião de coordenação política, durante a manhã. Amorim passou a tarde em contato com chanceleres sul-americanos enquanto o presidente Lula conversava com os presidentes dos dois países. No fim da tarde, pouco antes de deixar o Palácio do Planalto, Lula e Amorim foram informados da decisão do governo equatoriano de romper relações com a Colômbia. Rafael Correa expulsou de Quito o embaixador colombiano e convocou seu embaixador em Bogotá. “Já houve uma evolução negativa e a solução do impasse está mais complicada agora do que há 24 horas”, comentou o ministro. A América Latina se mobilizou ontem para evitar que a pior crise diplomática da região em décadas, provocada por uma incursão militar da Colômbia no Equador, transforme-se em um conflito de graves conseqüências. Os efeitos da ação militar de sábado, na qual foi morto o número dois da guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes, se agravaram após as duras declarações do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Depois de acusar o presidente colombiano, Alvaro Uribe, de ser “um mentiroso, um mafioso e um paramilitar”, Chávez determinou o envio de mais soldados para a fronteira com a Colômbia, mesma manobra adotada pelo presidente do Equador, Rafael Caldera. Chávez ordenou o fechamento de sua embaixada na Colômbia, e o envio de 10 mil soldados para a fronteira com esse país, uma região com mais de 2 mil km de extensão. O Equador fez o mesmo e mobilizou 3,2 mil militares na sua fronteira com a Colômbia. “Potencialmente, essa é a crise mais grave que a América do Sul enfrenta desde a quase guerra entre a Argentina e o Chile em 1978 e a guerra das Malvinas”, afirmou Eduardo Viola, professor de relações internacionais na Universidade de Brasília. O último conflito bélico na América do Sul ocorreu em 1995, quando Equador e Peru protagonizaram choques fronteiriços por conta de uma velha questão limítrofe, e foi solucionado por gestões de um grupo de “países amigos”, integrado por Argentina, Brasil, Chile e Estados Unidos. Ontem, os países da região intensificaram as consultas iniciadas no fim de semana para conter a crise, incluindo contatos entre presidentes e chanceleres. O Brasil, que possui um reconhecido papel de liderança sobre os vizinhos, usará “toda a força” de sua diplomacia e coordenará ações com o governo dos outros países a fim de limitar a crise, afirmou Marco Aurélio Garcia, assessor para assuntos internacionais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em Santiago, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, disse que a incursão militar colombiana “merece sem dúvida uma explicação da parte da Colômbia aos equatorianos, ao presidente dos equatorianos e à região como um todo.” O presidente do Paraguai, Nicanor Duarte Frutos, condenou a operação militar da Colômbia e atribuiu aos organismos internacionais a obrigação de “encarar com seriedade a situação a fim de que possamos avançar preservando a paz e a convivência pacífica.” O Peru, vizinho da Colômbia e do Equador, manifestou sua “enorme preocupação” com a crise, afirmando esperar que os dois países mais a Venezuela possam superála. O presidente do México, Felipe Calderón, conversou mo domingo, por telefone, com seus colegas de Equador e Colômbia sobre “a delicada situação entre os dois países”, disse o presidente mexicano em nota. Calderón expressou a “vontade de seu governo de apoiar qualquer ação, a pedido das partes, que favoreça o diálogo entre as nações, com o propósito de que a relação bilateral recupere sua normalidade o mais rápido possível.” A crise diplomática será incluída na agenda de debates da 20 a Cúpula de Chefes de Estado e governo do Grupo do Rio, que começa hoje em nível técnico, em Santo Domingo, informou a chanceleraria dominicana. Correa vai adotar medidas mais duras A oposição venezuelana contesta REUTERS QUITO O presidente de Equador, Rafael Correa, alertou ontem que adotará medidas diplomáticas mais duras nas próximas horas na disputa que mantém com a Colômbia devido à incursão de militares colombianos no país durante uma operação contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Correa não deu detalhes sobre o alcance das medidas, em meio a uma tensão detonada pelas circunstâncias em que morreu no sábado em território equatoriano o guerrilheiro Raúl Reyes, o segundo homem da cúpula das Farc. Correa determinou que a segu- bos países. O presidente equatoriano também negou ter contatos com as Farc. Posição dos EUA Os Estados Unidos defenderam o diálogo como forma de resolver a atual disputa entre Colômbia e Equador, e disseram, num recado ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que outros países não devem se envolver. Tom Casey, porta-voz do Departamento de Estado, afirmou que os EUA apóiam os esforços da Colômbia para reagir à ameaça representada pelas Farc, mas também entendem a preocupação do Equador com infiltrações desse conflito em seu território. REUTERS CARACAS RAFAEL CORREA Presidente do Equador rança na fronteira com a Colômbia fosse reforçada, enquanto lançou ações diplomáticas que incluíram a retirada de seu embaixador em Bogotá e a expulsão do representante colombiano em Quito, na pior crise diplomática da história recente entre am- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, incentiva uma ameaça bélica à Colômbia para esconder o fracasso de seu governo, disse nesta segunda-feira um líder oposicionista que repudiou o envolvimento do país na atual crise entre Bogotá e Quito, desencadeada pela morte de um comandante guerrilheiro. O governador do estado fronteiriço de Zulia, Manuel Rosales, que disputou com Chávez as últimas eleições presidenciais, pediu que os vários setores da Venezuela se mobilizem e se manifestem a favor da paz. “Que (Chávez) não pretenda fazer jogo, esconder-se por trás de de- cisões irresponsáveis como as tomadas no domingo para esconder o fracasso de seus 10 anos de governo”, disse Rosales. Chávez ordenou no domingo a mobilização de 10 batalhões na fronteira em resposta ao ataque lançado pela Colômbia em território equatoriano, o qual deixou como saldo a morte do segundo homem em importância na guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), conhecido como Raúl Reyes. Rosales disse estar surpreso com a decisão de Chávez sobre o conflito entre a Colômbia e o Equador, já que a fronteira venezuelana costuma ser violada por guerrilheiros e paramilitares, em meio ao silêncio das autoridades venezuelanas. O presidente venezuelano busca obter sólida maioria nas eleições para governadores e prefeitos, marcadas para o final do ano, depois de ter perdido em dezembro o referendo sobre uma reforma na Constituição que lhe permitiria ser reeleito por vários mandatos. O pomo da discórdia entre Colombia e Venezuela surgiu quando o comandante policial da Colômbia disse na segunda-feira que documentos encontrados no acampamento onde um líder das Farc foi morto em ataque mostram evidências de que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, deu US$ 300 milhões aos guerrilheiros.
Slide 12: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | A12 RESPONSABILIDADE SOCIAL INVESTIMENTOS Hoje, o ambiente é favorável ao investimento social privado no Brasil Empresas mais atentas ao Terceiro Setor DIVULGAÇÃO Os muitos desafios e as particularidades da atividade social empresarial no Brasil JULIANA LOPES REVISTA IDÉIA SOCIOAMBIENTAL/SÃO PAULO O Brasil é uma das maiores economias do mundo e um dos países com pior distribuição de renda. As desigualdades sociais explicam, em grande medida, porque cada vez mais corporações têm investido em áreas que antes eram responsabilidade exclusiva dos governos, como educação e saúde. “O ambiente é favorável ao investimento social privado no Brasil. Trata-se de um setor em franca expansão, na medida em que, com a estabilização da economia, mais empresas têm acumulado riqueza e ampliado o seu potencial de contribuir para a sociedade”, diz Fernando Rossetti, secretário-geral do Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), organização com 106 associados de origem privada que financiam projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público e que realizará entre 2 e 4 de abril, em Salvador (BA), o seu quinto congresso de investimento social privado. Apesar do avanço, o investimento social feito por empresas no Brasil está muito distante da realidade de países como os Estados Unidos. Para se ter uma idéia, as 189 maiores empresas e fundações norte-americanas investiram US$ 10,2 bilhões em causas sociais no ano de 2006. No Brasil, os investimentos sociais privados atingiram R$ 4,7 bilhões, segundo a pesquisa “A ação social das empresas”, divulgada, em 2006, pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas). A política de benefícios tributários pode ser uma das hipóteses para essa importante diferença de volume do investimento social. Nos EUA, segundo Rossetti, os doadores consideram financeiramente mais vantajoso investir seu patrimônio em fundações administradas pelos filhos, por conta dos incentivos fiscais. De acordo com o Ipea, apenas 2% das corporações fizeram uso de incentivos fiscais no período de 2000 a 2004. Para 40% dos empresários entrevistados, o valor do incentivo era muito pequeno e não compensava seu uso. Mesmo assim, o investimento social privado teve um crescimento de 10% comparado à primeira edição da pesquisa (2002). Ainda segundo Rossetti, a atuação social das empresas avançou conceitualmente, deixando de ser assistencialista para desenvolver a cidadania. Hoje o investimento social privado, seja por meio de projetos próprios, apoio a organizações do terceiro setor, criação de institutos, fundações corporativas ou familiares, obedece a uma lógica empresarial de planejamento, Sem dúvida nenhuma. A filantropia é feita com dinheiro do ente privado, seja empresa ou pessoa física. Quanto mais riqueza um país gera, mais condições de filantropia ou investimento social privado ele tem. Não por acaso, quando se olha o Brasil, a região Sudeste e depois a Sul, onde há maior concentração econômica, são as que têm mais investimento social privado. Os fatores culturais ou religiosos influenciam o volume de investimento social em um país? Rossetti: “o Estado brasileiro não é gerido para o benefício público, mas para o de entes privados”. monitoramento e avaliação de resultados, gerando benefícios para a comunidade atingida e para os negócios da empresa. Em entrevista a Idéia Socioambiental, Rossetti, recentemente eleito presidente da Wings (Worldwide Initiatives for Grantmakers Support), rede global de 140 grandes doadores e apoiadores de filantropia no mundo, faz uma análise ampla da evolução desse setor no Brasil e dos desafios que enfrenta no novo contexto da sustentabilidade nos negócios. Na conjuntura atual, ainda há espaço para a filantropia? DIMENSÃO DO INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO NO BRASIL Áreas de atuação Educação Desenvolvimento comunitário 3º Cultura e artes 4º Geração de trabalho e renda 5º Apoio à gestão de organizações do Terceiro Setor 6º Assistência Social 7º Meio ambiente 8º Defesa dos direitos 9º Esportes 10º Comunicações 11º Outros Total de investimentos em 2006: 1º 2º 81% 52% 50% 44% Têm influência enorme. Os fatores culturais e religiosos talvez estejam nas bases das práticas filantrópicas de um país. São nítidas as diferenças da filantropia praticada entre comunidades católicas, cristãs ou judaicas. Na cultura norte-americana, por exemplo, as famílias doam uma parte de sua renda para fundações, obras de assistência ou de caridade. No Brasil, um país de tradição católica, as famílias têm o costume de dar o dinheiro para a igreja desenvolver trabalhos sociais. Mas isso vem mudando, com o crescimento da filantropia corporativa no mundo. Com a abertura da nossa economia, sobretudo a partir da década de 90, o Brasil passou a receber essas influências e a incorporar elementos da filantropia vindos de outras culturas. O volume de investimentos de empresas em causas sociais e ambientais é uma forma de avaliar o grau de maturidade da responsabilidade social em um país? TENDÊNCIAS Ricardo Voltolini* Tempos de sustentabilidade No final da década de 1990, e início dos anos 2000, era comum tratar a Responsabilidade Social Empresarial (RSE) como sinônimo de filantropia. Afinal, o debate sobre o tema mal se iniciara, os conceitos ainda não estavam bem delimitados e as empresas começaram a ver no núcleo “social” do novo termo o guarda-chuva ideal para abrigar os seus projetos e ações voltados para as comunidades. No esforço de mostrar que a noção de RSE era mais ampla, e que a filantropia representava uma parte e não o todo, os porta-vozes do novo movimento passaram a dar — até involuntariamente — menos destaque, em seus discursos, ao investimento social nas comunidades. Para alguns, uma maneira de reduzir sua importância relativa foi associá-lo a práticas assistencialistas, pouco transformadoras e de baixo impacto. O fato é que ele nunca deixou de existir. Pelo contrário, até cresceu, ganhou novas formas e alinhou-se com os preceitos de uma nova visão empresarial orientada para a sustentabilidade. Cresceu, vale frisar, mesmo em terreno árido — não há aqui, como nos EUA, condições tão favoráveis do ponto de vista de benefícios fiscais para a doação de recursos seja de indivíduos seja de pessoas jurídicas Antes, o investimento social privado sintetizava o compromisso socialmente responsável de uma corporação. Era a sua base. Hoje, é apenas a comissão de frente, um braço institucional que reforça o quanto uma empresa se preocupa com o desenvolvimento de sua comunidade. As corporações mais avançadas em RSE já não têm mais dúvida de que os negócios como um todo geram mais impactos sociais e ambientais — o que explica a ascensão de um novo jeito de conduzi-los — do que este ou aquele projeto social isoladamente, quase sempre restrito pela limitação da área de influência, recursos financeiros e escala. Ao mesmo tempo, elas sabem também que, ao fazerem um trabalho pertinente, suas fundações, institutos ou programas conferem alguma materialidade e legitimam o discurso da sustentabilidade para públicos de interesse e toda a sociedade. Bons tempos estes em que as sinergias parecem prevalecer sobre os conflitos. E que os debates avançam, em benefício da sociedade, para além de discussões conceituais ou ideológicas que, muitas vezes, escondem questões menores de demarcação de territórios institucionais. Toda a sociedade ganha com os bons resultados do trabalho de uma fundação, de um instituto ou de um projeto social de empresa, a despeito da intenção com que tenham sido criados — se por convicção ou conveniência. Toda a sociedade ganha quando uma empresa muda suas práticas, modelos e estratégias de negócio visando tornar-se mais sustentável, independentemente da tese, idéia ou escola de pensamento que tenham exercido influência sobre esta decisão. Uma análise da evolução da filantropia empresarial no Brasil revela dois saltos importantes de quaprofissionalismo, métodos mais eficientes. O espontaneísmo de outros tempos deu lugar a processos mais efetivos de intervenção, com resultados melhores para o desenvolvimento de comunidades. Não por acaso, algumas das mais importantes experiências no campo da educação, por exemplo, têm sido construídas no grande laboratório do investimento social privado. Muitas delas começam agora a ser reconhecidas por governos e a ganharem a escala que nunca tiveram, servindo de objeto a políticas públicas bem-sucedidas. O outro salto importante se deu, mais recentemente, com a aproximação estratégica entre as empresas e seus institutos e fundações. Ainda que tenham sido criadas e sejam mantidas por empresas, essas organizações sempre foram tratadas como estrutura á parte, mundo diferente e relativamente autônomo, embora nem toToda a sociedade ganha das tivessem autonomia com um projeto social de plena em suas escolhas estratégicas. Em alguns casos, empresa e não importa se interpunha-se entre uma e muro foi criado por convicção outra parte umdiálogoalto e conveniente. O era pouco e pontual. Os interesou por conveniência ses, tidos como distantes. Há quem veja nessa lidade. O primeiro ocorreu na tran- aproximação o risco de contaminar sição do conceito puramente a agenda de trabalho das fundações filantrópico para o de investimento com os interesses socioambientais social privado. E não foi só uma específicos das empresas. É possível, mudança de nome, como sugerem claro, que isso venha a ocorrer com alguns. Em comum entre os dois prejuízo para as atividades, espemodelos, sempre houve o impulso cialmente se os institutos forem trade destinar recursos financeiros patados como meros reprodutores de ra causas sociais de interesse públi- uma estratégia que nada tem a ver co. As importantes diferenças, no com sua missão ou competências, entanto, estão no modo de fazê-lo. criada, sem a sua participação, nos Enquanto o agir filantrópico caracdepartamentos de marketing das terizava-se pelo desprendimento de corporações. Mas também é possível uma doação feita a partir de proque isso aconteça em benefício da cessos simples, fundamentados na ampliação do papel das fundações, boa vontade de um indivíduo mas do escopo de sua atuação e até dos sem uma noção clara de impactos e impactos que ela venha a produzir resultados, o do investimento social para a sociedade. Há hoje exemplos privado incorporou princípios eminteressantes de fundações que, com presariais de planejamento, definia ascensão do conceito de RSE, gação de estratégias, monitoramento e nharam novo status e passaram a avaliação. ser parceiras das empresas manteNo primeiro modelo, sem um nedoras na construção de políticas diagnóstico de necessidades, acabade sustentabilidade. va-se quase sempre por investir reComo se vê as fundações emprecursos aleatoriamente em soluções sariais e as empresas que as criaparciais, menos eficazes, que miniram têm muito a aprender entre si. mizavam os efeitos sem sequer tan- E os novos tempos, com os desafios genciar as causas dos problemas. de sustentabilidade, estão aí para Com a adoção do segundo, as ações oferecer o pretexto adequado. passaram a ser produto de uma * Publisher da revista Idéia análise mais aprofundada dos proSocioambiental e diretor da blemas. Tornaram-se mais específiconsultoria Idéia Sustentável cas. Ganharam foco, indicadores, ricardo@ideiasocioambiental.com.br Há espaço para todos os tipos de ação, desde a filantropia tradicional, caracterizada pelo assistencialismo, até uma filantropia estratégica por meio do investimento social privado com visão de longo prazo e objetivo de transformar a realidade de uma comunidade. Evidentemente, há uma diferença qualitativa entre uma e outra, mas as práticas mais tradicionais não devem ser abandonadas. Hoje ainda é preciso dar o peixe, ensinar a pescar e ao mesmo tempo reformular toda a cadeia produtiva da pesca. Existem as fundações vinculadas às empresas e às pessoas físicas. Quais são as vantagens e limitações de cada uma delas? 40% 35% 35% 27% 25% 21% 15% R$ 1 bilhão Fonte: Censo Gife 2005/2006 estratégico muito desenvolvido. Em relação à legislação e incentivos fiscais, as condições para criação de uma fundação, vinculada à empresa ou à pessoa física, são as mesmas? As fundações ligadas às empresas hoje, freqüentemente, têm que pensar o seu trabalho no campo social ou ambiental de maneira alinhada com o pensamento estratégico do negócio. As fundações corporativas podem agregar valor à sociedade por meio da transferência das suas competências. Por exemplo, uma empresa de telecomunicações dispõe de uma competência em comunicação, já uma companhia financeira tem a administrativa, enquanto que uma fabricante de software pode contribuir para a inclusão digital. Em todos esses casos, o trabalho que a empresa realiza apresenta alguma relação também com o negócio. O limite é esse. A boa filantropia corporativa baseia-se na relação ganhaganha, de modo que a comunidade e a empresa sejam beneficiadas. Quando a empresa promove a inclusão digital, a comunidade se beneficia, mas cria-se um mercado para os softwares que a companhia fabrica. Já no da filantropia familiar, essas amarras em relação ao negócio, propriamente dito, não existem. Há mais liberdade na hora de pensar a maneira como se vai aplicar o investimento. Por outro lado, existe o risco de perder um pouco a ênfase na gestão ou na profissionalização desse trabalho, o que para as empresas costuma ser um fator essencial. Quando a gestão e profissionalização não são prioridades, aumenta a tendência de fazer trabalhos mais assistencialistas deixando de lado um pensamento estratégico. A questão é que o ambiente todo está amadurecendo. Então, mesmo as fundações vinculadas às pessoas físicas já estão surgindo com pensamento Não. As empresas gozam de alguns benefícios fiscais para fazer o seu investimento social privado, a exemplo da Lei Rouanet, do Fundo para a Infância e Adolescência e, mais recentemente, da Lei de Incentivo ao esporte. Para as pessoas físicas, só há isenção por meio da Declaração do Imposto de Renda pelo formulário completo. Já no nível familiar, não há nenhum tipo de incentivo. Essa é a grande diferença do Brasil para os Estados Unidos, por exemplo. Lá, se alguém decide deixar uma herança para a sua família os tributos podem chegar a 40%. Enquanto aqui, o nível de tributação é de 4%. Sendo assim, nos EUA, é mais vantajoso investir em uma fundação e não pagar tributos. Os incentivos bem feitos e administrados são instrumentos muito importantes para aumentar o investimento social privado. Há ambiente favorável para o investimento social privado no Brasil? Acho que sim. O número de organizações que existe na sociedade reflete a quantidade de recursos disponível. Mas no Brasil tem-se uma cultura que reproduz a má distribuição de renda. Há também a questão política. Tradicionalmente, o Estado brasileiro não é gerido para o benefício público, mas para o de determinados entes privados. Existe uma necessidade de reforma política séria, a partir da qual o Estado passe a atuar com uma orientação mais pública e menos privada. É necessária também uma mudança cultural. A elite deve se preocupar com a questão pública e não apenas com interesses privados. Por outro lado, um dos traços característicos do brasileiro é o seu jogo de cintura, a sua criatividade e sua capacidade, para o bem ou para o mal, de se adaptar fácil a novas situações. Tem-se aqui uma enorme capacidade de lidar em ambientes que estão em transformação como a economia global de hoje. Qual a sua avaliação da filantropia no Brasil? Existem avanços? Quais são os desafios? As práticas filantrópicas não só no Brasil, mas em todo o mundo, observam um caráter mais assistencialista. Houve uma evolução muito significativa nos últimos 15 anos, mas isso aconteceu principalmente nas grandes empresas porque elas têm o capital para investir em planejamento, consultores, profissionais para fazer a gestão. Nas pequenas e médias empresas, nas fundações de pessoas físicas ou famílias, essa cultura ainda não chegou. Há muito ainda o que evoluir para atingir uma visão mais estratégica da contribuição para a sociedade. Mesmo que a empresa não tenha uma política de responsabilidade social, investir em filantropia é algo positivo? Sim, extremamente favorável. Esse é um setor em franca expansão. O número de ONGs triplicou nos últimos 15 anos. Hoje, há cerca de 300 mil delas, desenvolvendo trabalhos relevantes para a sociedade brasileira. Ao mesmo tempo, houve um desenvolvimento econômico significativo no País nesses últimos 10 anos. Com o Plano Real, o Brasil alcançou uma política estável que está gerando novas riquezas. E o acúmulo de riquezas em determinadas empresas e famílias aumenta o potencial de contribuição para com a sociedade. Existe uma relação entre desenvolvimento e crescimento do investimento social privado? Sim. Esse é um tipo de atividade que se aprende fazendo. Para envolver a estratégia de como trabalhar na sociedade, é preciso fazer, experimentar, avaliar, replanejar. A tendência é que este trabalho filantrópico comece a ficar cada dia mais alinhado com o negócio. É o conjunto de ações no qual está incluída a filantropia ou o investimento social privado que ajuda a construir a imagem que os consumidores fazem desta ou daquela empresa. Cada vez mais as pessoas escolherão marcas nas quais identificam uma relação mais responsável com a sociedade e com o meio ambiente. Veja mais no site: www.ideiasocioambiental.com.br
Slide 13: TERÇA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2008 | B1 Ibovespa - em pontos - 3/3/2008 BOLSA Ibovespa fecha em alta de 1,58%, a 64.490 pontos B2 64.490,46 64.800 63.489,30 29/fev* 14:00 18:15 64.000 63.200 MERCADOS Dólar ignora piora externa e cai 1,24%, negociado a R$ 1,671 B2 SEGUROS Bradesco tem 25% do setor, diz Trabuco B5 Fonte: Bovespa *Fechamento HSBC lucra R$ 1,24 bi, alta de 31% Participação do Brasil no resultado total do grupo no mundo subiu para 3,63% em 2007 NELSON ROCCO LONDRES O HSBC Bank Brasil chegou à marca de R$ 1 bilhão em lucro. O banco encerrou o ano passado com lucro líquido de R$ 1,24 bilhão, com crescimento de 31% sobre o ano anterior. A receita do banco inglês no País aumentou 10%, alcançando R$ 9,26 bilhões. O crédito foi o grande propulsor do lucro do banco, com crescimento de 33% na carteira. Só o financiamento de veículos cresceu 44% sobre 2006, para R$ 7,5 bilhões, enquanto o consignado fechou o ano com um volume de R$ 2,2 bilhões, 53% mais que no ano anterior. Emilson Alonso, presidente do HSBC no Brasil, considerou o resultado “muito bom”. “Foi o maior lucro do HSBC no Brasil. Isso e um marco”, emendou Álvaro Azevedo, diretor financeiro. “O dólar ajudou um pouco EMILSON ALONSO Presidente do HSBC no Brasil no resultado do Brasil”, reconheceu Alonso fazendo referencia ao câmbio, informando que o ganho no País representa 40% do total da América Latina e 3,6% do grupo todo no mundo. “Isso está em linha com os objetivos do grupo, de crescimento no mercados emergentes”, disse Alonso. Participação crescente A relação da operação brasileira com o grupo, inclusive, vem avançando ano a ano. Em 2005, o Brasil representava 1,9% do lucro global. No ano seguinte, evoluiu para 2,4%, passando para 3,63% no ano de 2007. Segundo o relatório que acompanha o balanço mundial do grupo, a América Latina foi responsável por um lucro de US$ 2,2 bilhões antes dos impostos, com crescimento de 26% sobre o US$ 1,7 bilhão registrado um ano anterior. De acordo com os cálculos de Alonso, o Brasil e a América do Sul foram responsáveis por 49% desse total. O lucro no Brasil contou com ganhos extraordinários provenientes da venda da participação do HSBC na Serasa, na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) e na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros). De acordo com o balanço do banco, esses eventos colaboraram com o resultado do HSBC em R$ 347 milhões. As despesas operacionais, por sua vez, foram impactadas em R$ 69 milhões por conta de perdas com os planos Bresser e Verão. Segundo Alonso, mesmo descontados esses efeitos — positivos e negativos — o HSBC teria mostrado um lucro 12% maior no Brasil, já descontados os impostos. O resultado bruto da intermediação financeira do HSBC foi de R$ 5,96 bilhões, com uma alta de 8%. As receitas de prestação de serviços aumentaram 7% no ano, chegando a R$ 2,39 bilhões. A participação em controladas contribuiu com R$ 239,9 milhões, enquanto as outras receitas operacionais foram de R$ 666,7 bilhões em 2007. Segundo Alonso, esses R$ 666,7 milhões refletem as receitas da companhia com operações de seguros e câmbio. O resultado de controladas, de R$ 239,9 milhões deve-se à financeira do grupo, a Losango, e às operações de previdência privada. Pessoa física Do resultado total, a maior fatia, ou 36%, veio das operações com pessoas físicas. As pequenas e médias empresas contribuíram com 31% do ganho no Brasil, enquanto as operações de atacado, como tesouraria e corporate, responderam por 24%. A gestão de patrimônio ficou com 8% de participação no lucro, enquanto a menor parcela, de 1%, coube às operações de private banking. Azevedo destacou a estratégia do banco em relação à concessão de empréstimos. Segundo ele, o índice de inadimplência fechou o ano de 2007 em 4,9%, diante dos 6,3% registrados no ano anterior. “Foi uma boa pratica de qualidade na concessão do crédito”, disse o executivo. Alonso afirma que o banco vem mantendo sua participação nas operações de crédito e que o crescimento, de 33%, está em linha com os concorrentes. “Como o mercado esta crescendo, não precisamos roubar clientes do outros. Quando a capacidade de absorção de crédito no mercado começar a se esgotar, essa estratégia terá de mudar, porque ira ficar mais difícil emprestar para os bons clientes. Quando o mercado começar a mostrar crescimento mais baixo, de 10% a 12%, daí o roubamonte (de clientes da concorrência) irá começar”. O presidente do HSBC no Brasil prevê crescimento entre 20% e 25% na carteira de crédito para este ano, “sempre em ativos de menor risco e maior retorno”. O spread bancário, nas contas do executivo, que já foi de 18%, caiu para 16% em 2007 e, calcula Alonso, deverá baixar para 14,5% em 2008. “Será uma queda de cerca de 15%”, estima. Apesar do bom desempenho, o HSBC do Brasil elevou o índice de eficiência operacional no ano passado, passando de 62,2% para 64,5%. Segundo o presidente da instituição, isso ocorreu por conta dos investimentos do banco em automação e tecnologia. “Aproveitamos que tivemos poucas perdas em crédito para investir. Por isso o índice de eficiência piorou, mas sem prejuízo do patrimônio dos acionistas”, disse ele. O jornalista viajou a convite do HSBC Excelência alinhada com o mundo. Subprime afeta o resultado global O HSBC divulgou ontem um lucro operacional recorde de US$ 24,2 bilhões, com crescimento de 10% sobre 2006, em meio ao fogo cruzado em duas frentes. O banco tem sido questionado por um acionista minoritário sobre sua atuação no mercado de crédito de alto risco nos Estados Unidos (subprime) e pode não ter a aprovação das autoridades regulatórias da Coréia em tempo sobre a compra de um banco local. Apesar das ameaças, o mercado recebeu bem ontem o desempenho divulgado pelo banco, já que suas ações fecharam em alta de 3,13% na Bolsa de Londres. O banco reportou baixas contábeis de US$ 2,13 bilhões no ano passado, sendo que boa parte veio de perdas com o subprime. Douglas Flint, executivo responsável pelas finanças mundiais do grupo, fez questão de ressaltar que a perda com subprime propriamente dito ficou ligeiramente superior a US$ 0,5 bilhão. Segundo informações do banco, as baixas referentes à securitização de empréstimos somaram US$ 0,53 bilhão, referentes à exposição de US$ 2 bilhões, enquanto a exposição de US$ 1,7 bilhão em operações de crédito em geral geraram baixas contábeis de US$ 0,46 bilhão. Stephen Green, principal executivo do HSBC Holdings, reconhece que o banco tem tido uma fraca performance nas operações norte-americanas por conta da alta taxa de inadimplência. Mas ele classificou como “não razoável” a venda dos negócios de financiamento imobiliários nos Estados Unidos, como tem sugerido, entre quatro opções, Knight Vinke, um ativo acionista minoritário que tem menos de 1% das ações do banco em um fundo de investimentos, segundo os jornais ingleses. Ele refere-se ao HFC comprado há quatro anos por cerca de US$ 15 bilhões. Green afirmou que as operações americanas estão sendo reestruturadas e que elas devem “se encaixar” na estratégia geral do banco de voltar-se para os mercados emergentes. As operações de crédito imobiliário “devem focar a atenção nos clientes hispânicos. Estamos estudando como redesenhar nosso negocio”, afirmou. De qualquer forma, Michael Geoghegan, presidente-executivo mundial do HSBC, disse que a instituição vem reduzindo sua atividade de financiamento imobiliário desde o inicio deste ano. N.R. Membro da Grant Thornton International, a Terco Grant Thornton destaca-se como a empresa de auditoria e consultoria que mais cresce no país. Agora, com nova identidade visual, mais uma vez afirma seu alinhamento mundial, mostrando que sabe unir o conhecimento global à experiência local. Na transição para o IFRS e a nova Lei das S/A, conte com esta excelência. SP Ed. Plaza Centenário • Av. das Nações Unidas, 12.995 - 13º, 14º e 15º andares • Brooklin Novo • T (11) 3054-0000 www.tercogt.com.br R J (21) 2222-3100 / BA (71) 2203-4350 / GO (62) 3212-0210 O SEU DINHEIRO VAI REALIZAR O SONHO DE TODO TURISTA: VIAJAR DE GRAÇA. O Global View permite três transferências bancárias mensais gratuitas de até 3 mil dólares da sua conta no Brasil para sua conta no exterior. É rápido, fácil e sem burocracia. E você ainda pode fazer pela internet. HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo Disponível apenas para transferências entre contas mantidas por clientes HSBC Premier nos seguintes países: Brasil, Hong Kong, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá. Sujeito aos termos e condições estabelecidas pelo HSBC. Consulte o HSBC para mais informações. Ouvidoria: 0800 701 3904. Saiba como aproveitar mais do mundo acessando www.hsbcpremier.com.br MP2
Slide 14: B2 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL FINANÇAS CAPITAL ABERTO Dólar registra queda de 1,24%, para R$ 1,67 Gráfico conta história do mercado de ações Para especialista, os dados comprovam que, a longo prazo, bolsa é o melhor investimento LUCIANO FELTRIN SÃO PAULO A história do mercado acionário brasileiro não deve ser resumida ao Ibovespa, cuja criação completa quatro décadas neste ano. Essa sempre foi uma idéia fixa do analista gráfico Fausto Botelho, atualmente diretor-geral da empresa de análises financeiras Enfoque. Para o estudioso, os cinco anos que antecederam a implementação do índice que tornou-se referência da Bolsa brasileira têm de ser trazidos à tona para que o observador tenha idéia mais clara sobre como fatos históricos influenciaram os movimentos de mercado ao longo do período. “Quando olhava o gráfico mostrando a caminhada da Bovespa tinha a certeza de que estava faltando algo”, diz “Era o início da trajetória, a ponta da curva que ficava oculta sem esse período tão rico em termos de história, inclusive brasileira”, afirma. A meia década a que se refere Botelho — os anos entre 1963 e 1968 — mesclou eventos econômicos locais e internacionais com acontecimentos de diversas origens com destaque na história mundial. Bons exemplos são a criação do Banco Central (BC), a tomada do poder pelos militares no País, em 1964, a guerra do Vietnã e o assassinato do presidente norte-americano, John Kennedy. Para recompor esse trecho da história do mercado de capitais, Botelho teve de pesquisar números e eventos. Afinal, o material que concentrava esses dados foi perdido. Trata-se dos números do IBV (Índice da Bolsa de Valores), indicador que era utilizada pela plataforma de negociação de papéis da bolsa carioca, que foi posteriormente adquirida pela BM&F. O trabalho durou cerca de um ano. “Na incorporação da bolsa do Rio, a papelada acabou se perdendo. Não tive mais notícias dela. Então, comecei o meu trabalho de pesquisa na Biblioteca Nacional carioca. Reuni arquivos de pu- blicações da época. Organizei os eventos e as séries para poder recompor o período e colocar no papel”, diz Botelho. Melhor investimento Para um adepto da análise gráfica, os desenhos e figuras descritas são mais do que simples representações e podem ser tão ou mais importantes que os fatos. Especialistas OS DADOS ABRANGEM dessa área estabelecem projeções a partir dessas anos anteriores figuras e, à criação do com certa índice Bovespa freqüência, apostam em futuros movimentos de alta ou baixa. Isso acontece mesmo que o conjunto de informações — de empresas ou macroeconômica — pendam para o outro lado. “O curioso, para mim, é concluir que os colegas que elaboram análise com base em fundamentos têm toda a razão. E a longo prazo não erram ao afirmar que a bolsa é o melhor investimento possível”, conclui Botelho. 5 Em um momento em que o apetite de pequenos investidores é crescente por ativos de renda variável, o analista acredita que a composição do gráfico do mercado de ações pode ter importância educativa. Por isso, preparou também um levantamento com os períodos de maior oscilação do pregão (veja box). “Se por um lado, investir em ações é a melhor escolha que se pode tomar, por outro, exige a disciplina de entrar na hora adequada. E meu trabalho tenta mostrar que certas fases ruins podem ter longa duração e servir para desestimular o investidor médio, que opta por fugir do mercado quando há volatilidade, o que é pura psicologia”, exemplifica o especialista. O gráfico reproduzido nesta página ganhará, a partir de hoje, uma versão ampliada no site da Enfoque na internet. O visitante terá, ainda, acesso a informações sobre as oito mudanças monetárias e ao histórico dos doze governos cobertos pelo período, a ferramenta estará ligada à wikipédia, a enciclopédia livre da internet. Ciclo atual começou em 2002 O principal índice da bolsa paulista está, atualmente, no 33 o movimento de alta de sua história. e, portanto, na iminência de sofrer uma grande correção. A análise toma por base somente oscilações maiores que 40%. Desde 1963, o índice passou por outros 30 períodos de baixa. “Podemos concluir que, nos últimos 44 anos, tivemos um número de baixas bem parecido com o de altas. Isso mostra que vale a pena pensar em assumir posições de venda, já que as oscilações de baixa ocorrem tanto quanto os movimentos de alta”, diz Botelho. O estudo conclui, entretanto, que as altas têm sido bem mais vigorosas do que as baixas. Duram mais tempo. São, em média, 290 dias de avanço contra 208 de movimento de recuo. Além disso, as altas provocaram oscilações bem superiores às quedas. São 249% em média, contra 53% em média das baixas. O movimento atual do mercado de capitais brasileiro, no entanto, supera, de longe, as médias de duração e intensidade detectadas por Botelho durante os 44 anos. Iniciada em 16 de outubro de 2002, a atual alta do índice (em dólar) é de 1.662%, com base no último topo, que foi registrado no dia 31 de outubro de 2007. Para que se tenha um comparativo, a maior oscilação do Ibovespa foi registrada entre 1967 e 1971. Na ocasião, a Bolsa subiu 1.895%. O movimento durou 1.637 dias e foi seguido de uma correção de 66% .A queda durou cerca de dois anos. “O atual movimento descrito pelo Ibovespa é inusitado e sem precedentes no quesito duração, além de ser o segundo em percentual, diz Botelho.” FUNDOS E PREGÃO Fundos Referenciados DI Valorização dos 30 maiores fundos Referenciados DI, pelo critério de patrimônio líquido, foi de 1,72% a 1,95% BOLSAS MERCADOS Dow e S&P Ibovespa registra alta de fecham quase estáveis 1,58%, a 64.490 pontos VANESSA CORREIA SÃO PAULO Dólar ignora piora externa e cai 1,24% JIANE CARVALHO SÃO PAULO OS 30 MAIS P. líquido Rent. (milhões acum. de R$) (ano) 1 FIC FI Ref DI 114 2 BRAM FI Ref DI Federal 3 Bradesco FI Ref DI União 4 BRAM FI Ref DI Rubi 5 Special Ref DI FI 6 ABN AMRO Ref DI Profit 7 Regulus Ref FI 8 Itaú Referenciado DI FI 9 Real FI Ref DI Private Plus 10 BNP Paribas Porfolio DI FIC FI 11 Itaú Soberano DI LP 12 FI Ref DI 11 13 Bradesco FI Ref DI Top 14 Bradesco FI Ref DI Premium 15 Itaú Corp Plus Ref DI FICFI 16 Itaú Emp Super Ref DI 17 Itaú Inst Referenciado DI FI 18 Entwicklung III FI Ref DI 19 HSBC FI Ref DI CP LP Executivo 20 FI Ref DI LP Títulos Públicos 21 Brad Empresas FIC Ref. DI Top 22 Brad FIC Ref DI Federal Plus 23 Brad. Priv. FICRef DI Fed Plus 24 ABN AMRO FI DI Cap 25 FIC Ref DI LP Money Market 26 Itaú Emp Trust Ref DI FICFI 27 Sant FIC FI Corporate Ref DI 28 Itau Perfil Ref DI FI 29 HSBC FI Ref DI Prev Reg Prop 30 SM Master Plus FI Ref. DI 229,2 4.010,2 1.832,9 12.884,5 5460,2 584,1 130,6 13.101,5 163,5 84,4 3.365,1 401,3 1.008,1 2.453,4 1.140,2 1252,7 466,5 199,5 2.619,8 599,3 635,3 1.294,5 498,2 36,5 617,7 380,9 1.285,7 947,8 48,3 198,4 1,95 1,78 1,77 1,77 1,77 1,77 1,76 1,76 1,76 1,75 1,74 1,74 1,74 1,74 1,74 1,74 1,73 1,73 1,73 1,73 1,73 1,73 1,73 1,73 1,73 1,72 1,72 1,72 1,72 1,72 A Bovespa operou descolada dos principais índices norte-americanos em mais uma sessão influenciada, principalmente, pela valorização das ações de Usiminas, Gerdau e CSN (Companhia Siderúrgica Nacional). Com isso, a bolsa paulista encerrou o dia em alta de 1,58%, aos 64.490 pontos. O giro financeiro do primeiro foi de R$ 5,51 bilhões. No campo externo, o dia foi de forte volatilidade para as principais praças acionárias norte-americanas. Após a divulgação do nível da atividade manufatureira nos Estados Unidos — o indicador veio ligeiramente acima do esperado pelo mercado — as bolsas de valores haviam revertido a tendência de queda observada no início dos negócios, mas a notícia não foi suficiente para manter o bom humor dos investidores. Entre os destaques positivos do Ibovespa estiveram as ações da Eletrobrás ON, que subiu 8,16%, a R$ 26,90; Eletrobrás PNB, que avançou 8,1%, a R$ 26,81; e Nossa Caixa ON que registrou alta de 6,12%, a R$ 26,00. No sentido oposto, Embraer ON caiu 2,85%, REUTERS NOVA YORK E LONDRES CÂMBIO (Cotação de venda - R$/US$) Março Taxa Mínima Máxima Fechamento Ptax* 3 1,6690 1,7000 1,6710 1,6816 Fevereiro 29 1,6750 1,6920 1,6920 1,6833 28 1,6680 1,6790 1,6700 1,6723 ÍNDICE BOVESPA 64.800 Em pontos - hora a hora 3/3/2008 64.490,46 64.400 64.000 63.600 63.200 63.489,30 29/fev* 12:00 14:00 16:00 18:15 11:00 13:00 15:00 17:00 Fonte: Bovespa *Fechamento SOBE DESCE 1 Eletrobras 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Fontes: InvestNews da Gazeta Mercantil Base: Patrimônios acima de R$ 1 milhão Obs: 1. As tabelas das páginas a seguir mostram o desempenho dos fundos com patrimônio superior à R$ 30 milhões. 2. As tabelas completas estão no site www.gazetamercantil.com.br/fundosmutuos.asp MAIORES ALTAS Preço Var (%) 7,98 PNB N1 26,78 7,35 Eletrobras ON N1 26,70 Light S/A ON NM 26,41 6,06 5,55 Nossa Caixa ON NM 25,86 Usiminas PNA N1 103,00 5,10 4,92 ON NM 18,10 Natura 9,80 4,81 Tim Part S/A ON B2W Varejo ON NM 74,30 4,64 4,62 Cyrela Realt ON NM 28,25 36,08 4,57 Duratex PN N1 1 Telesp 2 3 4 5 6 7 8 9 10 MAIORES BAIXAS PN Embraer ON NM Brasil ONED NM Bradespar PN N1 CCR Rodovias ON NM Telemar PN Petrobras PN Vale R Doce ON N1 Aracruz PNB N1 Vale R Doce PNA N1 Preço Var (%) 47,02 2,69 18,40 2,64 27,80 1,66 43,43 1,29 28,50 1,21 41,85 0,85 0,67 80,90 0,61 58,30 0,49 12,17 0,44 49,64 Fontes: Bovespa e Centro de Informações da Gazeta Mercantil (*) Cotações por lote de mil (#) Ações do Ibovespa ($) Ref. em dólar (&) Ref. em IGP-M (N1) Nível 1 de Governança Corporativa (N2) Nível 2 de Governança Corporativa (NM) Novo Mercado (MA) Bovespa Mais (MB) Balcão Org. Tradicional (DR1) BDR Nível 1 (DR2) BDR Nível 2 (DR3) BDR Nível 3 Os índices Dow Jones e Standard & Poor’s 500 fecharam quase estáveis ontem, após uma alta nos preços das commodities ter impulsionado as ações de energia e mineração, compensando temores de que um aperto de recursos de uma grande concessora de hipotecas possa significar mais perdas ocasionadas pela crise imobiliária. O Dow recuou 0,06%, a 12.258 pontos. O S&P teve alta de 0,05%, para 1.331 pontos. A Nasdaq, que reúne empresas tecnológicas, perdeu 0,57%, a 2.258 pontos. Na Europa, o setor bancário derrubou os mercados pela quarta sessão seguida nesta segunda-feira em que dados dos Estados Unidos fizeram pouco para reduzir receios de uma potencial recessão no país. O índice FTSEurofirst 300, que agrupa os principais papéis do continente, fechou em queda 1,36%, a 1.297 pontos, tendo perdido cerca de 2% na sessão anterior. Dados do setor manufatureiro nos Estados Unidos mostraram que a atividade industrial se contraiu no mês passado. Na contramão, as ações do banco britânico HSBC tiveram o maior peso positivo no dia, avançando 3,13% depois de anunciar um aumento de 10% no lucro no ano passado, quando um crescimento em alguns mercados asiáticos compensou perdas do banco ligadas à crise imobiliária nos Estados Unidos. Na contramão do mercado financeiro global, os negócios domésticos tiveram uma segundafeira bastante positiva com alta da Bovespa, valorização do real e queda nos juros futuros. Nos mercados externos, o dia foi tenso com novos dados sugerindo uma recessão na economia americana. No entanto, o mercado local seguiu descolado da cena externa. Bons fundamentos, a alta no preço de commodities que favorece empresas brasileiras, além de um forte movimento de especulação com derivativos explicam o descasamento. Uma série de dados colaborou ontem para o nervosismo externo. O ISM, indicador que mede a atividade manufatureira nos Estados Unidos, caiu para 48,3 pontos, ante os 50,7 registrados em janeiro. Os gastos com construção tiveram recuo de 1,7% em janeiro. Fala do presidente do Fed da Filadélfia, Charles Plosser, também colaborou. Ele disse que as expectativas de inflação estão se elevando e que o Fed, apesar da desaceleração econômica, precisa estar pronto para subir as taxas quando as condições se estabilizarem. Em Wall Street, o dia foi de instabilidade. O índice Dow Jones fechou em queda de 0,06%, Nasdaq recuou 0,57% e o Standard & Poor’s subiu 0,05%. A Bovespa seguiu em direção contrária e registrou alta ao longo de todo o dia, fechando com avanço de 1,58%, a Fontes: Banco Central, InvestNews e Centro de Informações da Gazeta Mercantil *Média do Banco Central 64.490 pontos. No câmbio, após a alta pontual do dólar na última sexta-feira, em dia marcado por ajuste técnico, ontem a moeda retomou o caminho da baixa. O dólar fechou o dia negociado a R$ 1,671, com uma queda de 1,24%. “O que está acontecendo com a moeda americana é que para subir precisa de uma piora muito grande lá fora, o que não foi o caso”, explica Francisco Carvalho, da área de câmbio da corretora Liquidez. Ontem, o BC atuou no mercado e teria comprado algo próximo de US$ 100 milhões para as reservas brasileiras, hoje em US$ 192 bilhões. Na BM&F, os negócios com juros futuros já estão em compasso de espera, aguardando a reunião do Copom que entre hoje e amanhã define a Selic. A maioria das projeções de juros dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DI) fechou em queda. O DI para janeiro de 2009, o mais líquido, registrou taxa de 11,71%, ante 11,76% do ajuste de sexta-feira.
Slide 15: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | B3 FINANÇAS INVESTIMENTOS CVM libera aplicação de até 100% dos recursos no exterior Superfund deve lançar fundos no Brasil Objetivo é lançar um produto local, voltado para aplicação em derivativos no exterior SILVIA ROSA SÃO PAULO ROMUALDO RIBEIRO/GAZETA MERCANTIL A aprovação da Instrução 465 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permite a aplicação de até 100% do patrimônio no exterior para fundos voltados para investidores super qualificados — investimentos acima de R$ 1 milhão — já tem atraído o interesse de algumas gestoras estrangeiras que se preparam para oferecer seus produtos no Brasil. É o caso da austríaca Superfund, que possui US$ 1,6 bilhão sob gestão, e investe no mercado futuro de commodities, tanto agrícolas como metálicas, e em ativos financeiros, como moedas, juros, bônus e índices de ações. Com escritório no Brasil desde 2004, a Superfund está em fase de registro para atuar como gestora de ativos no País e lançar um fundo local para os investidores brasileiros. Segundo o representante da gestora no Brasil, Lance Reinhardt, há interesse de estabelecer parceria com os principais bancos brasileiros para distribuição de seus fundos. “Gostaríamos de oferecer nosso conhecimento na gestão de ativos em mercados futuros para os investidores brasileiros”, afirma. A gestora foi uma das primeiras instituições financeiras a oferecer fundos de derivativos para os investidores de varejo. Nos Estados Unidos, por exemplo, os produtos são oferecidos por meio de anúncios na televisão e lojas de investimento de rua, com aplicação a partir de US$ 5 mil. Com 25 escritórios em cerca de 19 países, a gestora possui atuação na Ásia, Oriente Médio, Europa, América do Norte e do Sul. Na América Latina, além da cidade de São Paulo, também tem escritórios em Montevidéu, no Uruguai e em Grenada (Caribe). Apesar de presente no Brasil, a gestora ainda não investe em ativos no mercado local. “Atuamos em mais de 100 mercados, mas em relação ao Brasil aplicamos apenas no índice futuro do Ibovespa pela Bolsa de Chicago”, afirma Reinhardt. Ao todo, a Superfund possui 38 fundos sob gestão, que utilizam um modelo estratégico, criado pelos seus fundadores, que busca identificar a tendência dos preços das commodities e alia métodos quantitativos à análise técnica ou gráfica para obter ganhos tanto na alta quanto na baixa dos mercados futuros. “Esse modelo permite diversificar os riscos, buscando seguir a tendência dos mercados”, diz Reinhardt. Baseado nessa proposta, Reinhardt acredita que o preço das commodities deve continuar com tendência de alta nos próximos 10 anos a 15 anos e não deve ser afetados por uma possível recessão nos Estados Unidos. Ele ressalta que durante os anos 80 até começo de 2000, o mercado de commodities esteve em tendência de baixa e que agora está sendo revisada. “Os mercados geralmente têm ciclos de 20 anos, em que ora o mercado de ações está aquecido e o de commodities está mais fraco e vice-versa, e desde 2003 os preços das commodities em geral estão com uma tendência de alta, desfrutando da liquidez do mercado e da demanda aquecida”, diz. Aposta em ouro Com o enfraquecimento do dólar frente às demais moedas e o aumento das pressões inflacionárias, as apostas em ouro têm ganhado força, levando a uma valorização do metal nos últimos anos. “Desde 1971, quando o dólar nos Estados Unidos foi desvinculado do ouro, a moeda norteamericana tem perdido mais de 80% do seu poder de compra”, ressalta Reinhardt. Segundo ele, o ouro acompanha a tendência da inflação e deve alcançar US$ 1.300 a onça-troy em 2008, valorização de 32% em relação a atual cotação de US$ 984 a onça-troy, devido a diminuição das reservas na África do Sul, aumento da demanda na Ásia e na Índia e desvalorização do dólar. “Com a queda da taxa de juros nos EUA vamos ter um aumento da inflação, com efeitos sobre o preço do ouro, e o metal se mostra uma boa alternativa para proteção do capital contra a perda do poder de compra”, diz. Só o fundo Superfund Gold C, que possui um perfil mais agressivo, apresentou uma valorização de 19,28% em dólar em 2008, a melhor performance entre os fundos da gestora. Reinhardt afirma que a inflação nos Estados Unidos deve aumentar, pressionada pela elevação dos preços do petróleo e pela queda da taxa de juros. Mesmo assim, Reinhardt acredita que a economia americana deve entrar em estagnação em 2008, porém o aprofundamento da desaceleração econômica dos EUA, levando a uma possível recessão, vai depender do resultado das eleições para presidente, que será definida neste ano. “O Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) deverá fazer de tudo para evitar uma recessão antes das eleições de 2008, depois disso, dependerá de que partido sairá vencedor. Se os republicanos venceram, é provável que os EUA decline para uma significativa recessão. Já se os democratas foram eleitos e reestruturarem os gastos federais, a economia deverá se recuperar no médio prazo”, diz. Gestora estuda parceria com bancos locais para distribuição de seus fundos, diz Reinhardt
Slide 16: B4 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL FINANÇAS ESTRATÉGIA Investimentos de R$ 90,10 bilhões na renda variável Banco do Brasil reage contra avanço da concorrência No planos para manter liderança, estão aquisições e maior foco no crédito ALESSANDRA BELLOTTO SÃO PAULO Grupo quer a liderança em seguros e previdência DENISE BUENO SÃO PAULO A briga pela liderança no setor bancário promete esquentar. O avanço de bancos privados como Bradesco e Itaú sobre o posto do Banco do Brasil de maior banco do mercado brasileiro em ativos já provocou reações. Segundo o presidente do BB, Antônio Francisco de Lima Neto, no ano passado, o banco começou a colocar em prática um plano estratégico agressivo para manter a liderança, que vai desde aquisições e criação de diretorias para desenvolver negócios específicos até investimentos para melhorar a eficiência. Ele reconhece que o sistema financeiro mudou nos últimos 30 a 40 anos e os bancos privados ganharam importância, acirrando a disputa. “Dizer que o Banco do Brasil vai perder a liderança é uma das hipóteses. Mas quem quiser brigar pela liderança vai ter de pagar por isso. O BB também vai brigar”, disse Lima Neto. Levantamento da Economática mostra que a diferença entre os dois maiores bancos do Brasil é a menor da história. Em 1994, os ativos do Bradesco não eram nem 30% do total de ativos do BB. No final do ano passado, R$ 16 bilhões separavam os dois bancos. Os ativos do BB somavam R$ 357,8 bilhões, contra R$ 341,2 bilhões do Bradesco. O Itaú tinha R$ 294,9 bilhões. Em termos de lucro, Bradesco e Itaú superam o banco oficial. O Bradesco regis- ANTÔNIO FRANCISCO LIMA NETO Presidente do Banco do Brasil trou lucro recorrente (sem considerar os eventos extraordinários) de R$ 7,21 bilhões; o Itaú, R$ 7,17 bilhões e o BB, R$ 5,7 bilhões. Lima Neto, que esteve ontem em São Paulo para uma reunião da Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), destacou que os primeiros passos para não deixar a concorrência se aproximar já foram dados, quando o BB passou a buscar possíveis aquisições entre os bancos estaduais, apesar de questões jurídicas que impedem a incorporação de algumas instituições por estarem incluídas no Programa Nacional de Desestatização (PND). Três deles já foram anunciados: o Besc (Banco do Estado de Santa Catarina), cuja incorporação deve ser concluída até o final de julho, o BEP (Banco Estadual do Piauí) e o BRB (Bando de Brasília), ainda em negociação. Só o Besc representaria mais R$ 6 bilhões de ativos para o Banco do Brasil. Em 2007, o BB assumiu ainda a administração das folhas de pagamento dos servidores estaduais de Minas Gerais e da Bahia, contratos que estavam nas mãos do Itaú e Bradesco, respectivamente. “O banco conseguiu marcar em dois contratos importantes“, disse Lima Ne- to. O BB, segundo ele, é líder no mercado de administração de folha de pagamento de servidores públicos, com 47% de participação. Brigar no mercado de crédito também está nos planos do Banco do Brasil. Segundo o presidente do banco, todo o esforço será direcionado para ampliar a participação do BB nos financiamentos para pessoa física. “A carteira de pessoa física do BB (que encerrou 2007 com saldo de R$ 32 bilhões) é relativamente pequena. Nossos dois principais concorrentes têm mais de R$ 60 bilhões de saldo“, comparou. Para ganhar mercado, o executivo aposta em dois nichos principais: financiamento de veículos e crédito imobiliário. Lima Neto informou que a meta para o segmento de veículos é chegar a 2012 com uma carteira de R$ 19 bilhões e uma participação de mercado equivalente a 10%. No final de 2007, a carteira de veículos do banco somava R$ 2,9 bilhões, ou 3% do mercado. Para o final de 2008, a expectativa é atingir um saldo de R$ 6 bilhões, alta de 106%. No mercado de financiamento imobiliário, Lima Neto disse que ainda não dá para fazer previsões. A atuação do banco nesse segmento, no qual estreou no começo do ano passado a partir de uma parceria com Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo) (Poupex), ainda é muito tímida. “Estamos negociando com o governo a melhor maneira de operarmos nesse segmento”, disse o executivo. Ele adiantou, no entanto, que não pretende concorrer com a Caixa Econômica Federal. Neste ano, o banco começou a oferecer em São Paulo uma linha com recursos próprios. Para acelerar a expansão em veículos e crédito imobiliário, o presidente do BB não descarta aquisições de bancos privados. Outra iniciativa foi a segmentação da diretoria de varejo. Uma das áreas que ganhou destaque foi a de cartões de crédito, que acabou virando uma nova diretoria. A meta, segundo Lima Neto, é chegar a 2012 com um faturamento de R$ 120 bilhões com cartões de crédito e débito, o equivalente a 25% de market share. No final de 2007, o BB contava com 69 milhões de plásticos emitidos, que movimentaram R$ 49 bilhões, cerca de 20% do mercado. Para isso, o banco precisa crescer cerca de 30% ao ano até 2012. O segmento de seguros, vida, previdência e capitalização também ganhou uma diretoria específica (ver mais na matéria ao lado). De onde virá o dinheiro Para fazer frente a esse plano de expansão, o Banco do Brasil pretende levantar recursos no mercado de capitais. Seja com uma nova oferta de ações de emissão do próprio banco, que deve ocorrer até o fim do ano, ou ainda com a abertura de capital da VisaNet, empresa da qual é sócio, que, segundo a estimativa mais conservadora do BB, deve ocorrer no início do segundo semestre, assim que concluída o IPO da Visa International. O BB reestruturou ainda sua área de logística bancária, criando uma unidade de suporte operacional. Com isso, espera uma economia de R$ 47 milhões só neste ano, além de um ganho adicional com a transferência de 140 funcionários do backoffice para a linha de frente. O Banco do Brasil quer ser líder em seguro e previdência. Em capitalização já é o maior, porém tem a concorrente Bradesco Capitalização colada, ameaçando mês a mês. Porém, nos outros segmentos, ele é superado por quase todos os seus concorrentes bancários. “As seguradoras já têm dez anos de vida. Tempo suficiente para se tornarem líderes”, disse Antonio Francisco de Lima Neto, presidente do Banco do Brasil. Ele realmente está determinado a elevar a penetração de seguros e previdência na base de 36 milhões de clientes do banco. “Apenas capitalização temos uma penetração acima de 25%. Nas outras é bem inferior a 5%”, diz Milton Luciano dos Santos, vice-presidente de varejo e distribuição do BB. E todos os executivos das cinco empresas do grupo — Brasilprev, Brasilveículos, Brasilsaúde, Brasilcap, Aliança do Brasil — e também Ricardo Flores, responsável por todas elas, já perceberam o peso do desafio. Ontem, Lima Neto esteve na sede da Brasilprev, empresa de previdência privada em parceria com a Principal e Sebrae. Disse aos principais executivos e também a mais de 320 diretores das regionais, a importância da área de seguridade. “Nós devemos ter um resultado semelhante aos nossos concorrentes dessas áreas.” No Bradesco, por exemplo, 30% do lucro vem de seguridade. Até mesmo revisão societária está sendo estudada. Ao que tudo indica será na área de riscos patrimoniais, onde opera a Aliança do Brasil em sociedade com a Aliança da Bahia. Agora é preciso ir à luta. A Bra- silveículos, que tem como sócia a SulAmérica, por exemplo, fechou 2007 como a décima colocada no ranking, com prêmios de R$ 584 milhões. Mas é líder em rural, com R$ 137 milhões. Em vida e acidentes pessoais, sem VGBL, é o sexto maior, com R$ 622,5 milhões. A Brasilprev é a terceira maior, com R$ 3,3 bilhões. Hoje as empresas do grupo distribuem seus produtos por meio de gerentes de contas, um profissional responsável por cuidar de um imenso grupo de clientes e ofertar, em média, 25 produtos diferenciados. “Estamos reciclando o conhecimento destes profissionais em seguridade e também buscamos parcerias com canais alternativos de vendas e também com corretores independentes”, conta Flores. Aqui está um ponto que poderá determinar o sucesso ou o fracasso da operação. Para ter um cliente no longo prazo e garantir a sustentabilidade da operação, o correntista tem de ter simpatia pelos produtos e a percepção de que está fazendo um bom negocia, voluntariamente, sem contra partidas. Outra novidade foi o salto de R$ 52 milhões para R$ 90 milhões a verba em marketing, valor que será investido também pelos sócios. Alguns produtos foram reformulados e outros lançados, como a família ciclo de vida, que altera os investimentos em renda fixa e variável para o cliente de previdência. Outros serão lançados, como o seguro “flex” para automóvel, em abril. Tratase de um apólice de carro com um seguro prestamista. “Dessa forma o cliente não fica sem o seguro caso tenha um problema pontual de perda de renda e não possa pagar a mensalidade.” FUNDO DE PENSÃO AQUISIÇÃO RANKING Patrimônio da Previ cresce 30,36% e atinge R$ 138,7 bi LUCIA REBOUÇAS E REUTERS SÃO PAULO Acordo entre Standard e AEB no final REDAÇÃO SÃO PAULO Fundos DI são os que mais captam SILVIA ROSA SÃO PAULO A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, fechou 2007 com um patrimônio de R$ 138,7 bilhões, com uma elevação de 30,36% no ano reafirmando sua posição de maior do País. A renda variável, onde as aplicações do fundo fecham o ano em R$ 90,10 bilhões foi uma das principais responsáveis pelo crescimento com uma valorização de 50,94%. Segundo Sérgio Rosa, presidente do fundo, apesar de desinvestimentos em ações de R$ 5,364 bilhões no ano passado, a entidade continua desenquadrada em relação ao limite máximo permitido para os investimentos de ações, estabelecido pelo governo, que é de 50%. Este ano, apesar do expressivo ganho com a renda variável, a Previ prevê desinvestir outros R$ 5 bilhões.. Rosa disse que vai solicitar ao governo que avalie a possibilidade da Previ ser beneficiada por uma resolução emitida no ano passado pelo Conselho Monetário Nacional (nº 3456 de 2007), que permite aplicações em renda SÉRGIO ROSA Presidente da Previ variável acima de 50% do patrimônio, em casos específicos.. Ganho com Vale A Previ tem participação no capital de 20 companhias, que lhe renderam expressivas rentabilidades em 2007. O maior retorno foi obtido com sua posição de R$ 1,63 bilhão na Vale, de 90,41%.no acumulado ano. No total, a Previ detém investimentos de R$ 32,29 bilhões na Vale. O presidente da Previ, que também preside o Conselho de Administração da Vale, defendeu que a companhia mantenha a comercialização integral dos produtos mesmo após uma eventual compra da anglo-suíça Xstrata. “O contato com os clientes é fundamental para a Vale traçar seus investimentos de acordo com a demanda”., afirmou Rosa durante divulgação do balanço da Previ, ontem no Rio. Rosa disse, porém, que “no momento as negociações com a Xstrata não estão evoluindo a ponto de falar de qualquer tipo de fechamento”. As negociação em torno da compra da Brasil Telecom (BrT) pelo grupo Oi continuam, conforme o presidente da Previ, fundo que está no grupo de controle da Brasil Telecom (BrT) e tem participação relevante no capital do grupo Oi. Em 2007, a rentabilidade obtida pela Previ em sua participação na Brasil Telecom (R$ 607,8 milhões) foi de 44,54%. Na Tele Norte Leste Participações ( uma das empresas do grupo Oi), na qual a Previ tem investimento de R$ 794,2 milhões, a rentabilidade obtida pelo fundo, em 2007; foi de 8,12%. Rosa afirmou que expectativa é que o acordo entre os acionistas das duas empresas possam por fim aos litígios envolvendo o grupo Opportunity, um dos sócios da Brasil Telecom. O Standard Chartered PLC anunciou que recebeu todas as aprovações necessárias para a conclusão da aquisição do American Express Bank Ltd (AEB), empresa pertencente à American Express Company. O montante total em espécie considerado para a aquisição é de US$ 823 milhões. A aquisição do AEB proporciona ao Standard Chartered a oportunidade de acrescentar capacidades, escala e impulso a suas áreas estrategicamente importantes de instituições financeiras e entidades bancárias privadas. A aquisição acrescentará dezenove mercados à rede do Standard Chartered, aprofundará sua presença em alguns grandes mercados e proporcionará acesso a vários novos mercados em crescimento. O AEB também aumentará a presença do Standard em seus mercados mais importantes, como Cingapura, Hong Kong, Índia e Oriente Médio. A aquisição aumentará também as capacidades do Standard em centros como Genebra, Nova Iorque e Londres. A recuperação da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) no mês de fevereiro deste ano, que fechou com valorização de 6,16% e acumula alta 0,94% no ano, ajudou a impulsionar a rentabilidade dos fundos de investimento em ações. Segundo dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), o fundo de ações Ibovespa Indexado acumula valorização de 2,23% no ano, até 27 de fevereiro. A maior rentabilidade na categoria ficou com os fundos Setoriais Telecomunicações, que acumulam alta de 9,70% no período. Na categoria multimercado, os fundos que aplicam em renda variável e utilizam alavancagem apresentam a melhor performance, com valorização de 6,02%. Já na Renda Fixa, as carteiras com alavancagem registraram melhor desempenho, acumulando alta de 1,97% no ano. Os fundos Referenciados DI apresentaram rentabilidade positiva de 1,65%, enquanto os fundos Referenciados outros acumulam valorização de 2,71%. A categoria Curto Prazo apresenta retorno positivo de 1,64%. Captação acumulada Os fundos de investimento Referenciado DI lideram a captação no ano até o dia 27 de fevereiro, com aporte de R$ 10,8 bilhões, e patrimônio de R$ 182,6 bilhões, o que corresponde a 15,63% do total da indústria de fundos. Em seguida, aparecem os fundos da categoria Curto Prazo, cujas aplicações somam R$ 9,86 bilhões no período e patrimônio de R$ 38,098 bilhões. Os fundos de Renda Fixa apresentam captação positiva de R$ 8,284 bilhões, com patrimônio de R$ 365,4 bilhões. Por outro lado, os fundos multimercado apresentaram resgate de R$ 9,759 bilhões no ano, somando patrimônio de R$ 269,26 bilhões, com participação de 23% na indústria de fundos brasileira. Os fundos de ações também acumulam resgates de R$ 250 milhões no ano, com patrimônio líquido somando R$ 145,4 bilhões, o que representa 12,44% do patrimônio da indústria de fundos. CRÉDITOS DE CARBONO OFERTAS PÚBLICAS Clean Planet negocia com a OGK REUTERS MOSCOU A produtora russa de energia, OGK-6, vendeu cerca de ¥4,5 milhões (US$ 6,83 milhões) de certificados de redução de emissões de gases de efeito estufa (créditos de carbono) no âmbito do Protocolo de Kyoto, para o Clean Planet Group, com sede na Grã-Bretanha, informou sua controladora ontem. O Protocolo de Kyoto é um tratado internacional destinado a lutar contra o aquecimento global por meio do comprometimento de vários países desenvolvidos de reduzir em 5% a emissão de gases estufa no período de 2008-2012, em compa- ração com os níveis dos anos 90. Segundo o mecanismo de implementação conjunta (IC) do protocolo, os países ricos podem investir em projetos de redução de emissões em ex-países comunistas em desenvolvimento, e contabilizar as reduções como suas. O acordo com a OGK-6 é para 550 mil créditos, que representarão uma redução de 550 mil toneladas em emissões de dióxido de carbono, a ser alcançada por meio da instalação de um conjunto de turbinas mais limpas e eficientes em sua usina de Kirichskaya. Segundo Alexei Selyakov, vice-diretor da empresa, “a OGK-6 considera o Protocolo de Kyoto um mecanismo para o co-financiamento de nossos programas de investimentos, e não perderemos essa oportunidade.” Os intermediários no mercado de carbono, como o Clean Planet Group, organizam ou investem em projetos de redução de emissões, e vendem os créditos de carbono resultantes para os países ou empresas que precisam reduzir suas emissões. Após dois anos de atrasos, o governo russo colocou em ação em janeiro os mecanismos legais para as empresas criarem créditos de carbono na Rússia, que tem o potencial de se transformar na maior fonte de créditos depois da China. Os intermediários e espe- culadores ocidentais já injetaram milhões no mercado russo, antecipando um possível mercado de ¥ 3 bilhões (US$ 4,4 bilhões). Doze firmas expressaram seu interesse no leilão de crédito da OGK-6, revelou o informe. A empresa finlandesa de utilidade pública, Fortum, foi a primeira a assinar um importante acordo segundo os novos mecanismos na Rússia, no mês passado, ao adquirir mais de 5 milhões de créditos, no valor de mais de US$ 100 milhões, de outra produtora de eletricidade, TGC-1. A controladora da OGK-6, Unified Energy System, informou estar ansiosa para trabalhar conforme a programação de Kyoto. Começam amanhã reservas da Redecard LUCIANO FELTRIN SÃO PAULO Os investidores de varejo que quiserem participar da oferta pública secundária de ações da Redecard tem de se apressar. O início do período de reservas para aderir à operação começa amanhã e terminará no próximo dia 11. Um dia após ocorrerá a definição do preço de cada ação colocada à venda. O valor mínimo para fazer reservas dos papéis é de R$ 3 mil e o máximo, R$ 300 mil. Entre 10% e 15% das ações devem ficar com pequenos investidores. A oferta secundária da Redecard envolverá a negociação de um lote inicial de 40 milhões de ações ordinárias que o Citibank detém na empresa. Entretanto, caso haja excesso de demanda de investidores, um lote suplementar com mais 15% de ações — ou cerca de 6 milhões de outros papéis do banco — poderá ser incluído na operação. Considerando a cotação de fechamento de ontem, quando as ações foram negociadas a R$ 27,23, a operação deve movimentar R$ 1,2 bilhão. O IPO (oferta pública inicial de ações) da credenciadora das bandeiras Diners Club e Mastercard no País movimentou R$ 4,6 bilhões em julho do ano passado.
Slide 17: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | B5 GOVERNANÇA CORPORATIVA BALANÇO SOCIAL Bradesco Seguros e Previdência fatura R$ 21,5 bilhões em 2007 RODRIGO CAPOTE/GAZETA MERCANTIL Bradesco pagou R$ 13,9 bi em indenizações e aposentadoria Em saúde, grupo desembolsou R$ 3,4 bi em 41 milhões de atendimentos médicos DENISE BUENO SÃO PAULO A Bradesco Seguros e Previdência divulga amanhã seu balanço social. “Os números mostram o que devolvemos à sociedade. Ou seja, os riscos cotidianos que os segurados preferiram repassar para a seguradora e que efetivamente aconteceram, seja de sua saúde, de seu patrimônio ou mesmo de seu futuro”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do maior grupo segurador do Brasil e também da América Latina. Em 2007, a Bradesco faturou R$ 21 bilhões. Considerando-se o ganho financeiro, o resultado sobe para R$ 29 bilhões. As indenizações, resgates de planos de previdência e pagamento de aposentadorias totalizaram R$ 13,9 bilhões, acima dos R$ 12,3 bilhões em 2006. Em saúde, o grupo pagou R$ 3,4 bilhões referentes ao atendimento de 41 milhões de procedimentos médicos. “Pouco mais de 15 eventos por segurados. O que mostra a demanda e o papel social da saúde suplementar”, frisa Trabuco. Na área de bens patrimoniais e responsabilidade civil, as indenizações totalizaram R$ 2,59 bilhões, com 387 mil atendimentos. Em previdência e vida, onde são considerados benefícios, pecúlios, aposentadoria, resgates e seguros prestamistas, o grupo desembolsou R$ 6,4 bilhões para atender a solicitações de 644,3 mil pessoas. De acordo com Trabuco, poder dar esse retorno à sociedade e também ser rentável é fruto de ser uma seguradora com presença em todo o Brasil, o que lhe garante ter uma market share de 25,3%. O lucro líquido do grupo em 2007 foi de R$ 2,3 bilhões, o que chega a representar 30% do resultado do banco. “Estamos preparados para o futuro. 2007 foi um ano em que se buscou equilíbrio harmônico entre todos os ramos, que passaram por ajustes. Em saúde, por exemplo, tivemos aumento das provisões, o que nos deixou preparado para o futuro, para o aumento da competição com a evolução do mercado interno.” Para 2008, Trabuco diz que por ser uma seguradora multilinhas, o foco está em todas as direções: saúde, ramos elementares, capitalização, além de vida e previdência. O objetivo é crescer acima de 12%. A novidade neste ano é a criação da quinta área de atuação do grupo segurador: a Bradesco Dental. O produto era vendido por meio da Bradesco Saúde e agora ganhou vida própria e já começa com 735 mil clientes em apólices grupais. Em quase todas as áreas a Bradesco detém a liderança ou vice liderança. VGBL, um produto de acumulação de renda, movimentou prêmios de R$ 8,4 bilhões, com 41% do mercado e 63% das vendas de seguro no grupo. Em automóvel ocupa a segunda posição, com prêmios de R$ 1,8 bilhão. Sua participação neste segmento é de 13,8% e o produto representa 14% do mix de seguros. Vida e acidentes pessoais a receita de prêmios foi de R$ 1,7 bilhão, com 16,4% de participação, que representa cerca de 12,6% das vendas de seguros. Um produto que destoa dentro do grupo é o seguro prestamista, aquele que garante o pagamento de uma dívida em caso de morte ou invalidez do titular. Apesar de o banco Bradesco ser o maior banco privado em crédito, a seguradora ocupa o oitavo lugar no ranking de prestamista, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), com prêmios de R$ 94 milhões. É superada pela Mapfre, Santander, Tokio Marine (ABN Amro Real), Unibanco AIG, HSBC, Cardif e Banco do Brasil. Porém, está à frente do principal concorrente, o Banco Itaú, com prêmios de prestamista de R$ 80 milhões. “Começamos a atuar neste segmento há menos de dois anos e acreditamos que vamos crescer aceleradamente”. Segundo ele, 2008 será um ano mais competitivo do que os outros anos. “Só o recente aumento do salário mínimo vai injetar R$ 20 bilhões na economia. Isso significa dizer que o perfil de renda está mudando e isso possibilita que o consumidor possa comprar seguro. Todos os operadores estão atentos a isso e preocupados em desenvolver produtos com cobertura e preço adequados.” Das 100 maiores empresas do País, 40 são clientes no ramo corporativo e 38 em saúde. Das 100 maiores empresas, 40 são nossas clientes, diz Trabuco Outra arma para enfrentar a concorrência é treinar seus profissionais e corretores. O programa Universeg completou três anos. No ano passado, o curso registrou 92 mil participações, sendo 76 mil presenciais e 15,8 mil online. Também formou a primeira turma de MBA in Company, em parceria com o IBMEC. MAPA DO TEMPO Chuva beneficia a cultura do algodão no oeste da Bahia CAPITAL ABERTO PARA MAIS INFORMAÇÕESCOMPLETAS ABERTO ACESSE: gazetamercantil.com.br/capitalaberto TABELAS SOBRE CAPITAL EM FORMATO ORIGINAL NO:
Slide 18: B6 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL BOLSAS NACIONAIS CÓDIGOS USADOS NAS TABELAS l: Preço por ação. *: Cotação ou preço de exercício por lote de mil. $: Opções referenciadas em dólar. @: Empresas que participam do Índice Bovespa. &: Referenciadas em IGP-M. Todas as cotações referem-se às negociações no período diurno. 25/02 5.141.286.081 BOLSAS - RESUMO DAS OPERAÇÕES - EM 3/3/2008 LOCAL . . 26/02 7.105.769.122 27/02 7.246.336.497 28/02 VOLUME (EM R$) 5.939.642.212 29/02 03/03 No dia 5.524.171.350 64.490 21.231 17.914 6.524 8.213 1.348 9.593 5.494 1.953 10.020 18.559 -14,65 Variação % No mês -14,65 No ano 8,78 S.Paulo . . 6.472.498.286 63.489 21.034 17.467 6.435 8.078 1.331 9.507 5.409 1.930 9.908 18.223 ÍNDICE 65.555 21.886 17.630 6.615 8.262 1.369 9.917 5.519 1.996 10.161 18.818 No dia 1,58 0,94 2,56 1,38 1,67 1,28 0,90 1,57 1,19 1,13 1,84 No mês 1,58 0,94 2,56 1,38 1,67 1,28 0,90 1,57 1,19 1,13 1,84 No ano 0,94 -1,41 3,52 -4,06 -5,11 10,22 -1,65 0,59 -2,88 5,37 4,29 Ibovespa 65.000 65.182 65.494 IBrX 21.504 21.609 21.781 IEE 17.469 17.665 17.697 IGC 6.492 6.536 6.580 ITAG 8.066 8.173 8.252 ITEL 1.370 1.369 1.381 IBrX 50 9.743 9.787 9.866 IVBX-2 5.513 5.526 5.550 ISE 1.954 1.977 1.998 FGV 100 10.058 10.091 10.143 FGV 100-E 18.737 18.811 18.897 Fontes: Bovespa, FGV e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO - EM 3/3/2008 . MERCADO A VISTA - COTAÇÕES UNITÁRIAS - (Continuação) . MERCADO A VISTA - COTAÇÕES UNITÁRIAS - (Continuação) Negs. Real. N.º Qtde. 8 701 31 10 269 639 3 197 1 1 3 15 1 68 2.415 20 4 680 1 41 9 17 9 197 110 128 3 21 29 4 533 1.218 54 1 16 85 909 7 50 90 25 239 1.142 172 97 67 3 3 80 1 71 45 81 5 1.437 2.912 15 2 1.249 1.621 6 1.647 1 275 1 79 2 105 69 207 110 14 52 330 29 1 112 261 35 2.074 2 617 5.655 19 989 10 1.460 62 20 63 3 2 50 25 35 122 106 4 399 206 13 3 1 294 39 6 27 49 4 26 23 225 27 39 3.839 35 2.674 10 38 943 7 52 618 534 88 14 18 10 7 488 4 3 37 488 144 7 1.583 1.249 35 116 19 36 21 1 17 284 177 282 4 66 1 1 8 4 14 120 8 17 8 179 43 90 10 326 112 8 99 1.257 2.348 609 4.400 955.500 107.000 2.000 68.200 718.200 500 57.600 100 500 500 4.500 100 45.400 1.757.500 10.500 400 1.160.300 10.000 18.100 130.000 4.100 6.800 90.000 89.600 218.200 1.800 30.500 99.200 4.800 498.800 1.246.900 41.100 100 201.700 152.800 583.900 12.400 139.500 300.100 15.000 123.800 2.338.600 305.700 131.900 438.300 400 10.100 340.000 500 80.600 25.900 109.900 700 849.200 3.646.200 4.400 200 1.304.700 1.697.200 1.700 1.340.400 100 155.000 100 297.800 200 276.500 150.400 157.700 205.000 3.700 206.400 407.600 25.200 2.000 87.400 232.000 36.700 1.331.500 300 337.400 4.070.100 7.400 962.300 2.200 797.700 90.000 52.600 25.200 300 300 85.000 36.700 121.900 145.200 58.500 500 446.900 54.200 181.300 4.000 10.000 399.600 98.000 38.000 63.700 160.800 5.100 8.800 30.600 330.900 21.500 10.700 2.638.800 76.300 7.417.600 55.000 269.000 3.010.100 2.000 41.900 17.523.200 979.100 156.700 16.000 98.000 62.900 31.000 223.000 600 5.000 25.000 662.800 461.400 900 1.587.600 975.000 67.900 183.400 435.000 117.300 8.500 300 9.000 299.000 662.500 448.400 1.200 99.500 200 500 1.700 5.000 32.000 100.200 3.000 76.800 1.300.000 147.200 16.500 30.700 1.700 606.100 97.000 6.300 160.700 833.100 2.308.900 276.800 . Alterações no Pregão de 3/3/2008 ALL AMER LAT (ALLL-N2) - Debêntures da 5ª emissão, série única, ex-juros. ALTERE SEC (ALTR) - CRIs da 1ª emissão, 2ª série, ex-juros e ex-amortização. AMPLA ENERG (CBEE) - Debêntures da 3ª emissão, 1ª série, ex-juros e deixaram de ser negociadas em razão de seu vencimento. Debêntures da 3ª emissão, 2ª série, ex-juros. BANESTES (BEES) - Ações nominativas, ex-juros mensal. BANCO DO BRASIL (BBAS-NM) - Deixaram de ser negociados os recibos de subscrição (BBAS11). BRASKEM (BRKM-N1) - Debêntures da 14ª emissão, série única, ex-juros. BRAZILIAN SC (BSCS) - CRIs da 1ª emissão, 46ª série, ex-juros e ex-amortização. CCR RODOVIAS (CCRO-NM) - Debêntures da 2ª emissão, série única, ex-juros e ex-amortização. CEMAR (ENMA-MB)/CONCEPA (CNCP)/COSERN (CSRN)/CPFL ENERGIA (CPFE-NM)/EBE (EBEN)/MRS LOGIST (MRSA-MB) - Debêntures da 3ª emissão, série única, ex-juros. CENTENNIAL ASSET CORUMBÁ PARTICIPAÇÃO EM MINERAÇÃO S.A. - Início de negociação com as ações de emissão dessa empresa, cotadas em R$ por ação e com lote-padrão de negociação de cem ações. O nome de pregão é CENT CORUMBA e o código de negociação CTMN3 (ON - Isin BRCTMNACNOR9). COMPANY (CPNY-NM) - Debêntures da 3ª emissão, série única, ex-juros. COPEL (CPLE) - Debêntures da 4ª emissão, série única, ex-juros. ECONORTE (ECNT) - Debêntures da 1ª emissão, série única, ex-juros. ELEKTRO (EKTR) - Debêntures da 2ª emissão, 2ª série, ex-juros. FDC BANCOOB (BCOB-MB) - Cotas seniores da 1ª série, ex-amortização. FDC BMC PREM (BMCV) - Cotas seniores da 1ª e 2ª séries, ex-amortização. As cotas seniores da 1ª série deixaram de ser negociadas em razão de seu vencimento. FDC CATAGUAZ (FDCL-MB)/FDC ENERGISA (FENE-MB)/FDC FURNAS I (FRNI) - Cotas seniores, ex-amortização. FDC FATOR (ATPN-MB) - Cotas seniores da 1ª emissão, 1ª série, ex-amortização. FDC OURINVES (ORVT-MB) - Cotas seniores da 3ª série, ex-amortização. FII A BRANCA (FPAB)/FII ABC IMOB (ABCP)/FII ALMIRANT (FAMB-MB)/FII ANCAR IC (ANCR-MB)/FII BB PROGR (BBFI-MB)/FII EUROPAR (EURO)/FII HG SHOP (HGBS)/FII HOTEL MX (HTMX-MB)/FII JK IMOB (FJKI)/FII LOURDES (NSLU-MB)/FII OURINVES (EDFO-MB)/FII TORRE AL (ALMI-MB) - Cotas ex-rendimento. GAFISA (GFSA-NM) - Debêntures da 4ª emissão, série única, ex-juros. ITAUBANCO (ITAU-N1) - Ações escriturais, ex-dividendo mensal. P.AÇUCAR-CBD (PCAR-N1) - Debêntures da 6ª emissão, 1ª e 2ª séries, ex-juros. SABESP (SBSP-NM) - Debêntures da 7ª emissão, 1ª e 2ª séries, ex-juros. RIO BRAVO (RBRA-MB) - CRIs da 1ª emissão, 33ª e 42ª séries, ex-juros e ex-amortização e da 34ª série subordinada, ex-remuneração. SANESALTO (SNST) - Debêntures da 2ª emissão, série única, ex-juros. TELEMAR N L (TMAR) - Debêntures da 1ª emissão, 1ª e 2ª séries, ex-juros. ULTRAPAR (UGPA-N1) - Debêntures da 1ª emissão, série única, ex-juros, ex-amortização final. Deixaram de ser negociadas em razão de seu vencimento. WTORRE NSBC (WTNS) - Cotas ex-juros ex-amortização. . . Cód. . Emp./Ação Brasilagro ON NM Braskem ON N1 Braskem PNA N1 Braskem PNB N1 Brasmotor ON Brasmotor PN Brb Banco PN ED Buettner ON Buettner PN Cacique ON Cacique PN Cambuci PN Capitalpart ON MB Caraiba Met PNC Casan ON Casan PN Cc Des Imob ON NM Ccr Rodovias ON NM CEB ON CEB PNA CEB PNB Cedro ON N1 Cedro PN N1 Celesc ON N2 Celesc PNB N2 Celg ON Celm ON Celpa PNA Celpa PNC Celpe ON Celpe PNA Celpe PNB Celul Irani ON Celul Irani PN Cemat ON I07 Cemat PN I07 Cemig ON N1 Cemig PN N1 Cesp ON N1 Cesp PNA N1 Cesp PNB N1 Chiarelli ON Chiarelli PN Cia Hering ON NM Cimob Part ON Cimob Part PN Cobrasma ON Cobrasma PN Coelba ON Coelba PNA Coelce ON Coelce PNA Comgas ON Comgas PNA Company ON NM Confab PN N1 Const A Lind ON Const A Lind PN Contax ON Contax PN Copasa ON NM Copel ON Copel PNA Copel PNB Cor Ribeiro PN Cosan ON NM Cosan Ltd DR3 Cosern ON Cosern PNA Cosern PNB Coteminas ON Coteminas PN Cpfl Energia ON NM CR2 ON NM Cremer ON NM Cruzeiro Sul PN N1 Csu Cardsyst ON NM Cyre Com-Ccp ON NM Cyrela Realt ON NM D H B ON D H B PN Dasa ON NM Datasul ON NM Daycoval PN N1 Dimed ON Dimed PN Dixie Toga PN Doc Imbituba ON Doc Imbituba PN Docas ON Docas PN Dohler ON Dohler PN Drogasil ON NM Dtcom-Direct ON Dufrybras DR3 Duratex ON N1 Duratex PN N1 Ecodiesel ON NM Elekeiroz ON Elekeiroz PN Eletrobras ON N1 Eletrobras PNA N1 Eletrobras PNB N1 Eluma PN Emae PN Embraer ON NM Encorpar ON Encorpar PN Energias Br ON NM Energisa ON Energisa PN Equatorial UNT N2 Est Piaui ON Estacio Part UNT N2 Estrela ON Estrela PN Eternit ON ED NM Even ON NM Excelsior PN Eztec ON NM Fab C Renaux ON Fab C Renaux PN Fer Heringer ON NM Ferbasa PN Fibam ON Fibam PN Forja Taurus ON Forja Taurus PN Fosfertil PN Fras-Le ON N1 Fras-Le PN N1 Gafisa ON NM Generalshopp ON NM Ger Paranap ON Ger Paranap PN Gerdau ON ED N1 Gerdau PN ED N1 Gerdau Met ON ED N1 Gerdau Met PN ED N1 Globex ON GOL PN N2 Gp Invest DR3 Gpc Part ON Gradiente ON Grazziotin ON Grazziotin PN Grendene ON NM Gtd Part ON MB Gtd Part PN MB Guarani ON NM Guararapes ON Guararapes PN Gvt Holding ON NM Habitasul PNA Helbor ON NM Hercules ON Hercules PN Hoteis Othon PN Ideiasnet ON NM Ienergia ON Ienergia PNA Iguacu Cafe ON Iguacu Cafe PNA Iguacu Cafe PNB Iguatemi ON NM Inds Romi ON NM Indusval PN N1 Inepar ON Inepar PN Inepar Tel ON Inpar S/A ON NM Invest Bemge ON Invest Bemge PN Invest Tur ON NM Iochp-Maxion ON N1 Itaubanco ON EDJ N1 Itaubanco PN EDJ N1 Itausa ON EDJ N1 Itausa PN EDJ N1 Itautec ON J B Duarte ON J B Duarte PN JBS ON NM Jhsf Part ON NM Joao Fortes ON Josapar ON Josapar PN Kepler Weber ON Klabin S/A ON N1 Klabin S/A PN N1 Klabinsegall ON NM Kroton UNT N2 La Fonte Par ON La Fonte Par PN La Fonte Tel ON La Fonte Tel PN Laep DR3 Leco ON Leco PN Light S/A ON NM Lightpar ON Livr Globo ON Livr Globo PN Lix Da Cunha ON Lix Da Cunha PN Localiza ON NM Log-In ON NM Lojas Americ ON Lojas Americ PN Lojas Renner ON NM Lopes Brasil ON NM Lupatech ON NM M G Poliest ON M.Diasbranco ON NM Mangels Indl ON N1 Mangels Indl PN N1 Marambaia ON Marcopolo ON N2 Marcopolo PN N2 Marfrig ON NM Marisa ON NM Marisol ON Marisol PN Medial Saude ON NM Melhor Sp ON Melhor Sp PN Mendes Jr ON Mendes Jr PNA Mendes Jr PNB Merc Brasil ON Merc Brasil PN Merc Financ PN Merc Invest ON Merc Invest PN Met Duque PN Metal Iguacu ON Metal Iguacu PN Metal Leve PN Metalfrio ON NM Metisa PN Millennium ON Millennium PNA Millennium PNB Minasmaquina ON Minasmaquina PN Minerva ON NM Minupar ON Mmx Miner ON NM Mont Aranha ON Mpx Energia ON NM Mrs Logist PNA MB MRV ON NM Multiplan ON N2 Mundial ON Mundial PN Nadir Figuei ON ED Natura ON NM NET ON N2 NET PN N2 Nossa Caixa ON NM Nutriplant ON MA Abt. 14,49 14,21 0,89 5,80 9,20 28,60 31,00 41,70 16,99 14,00 31,99 9,10 11,00 29,99 32,10 37,97 38,50 48,00 0,25 9,64 0,19 23,15 37,80 41,99 15,16 5,50 71,99 49,95 25,75 28,15 27,93 28,89 25,35 8,61 8,00 9,60 36,98 11,38 14,70 12,81 4,93 11,30 26,80 32,65 17,65 12,50 50,00 2,85 1,23 39,00 12,60 2,38 37,94 31,90 34,69 6,01 24,31 21,50 25,03 25,30 12,00 18,95 37,50 26,20 9,20 18,64 14,55 10,30 1,50 7,08 13,39 8,50 6,85 21,25 57,00 104,99 8,94 83,50 5,09 32,51 14,49 45,49 55,40 72,50 73,03 31,50 29,28 62,00 2,02 4,80 99,11 86,29 20,35 0,20 0,25 11,83 58,89 54,90 36,10 9,00 11,00 0,46 0,72 5,99 0,74 0,47 27,50 17,25 19,30 41,79 0,68 12,80 37,00 39,65 42,79 16,98 10,80 0,18 0,14 6,59 6,55 7,90 0,37 5,80 10,90 25,50 0,91 5,40 1,02 24,90 47,90 3,00 3,15 19,41 11,11 15,21 15,21 33,51 31,60 53,00 0,19 21,00 35,60 4,60 6,10 6,84 16,40 6,60 2,97 20,70 92,89 40,00 17,38 1,00 0,57 0,97 31,00 22,10 0,11 8,69 9,00 900,01 1.015,00 39,20 20,40 2,55 2,45 17,01 18,80 24,50 - Min. 14,40 14,21 0,88 4,91 9,00 28,13 29,10 41,15 16,99 14,00 31,99 9,10 11,00 29,99 32,05 37,31 38,40 47,72 0,25 9,25 0,19 23,09 36,60 41,31 14,60 5,40 71,99 48,00 25,50 27,80 27,38 28,70 25,35 8,61 8,00 8,87 36,71 11,38 13,62 12,40 4,93 11,20 26,80 31,10 17,45 12,40 49,00 2,84 1,23 39,00 12,60 2,12 37,21 31,40 34,37 5,42 24,31 21,50 24,91 25,02 12,00 18,32 37,50 26,08 9,20 18,50 14,55 10,03 1,37 7,02 13,00 8,30 6,66 20,09 57,00 104,99 8,53 82,99 5,02 32,00 14,49 43,50 54,35 70,50 73,00 28,50 28,82 61,50 1,95 4,00 90,00 86,29 19,50 0,20 0,20 11,61 56,01 54,90 35,80 8,90 11,00 0,46 0,72 5,95 0,71 0,47 27,20 16,70 19,30 40,70 0,68 12,25 37,00 39,00 41,85 16,98 10,62 0,18 0,14 6,50 6,45 7,40 0,36 5,71 10,80 25,50 0,90 5,25 1,01 24,66 46,12 2,90 3,08 18,80 11,01 15,21 15,16 33,51 31,60 53,00 0,19 20,51 35,50 4,60 5,87 6,71 16,20 6,55 2,80 20,00 92,89 40,00 17,30 1,00 0,54 0,97 31,00 22,07 0,11 8,24 9,00 900,00 990,00 39,20 20,00 2,55 2,45 17,00 18,60 24,21 - Preços R$/ação Oscil. Ofertas Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda 14,40 14,53 0,90 5,09 9,20 28,69 30,98 41,77 16,99 14,00 32,00 9,79 11,00 30,43 33,01 37,88 38,45 48,12 0,25 9,38 0,19 23,13 37,91 41,95 14,89 5,54 72,00 48,63 26,00 28,03 28,26 29,49 25,80 8,61 8,00 9,09 38,01 11,42 14,07 12,60 5,06 11,54 27,74 31,66 17,70 12,60 49,75 2,84 1,25 39,00 12,68 2,21 37,42 31,59 35,42 6,13 24,60 21,50 25,93 26,24 12,03 18,53 37,50 26,90 9,20 18,75 14,78 10,32 1,48 7,31 13,11 8,42 6,90 20,65 57,63 104,99 8,82 84,98 5,06 34,45 14,73 46,40 56,36 73,51 75,40 29,93 29,18 62,01 1,96 4,33 96,03 86,29 19,98 0,20 0,20 11,69 56,71 55,34 36,35 10,21 11,14 0,47 0,72 6,12 0,74 0,47 27,80 16,92 19,30 41,31 0,68 12,55 37,09 40,16 43,02 17,49 10,82 0,18 0,15 6,73 6,50 7,54 0,37 5,87 11,10 25,84 0,91 5,40 1,08 25,56 46,47 2,98 3,17 18,99 11,24 15,44 15,56 34,88 31,87 53,93 0,19 21,01 35,79 4,60 6,02 6,78 16,58 6,97 2,81 20,23 92,89 40,00 17,37 1,10 0,55 1,06 31,01 23,09 0,11 8,48 9,23 912,08 1.001,47 40,05 20,44 2,57 2,56 17,71 19,08 25,24 14,49 14,70 0,91 5,80 9,30 29,03 31,90 41,99 16,99 14,00 32,00 10,99 11,00 30,95 33,55 37,97 38,50 48,44 0,25 9,64 0,19 23,40 38,50 42,30 15,16 5,60 72,00 49,95 26,40 28,15 28,79 29,95 26,99 8,61 8,98 9,60 38,49 11,80 14,79 12,81 5,15 11,74 28,29 32,65 18,10 12,85 50,00 2,85 1,28 39,00 12,99 2,38 37,94 31,90 36,15 6,73 27,50 21,50 26,98 27,30 12,50 18,95 37,50 27,89 9,20 19,10 15,00 11,00 1,53 7,47 13,39 8,50 7,00 21,26 59,89 104,99 9,05 86,99 5,09 35,19 14,85 47,39 57,91 74,20 77,44 31,50 29,65 62,80 2,19 5,00 99,11 86,29 20,35 0,20 0,25 11,90 58,90 56,00 36,70 11,00 11,20 0,47 0,72 6,30 0,76 0,47 28,00 17,29 19,30 41,79 0,70 12,89 37,50 42,00 43,63 17,50 10,98 0,18 0,16 6,86 6,55 7,93 0,39 5,94 11,33 26,19 0,92 5,40 1,10 26,41 47,90 3,00 3,30 19,47 11,39 15,66 15,85 35,57 33,00 55,00 0,19 21,29 36,80 4,60 6,13 6,86 16,80 7,15 2,97 20,90 92,89 40,00 17,39 1,26 0,57 1,20 31,18 23,40 0,11 8,75 9,91 919,80 1.015,00 41,55 20,80 2,62 2,70 18,15 19,36 26,10 14,40 14,68 0,91 5,06 9,20 28,50 29,10 41,90 16,99 14,00 32,00 10,90 11,00 30,64 33,55 37,82 38,40 48,21 0,25 9,25 0,19 23,40 38,50 42,00 14,90 5,58 72,00 48,70 25,90 27,80 28,75 29,90 26,99 8,61 8,98 9,00 38,31 11,80 13,93 12,45 5,15 11,60 28,25 31,50 17,50 12,80 49,00 2,84 1,24 39,00 12,65 2,19 37,50 31,40 36,08 5,47 27,50 21,50 26,70 26,78 12,50 18,40 37,50 27,89 9,20 18,72 15,00 11,00 1,43 7,45 13,26 8,35 6,91 20,09 58,00 104,99 8,70 85,00 5,09 34,49 14,85 46,11 56,30 72,49 75,90 30,00 29,65 62,80 1,96 4,30 98,99 86,29 19,90 0,20 0,20 11,70 56,50 56,00 36,50 9,46 11,20 0,47 0,72 6,30 0,72 0,47 28,00 16,70 19,30 41,35 0,69 12,48 37,10 42,00 43,34 17,50 10,93 0,18 0,15 6,65 6,52 7,40 0,39 5,88 11,20 25,70 0,92 5,40 1,08 26,41 46,20 3,00 3,14 18,85 11,39 15,30 15,70 35,01 32,70 54,00 0,19 21,00 36,75 4,60 5,87 6,74 16,44 7,02 2,80 20,49 92,89 40,00 17,39 1,26 0,54 1,00 31,17 22,07 0,11 8,50 9,90 918,00 990,00 40,50 20,70 2,57 2,56 18,10 19,22 25,86 -2,30 +2,37 +2,24 -11,22 -1,21 -4,27 +1,60 -4,55 -6,35 +1,58 +19,78 +22,22 +2,13 +4,19 +1,39 +0,43 -2,63 -5,00 +0,86 +1,31 +0,84 +1,01 +1,45 +0,41 +0,58 -4,13 +4,50 +3,46 +6,46 -6,41 +12,25 -5,75 +3,54 +3,50 -3,86 -1,73 +2,58 +2,20 +4,62 -1,56 -1,96 +0,78 -2,00 -3,72 +0,81 -25,25 -1,18 -1,56 +4,57 -9,58 -25,67 -4,44 +7,35 +7,98 +4,16 -2,64 -1,31 +6,45 +0,37 -6,25 +6,79 -2,05 +3,18 +0,53 -2,90 +0,87 -6,34 +3,57 -1,87 -3,76 +2,40 +0,39 +4,35 +2,55 -0,83 +1,88 +2,09 +1,87 -4,76 +1,26 +3,45 -2,00 -9,85 -0,12 -2,21 -2,41 +2,00 -1,32 +12,75 +2,85 +5,35 -5,26 +0,71 -1,18 +2,65 -0,36 +2,98 -3,25 +0,27 +5,84 +1,78 -2,72 +1,67 +5,88 +7,14 +1,21 -0,15 -5,12 +5,40 +2,79 +2,75 +0,78 +2,22 -1,81 -1,81 +6,06 +0,17 -5,36 +4,66 -5,27 +4,49 +0,65 +1,94 +4,28 +3,80 +1,31 -1,40 -0,13 -5,32 -4,12 -0,36 +4,77 -1,75 -1,01 -0,10 -6,97 -1,19 +28,57 -3,57 +2,04 +1,20 -4,45 +5,88 +2,00 -2,75 +2,53 +1,52 -0,77 +6,66 +4,92 +3,27 +5,55 11,00 14,01 14,47 11,11 0,96 0,89 0,10 7,40 9,50 5,05 0,30 20,00 6,00 6,00 9,20 28,46 29,00 29,10 22,10 21,00 36,00 41,50 20,00 16,00 13,00 31,50 29,50 35,00 33,00 10,00 7,02 30,40 33,42 37,33 37,20 48,21 0,25 0,22 9,20 0,15 0,15 0,22 0,19 30,21 31,51 24,01 23,10 37,50 41,55 14,80 5,58 263,00 300,00 65,00 46,11 25,90 27,81 26,00 28,54 30,00 29,80 26,00 8,70 8,50 8,50 7,80 9,00 38,31 11,50 13,64 12,45 5,15 11,37 28,25 20,00 30,00 31,40 17,40 12,80 48,00 2,60 2,00 1,24 19,00 16,20 36,00 12,65 2,18 37,15 30,10 36,00 5,46 27,50 21,00 26,70 32,00 26,70 30,00 12,02 18,40 25,00 25,00 27,10 9,00 8,81 18,64 15,01 10,50 5,64 1,43 7,37 13,15 8,31 6,91 0,50 0,66 20,04 57,01 102,00 9,51 8,69 84,50 5,03 34,36 10,00 33,07 46,10 56,16 70,50 74,61 28,63 29,55 62,30 1,96 4,29 83,01 19,90 0,19 0,17 11,65 56,30 53,04 36,50 9,46 10,90 0,52 0,47 0,70 6,30 0,72 0,46 8,01 10,00 27,20 16,70 18,43 27,00 41,03 0,68 12,42 10,00 10,00 765,00 36,50 39,31 43,34 17,45 10,93 58,01 0,17 0,14 6,65 6,40 7,40 25,00 28,00 0,38 6,00 5,87 10,82 25,70 1,01 0,90 1,00 5,31 0,51 1,08 26,20 46,20 10,00 10,00 2,85 3,08 18,85 11,27 15,30 15,70 34,82 32,70 54,00 0,19 20,50 1,08 35,50 4,12 5,87 6,73 16,30 7,02 2,05 2,72 20,49 40,00 40,00 36,02 38,50 40,50 16,95 16,11 6,01 1,00 0,54 20,00 0,85 1,00 30,50 23,10 0,11 0,11 0,08 3,00 150,00 8,47 9,45 918,00 99,00 990,00 0,02 40,50 20,52 2,57 2,49 1,30 18,04 19,50 19,22 25,86 10,01 11,70 14,85 14,68 12,00 1,15 0,91 25,50 24,80 10,65 10,69 5,45 0,60 500,00 15,00 12,00 9,26 28,61 50,00 30,80 39,90 29,30 33,90 39,00 41,90 63,00 100,00 17,00 14,00 39,00 32,00 44,00 46,00 50,00 10,80 11,00 30,64 33,55 37,82 38,40 48,30 0,26 0,26 9,25 0,25 0,20 33,00 42,01 25,00 23,40 38,50 42,00 14,90 5,59 7.000,00 550,00 72,00 48,70 26,10 28,49 28,75 100,00 29,90 27,00 9,70 9,70 9,70 8,50 9,55 38,40 11,80 13,93 12,65 5,25 11,60 28,29 32,10 31,50 17,50 12,85 50,00 66,98 2,80 2,70 1,25 37,00 25,00 35,00 39,00 12,90 2,19 37,50 31,50 36,08 5,47 28,00 22,50 26,90 35,99 26,80 47,00 12,50 18,45 45,00 37,99 27,89 9,50 9,19 18,72 19,98 11,09 6,94 1,48 7,45 13,26 8,50 7,03 0,70 20,09 58,00 120,00 105,00 10,00 8,75 85,00 7,00 5,07 34,49 14,90 36,00 36,00 46,40 56,30 72,49 75,90 30,00 29,65 62,80 2,10 4,40 99,00 85,99 20,25 0,20 0,20 11,70 56,50 55,90 36,60 9,50 11,29 0,70 0,48 0,72 6,31 0,75 0,47 12,00 13,50 11,55 28,00 17,00 19,00 41,35 0,69 12,48 775,00 37,10 42,50 43,40 17,50 10,94 68,50 0,18 0,15 6,66 6,52 7,60 29,50 30,00 0,39 15,90 5,88 11,20 26,20 2,80 0,92 2,99 3,10 5,40 1,12 26,41 47,90 3,40 3,14 18,90 11,39 15,60 15,80 35,01 33,00 55,00 0,20 21,00 36,75 4,70 6,05 6,74 16,44 7,08 2,80 20,50 94,90 92,90 46,00 46,00 18,95 17,30 1,26 0,56 26,00 1,99 1,02 31,18 22,07 24,50 0,35 0,12 0,09 8,50 9,90 919,80 109,99 1.009,00 41,40 20,70 2,64 2,56 18,10 32,00 19,29 25,98 11,50 Cód. . Emp./Ação Odontoprev ON NM Ogx Petroleo ON Ohl Brasil ON NM P.Acucar-Cbd ON N1 P.Acucar-Cbd PN N1 Panamericano PN N1 Panatlantica ON Panatlantica PN Par Al Bahia ON Par Al Bahia PN Parana PN N1 Paranapanema ON N1 Paranapanema PN N1 Patagonia DR3 Pdg Realt ON NM Perdigao S/A ON NM Pet Manguinh ON Pet Manguinh PN Petrobras ON Petrobras PN Petroflex ON Petroflex PNA Petropar ON Petropar PN Petroq Uniao ON Petroq Uniao PN Pettenati ON Pettenati PN Pibb CI Pine PN N1 Plascar Part ON Porto Seguro ON NM Portobello ON Positivo Inf ON NM Profarma ON NM Pronor PNA Pronor PNB Providencia ON NM Randon Part ON N1 Randon Part PN N1 Rasip Agro ON Rasip Agro PN Rede Energia ON Rede Energia PN Redecard ON NM Renar ON NM Renner Part PN Riosulense PN Rodobensimob ON NM Rossi Resid ON NM Sabesp ON EJ NM Sadia S/A ON N1 Sadia S/A PN N1 Sam Industr ON Sam Industr PN Sanepar PN Santander Br ON Santander Br PN Santanense ON Santanense PN Santos Brp UNT N2 Sao Carlos ON NM Sao Martinho ON NM Saraiva Livr ON N2 Saraiva Livr PN N2 Satipel ON NM Schlosser ON Schlosser PN Schulz PN SEB UNT N2 Seg Al Bahia ON ED Seg Al Bahia PN ED Semp ON Sid Nacional ON Slc Agricola ON NM Sofisa PN N1 Sondotecnica ON Sondotecnica PNA Sondotecnica PNB Souza Cruz ON Springer ON Springer PNA Springer PNB Springs ON NM Spturis ON Spturis PNA Spturis PNB Sul Amer Nac ON Sul America UNT N2 Sultepa ON Sultepa PN Suzano Papel PNA INT N1 Suzano Petr PN N2 Tam S/A ON N2 Tam S/A PN N2 Tarpon DR3 Tecel S Jose ON Tecel S Jose PN Tecnisa ON NM Tecnosolo ON Tecnosolo PN Tegma ON NM Tekno PN Tele Nort Cl ON Tele Nort Cl PN Telefonica DR3 Telemar ON Telemar PN Telemar N L ON Telemar N L PNA Telemar N L PNB Telemig Cl ON Telemig Cl PNB Telemig Cl PNC Telemig Cl PNE Telemig Cl PNF Telemig Cl PNG Telemig Part ON Telemig Part PN Telesp ON Telesp PN Tempo Part ON NM Tenda ON NM Terna Part UNT N2 Tex Renaux ON Tex Renaux PN Tim Part S/A ON Tim Part S/A PN Totvs ON NM Tractebel ON NM Trafo ON Trafo PN Tran Paulist ON N1 Tran Paulist PN N1 Trevisa PN Trisul ON NM Triunfo Part ON NM Trorion ON Trorion PN Ultrapar PN ED N1 Unibanco ON N1 Unibanco PN N1 Unibanco UNT N1 Unipar ON N1 Unipar PNA N1 Unipar PNB N1 UOL PN N2 Usiminas ON N1 Usiminas PNA N1 Usiminas PNB N1 Usin C Pinto PN V C P PN N1 Vale R Doce ON N1 Vale R Doce PNA N1 Vicunha Text PNA Vicunha Text PNB Vigor ON N1 Vigor PN N1 Vivo ON Vivo PN Vulcabras ON WEG ON NM Wembley ON Wetzel S/A ON Wetzel S/A PN Whirlpool ON Whirlpool PN Wiest ON Wiest PN Wilson Sons DR3 Wlm Ind Com ON Wlm Ind Com PN Yara Brasil ON Yara Brasil PN Abt. 44,50 19,34 37,00 8,70 14,00 30,00 9,30 14,50 15,35 34,00 25,00 41,50 0,90 0,92 98,03 81,80 16,50 16,70 14,70 14,70 14,00 94,32 13,00 5,88 63,50 1,53 27,60 2,00 2,16 7,57 16,90 16,00 0,59 8,50 26,00 2,08 23,39 39,20 40,50 9,65 9,56 0,62 0,70 2,60 0,22 25,00 14,40 28,16 31,10 10,80 4,45 39,40 23,50 63,60 25,90 11,45 49,88 7,00 16,00 1,08 27,00 5,15 26,79 10,26 35,71 19,45 0,95 9,10 19,51 76,00 26,06 47,00 65,78 42,33 118,00 91,00 114,90 52,53 44,84 48,10 6,60 11,45 31,00 0,58 9,31 6,95 52,81 21,15 40,00 41,49 10,43 6,70 4,05 63,40 21,70 10,20 23,05 2,59 1,62 8,60 101,50 98,47 52,00 58,85 49,90 3,01 12,80 10,18 22,59 38,50 34,30 3,50 0,92 19,70 24,02 25,35 - Min. 43,00 18,11 36,60 8,60 14,00 30,00 9,29 14,21 15,31 34,00 24,43 40,69 0,89 0,89 95,28 79,30 16,00 16,70 14,70 14,70 13,70 94,32 12,97 5,85 62,27 1,50 27,20 2,00 2,16 7,30 16,56 16,00 0,58 8,50 25,70 2,05 23,30 38,70 39,96 9,65 9,46 0,61 0,65 2,60 0,22 25,00 14,15 28,16 30,80 10,80 4,45 39,40 23,50 62,70 25,50 11,45 49,41 7,00 15,61 0,98 26,71 5,15 25,93 10,25 35,40 19,45 0,95 8,90 19,40 76,00 26,00 47,00 62,02 41,40 118,00 89,51 114,50 52,45 43,50 46,91 6,25 11,00 30,89 0,58 9,31 6,90 52,80 20,70 40,00 40,30 10,43 6,60 3,90 63,40 21,57 10,00 22,55 2,48 1,61 8,51 101,11 97,80 51,74 57,25 48,80 3,01 12,80 10,18 22,50 38,50 34,30 3,48 0,87 19,25 24,02 24,79 - Preços R$/ação Oscil. Ofertas Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda 43,70 18,48 36,91 8,98 14,00 30,00 9,31 14,51 15,38 34,00 24,62 41,21 0,90 0,91 98,29 81,07 16,36 16,70 14,84 14,79 13,71 95,81 13,02 5,98 63,71 1,52 27,83 2,00 2,16 7,45 16,66 16,15 0,59 8,50 26,70 2,09 23,39 39,38 40,59 9,65 9,66 0,62 0,67 2,60 0,22 25,08 14,31 29,64 31,17 10,84 5,49 39,40 23,50 64,47 26,23 11,73 50,43 7,04 15,98 1,01 26,97 5,20 26,56 10,32 36,05 20,48 0,98 9,01 19,59 76,00 26,02 47,73 64,60 41,95 118,00 91,18 114,94 52,87 44,17 47,33 6,36 11,19 30,99 0,58 9,76 7,18 53,51 21,04 40,00 40,97 10,75 6,69 3,94 63,91 21,70 10,16 23,09 2,59 1,62 8,60 105,83 101,83 53,00 58,26 49,58 3,07 12,97 10,40 22,68 41,37 36,77 3,55 0,92 19,56 24,02 25,14 45,00 19,34 37,10 9,04 14,00 30,00 9,35 14,75 16,00 34,00 26,44 41,67 0,90 0,94 100,20 82,70 16,50 16,70 14,89 14,80 14,00 96,70 13,10 6,10 64,97 1,53 28,15 2,00 2,16 7,64 16,90 16,41 0,59 8,50 27,27 2,10 23,48 40,50 41,00 9,65 9,75 0,63 0,70 2,60 0,22 25,20 14,48 30,29 31,30 11,32 5,99 39,40 23,50 65,16 26,50 11,85 51,39 7,95 16,00 1,08 27,01 5,20 26,85 10,49 36,68 20,55 1,03 9,10 19,74 76,00 26,06 48,99 65,78 42,59 118,00 93,69 114,98 53,74 44,84 48,67 6,60 11,45 31,00 0,58 9,94 7,36 54,17 21,35 40,00 41,69 10,75 6,75 4,10 64,81 21,79 10,20 23,45 2,59 1,63 8,70 107,26 103,20 54,75 59,35 50,13 3,15 13,17 10,70 23,00 44,99 40,00 3,62 1,00 19,90 24,02 25,35 43,95 18,28 36,80 9,03 14,00 30,00 9,30 14,70 15,40 34,00 26,44 41,67 0,89 0,90 98,20 80,90 16,00 16,70 14,89 14,80 13,70 95,60 13,00 5,95 64,50 1,51 28,15 2,00 2,16 7,30 16,80 16,25 0,58 8,50 27,00 2,09 23,48 40,15 40,08 9,65 9,67 0,61 0,66 2,60 0,22 25,10 14,27 29,67 30,80 11,32 5,02 39,40 23,50 64,97 25,50 11,85 50,25 7,00 15,61 0,98 27,00 5,20 26,50 10,40 35,98 20,30 1,00 9,00 19,60 76,00 26,00 47,21 65,75 41,85 118,00 91,40 114,98 53,00 44,50 47,02 6,30 11,38 31,00 0,58 9,80 7,25 54,15 20,80 40,00 41,00 10,66 6,68 3,90 63,90 21,79 10,15 23,45 2,48 1,63 8,60 106,79 103,00 52,56 58,30 49,64 3,08 13,00 10,60 22,90 44,99 39,50 3,61 0,88 19,64 24,02 24,79 -2,31 -3,84 +0,82 +4,39 -0,42 +1,44 +0,98 +0,59 +6,82 +1,36 -9,18 +2,27 +0,51 -0,67 -4,24 +0,90 +1,29 +1,02 -1,43 +0,63 +0,15 -1,16 +1,25 -5,62 +1,51 -3,84 +1,88 -3,83 +1,56 -1,69 +3,03 +3,84 +0,48 -0,88 +3,34 -0,29 +1,04 +1,15 -1,61 -1,49 -1,14 -0,90 +4,10 -1,25 +5,30 +7,95 +3,07 +2,96 -1,92 +4,86 +2,07 -12,50 -2,43 -3,92 +0,03 +0,18 +1,06 +1,40 +4,96 +5,26 -0,55 -1,70 -1,10 -2,27 +2,89 -0,85 +2,61 +0,43 +0,07 +0,95 -2,69 -4,54 -1,04 +1,75 +4,81 +4,46 +0,93 -0,23 +0,24 -0,83 -0,89 -4,87 +1,10 -0,50 +0,49 +2,40 -4,24 +0,61 +1,17 +5,21 +5,10 +0,17 -0,61 -0,44 +6,20 -1,29 +4,33 +0,65 +7,11 +7,62 +4,03 -7,36 +0,71 -3,92 -1,82 43,50 1,50 18,28 0,01 36,65 9,00 13,51 13,00 30,00 28,00 9,25 14,51 15,40 33,70 24,85 41,05 0,86 0,88 98,00 80,90 16,30 16,55 32,00 35,01 14,81 14,70 13,50 95,60 12,97 5,88 64,50 1,51 27,75 29,80 1,91 2,12 7,30 16,01 16,25 0,69 0,59 7,70 7,75 26,71 2,01 140,00 23,30 40,00 40,08 9,66 9,67 0,61 0,66 2,58 0,21 0,21 1,58 1,97 25,10 14,26 29,67 22,00 30,30 10,92 1,76 5,00 37,00 22,50 14,00 64,93 25,50 11,58 5,00 30,11 30,00 49,86 7,00 3,60 4,06 15,60 6,00 3,11 3,00 0,98 26,77 4,00 4,75 26,50 10,40 35,98 20,20 1,30 0,92 8,92 71,00 30,00 19,20 103,10 74,50 25,70 46,00 65,65 41,80 88,88 91,40 80,20 1.950,01 300,00 600,00 600,00 600,00 600,00 114,50 53,00 43,69 47,02 6,20 11,10 30,90 0,56 9,70 7,22 53,20 20,80 2,35 39,00 40,63 78,50 10,65 6,60 2,63 3,70 63,50 21,61 10,11 23,44 2,47 2,55 1,61 8,55 106,50 103,00 94,07 52,56 58,29 49,64 31,00 0,26 3,00 12,85 10,60 17,80 22,90 2,00 37,10 36,50 3,40 3,62 0,40 0,88 19,30 23,05 24,09 20,00 49,10 44,19 18,39 58,00 36,80 9,04 18,00 14,00 40,00 30,00 9,30 14,90 16,00 34,00 26,44 41,67 0,93 0,90 98,20 80,94 18,00 16,94 40,00 38,19 14,89 14,90 16,00 13,70 96,21 13,09 5,95 64,80 1,52 28,15 30,00 2,15 2,15 7,34 16,80 16,35 0,79 0,60 8,40 8,50 27,00 2,09 65,00 150,00 23,49 40,15 40,50 10,20 9,71 0,62 0,70 2,60 0,23 0,23 1,68 2,15 25,49 14,40 29,80 26,00 30,80 11,20 16,00 5,50 39,00 23,40 31,00 26,33 18,89 64,97 25,88 11,85 34,00 49,88 50,25 7,50 7,80 8,00 16,00 18,00 50,00 50,00 1,01 27,00 6,90 5,30 26,60 10,45 67,00 36,00 20,50 5,00 1,01 9,00 125,00 110,00 19,60 111,00 77,99 26,29 49,00 65,75 41,85 119,49 92,30 660,00 693,00 114,98 53,40 44,50 47,35 6,30 11,38 31,00 2,00 0,58 9,80 7,25 54,18 20,90 3,40 2,45 39,90 41,00 84,00 10,75 6,75 3,65 3,87 63,90 21,79 10,35 23,45 2,60 2,80 1,63 8,60 106,79 103,10 120,00 7,60 53,25 58,30 49,65 36,00 60,00 3,09 13,00 10,65 19,99 22,96 45,00 38,00 3,85 3,63 1,00 0,89 19,64 25,99 26,00 58,00 Negs. Real. N.º Qtde. 129 410 678 216 1 2 28 63 7 1 315 801 2 6 2.986 16.821 3 2 16 13 10 95 77 96 88 38 358 1 1 133 7 189 15 1 599 16 19 532 737 2 1.225 7 14 8 1 30 27 237 11 16 27 1 3 3.886 47 22 629 8 6 29 17 8 339 117 624 20 12 134 24 1 2 3 688 1.093 1 349 8 196 29 469 24 148 8 1 538 1.127 34 572 2 524 28 47 8 908 15 11 3.895 3 115 84 333 2.786 792 3.701 13.616 6 25 1.292 198 4 6 33 57 32 1 5 81.100 439.600 953.500 183.800 100 200 23.300 50.100 2.800 100 1.358.900 485.600 500 5.000 2.263.600 12.261.500 700 2.000 25.600 18.500 6.600 34.500 64.200 137.700 118.100 110.000 204.400 500 2.000 133.100 3.300 411.600 30.600 100 1.194.400 47.300 53.700 324.300 370.500 300 1.684.600 11.000 27.000 20.900 100.000 466.100 10.600 154.800 8.000 52.200 4.800 100 800 2.013.800 128.300 57.400 392.600 2.700 13.100 119.000 12.900 32.000 1.230.700 345.500 349.900 25.000 22.000 214.300 11.000 200 1.200 300 297.400 650.400 100 153.400 16.100 233.900 7.400 148.200 149.200 355.600 7.700 1.000 750.500 1.964.900 73.400 452.200 600 268.600 215.900 76.500 1.500 757.200 4.100 3.200 4.817.800 23.300 764.200 194.600 225.300 1.983.000 296.000 2.646.200 11.957.500 6.000 28.700 1.940.600 137.000 400 1.300 26.800 155.000 33.400 500 1.100 - AGRO3 BRKM3 @BRKM5 BRKM6 BMTO3 BMTO4 BSLI4 BUET3 BUET4 CIQU3 CIQU4 CAMB4 CPTP3B CRBM7 CASN3 CASN4 CCIM3 @CCRO3 CEBR3 CEBR5 CEBR6 CEDO3 CEDO4 CLSC3 @CLSC6 ODPV3 OGXP3 OHLB3 PCAR3 @PCAR4 BPNM4 PATI3 PATI4 PEAB3 PEAB4 PRBC4 PMAM3 PMAM4 BPAT11 PDGR3 @PRGA3 RPMG3 RPMG4 @PETR3 @PETR4 Alterações Previstas para o Pregão de 4/3/2008 BRADESCO (BBDS-N1) - Ações escriturais, ex-juros mensal e ex-dividendos complementares. FER HERINGER (FHER-NM) - Ações escriturais, ex-juros. ROSSI RESID (RSID-NM) - Ações escriturais, ex-desdobramento. . . CGOS3 CELM3 CELP5 CELP7 CEPE3 CEPE5 CEPE6 RANI3 RANI4 CMGR3 CMGR4 CMIG3 @CMIG4 Ações mais negociadas A vista Valor (R$/mil) 993.984 592.907 229.386 222.497 202.996 CESP3 CESP5 . A termo Part. (%) 18,91 11,28 4,36 4,23 3,86 @CESP6 . Ação Ação Petrobras PNl Petrobras PNl Brasil ONl ED NM Vale R. Doce PNAl N1 ALL Amér. Lat. UNT N2l Valor (R$/mil) 11.390 7.765 4.903 4.340 3.983 Part. (%) 11,74 8,00 5,05 4,47 4,10 Petrobras PNl Vale R. Doce PNAl N1 Gerdau PNl ED N1 Petrobras ONl Bradesco PNl N1 . . Futuro de Ações Venc. Valor (R$/mil) Part. (%) Ação OPC PETR PNl OPC PETR PNl OPC VALE PNAl N1 OPC VALE PNAl N1 OPC PETR PNl . Ação Opções P/exerc. (R$) Venc. 89,74 83,74 50,00 52,00 87,74 Mar./08 Mar./08 Mar./08 Mar./08 Mar./08 Valor (R$/mil) 15.922 12.467 12.389 11.225 10.942 Part. (%) 10,56 8,27 8,22 7,45 7,26 CCHI3 CCHI4 HGTX3 GAFP3 GAFP4 CBMA3 CBMA4 CEEB3 CEEB5 COCE3 COCE5 CGAS3 @CGAS5 PEFX3 PEFX5 PTPA3 PTPA4 PQUN3 PQUN4 PTNT3 PTNT4 PIBB11 PINE4 PLAS3 PSSA3 PTBL3 POSI3 PFRM3 PNOR5 PNOR6 PRVI3 RAPT3 RAPT4 RSIP3 RSIP4 REDE3 REDE4 RDCD3 RNAR3 RNPT4 RSUL4 RDNI3 RSID3 @SBSP3 SDIA3 @SDIA4 . . Resumo das operações realizadas N. negs. 149.261 18.167 522 167.950 8 1.995 46.101 21 13 16 46.151 5 216.109 40.873 89.827 10.463 132 122.254 116.743 134.082 61.182 8.808 9.261 33.280 50.333 110.861 75.617 . Discrim. Qtde./mil 8.597.958 6.682 467.586 9.072.226 (*) 2.351.802 133.556 279 3 1 133.840 (**) 11.557.870 43.368 123.816 144.434 200.679 235.791 232.322 253.613 240.610 7.946 196.763 30.899 176.920 242.488 209.731 Partic. Tot. (%) 74,39 0,05 4,04 78,49 20,34 1,15 1,15 100,00 0,37 1,07 1,24 1,73 2,04 2,01 2,19 2,08 0,06 1,70 0,26 1,53 2,09 1,81 Valor (R$/mil) 5.249.026,46 22.639,78 4.823,91 5.276.490,16 42,29 96.953,94 136.494,20 453,32 11.162,00 2.527,80 150.637,32 47,62 5.524.171,34 1.034.577,01 2.424.773,65 241.924,91 322,04 4.561.425,41 4.415.876,41 4.885.046,65 2.505.440,36 163.158,30 255.287,31 1.114.199,42 1.282.606,28 3.583.956,64 2.218.778,33 Partic. Tot.(%) 95,01 0,40 0,08 95,51 1,75 2,47 0,20 0,04 2,72 100,00 18,72 43,89 4,37 82,57 79,93 88,43 45,35 2,95 4,62 20,16 23,21 64,87 40,16 CPNY3 CNFB4 CALI3 CALI4 CTAX3 CTAX4 CSMG3 CPLE3 CPLE5 @CPLE6 Lote Padrão Fracionário Demais Ativos Total a Vista Ex Opções Compra Termo Opções Compra Opções Venda Opções Compra Índice Opções Venda Índice Total de Opções BOVESPA Fix TOTAL GERAL PARTIC. NOVO MERCADO PARTIC. NÍVEL 1 PARTIC. NÍVEL 2 PARTIC. BALCÃO ORG. TRADIC. PARTIC. IBOVESPA PARTIC. IBrX-50 PARTIC. IBrX-100 PARTIC. ISE PARTIC. ITEL PARTIC. IEE PARTIC. INDX PARTIC. IVBX2 PARTIC. IGC PARTIC. ITAG (*) 900 Ex Opções Compra (**) 47 BOVESPA Fix . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CORR4 @CSAN3 CZLT11 CSRN3 CSRN5 CSRN6 CTNM3 CTNM4 @CPFE3 CRDE3 CREM3 CZRS4 CARD3 @CCPR3 @CYRE3 FCAP3 FCAP4 SAPR4 SANB3 SANB4 CTSA3 CTSA4 STBP11 SCAR3 SMTO3 SLED3 SLED4 SATI3 SCLO3 SCLO4 SHUL4 SEBB11 CSAB3 CSAB4 SEMP3 @CSNA3 DHBI3 DHBI4 DASA3 DSUL3 DAYC4 PNVL3 PNVL4 DXTG4 IMBI3 IMBI4 DOCA3 DOCA4 DOHL3 DOHL4 DROG3 DTCY3 DUFB11 DURA3 @DURA4 Oscilações ECOD3 ELEK3 ELEK4 @ELET3 . Maiores altas Preço (R$) 1,26 50,90 11,00 6,00 10,90 9,46 8,98 3,99 8,90 11,10 Maiores baixas Osc. (%) 28,57 27,25 22,22 20,00 19,78 12,75 12,25 11,76 11,25 11,00 ELET5 Ação . Ação Elekeiroz ONl DTCOM-Direct ONl CEEE-D ON* MB Recrusul ON* Springer ONl Cambuci PNl Gradiente ONl Banese PNl Ecodiesel ONl NM Pet. Manguinh. ONl Preço (R$) 27,50 2,19 5,80 6,00 7,00 5,06 4,30 20,50 5,47 0,89 Osc. (%) 25,67 25,25 22,56 14,28 12,50 11,22 9,85 9,69 9,58 9,18 @ELET6 ELUM4 EMAE4 @EMBR3 Merc. Invest. ONl Gazola PN* Cemat PNl I07 Haga S/A ON* Cemat ONl I07 Habitasul PNAl Coteminas ONl Haga S/A PN* Arthur Lange ONl Tec. Blumenau PNA* . . Ibovespa . Maiores altas Preço (R$) 26,78 26,70 26,41 25,86 103,00 18,10 9,80 74,30 28,25 36,08 Maiores baixas Osc. (%) 7,98 7,35 6,06 5,55 5,10 4,92 4,81 4,64 4,62 4,57 Ação . Ação Telesp PNl Embraer ONl NM Brasil ONl ED NM Bradespar PNl N1 CCR Rodovias ONl NM Telemar PNl Petrobras PNl Vale R. Doce ONl N1 Aracruz PNBl N1 Vale R. Doce PNAl N1 Preço (R$) 47,02 18,40 27,80 43,43 28,50 41,85 80,90 58,30 12,17 49,64 Osc. (%) 2,69 2,64 1,66 1,29 1,21 0,85 0,67 0,61 0,49 0,44 Eletrobrás PNBl N1 Eletrobrás ONl N1 Light S/A ONl NM Nossa Caixa ONl NM Usiminas PNAl N1 Natura ONl NM TIM Part. S/A ONl B2W Varejo ONl NM Cyrela Realt ONl NM Duratex PNl N1 . . ECPR3 ECPR4 ENBR3 ENGI3 ENGI4 EQTL11 BPIA3 ESTC11 ESTR3 ESTR4 ETER3 EVEN3 BAUH4 EZTC3 FTRX3 FTRX4 FHER3 FESA4 FBMC3 FBMC4 FJTA3 FJTA4 FFTL4 FRAS3 FRAS4 @GFSA3 SLCE3 SFSA4 SOND3 SOND5 SOND6 @CRUZ3 SPRI3 SPRI5 SPRI6 SGPS3 AHEB3 AHEB5 AHEB6 SASG3 SULA11 SULT3 SULT4 SUZB5 SZPQ4 TAMM3 @TAMM4 TARP11 SJOS3 SJOS4 TCSA3 TCNO3 TCNO4 TGMA3 TKNO4 TNCP3 TNCP4 TEFC11 @TNLP3 @TNLP4 TMAR3 @TMAR5 TMAR6 TMGC3 TMGC6 TMGC7 TMGC11 TMGC12 TMGC13 TMCP3 @TMCP4 TLPP3 @TLPP4 TEMP3 TEND3 TRNA11 TXRX3 TXRX4 @TCSL3 @TCSL4 Índices Comportamento no dia - em pontos FGV100 9.860 10.035 10.020 9.975 66 32 2 100 . FGV100E 18.170 18.599 18.559 18.434 69 28 3 100 IBOVESPA 63.496 63.158 64.643 64.490 64.143 64.128 52 12 64 IBrX 21.034 20.855 21.346 21.231 21.166 21.153 77 22 1 100 IBrX 50 9.508 9.415 9.650 9.593 9.565 9.557 40 11 51 IEE 17.510 17.490 17.919 17.914 17.714 17.743 12 2 1 15 IVBX-2 5.410 5.382 5.504 5.494 5.463 5.465 40 11 51 IGC 6.435 6.400 6.538 6.524 6.490 6.490 106 59 11 4 180 Aber tura Mínimo Máximo Fechamento Média Aritmética Média Ponderada . . Comportamento das ações Altas Baixa Estáveis Sem Neg. Total . . . Evolução dos fechamentos . FGV100 No dia Ontem Na semana Em uma semana No mês Em um mês No ano Em um ano Máximo no ano Mínimo no ano +1,13% -2,49% +1,13% +5,37% - FGV100E +1,84% -3,16% +1,84% +4,29% - IBOVESPA +1,58% -3,15% +1,57% -0,78% +1,57% +5,58% +0,94% +52,20% 65.555 28/Fev./08 53.709 21/Jan./08 . IBrX +0,94% -3,89% +0,93% -1,26% +0,93% +5,48% -1,40% +53,31% 21.886 28/Fev./08 17.652 21/Jan./08 IBrX 50 +0,90% -4,13% +0,89% -1,54% +0,89% +5,37% -1,65% +57,28% 9.917 28/Fev./08 7.937 21/Jan./08 IEE +2,56% -0,92% +2,56% +2,55% +2,56% +9,51% +3,52% +32,85% 17.914 3/Mar./08 15.443 21/Jan./08 IVBX-2 +1,56% -1,98% +1,55% -0,34% +1,55% +4,16% +0,57% +21,03% 5.550 27/Fev./08 4.719 21/Jan./08 IGC +1,39% -2,71% +1,38% +0,49% +1,38% +7,78% -4,05% +28,58% 6.648 3/Jan./08 5.481 23/Jan./08 . . . . MERCADO A VISTA - COTAÇÕES UNITÁRIAS . Cód. . Emp./Ação Abc Brasil PN N2 Abnote ON NM Abyara ON NM Aco Altona ON Aco Altona PN Acos Vill ON Aes Sul ON Aes Sul PN Afluente ON Afluente PNA Agra Incorp ON NM Agrenco DR3 Alfa Consorc ON Alfa Consorc PNA Alfa Consorc PNB Alfa Consorc PNE Alfa Consorc PNF Alfa Financ ON Alfa Financ PN Alfa Holding ON Alfa Holding PNA Alfa Holding PNB Alfa Invest ON Alfa Invest PN Aliperti PN All Amer Lat ON N2 All Amer Lat PN N2 All Amer Lat UNT N2 Alpargatas ON N1 Alpargatas PN N1 Am Inox Br ON Am Inox Br PN Amazonia ON Amazonia Cel ON MB Amazonia Cel PNA MB Amazonia Cel PNB MB Amazonia Cel PNC MB Amazonia Cel PND MB Amazonia Cel PNE MB Ambev ON Ambev PN Americel ON Amil ON NM Anhanguera UNT N2 Aracruz ON N1 Aracruz PNA N1 Aracruz PNB N1 Arthur Lange ON Arthur Lange PN Azevedo PN B2w Varejo ON NM Bahema ON Bahema PN Banese ON Banese PN Banestes ON EJ Banrisul ON N1 Banrisul PNA N1 Banrisul PNB N1 Bardella PN Battistella ON Battistella PN Baumer ON Baumer PN Bematech ON NM Besc ON ANT Besc PNA ANT Besc PNB ANT Bic Monark ON Bicbanco ON N1 Bicbanco PN N1 Biomm ON Biomm PN BMF ON NM Bombril PN Bovespa Hld ON NM Br Brokers ON NM Br Malls Par ON NM Bradesco ON N1 Bradesco PN N1 Bradespar ON N1 Bradespar PN N1 Brascan Res ON NM Brasil ON ED NM Brasil T Par ON N1 Brasil T Par PN N1 Brasil Telec ON N1 Brasil Telec PN N1 Abt. Min. Preços R$/ação Oscil. Ofertas Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda 10,57 17,23 19,08 64,56 0,86 19,00 10,80 6,02 5,50 7,99 3,41 4,14 4,11 3,70 9,19 8,12 7,00 3,18 19,30 140,00 105,00 96,01 97,25 0,85 129,89 141,20 14,06 28,24 15,75 12,12 8,71 11,96 74,06 166,68 20,28 1,20 9,55 10,06 2,60 2,68 8,37 11,16 9,85 18,61 10,63 27,55 1.550,00 20,04 48,29 53,45 45,85 43,49 9,89 28,06 50,67 23,43 18,54 10,65 17,50 19,41 69,00 0,87 19,00 10,90 6,05 5,50 7,99 3,53 4,14 4,20 3,75 9,25 8,15 7,00 3,20 19,69 140,00 105,00 96,01 97,49 0,87 130,98 142,79 14,50 28,50 15,75 12,48 8,90 12,98 74,50 167,95 20,50 1,22 9,55 10,19 2,60 2,73 8,49 11,27 9,85 18,99 10,90 28,07 1.550,00 20,20 49,10 54,35 46,00 44,25 10,34 28,42 51,49 23,76 18,95 10,60 17,20 19,00 63,50 0,86 19,00 10,89 6,02 5,50 7,99 3,40 4,14 4,20 3,52 9,10 8,11 7,00 3,16 19,50 140,00 105,00 96,01 97,39 0,85 130,00 142,70 14,10 28,20 15,75 12,17 8,90 12,98 74,30 165,40 20,50 1,21 9,55 10,06 2,60 2,73 8,40 11,27 9,83 18,70 10,55 27,80 1.550,00 20,15 49,00 54,08 45,00 43,43 10,10 27,80 50,39 23,50 18,95 +0,95 -1,31 -1,04 -8,76 +2,70 -0,09 +0,33 -3,50 -1,44 -2,58 -3,56 -1,25 +2,63 +0,19 -0,01 +1,17 -1,16 +1,56 +2,22 +0,71 +1,80 -0,12 -0,49 +11,25 +5,52 +4,64 +0,24 -9,69 +3,41 -0,52 +1,10 +1,86 +2,43 -1,14 +1,23 +3,71 -3,21 +4,90 +2,80 +3,15 +2,42 -2,17 -1,29 +4,12 -1,66 +1,28 -0,42 +0,90 10,35 17,05 18,95 10,00 62,01 0,86 503,00 503,00 18,00 14,50 10,80 6,02 5,35 4,00 5,00 4,07 4,01 6,08 3,33 4,14 4,21 3,52 9,07 8,11 0,35 6,50 3,17 19,45 136,38 104,00 96,22 96,75 0,85 100,00 25,00 25,00 25,00 25,00 25,00 129,50 141,93 0,11 14,00 28,15 15,50 11,33 12,10 6,61 11,35 120,00 74,15 151,00 163,00 25,00 20,31 1,20 10,00 9,55 10,00 190,00 2,45 2,51 52,00 52,00 8,40 0,01 11,03 11,27 511,00 9,10 9,10 1,14 4,50 18,67 10,40 27,71 1.511,20 20,15 48,25 54,08 44,33 43,39 10,10 27,80 50,39 23,44 39,50 18,75 10,60 17,20 19,00 500,00 66,50 0,87 19,00 18,60 10,89 6,05 5,50 5,50 4,75 4,80 7,94 3,40 4,49 4,30 3,75 9,20 8,25 1,00 7,00 3,24 19,50 140,00 105,00 97,50 97,39 0,87 105,00 30,00 35,00 130,00 142,70 14,10 28,50 15,75 13,40 12,17 9,00 12,99 74,30 200,00 165,40 50,00 20,69 1,21 10,50 10,00 10,06 199,98 2,60 2,69 8,41 18,40 11,80 700,00 11,00 9,83 13,00 5,00 18,70 10,55 27,80 1.550,00 20,29 49,00 54,10 45,50 43,43 10,15 27,85 51,00 23,50 44,00 18,95 Negs. Real. N.º Qtde. 24 18 58 7 40 1 142 99 1 2 34 1 2 4 10 12 1 17 3.278 3 12 1 101 24 59 1.102 104 28 3 1.345 4 6 1.096 2 8 99 1 97 1 2 124 5 9 1.962 4 2.681 11 105 108 5.818 14 1.349 121 4.419 306 1.242 1.446 165.900 26.400 35.800 1.100 434.000 100 444.700 461.300 200 300 46.200 1.000 800 2.900 3.800 5.000 1.400 8.700 5.091.300 900 4.900 100 17.800 112.000 35.800 387.000 116.300 10.500 3.800 2.288.700 700 600 1.022.400 200 1.100 501.000 200 308.800 100 1.900 70.300 600 153.100 1.462.300 3.900 2.175.700 3.500 211.100 45.300 3.798.100 14.400 768.500 206.500 5.697.900 100.000 693.900 960.700 ABCB4 ABNB3 ABYA3 EALT3 EALT4 AVIL3 AESL3 AESL4 AFLU3 AFLU5 AGIN3 AGEN11 BRGE3 BRGE5 BRGE6 BRGE11 BRGE12 CRIV3 CRIV4 RPAD3 RPAD5 RPAD6 BRIV3 BRIV4 APTI4 ALLL3 ALLL4 @ALLL11 ALPA3 ALPA4 ACES3 @ACES4 BAZA3 TMAC3B TMAC5B TMAC6B TMAC7B TMAC8B TMAC11B AMBV3 @AMBV4 AMCE3 AMIL3 AEDU11 ARCZ3 ARCZ5 @ARCZ6 ARLA3 ARLA4 AZEV4 @BTOW3 BAHI3 BAHI4 BGIP3 BGIP4 BEES3 BRSR3 BRSR5 BRSR6 BDLL4 BTTL3 BTTL4 BALM3 BALM4 BEMA3 BSCT3 BSCT5 BSCT6 BMKS3 BICB3 BICB4 BIOM3 BIOM4 BMEF3 BOBR4 BOVH3 BBRK3 BRML3 BBDC3 @BBDC4 BRAP3 @BRAP4 BISA3 @BBAS3 @BRTP3 @BRTP4 BRTO3 @BRTO4 10,65 10,50 17,44 17,10 19,00 18,95 66,60 63,50 0,85 0,84 19,00 19,00 10,90 10,57 6,05 6,00 5,50 5,50 7,99 7,99 3,53 3,37 4,14 4,14 4,08 4,08 3,60 3,52 9,25 9,10 8,11 8,11 7,00 7,00 3,20 3,16 19,08 18,94 140,00 140,00 104,80 104,80 96,01 96,01 96,99 96,37 0,86 0,85 129,08 126,00 139,60 138,01 14,00 13,87 28,00 27,80 15,75 15,75 12,21 12,01 8,00 8,00 11,22 11,22 71,75 71,60 167,95 165,40 20,50 20,15 1,20 1,17 9,55 9,55 9,92 9,91 2,60 2,60 2,68 2,68 8,20 8,18 11,01 11,01 9,85 9,70 18,10 18,09 10,90 10,55 26,70 26,53 1.550,00 1.550,00 19,61 19,61 47,80 47,12 52,40 52,40 46,00 45,00 43,60 42,80 9,81 9,70 28,03 27,73 49,56 49,50 23,40 23,00 18,45 18,02 GSHP3 GEPA3 GEPA4 GGBR3 @GGBR4 GOAU3 @GOAU4 GLOB3 @GOLL4 GPIV11 GPCP3 IGBR3 CGRA3 CGRA4 GRND3 GTDP3B GTDP4B ACGU3 GUAR3 GUAR4 GVTT3 HBTS5 HBOR3 HETA3 HETA4 HOOT4 IDNT3 IENG3 IENG5 IGUA3 IGUA5 IGUA6 IGTA3 ROMI3 IDVL4 INEP3 INEP4 INET3 INPR3 FIGE3 FIGE4 IVTT3 MYPK3 ITAU3 @ITAU4 ITSA3 @ITSA4 TOTS3 TBLE3 TRFO3 TRFO4 TRPL3 @TRPL4 LUXM4 TRIS3 TPIS3 TROR3 TROR4 @UGPA4 UBBR3 UBBR4 @UBBR11 UNIP3 UNIP5 UNIP6 UOLL4 USIM3 @USIM5 ITEC3 JBDU3 JBDU4 JBSS3 JHSF3 JFEN3 JOPA3 JOPA4 KEPL3 KLBN3 @KLBN4 USIM6 UCOP4 @VCPA4 @VALE3 @VALE5 VINE5 VINE6 VGOR3 VGOR4 VIVO3 @VIVO4 VULC3 WEGE3 WMBY3 MWET3 MWET4 WHRL3 WHRL4 WISA3 WISA4 WSON11 SGAS3 SGAS4 ILMD3 ILMD4 FUNDO IMOBILIÁRIO A VISTA - LOTES UNITÁRIOS . Cód. . Emp./Ação Fii A Branca CI ER Fii Abc Imob CI ER Fii Almirant CI ER MB Fii Bb Progr CI ER MB Fii Crianca CI MB Fii Europar CI ER Fii F Center CI Fii Hg Shop CI ER Fii Higienop CI Fii Hotel Mx CI ER MB Fii Jk Imob CI ER Fii Lourdes CI ER MB Fii S F Lima CI Fii Torre Al CI ER MB Fii Torre No CI MB Abt. Min. Preços R$/ação Oscil. Ofertas Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda 1.535,00 220,00 156,70 1.170,67 295,80 155,00 0,89 1.420,00 122,00 1.535,00 220,00 156,70 1.180,00 297,00 155,00 0,90 1.420,00 122,00 1.535,00 220,00 156,70 1.180,00 295,00 155,00 0,88 1.420,00 122,00 +0,90 +2,32 +0,64 -3,31 -1,00 +0,82 -7,36 -0,97 +2,34 182,00 6,00 1.801,10 1.530,00 220,00 153,01 1,00 1.180,00 280,10 2,25 153,00 0,84 1.420,00 95,00 250,00 156,70 1,20 1.220,50 295,00 120,00 2,50 200,00 0,88 1.445,00 - Negs. Real. N.º Qtde. 1 4 1 3 2 2 4 5 1 13 144 3 15 5 564 2.400 64 242 KSSA3 KROT11 MLFT3 MLFT4 LFFE3 LFFE4 MILK11 LECO3 LECO4 @LIGT3 LIPR3 LGLO3 LGLO4 LIXC3 LIXC4 RENT3 LOGN3 LAME3 @LAME4 @LREN3 FPAB11 ABCP11 FAMB11B BBFI11B HCRI11B EURO11 FFCI11 HGBS11 SHPH11 HTMX11B FJKI11 NSLU11B FLMA11 ALMI11B TRNT11B 1.535,00 1.535,00 220,00 220,00 156,70 156,70 1.170,00 1.170,00 297,00 295,00 155,00 155,00 0,90 0,88 1.420,00 1.420,00 122,00 122,00 POP - PROTEÇÃO DO INVESTIMENTO COM PARTICIPAÇÃO . Cód. . Emp./Ação Petrobras PPH 70 Vale R Doce PAJ 70 N1 Abt. - Min. - Preços R$/ação Oscil. Ofertas Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda 88,50 53,50 - Negs. Real. N.º Qtde. - LPSB3 LUPA3 RHDS3 MDIA3 MGEL3 MGEL4 CTPC3 POMO3 POMO4 MRFG3 MARI3 MRSL3 MRSL4 MEDI3 MSPA3 MSPA4 MEND3 MEND5 MEND6 BMEB3 BMEB4 MERC4 BMIN3 BMIN4 DUQE4 MTIG3 MTIG4 LEVE4 FRIO3 MTSA4 TIBR3 TIBR5 TIBR6 MMAQ3 MMAQ4 BEEF3 MNPR3 MMXM3 MOAR3 MPXE3 MRSA5B MRVE3 MULT3 MNDL3 MNDL4 NAFG3 @NATU3 NETC3 @NETC4 @BNCA3 PETR58 VALE75 MERCADO A TERMO . Cód. . Emp./Ação Abyara ON NM Acos Vill ON Agrenco DR3 Agrenco DR3 Alfa Consorc ON All Amer Lat UNT N2 All Amer Lat UNT N2 All Amer Lat UNT N2 All Amer Lat UNT N2 All Amer Lat UNT N2 All Amer Lat UNT N2 All Amer Lat UNT N2 Ambev PN B2w Varejo ON NM B2w Varejo ON NM B2w Varejo ON NM Banestes ON EJ Banestes ON EJ BMF ON NM BMF ON NM Bombril PN Bovespa Hld ON NM Bradesco PN N1 Bradesco PN N1 Bradesco PN N1 Bradesco PN N1 Bradespar PN N1 Bradespar PN N1 Brascan Res ON NM Brascan Res ON NM Brascan Res ON NM Brasil ON ED NM Brasil ON ED NM Brasil ON ED NM Brasil ON ED NM Brasil ON ED NM Prazo 30 91 30 60 90 16 30 32 53 60 90 91 30 25 30 90 30 60 91 120 30 30 30 32 60 91 30 60 30 91 180 16 30 39 45 60 Abt. 19,15 0,88 6,09 6,14 5,63 19,38 19,24 19,15 19,85 19,47 19,86 19,91 141,85 74,87 74,98 74,42 1,22 1,19 18,81 19,41 10,89 28,07 53,50 53,35 53,59 54,24 44,47 43,71 9,95 10,09 10,40 28,09 28,33 28,31 28,31 28,80 Preços R$/ação Min. Méd. Máx. 19,15 0,88 6,09 6,14 5,63 19,37 19,24 19,15 19,84 19,47 19,86 19,91 141,85 73,68 74,98 74,42 1,21 1,19 18,81 19,41 10,89 27,82 53,50 53,35 53,59 54,24 43,28 43,71 9,93 10,09 10,40 27,96 28,02 28,31 28,19 28,26 19,16 0,88 6,10 6,15 5,64 19,40 19,53 19,16 19,84 19,59 19,92 19,99 142,75 74,60 75,04 74,42 1,21 1,20 18,81 19,41 10,90 27,93 54,31 53,36 54,76 54,25 44,11 43,73 9,94 10,09 10,41 28,30 28,21 28,37 28,29 28,49 19,16 0,89 6,10 6,15 5,64 19,56 19,78 19,19 19,86 19,64 20,05 20,02 143,57 74,88 75,05 74,43 1,24 1,20 18,82 19,42 10,90 28,08 54,75 53,36 54,94 54,26 44,48 43,73 9,96 10,10 10,41 28,53 28,39 28,55 28,32 28,81 Fech. 19,16 0,89 6,10 6,15 5,64 19,56 19,68 19,16 19,85 19,55 20,05 20,02 143,37 73,69 75,05 74,43 1,24 1,20 18,82 19,42 10,90 27,84 54,75 53,36 54,94 54,26 43,29 43,73 9,94 10,10 10,41 28,06 28,23 28,55 28,20 28,45 Oscil. (%) - Ofertas Compr. Venda - Negs. Real. o NQtde. 2 2 2 2 2 10 20 8 4 12 32 4 8 6 8 2 12 2 2 2 2 10 6 2 4 4 14 4 4 2 2 12 44 4 4 14 5.000 70.000 500 300 200 7.900 12.800 63.400 40.000 7.100 200.000 2.800 4.200 5.200 5.000 200 210.000 18.000 1.500 2.700 700 7.000 9.500 200 2.300 200 3.600 600 5.000 6.000 13.000 90.700 173.820 1.300 4.000 9.100 ABYA3T AVIL3T AGEN11T AGEN11T BRGE3T ALLL11T ALLL11T ALLL11T ALLL11T ALLL11T ALLL11T ALLL11T AMBV4T BTOW3T BTOW3T BTOW3T BEES3T BEES3T BMEF3T BMEF3T BOBR4T BOVH3T BBDC4T BBDC4T BBDC4T BBDC4T BRAP4T BRAP4T BISA3T BISA3T BISA3T BBAS3T BBAS3T BBAS3T BBAS3T BBAS3T NUTR3M Continua na página B7
Slide 19: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | B7 BOLSAS NACIONAIS MERCADO A TERMO - (Continuação) . MERCADO A TERMO - (Continuação) Oscil. Fech. (%) 28,89 28,52 23,61 23,45 23,41 24,10 18,98 14,84 14,76 14,85 14,89 15,04 15,07 9,48 29,02 29,10 42,36 33,11 33,70 37,63 48,78 48,71 48,52 42,34 5,70 5,84 29,70 25,56 9,22 14,33 12,72 12,76 31,68 1,29 2,14 2,34 37,46 37,71 35,79 36,14 35,61 36,16 36,20 36,69 35,46 35,65 6,56 5,54 25,43 26,32 25,91 26,11 18,70 18,63 19,09 18,88 18,96 27,33 28,49 19,17 19,49 10,39 7,57 7,19 20,63 20,69 21,39 5,10 56,30 58,32 57,48 75,09 78,01 79,55 29,09 29,30 29,56 29,95 30,57 55,78 9,17 6,16 6,38 12,76 38,48 42,96 44,03 10,88 10,86 11,01 11,15 11,56 6,76 6,80 7,04 0,38 0,39 0,38 0,38 0,38 0,38 5,83 11,29 26,43 26,29 3,29 11,49 11,61 15,90 15,95 15,96 15,95 16,09 15,98 35,52 35,22 20,83 95,41 0,12 17,11 17,15 18,02 18,45 19,35 18,87 19,61 19,60 26,36 18,62 19,05 18,88 37,20 14,63 14,54 15,18 15,49 41,34 41,93 41,95 42,48 81,74 81,32 82,34 81,82 81,72 81,64 81,97 83,60 82,05 82,31 82,18 82,93 83,11 82,82 84,67 15,24 6,05 6,19 28,04 28,20 26,93 26,35 27,09 39,59 40,14 41,31 9,76 9,73 9,71 9,96 0,24 30,20 2,15 2,31 65,33 64,47 66,05 69,35 - OPÇÕES DE COMPRA - (Continuação) Oscil. Fech. (%) 50,46 10,54 36,40 36,19 19,77 42,66 42,52 42,63 54,33 46,41 47,68 47,75 11,45 20,93 21,12 41,66 64,57 23,01 23,24 23,46 1,67 8,64 8,75 8,84 98,99 102,96 103,49 102,71 100,44 110,01 110,06 54,26 59,13 59,63 60,31 49,96 49,57 50,09 50,22 49,93 49,93 50,28 50,33 50,40 50,47 50,35 50,36 51,69 51,28 51,97 52,62 10,60 22,80 45,36 - Cód. . Emp./Ação Brasil ON ED NM Brasil ON ED NM Brasil T Par PN N1 Brasil T Par PN N1 Brasil T Par PN N1 Brasil T Par PN N1 Brasil Telec PN N1 Braskem PNA N1 Braskem PNA N1 Braskem PNA N1 Braskem PNA N1 Braskem PNA N1 Braskem PNA N1 Cc Des Imob ON NM Ccr Rodovias ON NM Ccr Rodovias ON NM Celesc PNB N2 Cemig PN N1 Cemig PN N1 Cesp ON N1 Cesp PNB N1 Cesp PNB N1 Cesp PNB N1 Comgas PNA Confab PN N1 Confab PN N1 Cosan ON NM Cosan Ltd DR3 Coteminas PN Cremer ON NM Cruzeiro Sul PN N1 Cruzeiro Sul PN N1 Dasa ON NM Doc Imbituba PN Dtcom-Direct ON Dtcom-Direct ON Dufrybras DR3 Dufrybras DR3 Duratex PN N1 Duratex PN N1 Duratex PN N1 Duratex PN N1 Duratex PN N1 Duratex PN N1 Duratex PN N1 Duratex PN N1 Ecodiesel ON NM Ecodiesel ON NM Eletrobras ON N1 Eletrobras ON N1 Eletrobras ON N1 Eletrobras PNB N1 Embraer ON NM Embraer ON NM Embraer ON NM Embraer ON NM Embraer ON NM Energias Br ON NM Energias Br ON NM Equatorial UNT N2 Equatorial UNT N2 Estacio Part UNT N2 Eternit ON ED NM Eucatex PN Fer Heringer ON NM Fer Heringer ON NM Fer Heringer ON NM Fras-Le PN N1 Gerdau PN ED N1 Gerdau PN ED N1 Gerdau PN ED N1 Gerdau Met PN ED N1 Gerdau Met PN ED N1 Gerdau Met PN ED N1 GOL PN N2 GOL PN N2 GOL PN N2 GOL PN N2 GOL PN N2 Guararapes PN Habitasul PNA Ideiasnet ON NM Ideiasnet ON NM Inpar S/A ON NM Iochp-Maxion ON N1 Itaubanco PN EDJ N1 Itaubanco PN EDJ N1 Itausa PN EDJ N1 Itausa PN EDJ N1 Itausa PN EDJ N1 Itausa PN EDJ N1 Itausa PN EDJ N1 JBS ON NM JBS ON NM JBS ON NM Kepler Weber ON Kepler Weber ON Kepler Weber ON Kepler Weber ON Kepler Weber ON Kepler Weber ON Klabin S/A PN N1 Klabinsegall ON NM Light S/A ON NM Light S/A ON NM Lix Da Cunha PN Log-In ON NM Log-In ON NM Lojas Americ PN Lojas Americ PN Lojas Americ PN Lojas Americ PN Lojas Americ PN Lojas Americ PN Lojas Renner ON NM Lojas Renner ON NM Medial Saude ON NM Melhor Sp PN Millennium PNA Natura ON NM Natura ON NM Natura ON NM Natura ON NM NET PN N2 NET PN N2 NET PN N2 NET PN N2 Nossa Caixa ON NM Ohl Brasil ON NM Ohl Brasil ON NM Ohl Brasil ON NM P.Acucar-Cbd PN N1 Paranapanema ON N1 Paranapanema ON N1 Paranapanema ON N1 Paranapanema PN N1 Perdigao S/A ON NM Perdigao S/A ON NM Perdigao S/A ON NM Perdigao S/A ON NM Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petrobras PN Petroq Uniao PN Plascar Part ON Plascar Part ON Positivo Inf ON NM Positivo Inf ON NM Redecard ON NM Redecard ON NM Redecard ON NM Rossi Resid ON NM Rossi Resid ON NM Sabesp ON EJ NM Sadia S/A PN N1 Sadia S/A PN N1 Sadia S/A PN N1 Sadia S/A PN N1 Santander Br PN Sao Martinho ON NM Savirg PN Savirg PN Sid Nacional ON Sid Nacional ON Sid Nacional ON Sid Nacional ON Prazo 90 91 16 30 45 60 120 30 38 60 90 91 120 90 30 60 45 16 30 30 25 30 32 30 60 150 30 30 81 30 30 45 30 60 30 60 16 30 16 30 30 32 46 60 90 120 30 60 30 60 90 30 30 60 90 91 120 90 180 90 150 30 91 90 16 30 60 16 30 60 120 30 90 120 21 30 45 60 120 60 60 30 120 30 90 30 60 16 30 60 120 180 25 30 91 16 30 45 60 90 91 60 16 30 60 91 60 90 16 30 30 60 91 150 16 30 60 90 90 16 30 60 91 16 30 60 120 120 30 60 120 16 30 60 180 16 30 60 71 91 16 17 21 25 30 32 45 53 60 60 81 90 90 91 120 120 60 91 16 30 16 45 60 25 30 45 16 30 60 90 120 60 30 180 16 30 60 231 Abt. 28,66 28,61 23,60 23,44 23,40 24,09 18,97 14,83 14,75 14,48 14,88 14,75 15,06 9,47 28,94 29,12 42,35 33,10 33,70 37,62 48,77 48,38 48,51 42,33 5,69 5,83 29,81 25,55 9,21 14,32 12,71 12,75 31,67 1,28 2,13 2,33 37,45 37,70 36,27 36,13 35,25 36,15 36,19 35,25 35,45 35,64 6,55 5,69 25,42 25,83 26,54 26,34 18,73 18,89 19,08 19,08 18,95 27,32 28,51 19,16 19,48 10,38 7,56 7,18 20,62 20,68 21,38 5,09 57,00 57,85 59,44 76,65 78,00 79,53 29,08 29,21 29,55 29,94 30,56 55,77 9,16 6,25 6,27 12,75 38,47 42,95 43,57 10,84 10,88 10,98 11,14 11,55 6,76 6,88 7,03 0,38 0,38 0,37 0,37 0,37 0,37 5,82 11,28 25,23 26,28 3,28 11,48 11,60 15,89 15,94 15,90 15,62 16,08 15,97 35,51 34,96 20,82 95,30 0,12 17,10 17,14 18,01 17,94 19,34 18,91 18,91 19,59 26,41 18,65 18,76 18,99 37,19 14,62 14,53 15,16 15,48 41,33 41,92 41,94 42,47 79,91 80,11 82,33 81,81 82,33 82,33 81,07 83,03 81,89 82,91 81,91 82,84 82,65 83,89 84,35 15,23 6,10 6,18 28,03 27,94 26,92 26,34 26,71 39,50 39,82 41,30 9,78 9,70 9,70 9,95 0,23 30,19 2,14 2,30 65,01 63,39 65,88 69,34 Preços R$/ação Min. Méd. Máx. 28,66 28,51 23,60 23,44 23,40 24,09 18,97 14,83 14,75 14,48 14,88 14,75 15,06 9,47 28,94 29,09 42,35 33,10 33,69 37,62 48,77 48,38 48,51 42,33 5,69 5,83 29,64 25,55 9,21 14,32 12,71 12,75 31,67 1,28 2,13 2,33 37,45 37,70 35,78 36,13 35,00 36,15 36,19 35,25 35,45 35,64 6,55 5,53 25,42 25,83 25,90 26,10 18,66 18,62 19,08 18,87 18,95 27,32 28,48 19,16 19,48 10,38 7,56 7,18 20,62 20,68 21,38 5,09 55,88 57,85 57,47 75,08 78,00 79,53 29,08 29,21 29,55 29,94 30,56 55,77 9,16 6,15 6,27 12,75 38,47 42,95 43,57 10,76 10,73 10,94 11,14 11,55 6,75 6,79 7,03 0,37 0,38 0,37 0,37 0,37 0,37 5,82 11,28 25,08 26,28 3,28 11,48 11,60 15,89 15,94 15,83 15,62 16,08 15,97 35,51 34,96 20,82 95,30 0,11 17,10 17,14 18,01 17,94 19,34 18,86 18,91 19,59 26,35 18,61 18,75 18,87 37,19 14,62 14,53 15,16 15,48 41,33 41,92 41,94 42,47 79,91 79,83 82,33 81,81 80,15 81,63 81,07 81,44 81,89 80,62 81,91 82,11 82,56 82,81 84,35 15,23 6,04 6,18 28,03 27,94 26,92 26,34 26,71 39,50 39,82 41,30 9,75 9,70 9,70 9,95 0,23 30,19 2,14 2,30 63,93 63,39 65,18 69,34 28,81 28,58 23,60 23,44 23,40 24,09 18,97 14,83 14,75 14,76 14,89 14,92 15,06 9,48 29,01 29,10 42,35 33,11 33,70 37,63 48,78 48,60 48,51 42,33 5,70 5,83 29,75 25,56 9,21 14,32 12,71 12,75 31,67 1,28 2,14 2,34 37,46 37,71 36,12 36,13 35,36 36,15 36,20 36,30 35,46 35,64 6,56 5,55 25,42 26,27 26,23 26,24 18,76 18,75 19,08 18,98 18,96 27,32 28,51 19,16 19,48 10,38 7,56 7,18 20,63 20,69 21,39 5,10 56,75 58,01 58,74 76,29 78,01 79,54 29,08 29,27 29,56 29,95 30,56 55,77 9,16 6,19 6,35 12,75 38,48 42,96 43,72 10,84 10,90 10,99 11,14 11,56 6,75 6,81 7,04 0,38 0,38 0,37 0,38 0,38 0,38 5,82 11,28 25,88 26,28 3,28 11,49 11,61 15,90 15,94 15,92 16,00 16,08 15,97 35,51 35,25 20,83 95,33 0,11 17,10 17,15 18,01 18,04 19,35 18,90 19,53 19,60 26,38 18,64 18,90 18,94 37,20 14,63 14,53 15,17 15,48 41,34 41,92 41,95 42,48 81,66 80,91 82,33 81,81 81,46 81,64 81,82 81,74 82,06 82,52 82,04 82,39 83,17 83,18 84,56 15,23 6,07 6,18 28,03 28,04 26,93 26,34 26,90 39,56 39,93 41,31 9,76 9,75 9,70 9,96 0,24 30,19 2,15 2,31 65,08 64,97 65,76 69,34 28,89 28,62 23,61 23,45 23,41 24,10 18,98 14,84 14,76 14,85 14,89 15,04 15,07 9,48 29,02 29,13 42,36 33,11 33,71 37,63 48,78 48,71 48,52 42,34 5,70 5,84 29,82 25,56 9,22 14,33 12,72 12,76 31,68 1,29 2,14 2,34 37,46 37,71 36,28 36,14 36,07 36,16 36,20 36,69 35,46 35,65 6,56 5,70 25,43 26,38 26,55 26,35 18,86 19,00 19,09 19,09 18,96 27,33 28,52 19,17 19,49 10,39 7,57 7,19 20,63 20,69 21,39 5,10 57,01 58,32 59,45 76,66 78,01 79,55 29,09 29,30 29,56 29,95 30,57 55,78 9,17 6,26 6,38 12,76 38,48 42,96 44,03 10,88 11,02 11,01 11,15 11,56 6,77 6,89 7,04 0,39 0,39 0,38 0,38 0,38 0,38 5,83 11,29 26,43 26,29 3,29 11,49 11,61 15,90 15,95 15,96 16,07 16,09 15,98 35,52 35,44 20,83 95,41 0,13 17,11 17,15 18,02 18,45 19,35 18,92 19,61 19,60 26,42 18,66 19,05 19,00 37,20 14,63 14,54 15,18 15,49 41,34 41,93 41,95 42,48 82,57 82,61 82,34 81,82 83,38 82,34 81,97 83,60 83,21 84,01 82,18 82,93 84,05 83,90 84,67 15,24 6,11 6,19 28,04 28,20 26,93 26,35 27,09 39,60 40,14 41,31 9,79 9,77 9,71 9,96 0,24 30,20 2,15 2,31 65,40 65,50 66,05 69,35 Ofertas Compr. Venda - o N- Negs. Real. Qtde. 3.000 1.500 5.000 1.000 1.000 1.000 3.457 100.000 15.000 4.000 18.000 4.900 2.000 1.000 10.500 1.300 500 100 20.000 100 7.000 9.000 200 1.100 30.000 6.000 16.100 3.000 90.000 5.000 1.500 2.000 500 1.000 2.000 600 3.000 400 50.000 2.000 15.900 5.000 2.000 16.800 3.000 100 3.000 11.000 1.000 7.000 2.000 2.500 10.000 13.800 1.800 10.000 200 500 2.000 1.000 37.000 1.000 1.000 1.000 2.000 300 700 10.000 3.700 1.500 2.800 5.900 200 1.600 1.000 3.600 400 400 1.000 300 500 3.000 50.000 1.500 2.000 100 6.000 10.700 235.200 21.800 500 1.000 30.000 12.100 1.500 1.400 100.000 100.000 25.000 50.000 10.000 5.000 10.000 5.200 1.000 1.000 1.000 1.000 500 2.000 3.000 6.300 800 10.000 3.000 5.000 1.000 250 420.000 200 5.000 100 5.000 1.000 4.000 16.900 1.500 10.000 1.500 2.800 1.000 500 6.000 4.000 1.800 400 500 400 300 500 35.600 18.000 200 3.000 139.827 20.200 2.400 11.100 9.000 94.100 10.000 6.300 9.700 1.500 3.000 1.000 9.800 51.000 1.000 1.600 5.000 10.000 200 10.000 1.500 13.000 69.000 4.500 10.000 2.000 100.000 300 4.000 5.000 4.400 3.300 3.400 400 . Cód. . Emp./Ação Souza Cruz ON Suzano Petr PN N2 Tam S/A PN N2 Tam S/A PN N2 Tegma ON NM Telemar PN Telemar PN Telemar PN Telemig Part PN Telesp ON Telesp PN Telesp PN Tenda ON NM Tractebel ON NM Tractebel ON NM Tran Paulist PN N1 Ultrapar PN ED N1 Unibanco UNT N1 Unibanco UNT N1 Unibanco UNT N1 Unipar PNB N1 UOL PN N2 UOL PN N2 UOL PN N2 Usiminas PNA N1 Usiminas PNA N1 Usiminas PNA N1 Usiminas PNA N1 Usiminas PNA N1 Usiminas PNA N1 Usiminas PNA N1 V C P PN N1 Vale R Doce ON N1 Vale R Doce ON N1 Vale R Doce ON N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vale R Doce PNA N1 Vivo PN WEG ON NM Wetzel S/A ON Prazo 60 60 16 45 30 30 60 91 120 120 30 60 16 30 60 60 30 30 60 91 90 30 60 67 16 30 32 60 90 220 221 30 28 60 91 16 17 25 30 32 42 53 60 67 90 90 91 108 120 180 182 30 30 30 Abt. 50,45 10,42 36,40 36,18 19,76 42,07 42,66 42,62 54,32 46,40 47,67 47,92 11,44 21,23 21,38 41,65 64,56 22,89 23,36 23,45 1,66 8,76 8,72 8,83 98,54 103,78 103,48 102,70 100,43 110,00 110,05 54,71 59,12 59,44 60,30 50,36 50,09 50,23 50,17 49,92 49,92 50,56 50,14 50,39 50,59 50,52 50,61 51,68 51,09 51,96 52,61 10,59 22,79 45,35 Preços R$/ação Min. Méd. Máx. 50,45 10,42 36,39 36,18 19,76 42,07 42,51 42,62 54,32 46,40 47,67 47,74 11,44 20,92 21,11 41,65 64,56 22,89 23,23 23,45 1,66 8,63 8,72 8,83 98,54 102,95 103,48 102,70 100,43 110,00 110,05 54,25 59,12 59,44 60,30 49,23 49,09 49,98 49,36 49,92 49,92 50,15 49,77 50,39 50,46 50,31 50,25 51,68 51,09 51,96 52,61 10,59 22,79 45,35 50,45 10,48 36,40 36,18 19,76 42,60 42,65 42,63 54,33 46,40 47,68 47,85 11,44 21,07 21,32 41,66 64,57 22,95 23,24 23,46 1,66 8,74 8,74 8,84 98,69 103,45 103,48 102,71 100,43 110,01 110,06 54,66 59,12 59,78 60,31 50,03 49,72 50,11 50,07 49,92 49,92 50,34 50,37 50,40 50,51 50,52 50,76 51,68 51,34 51,96 52,61 10,59 22,79 45,36 50,46 10,54 36,41 36,19 19,77 42,66 42,67 42,63 54,33 46,41 47,68 47,93 11,45 21,24 21,39 41,66 64,57 23,01 23,37 23,46 1,67 8,77 8,75 8,84 98,99 103,79 103,49 102,71 100,44 110,01 110,06 54,72 59,13 59,99 60,31 50,39 50,33 50,24 50,49 49,93 49,93 50,57 50,90 50,40 50,60 51,19 51,31 51,69 51,77 51,97 52,62 10,60 22,80 45,36 Ofertas Compr. Venda - o N- Negs. Real. Qtde. 500 34.600 500 5.000 1.000 1.100 12.000 1.000 1.000 200 1.000 2.500 2.000 6.100 22.100 40.000 3.000 2.000 6.100 300 50.000 10.000 80.000 3.000 300 250 100 200 5.000 10.000 10.000 800 3.000 21.000 600 18.300 17.400 7.000 86.694 200 500 12.000 64.100 1.000 8.000 43.500 6.000 500 25.500 4.000 1.000 1.500 1.000 100 . Cód. . Emp./Ação Petre PN Pinee PN N1 Pinee PN N1 Plas ON Plase ON Prga ON NM Rside ON NM Rside ON NM Tamm PN N2 Tamm PN N2 Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlp PN Tnlpe PN Tnlpe PN Tnlpe PN Ubbr UNT N1 Ubbr UNT N1 Ubbr UNT N1 Usim PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Vale PNA N1 Valee PNA N1 Valee PNA N1 Valee PNA N1 Valee PNA N1 Vivo PN Venc. ABR/08 ABR/08 ABR/08 DEZ/08 DEZ/08 MAR/08 JUL/08 JUL/08 JAN/09 JAN/09 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 AGO/08 MAR/08 MAR/08 DEZ/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 MAI/08 MAI/08 MAI/08 MAI/08 MAI/08 MAI/08 JUN/08 JUL/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 ABR/08 MAR/08 Preço 84,74 13,80 16,30 6,00 8,70 43,00 43,00 49,00 35,00 38,00 34,00 36,00 38,00 40,00 42,00 44,00 46,00 48,00 50,00 32,00 34,00 36,00 38,00 40,00 42,00 44,00 46,00 48,00 50,00 30,00 35,00 40,00 23,00 24,00 27,60 94,00 36,00 38,00 40,00 42,00 44,00 44,66 46,00 48,00 50,00 52,00 54,00 56,00 58,00 60,00 62,00 64,00 66,00 68,00 70,00 72,00 30,00 38,00 40,00 42,00 44,00 46,00 48,00 50,00 52,00 54,00 56,00 58,00 66,00 60,00 62,00 64,00 68,00 70,00 72,00 50,00 52,00 54,00 56,00 58,00 60,00 54,00 56,00 45,00 43,00 41,00 43,00 10,00 Abt. 0,64 0,04 1,20 4,09 1,89 4,80 3,21 1,81 0,90 0,40 0,12 0,11 2,01 14,20 12,00 10,15 7,91 6,00 4,70 3,09 2,00 1,00 0,55 0,26 0,15 0,07 0,05 0,03 0,02 0,02 0,01 0,01 6,00 5,50 4,32 3,50 2,62 1,90 1,35 1,00 0,70 0,29 0,17 0,12 2,81 1,60 1,45 4,48 5,00 0,80 Preços R$/ação Oscil. Ofertas Min. Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda 0,64 0,04 1,20 4,09 1,89 4,80 2,81 1,40 0,63 0,24 0,12 0,09 1,99 14,20 12,00 9,92 7,50 5,41 3,75 2,34 1,36 0,68 0,32 0,15 0,08 0,04 0,02 0,01 0,01 0,01 0,01 0,01 6,00 5,21 4,00 3,01 2,15 1,65 1,15 0,75 0,60 0,29 0,15 0,11 2,40 1,60 1,45 4,48 5,00 0,80 0,64 0,04 1,20 4,09 1,89 4,80 2,97 1,60 0,78 0,30 0,13 0,10 2,00 14,20 12,00 10,12 8,00 5,85 4,22 2,77 1,64 0,82 0,40 0,19 0,10 0,05 0,04 0,03 0,02 0,02 0,01 0,01 6,55 5,51 4,43 3,36 2,51 1,79 1,24 0,94 0,64 0,29 0,16 0,11 2,50 1,66 1,45 4,93 5,11 0,80 0,64 0,04 1,20 4,09 1,89 4,80 3,21 1,95 0,99 0,40 0,14 0,11 2,01 14,20 12,00 10,15 8,46 6,45 4,76 3,10 2,00 1,05 0,55 0,26 0,15 0,07 0,05 0,04 0,02 0,02 0,01 0,02 7,10 5,70 4,99 3,51 2,75 1,98 1,44 1,00 0,70 0,29 0,17 0,12 3,00 1,70 1,45 5,20 5,55 0,80 0,64 0,04 1,20 4,09 1,89 4,80 2,81 1,65 0,69 0,26 0,14 0,09 2,00 14,20 12,00 9,92 7,92 5,90 4,40 2,90 1,70 0,80 0,36 0,18 0,09 0,06 0,04 0,02 0,02 0,01 0,01 0,01 6,80 5,42 4,35 3,31 2,50 1,77 1,15 0,87 0,60 0,29 0,15 0,11 2,51 1,61 1,45 5,20 5,00 0,80 -24,70 -77,77 +9,09 +5,14 +4,41 -23,80 -19,71 -10,81 -32,35 -35,00 -22,22 -25,00 -20,00 -4,05 -13,54 -8,90 -8,96 -7,81 -4,34 -9,65 -17,87 -29,20 -38,98 -37,93 -43,75 -33,33 -33,33 -33,33 -50,00 -12,93 -11,14 -5,84 -11,73 -10,71 -11,50 -17,85 -15,53 -14,28 -29,26 -16,66 -15,38 -21,56 -8,00 +15,55 -16,66 -42,85 0,11 0,53 1,05 7,81 6,21 4,61 2,80 1,57 0,65 0,24 0,14 0,07 7,81 5,81 4,21 3,01 2,01 1,01 1,80 0,01 9,51 5,01 0,02 0,40 1,00 8,50 7,71 5,20 2,21 4,39 2,86 1,68 0,80 0,36 0,18 0,09 0,05 0,03 0,02 0,01 0,01 0,01 0,01 12,81 5,81 2,21 7,81 6,61 5,41 4,20 3,30 2,50 1,77 1,15 0,81 0,15 0,56 0,32 0,25 0,13 0,09 4,21 3,00 2,50 0,02 1,51 1,11 0,40 4,00 2,81 1,21 0,05 0,50 12,99 0,90 1,70 1,20 4,00 18,99 10,00 7,00 6,99 3,29 1,65 0,70 0,26 0,15 0,12 10,99 2,10 6,99 4,99 2,99 0,60 12,00 11,00 8,20 6,25 4,50 2,90 1,70 0,81 0,37 0,20 0,10 0,06 0,04 0,03 0,02 0,02 0,02 0,02 7,49 5,79 4,60 3,31 2,54 1,85 1,22 0,87 0,23 0,60 0,46 0,32 0,15 0,11 0,21 7,20 6,50 2,90 1,65 1,40 5,55 1,01 Negs. Real. N.º Qtde. 2 1.500 2 1.500 1 100 2 600 2 600 1 100 6 1.800 25 15.300 86 58.900 61 59.800 8 2.700 4 3.000 8 1.500 1 1.000 1 100 4 1.800 32 14.000 67 62.500 527 615.900 1.267 1.627.100 3.783 7.538.200 4.526 13.759.900 3.258 14.265.300 1.404 8.831.500 465 5.037.500 219 3.245.800 64 1.073.500 41 456.400 17 287.000 7 160.800 5 226.100 66 985.400 6 900 34 10.800 56 42.100 228 134.500 334 254.300 247 142.100 169 176.100 79 111.400 38 39.700 1 700 8 4.700 3 4.500 19 6.500 3 1.100 1 300 5 6.000 3 500 4 500 BBAS3T BBAS3T BRTP4T BRTP4T BRTP4T BRTP4T BRTO4T BRKM5T BRKM5T BRKM5T BRKM5T BRKM5T BRKM5T CCIM3T CCRO3T CCRO3T CLSC6T CMIG4T CMIG4T CESP3T CESP6T CESP6T CESP6T CGAS5T CNFB4T CNFB4T CSAN3T CZLT11T CTNM4T CREM3T CZRS4T CZRS4T DASA3T IMBI4T DTCY3T DTCY3T DUFB11T DUFB11T DURA4T DURA4S DURA4T DURA4T DURA4T DURA4T DURA4S DURA4T ECOD3T ECOD3T ELET3T ELET3T ELET3T ELET6T EMBR3T EMBR3T EMBR3T EMBR3T EMBR3T ENBR3T ENBR3T EQTL11T EQTL11T ESTC11T ETER3T EUCA4T FHER3T FHER3T FHER3T FRAS4T GGBR4T GGBR4T GGBR4T GOAU4T GOAU4T GOAU4T GOLL4T GOLL4T GOLL4T GOLL4T GOLL4T GUAR4T HBTS5T IDNT3T IDNT3T INPR3T MYPK3T ITAU4T ITAU4T ITSA4T ITSA4T ITSA4T ITSA4T ITSA4T JBSS3T JBSS3T JBSS3T KEPL3T KEPL3T KEPL3T KEPL3T KEPL3T KEPL3T KLBN4T KSSA3T LIGT3T LIGT3T LIXC4T LOGN3T LOGN3T LAME4T LAME4S LAME4T LAME4T LAME4T LAME4T LREN3T LREN3T MEDI3T MSPA4T TIBR5T NATU3T NATU3T NATU3T NATU3T NETC4T NETC4T NETC4T NETC4T BNCA3T OHLB3T OHLB3T OHLB3T PCAR4T PMAM3T PMAM3T PMAM3T PMAM4T PRGA3T PRGA3T PRGA3T PRGA3T PETR4T PETR4T PETR4T PETR4T PETR4T PETR4T PETR4T PETR4T PETR4S PETR4T PETR4T PETR4S PETR4T PETR4T PETR4T PQUN4T PLAS3T PLAS3T POSI3T POSI3T RDCD3T RDCD3T RDCD3T RSID3T RSID3T SBSP3T SDIA4T SDIA4T SDIA4T SDIA4T SANB4T SMTO3T VAGV4T VAGV4T CSNA3T CSNA3T CSNA3T CSNA3T 4 4 2 2 2 2 2 2 2 4 2 4 2 2 4 4 2 2 4 2 2 16 2 2 2 2 6 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 16 2 20 4 8 18 2 2 2 4 2 10 4 8 12 20 2 4 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 2 2 10 4 4 6 2 4 2 6 2 2 2 2 2 4 10 2 2 2 4 8 32 12 2 2 4 4 2 4 2 2 2 2 2 2 2 6 2 2 2 2 2 2 6 14 2 2 4 10 2 4 6 2 10 2 6 2 6 8 2 4 4 8 4 2 2 2 4 2 2 2 2 2 32 36 2 2 170 6 4 8 6 117 6 18 16 4 4 2 6 2 2 4 2 2 4 6 6 2 20 8 4 2 2 2 6 2 10 14 14 2 CRUZ3T SZPQ4T TAMM4T TAMM4T TGMA3T TNLP4T TNLP4T TNLP4T TMCP4T TLPP3T TLPP4T TLPP4T TEND3T TBLE3T TBLE3T TRPL4T UGPA4T UBBR11T UBBR11T UBBR11T UNIP6T UOLL4T UOLL4T UOLL4T USIM5T USIM5T USIM5T USIM5T USIM5T USIM5T USIM5T VCPA4T VALE3T VALE3T VALE3T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5S VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VALE5T VIVO4T WEGE3T MWET3T 2 18 4 2 2 4 6 2 2 2 2 4 2 8 6 6 2 4 4 2 2 6 12 2 4 6 2 2 2 2 2 4 2 12 2 32 26 8 160 2 2 6 108 2 14 30 16 2 14 4 2 2 2 2 OPÇÕES DE COMPRA . Cód. . Emp./Ação Bbas /edr ON NM Bbdc PN N1 Bbdc PN N1 Bbdc PN N1 Bbdc PN N1 Bbdc PN N1 Bbdc PN N1 Bovh ON NM Brkm PNA N1 Cesp PNB N1 Csane ON NM Csna ON Csna ON Csna ON Csna ON Csna ON Csnae ON Ctaxe PN Ctaxe PN Elet ON N1 Elete ON N1 Ggbr /ed PN N1 Ggbr /ed PN N1 Ggbr /ed PN N1 Goll PN N2 Golle PN N2 Idnt ON NM Itau /edj PN N1 Itsa /edj PN N1 Itsa /edj PN N1 Itsa /edj PN N1 Itsa /edj PN N1 Itsa /edj PN N1 Jfen ON Klbn PN N1 Klbne PN N1 Lame PN Natu ON NM Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netc PN N2 Netce PN N2 Netce PN N2 Petr ON Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petr PN Petre PN Petre PN Petre PN Venc. MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 MAI/08 ABR/08 ABR/08 JUN/08 ABR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 MAR/08 OUT/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 ABR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 JUL/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 ABR/08 MAI/08 MAI/08 MAI/08 JUL/08 MAR/08 MAR/08 ABR/08 Preço 30,95 45,98 50,00 51,98 53,98 56,00 54,00 26,00 14,00 48,00 26,00 58,00 66,00 70,00 30,46 74,00 67,00 55,00 65,00 22,00 29,50 55,71 57,71 60,00 30,00 39,00 12,00 39,29 9,77 10,77 11,77 12,00 11,50 8,00 6,00 7,00 16,00 20,00 17,00 18,00 19,00 20,00 21,00 22,00 23,00 24,00 25,00 26,00 27,00 28,00 29,00 30,00 18,00 19,00 20,00 25,00 26,00 27,00 28,00 19,50 25,50 92,00 99,74 109,74 101,74 82,00 103,74 105,74 68,00 70,00 72,00 74,00 76,00 78,00 107,74 79,74 81,74 83,74 85,74 87,74 89,74 91,74 93,74 95,74 97,74 100,00 110,00 102,00 50,90 104,00 106,00 70,00 72,00 74,00 76,00 78,00 108,00 80,00 82,00 84,00 86,00 88,00 90,00 92,00 94,00 96,00 98,00 88,00 90,00 96,00 70,90 57,00 77,00 49,00 Abt. 8,40 4,70 1,00 1,04 0,03 5,04 1,00 0,13 0,01 0,70 0,30 0,20 0,15 0,26 11,10 0,16 0,02 0,08 3,30 0,04 0,04 13,01 11,61 10,01 8,51 7,30 5,50 0,03 5,00 4,29 2,90 1,89 1,39 1,05 0,77 0,50 0,37 0,25 1,02 0,30 0,55 0,46 0,40 13,50 10,01 7,79 7,50 6,40 5,64 5,25 4,56 4,00 3,25 2,50 2,00 0,94 1,20 24,81 5,20 - Preços R$/ação Oscil. Ofertas Min. Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda 8,40 4,70 1,00 1,04 0,03 5,03 1,00 0,13 0,01 0,60 0,30 0,20 0,13 0,21 11,10 0,06 0,01 0,04 3,30 0,03 0,01 13,01 10,00 8,73 7,00 5,16 3,90 0,01 2,85 2,10 1,48 1,05 0,70 0,53 0,37 0,25 0,17 0,09 0,70 0,30 0,55 0,45 0,39 12,00 10,00 7,79 7,00 5,41 4,44 3,90 3,08 2,61 2,07 1,80 1,40 0,94 0,80 23,81 5,20 8,40 4,70 1,04 1,04 0,03 5,04 1,25 0,13 0,01 0,65 0,33 0,20 0,14 0,24 11,10 0,09 0,02 0,05 3,30 0,04 0,03 13,01 11,73 9,66 8,28 6,58 4,97 0,02 3,82 2,88 2,04 1,41 0,99 0,72 0,49 0,34 0,21 0,14 0,86 0,31 0,67 0,47 0,40 12,88 10,01 8,23 7,69 6,21 5,71 4,65 3,89 3,17 2,61 2,09 1,66 1,43 1,09 24,31 5,20 8,40 4,70 1,10 1,04 0,03 5,04 1,50 0,13 0,01 0,75 0,38 0,20 0,15 0,26 11,10 0,16 0,02 0,08 3,30 0,04 0,04 13,01 12,20 11,30 9,50 7,90 6,25 0,03 5,00 4,29 2,90 1,90 1,39 1,05 0,77 0,50 0,37 0,25 1,02 0,32 0,77 0,47 0,40 13,50 10,01 9,05 8,05 7,50 6,24 5,28 4,56 4,00 3,25 2,50 2,00 1,52 1,20 24,81 5,20 8,40 +16,66 4,70 +17,50 1,10 +10,00 1,04 -44,38 0,03 -75,00 5,03 -0,59 1,50 +275,00 0,13 -55,17 0,01 -50,00 0,60 -20,00 0,35 +34,61 0,20 +25,00 0,13 -50,00 0,21 -78,57 11,10 0,11 -26,66 0,02 0,07 -30,00 3,30 -45,00 0,03 -50,00 0,02 -50,00 13,01 -13,32 11,04 -15,14 9,70 -11,41 8,00 -13,97 6,32 -14,70 4,90 -19,80 0,02 -33,33 3,95 -20,84 2,84 -27,17 2,00 -27,79 1,40 -30,69 0,96 -36,00 0,70 -36,36 0,51 -37,80 0,36 -37,93 0,22 -45,00 0,14 -46,15 0,83 -32,52 0,32 -15,78 0,77 -26,66 0,47 -44,04 0,40 -52,94 12,00 -20,00 10,00 -28,57 8,83 -9,89 8,05 -26,81 6,30 -16,55 5,49 -12,85 4,40 -21,14 3,60 -21,56 3,00 -26,47 2,45 -24,61 1,99 -23,46 1,71 -20,46 1,30 -27,77 1,00 -33,33 23,81 -15,50 5,20 -26,76 3,95 1,40 0,01 1,42 1,60 0,50 0,20 15,00 5,50 0,11 0,65 0,10 1,30 0,01 0,50 0,65 0,30 0,04 0,03 0,20 0,10 0,81 0,41 0,65 0,35 0,20 0,08 0,02 0,02 0,01 0,81 0,31 0,26 0,21 0,10 0,01 0,06 0,03 0,02 12,61 10,21 8,81 8,00 6,11 4,90 0,01 3,95 2,82 2,00 1,40 0,96 0,69 0,48 0,35 0,22 0,11 0,65 0,23 0,55 21,00 0,47 0,31 12,01 8,01 9,01 7,81 7,00 0,21 6,30 4,91 4,11 3,52 2,95 2,20 1,90 1,47 1,30 1,00 0,06 0,90 0,01 0,15 22,81 22,01 1,00 5,00 1,40 1,00 3,00 1,05 2,50 5,20 14,00 5,00 1,10 6,00 15,00 7,20 5,99 1,99 0,40 10,00 1,60 0,80 0,12 0,45 0,65 0,49 3,00 0,82 0,45 0,30 0,20 0,99 0,12 0,14 0,02 0,39 0,29 0,19 0,09 2,99 1,99 0,99 0,59 0,49 3,99 0,99 0,11 0,02 0,07 0,04 0,03 14,99 11,49 10,00 8,10 6,60 5,35 0,02 4,00 2,84 2,04 1,41 0,97 0,70 0,51 0,36 0,23 0,15 0,90 0,31 0,77 0,52 0,40 16,00 11,99 9,99 8,05 0,35 7,00 6,25 4,50 3,89 3,00 2,45 1,99 1,70 1,35 1,09 6,90 4,77 28,99 5,21 - Negs. Real. N.º Qtde. 1 100 1 100 3 800 1 300 1 300 3 192.000 2 200 1 2.400 1 2.400 8 5.400 9 3.600 1 100 2 800 3 1.000 7 11.800 154 636.900 14 132.800 94 460.700 1 100 23 232.400 21 179.600 1 100 12 2.100 100 92.200 148 175.700 248 355.600 733 1.024.800 16 93.700 1.626 1.884.200 2.060 3.195.300 3.340 6.122.200 4.049 7.430.100 4.356 11.099.300 6.337 22.140.800 2.425 6.816.400 1.062 4.835.800 506 2.042.600 325 1.224.700 36 64.600 4 2.000 12 25.600 7 7.400 6 8.000 4 400 2 200 5 1.600 22 15.400 54 54.100 105 732.500 134 89.600 179 707.500 102 106.200 255 751.200 144 192.100 63 557.400 33 30.600 36 536.100 2 200 1 100 - BBASC31 BBDCC46 BBDCC50 BBDCC52 BBDCC54 BBDCC56 BBDCD54 BOVHC26 BRKMC14 CESPC48 CSANC26 CSNAC58 CSNAC66 CSNAC70 CSNAC97 CSNAD74 CSNAE67 CTAXD55 CTAXD65 ELETF22 ELETD5 GGBRC56 GGBRC58 GGBRC60 GOLLD30 GOLLC39 IDNTJ12 ITAUC40 ITSAC10 ITSAC11 ITSAC12 ITSAC4 ITSAD1 JFEND8 KLBNC60 KLBNC70 LAMEC16 NATUG20 NETCC17 NETCC18 NETCC19 NETCC20 NETCC21 NETCC22 NETCC23 NETCC24 NETCC25 NETCC26 NETCC27 NETCC28 NETCC29 NETCC30 NETCD18 NETCD19 NETCD20 NETCD25 NETCD26 NETCD27 NETCD28 NETCD2 NETCD8 PETRD51 PETRC10 PETRC11 PETRC2 PETRC3 PETRC4 PETRC6 PETRC68 PETRC70 PETRC72 PETRC74 PETRC76 PETRC78 PETRC8 PETRC80 PETRC82 PETRC84 PETRC86 PETRC88 PETRC90 PETRC92 PETRC94 PETRC96 PETRC98 PETRD10 PETRD11 PETRD2 PETRD32 PETRD4 PETRD6 PETRD70 PETRD72 PETRD74 PETRD76 PETRD78 PETRD8 PETRD80 PETRD82 PETRD84 PETRD86 PETRD88 PETRD90 PETRD92 PETRD94 PETRD96 PETRD98 PETRE88 PETRE90 PETRE96 PETRG72 PETRC57 PETRC77 PETRD49 PETRD85 PINED1 PINED2 PLASL6 PLASL87 PRGAC43 RSIDG43 RSIDG49 TAMMA35 TAMMA38 TNLPC34 TNLPC36 TNLPC38 TNLPC40 TNLPC42 TNLPC44 TNLPC46 TNLPC48 TNLPC50 TNLPD32 TNLPD34 TNLPD36 TNLPD38 TNLPD40 TNLPD42 TNLPD44 TNLPD46 TNLPD48 TNLPD50 TNLPD30 TNLPD35 TNLPH40 UBBRC23 UBBRC24 UBBRL28 USIMC94 VALEC36 VALEC38 VALEC40 VALEC42 VALEC44 VALEC45 VALEC46 VALEC48 VALEC50 VALEC52 VALEC54 VALEC56 VALEC58 VALEC60 VALEC62 VALEC64 VALEC66 VALEC68 VALEC70 VALEC72 VALED30 VALED38 VALED40 VALED42 VALED44 VALED46 VALED48 VALED50 VALED52 VALED54 VALED56 VALED58 VALED6 VALED60 VALED62 VALED64 VALED68 VALED70 VALED72 VALEE50 VALEE52 VALEE54 VALEE56 VALEE58 VALEE60 VALEF54 VALEG56 VALEC1 VALEC43 VALED41 VALED43 VIVOC10 MERCADO A VISTA - LOTE DE MIL AÇÕES . Cód. . . Emp./Ação Aes Elpa ON * Aes Tiete ON * Aes Tiete PN * Ampla Energ ON * Ampla Invest ON * Banpara ON * Bic Caloi PNB* Caf Brasilia ON * Caf Brasilia PN * Ceee-D ON * MB Ceee-D PN * MB Ceee-Gt ON * MB Ceee-Gt PN * MB CEG ON * Cemar ON * MB Cemepe ON * Cemepe PN * Const Beter PNB* MB Elektro ON * Elektro PN * Eletropaulo ON * N2 Eletropaulo PNA* N2 Eletropaulo PNB* N2 Embratel Par ON * Embratel Par PN * Gazola ON * Gazola PN * Granoleo PN * Karsten ON * Karsten PN * Magnesita ON * Magnesita PNA* Magnesita PNC* Melpaper ON * Melpaper PN * Melpaper PN *SJD Micheletto ON * Micheletto PNA* Nord Brasil ON * Nord Brasil PN * Nova America ON * MB Nova America PN * MB Rimet PN * Sergen ON * Sergen PN * Tec Blumenau PNA* Tec Blumenau PNC* Tectoy ON * Tectoy PN * Teka ON * Teka PN * Telebras ON * Telebras PN * Tupy ON * Tupy PN * Varig Serv ON * Varig Serv PN * Varig Transp ON * Varig Transp PN * Abt. 72,49 63,21 1,03 0,51 1,78 5,80 0,13 3,05 11,20 130,00 137,00 6,93 7,09 40,50 56,25 1,74 2,93 9,99 0,26 0,18 0,97 0,58 0,59 17,69 13,02 15,00 Min. 70,21 62,99 1,00 0,49 1,67 5,80 0,12 2,95 11,20 130,00 137,00 6,85 7,05 40,50 54,10 1,74 2,93 9,99 0,25 0,18 0,96 0,56 0,57 17,69 13,02 15,00 Preços R$/mil Oscil. Ofertas Méd. Máx. Fech. (%) Compr. Venda Negs. Real. N.º Qtde. 58 135 7 12 7 2 14 9 4 1 808 3 3 47 50 25 2 14.800.000 63.400.000 7.900.000 39.600.000 6.800.000 1.000.000 199.400.000 5.100.000 2.200.000 10.000 126.200.000 400.000 400.000 5.200.000 17.800.000 24.200.000 400.000 - A 71,74 63,47 1,01 72,99 64,20 1,03 72,95 63,10 1,00 0,49 1,73 5,80 0,13 2,95 11,25 130,00 144,10 6,85 7,05 50,90 55,30 1,80 2,93 11,10 0,26 0,19 0,96 0,57 0,58 17,69 13,02 15,00 +2,14 -1,40 -2,91 -2,80 -22,56 +8,33 -7,81 +0,44 +4,41 -0,86 -1,39 +27,25 -1,67 +7,14 -1,01 +11,00 +4,00 +5,55 -1,69 +0,11 -0,07 26,50 72,50 63,10 1,00 30,00 9,30 0,48 5,00 1,70 3,26 3,26 0,03 24,00 0,12 3,30 2,95 5,00 11,20 125,00 125,00 144,10 6,75 6,91 1,00 49,10 80,00 82,00 70,00 55,00 39,50 5,01 45,00 1,00 1,00 1,80 2,78 2,93 0,28 0,27 10,60 2,51 1,82 9,70 2,01 0,25 0,18 1,06 0,95 0,57 0,57 16,76 13,50 6,01 13,03 8,01 15,00 27,39 72,95 63,65 1,03 80,00 0,49 6,60 1,77 5,80 12,00 5,00 7,60 27,00 0,13 4,70 3,29 14,50 18,00 11,60 388,18 131,00 144,29 9,99 7,05 50,99 470,00 95,00 93,00 55,30 62,00 50,00 1,90 3,05 3,00 0,39 0,50 14,00 7,00 1,96 11,98 9,43 0,26 0,19 1,20 0,96 0,58 0,58 17,47 16,50 50,00 14,80 27,00 16,50 AELP3 GETI3 GETI4 CBEE3 AMPI3 . . B 0,49 0,51 BPAR3 BCAL6 . . CD 1,71 5,80 0,12 3,04 11,26 130,00 141,78 6,87 7,07 47,97 1,78 5,80 0,13 3,08 11,50 130,00 144,10 6,93 7,09 51,00 - CAFE3 CAFE4 CEED3B CEED4B EEEL3B EEEL4B CEGR3 ENMA3B MAPT3 MAPT4 COBE6B . . EFGH EKTR3 EKTR4 ELPL3 ELPL5 @ELPL6 EBTP3 EBTP4 GAZO3 GAZO4 GRNL4 . . IJKL - CTKA3 CTKA4 . . MNO 55,37 1,84 2,93 56,50 1,97 2,93 - MAGS3 MAGS5 MAGS7 MLPA3 MLPA4 MLPA12 LETO3 LETO5 BNBR3 BNBR4 NOVA3B NOVA4B . . PQR - REEM4 . . S - SGEN3 SGEN4 . . T 10,24 0,25 0,19 0,97 0,57 0,58 17,69 13,02 15,00 11,10 0,26 0,19 0,98 0,58 0,59 17,69 13,02 15,00 5 900.000 60 357.100.000 123 2.168.900.000 7 38.400.000 31 97.000.000 395 5.252.800.000 1 100.000 1 2 400.000 500.000 TENE5 TENE7 TOYB3 TOYB4 TEKA3 TEKA4 TELB3 TELB4 TUPY3 TUPY4 . . UVWYZ VPSC3 VPSC4 VPTA3 VPTA4 PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE BOLSAS NACIONAIS ACESSE: ga zetamercantil.com.br/bolsasnacionais BOLSAS INTERNACIONAIS ÍNDICES DE FECHAMENTO Local . NASDAQ No mês -1,13 -0,34 -2,42 -5,12 -1,40 -3,00 -1,18 0,32 -3,30 -0,88 -1,17 -1,15 -1,31 -0,86 -3,07 -2,56 -0,14 -1,97 0,49 No ano -14,40 -1,77 -16,13 -17,79 -10,25 -13,11 -0,69 -8,43 -15,96 -7,91 -9,40 -11,76 -13,84 -17,07 -15,20 -3,41 5,78 -7,92 1,88 Local Londres - 100 ações Madri Manila México Milão Nasdaq Nova York - Dow Jones Paris Santiago Seul Shenzen B Sidnei Taipé Tóquio Toronto Wellington Xangai SE A Zurique FTSE4Good 3/3/2008 5.818,60 1.395,93 3.079,99 29.526,70 25.381,00 2.258,60 12.258,90 4.742,66 2.791,71 1.671,73 633,20 5.405,80 8.262,87 12.992,18 13.544,38 3.584,25 4.657,11 7.403,88 6.132,88 No dia -1,12 -2,11 -1,60 2,10 -1,19 -0,57 -0,06 -1,00 -1,59 -2,33 -0,27 -2,98 -1,78 -4,49 -0,28 0,04 2,07 -1,73 -1,23 No mês -1,12 -2,11 -1,60 2,10 -1,19 -0,57 -0,06 -1,00 -1,59 -2,33 -0,27 -2,98 -1,78 -4,49 -0,28 0,04 2,07 -1,73 -1,23 No ano . NASDAQ . NY - NYSE . NY - NYSE . PARIS . TÓQUIO 3 Mar 29 Fev . TÓQUIO . 3/3/2008 441,48 842,92 8.969,43 16.677,88 3.704,38 22.796,37 2.136,79 34.706,98 2.926,55 427,43 1.255,32 954,22 1.298,11 6.689,95 23.584,97 2.652,31 30.631,57 1.330,61 17.853,71 No dia -1,13 -0,34 -2,42 -5,12 -1,40 -3,00 -1,18 0,32 -3,30 -0,88 -1,17 -1,15 -1,31 -0,86 -3,07 -2,56 -0,14 -1,97 0,49 (continuação) Preços em dólares 3 Mar 29 Fev 25,00 56,00 121,00 18,00 30,00 19,00 28,00 58,00 18,00 11,00 56,00 62,00 51,00 21,00 28,00 24,00 32,00 30,00 20,00 62,00 19,00 39,00 23,00 25,00 30,00 47,00 21,00 22,00 40,00 61,00 40,00 52,00 10,00 65,00 56,00 72,00 48,00 457,00 38,00 20,00 20,00 26,00 283,00 66,00 25,00 41,00 39,00 37,00 2,00 37,00 14,00 27,00 25,00 11,00 31,00 26,00 113,00 26,00 22,00 40,00 21,00 18,00 43,00 23,00 35,00 31,00 21,00 41,00 100,00 28,00 26,00 61,00 125,00 19,00 31,00 19,00 28,00 58,00 18,00 10,00 56,00 60,00 50,00 21,00 28,00 24,00 32,00 30,00 19,00 61,00 19,00 39,00 22,00 26,00 29,00 47,00 21,00 22,00 39,00 59,00 40,00 52,00 10,00 65,00 58,00 70,00 47,00 471,00 38,00 19,00 19,00 26,00 281,00 66,00 26,00 42,00 40,00 38,00 2,00 37,00 14,00 27,00 25,00 11,00 30,00 27,00 110,00 26,00 21,00 39,00 21,00 18,00 43,00 23,00 35,00 31,00 21,00 42,00 103,00 27,00 (continuação) Preços em dólares 3 Mar 29 Fev 28,00 23,00 96,00 21,00 56,00 2,00 22,00 17,00 16,00 6,00 48,00 29,00 34,00 17,00 15,00 35,00 98,00 22,00 11,00 27,00 28,00 23,00 95,00 21,00 55,00 2,00 22,00 17,00 16,00 6,00 49,00 30,00 34,00 17,00 15,00 35,00 100,00 22,00 11,00 27,00 (continuação) Preços em dólares 3 Mar 29 Fev 48,90 42,60 85,01 87,57 38,84 32,41 37,94 40,19 17,69 46,68 17,22 82,11 49,95 17,20 50,19 15,53 52,02 105,45 87,75 15,80 12,24 6,18 65,34 61,35 36,52 81,75 33,40 56,54 23,20 10,74 24,77 165,08 60,85 27,90 26,07 43,87 18,41 93,74 47,60 71,94 53,70 27,09 30,16 58,55 114,23 42,66 43,21 31,80 47,01 62,23 39,82 50,71 65,55 34,09 24,83 32,20 83,04 15,32 50,27 104,00 41,39 57,97 53,81 25,23 18,94 41,60 20,69 19,39 53,16 40,71 44,06 48,64 2,72 48,52 42,06 83,19 85,21 24,12 32,41 37,69 39,81 17,54 46,42 16,98 80,63 49,40 17,32 50,02 15,54 50,96 102,74 87,01 16,10 12,30 6,53 64,98 60,29 35,98 81,85 33,14 55,99 23,28 10,40 29,95 169,63 59,23 27,10 27,08 44,11 18,32 93,18 47,77 71,38 53,39 26,55 30,60 57,54 113,86 41,86 43,13 31,70 46,21 61,96 40,65 50,72 65,18 32,81 24,25 33,89 81,04 15,25 51,11 103,20 41,84 56,70 53,16 25,47 18,69 38,26 20,97 19,32 54,11 40,93 44,30 49,56 2,95 (continuação) Preços em dólares 3 Mar 29 Fev 8,83 8,81 8,26 8,23 9,81 9,97 30,86 31,53 16,55 16,47 52,38 51,17 16,17 16,48 22,87 21,69 0,85 0,82 10,74 10,86 35,70 36,01 16,00 15,66 53,58 52,89 82,57 78,61 15,09 14,59 78,24 77,37 21,19 21,27 19,17 19,22 74,90 74,24 25,69 25,30 70,17 69,56 22,25 22,28 37,91 37,66 35,86 35,78 25,08 25,27 62,67 61,98 80,95 80,28 66,35 66,18 44,37 44,10 5,38 5,40 17,51 17,45 65,50 64,84 6,66 7,09 54,56 54,71 69,05 70,04 12,93 12,63 21,41 21,70 86,98 86,45 46,70 47,21 61,65 61,08 69,19 70,51 4,84 4,81 29,93 29,96 55,11 54,17 15,50 15,61 30,62 30,13 109,08 108,55 40,72 40,06 31,43 31,48 123,85 124,76 4,14 4,13 22,80 22,91 107,73 108,45 54,51 54,29 69,40 70,51 52,12 52,45 36,29 36,32 40,34 39,80 40,06 39,75 34,64 34,67 49,89 49,59 28,87 29,23 62,33 61,20 87,85 84,37 43,39 43,62 14,72 14,70 7,01 7,05 Preços em euro . Amsterdã Bangcoc Bogotá Bombaim Bruxelas Budapeste Buenos Aires Caracas Cingapura Copenhague DJSI Estocolmo Eurofirst 300 Frankfur t Hong Cong Jacar ta Joanesburgo Kuala Lumpur Lima -9,89 -14,99 -14,95 -0,03 -13,68 -14,84 -7,58 -15,52 -8,52 -11,88 -10,78 -14,73 -2,86 -15,13 -2,09 -11,31 -15,65 -12,74 -10,85 Empresas . (continuação) Preços em ienes 3 Mar 29 Fev 4.570,00 1.358,00 1.193,00 846,00 340,00 1.629,00 612,00 1.095,00 1.012,00 945,00 3.750,00 3.660,00 9.060,00 381,00 433,00 3.780,00 735,00 520,00 694,00 735,00 3.070,00 1.194,00 206,00 455,00 1.063,00 407,00 526.000 839.000 984.000 466.000 185,00 307,00 2.525,00 3.140,00 239,00 631.000 1.752,00 311,00 2.545,00 1.395,00 658,00 8.480,00 3.600,00 780,00 1.077,00 2.115,00 1.028,00 407,00 640,00 690,00 3.070,00 931,00 2.510,00 457,00 166,00 2.205,00 2.080,00 1.325,00 696,00 404,00 902,00 5.590,00 4.820,00 1.377,00 1.221,00 883,00 351,00 1.654,00 679,00 1.126,00 1.080,00 989,00 3.950,00 3.780,00 9.920,00 406,00 462,00 3.970,00 754,00 538,00 750,00 766,00 3.260,00 1.251,00 208,00 489,00 1.127,00 447,00 531.000 839.000 1.000.000 478.000 197,00 328,00 2.560,00 3.220,00 257,00 640.000 1.765,00 332,00 2.730,00 1.501,00 709,00 8.650,00 3.780,00 811,00 1.079,00 2.235,00 1.053,00 435,00 679,00 757,00 3.270,00 975,00 2.610,00 499,00 170,00 2.330,00 2.180,00 1.391,00 732,00 423,00 946,00 5.750,00 (continuação) Preços em ienes 3 Mar 29 Fev 434,00 2.770,00 50.200,00 555,00 695,00 240.000 286,00 522,00 962,00 921,00 1.635,00 469.000 481.000 154.000 474,00 424,00 193,00 2.950,00 2.200,00 997,00 15.370,00 410,00 1.043,00 170.000 1.627,00 215,00 770,00 5.140,00 502,00 136,00 1.030,00 1.851,00 473,00 5.290,00 353,00 2.325,00 1.058,00 2.050,00 935,00 4.770,00 1.479,00 685,00 1.501,00 683,00 2.755,00 233,00 262,00 5.700,00 2.490,00 7.070,00 389,00 2.635,00 6.200,00 465,00 1.152,00 622,00 765,00 5.560,00 2.000,00 1.981,00 1.501,00 459,00 2.985,00 53.300,00 562,00 722,00 249.000 292,00 560,00 984,00 964,00 1.685,00 454.000 493.000 156.000 506,00 441,00 189,00 3.100,00 2.345,00 1.021,00 16.040,00 420,00 1.115,00 173.000 1.710,00 223,00 796,00 5.320,00 524,00 137,00 1.094,00 1.928,00 506,00 5.740,00 365,00 2.390,00 1.066,00 2.075,00 985,00 4.990,00 1.540,00 730,00 1.569,00 718,00 2.860,00 247,00 278,00 5.860,00 2.665,00 7.560,00 409,00 2.695,00 6.600,00 472,00 1.148,00 654,00 797,00 5.750,00 2.070,00 2.115,00 1.536,00 Empresas . Empresas . Empresas . Empresas . Fontes: Agências Internacionais e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. FRANKFURT . FRANKFURT . LONDRES . LONDRES . Preços em euro 3 Mar 29 Fev 41,81 115,55 98,21 29,85 83,63 50,20 36,49 53,36 37,12 19,37 64,70 55,60 72,94 21,76 12,46 6,71 106,60 61,75 121,59 9,35 152,00 34,42 21,00 31,28 15,70 104,34 29,36 18,24 5,34 4,59 11,08 87,46 15,38 90,98 9,14 82,37 54,79 115,19 116,20 227,35 78,78 31,73 109,80 36,52 84,20 41,94 117,50 99,20 29,87 83,98 50,85 36,18 52,95 37,92 20,08 64,72 55,79 74,26 21,98 12,57 6,92 104,89 64,38 124,20 9,42 165,00 34,67 21,59 31,57 16,10 105,55 29,21 18,94 5,36 4,76 11,67 87,82 15,49 87,22 9,32 82,19 55,47 116,39 113,53 235,56 79,87 31,61 109,85 37,01 85,42 . Empresas . (continuação) Preços em euro 3 Mar 29 Fev 47,18 48,01 13,97 14,50 38,31 38,15 15,57 15,90 152,35 149,99 (continuação) Preços em pences 3 Mar 29 Fev 171,25 176,75 413,00 416,00 572,00 579,00 127,00 133,50 1.106,00 1.102,00 415,25 426,00 1.072,00 1.105,00 107,50 109,00 558,00 603,50 127,50 127,00 258,75 259,00 790,00 766,00 622,00 631,50 2.369,00 2.340,00 762,00 771,50 375,50 380,25 251,75 257,25 65,40 67,00 1.930,00 1.946,00 1.564,00 1.546,00 126,00 131,10 1.567,00 1.580,00 122,80 124,60 945,50 963,50 444,50 453,50 89,75 93,25 1.317,00 1.359,00 3.352,00 3.307,00 532,00 555,00 397,50 402,75 144,75 149,50 289,75 297,50 713,50 733,50 1.251,00 1.289,00 121,60 125,30 648,50 666,00 722,00 737,00 601,00 610,50 2.701,00 2.730,00 625,50 637,00 82,60 83,40 691,50 690,00 588,50 597,50 438,25 441,25 5.660,00 5.720,00 440,25 434,50 (continuação) Preços em pences 3 Mar 29 Fev Adidas-Salomon Allianz AMB Generali AWD Holding BASF Bayer Bayer. Motoren Werke Beiersdorf Celesio Commerzbank Continental Daimler Deutsche Bank Deutsche Post Deutsche Tel Deutz DT Boerse Dt Postbank N E.ON AG Epcos Ergo Fresenius Medical Care GEA Group Hannover Rueck Heidelberg Druck Heidelberg Zement Henkel KGAA Hypo Real Estate Infineon Jenoptik Karstadt Quelle Linde Lufthansa MAN Marschollek Merck KGaA Metro Munchen Ruck Porsche AG Puma RWE SAP Schwarz Pharma SGL Carbon Siemens Empresas Software Suedzucker AG ThyssenKrupp TUI Volkswagen Empresas . Empresas . LONDRES . Preços em pences 3 Mar 29 Fev Empresas . 3i Group 796,50 818,00 Admiral Group 1.002,00 1.015,00 Alliance & Leicester 525,50 563,50 Alliance Trust 337,25 342,00 AMEC 772,00 775,00 Anglo American 3.275,00 3.234,00 Antofagasta PLC 818,50 812,50 ARM Holding 89,50 90,75 Assoc. British Foods 825,00 848,50 Astrazeneca 1.878,00 1.893,00 Autonomy 930,00 945,50 Aviva 584,50 611,50 B.A.T. 1.895,00 1.895,00 BAE Systems 487,75 482,75 Barclays Bank 462,00 477,25 BG Ord Group 1.181,00 1.192,00 BHP Billiton 1.625,00 1.630,00 BP Amoco 540,50 546,00 British Airways 251,50 257,50 British Energy 559,00 565,50 British Land 929,00 951,50 BSkyB 555,00 568,00 BT Grp 222,75 227,00 Burberry Group 416,50 421,25 Cable & Wireless 177,40 176,80 Cadbury Schweppes 556,00 563,00 Cairn Energy PLC 2.598,00 2.717,00 Capita Group 656,00 656,00 Carnival PLC 1.960,00 2.001,00 Carphone Warehouse 302,50 307,25 Centrica 314,50 323,00 Colt Telecom 161,50 165,75 Compass Group 332,25 326,50 Diageo 1.033,00 1.034,00 Dimension Data 51,25 51,75 ElectroComps Enterprise Inns PLC Firstgroup PLC Friends Provident GlaxoSmKline GUS Hammerson PLC Hays HBOS HMV Group Home Ret Grp HSBC ICAP PLC Imperial Tobacco IntCont Htls Grp International Power Invensys ITV Johnson Matthey Kazakhmys Kingfisher Land Securities Legal & General Liberty International Lloyds TSB Logica Lond Stock Exch Lonmin Man Group Marks & Spencer Misys Morrison (Wm.) National Grid Next Old Mutual Pearson Persimmon PLC Prudential Reckitt Benckiser Reed Elsevier Rentokil Initial Resolution PLC Reuters REXAM Rio Tinto Rolls Royce Royal Sun All 129,20 132,00 Ryl Bk Scotland 369,25 385,00 Ryl Dutch Shell A 1.768,00 1.808,00 Ryl Dutch Shell B 1.742,00 1.781,00 SABMiller 1.037,00 1.053,00 Sage Group 200,25 197,50 Sainsbury 348,50 355,25 Schroders 926,50 958,50 Schroders N/V 831,50 850,00 Scottish & Newcastle 786,00 789,00 Scottish & Southern 1.437,00 1.477,00 Securicor PLC 217,00 218,75 Severn Trent Water 1.396,00 1.421,00 Shire Pharmaceuticals 981,00 990,00 Smith&Nephew 651,50 655,50 Smiths Group 999,50 993,50 Spirent 60,00 58,50 Standard Chartered 1.631,00 1.674,00 Standard Life 210,25 219,00 Taylor Woodrow PLC 166,50 172,10 Tesco 393,00 400,50 Thomas Cook Grp 301,75 306,75 Tui Travel 261,00 270,25 Tullow Oil 627,00 627,50 Unilever 1.580,00 1.596,00 United Business Media 547,00 536,00 United Utilities 669,00 693,00 Vedanta Res 2.190,00 2.196,00 Vodafone Grp 160,00 162,70 Whitbread 1.276,00 1.266,00 William Hill Group 373,50 377,00 Wolseley 614,00 621,50 WPP Group 590,50 596,50 Xstrata 4.000,00 3.960,00 Yell Grp 215,50 219,25 NY - NASDAQ . Preços em dólares 3 Mar 27,00 32,00 33,00 17,00 62,00 45,00 29 Fev 27,00 33,00 35,00 17,00 64,00 45,00 Empresas Activision Adobe Systems Akamai Tech Altera Corp Amazon com Amgen . Amylin Pharma Apollo Group Apple Computer Applied Materials Autodesk Bea Systems Bed Bath & Beyond Biogen Idec Broacom Cadence Design Celgene Corp Cephalon Inc. CH Robinson W Check Point Soft Cintas Cisco Citrix Cognizant Tech Comcast Costco Wholesale Dell Computer Dentsply Inter Discovery Holding eBay Inc EchoStar Comm Electronic Arts Ericsson LM Expedia Inc Expeditors Inter Express Scripts Fastenal Co Fiserv Inc Flextronics Inter Foster Wheeler Ltd Garmin Ltd Genzyme Corp Gilead Sciences Google Infosys Tech Intel Corp InterActiveCorp Intuit Inc Intuitive Surgical Joy Global Juniper Networks KLA -Tencor Lam Research Lamar Advertising Level 3 Comm Inc Liberty Global Liberty Media Inter Linear Technology Logitech Inter Marvel Tech Microchip Microsoft Millicom Int Cellular Monster Worldwide Network Appliance NII Holding Nvidia Oracle Paccar Patterson - UTI Patterson Cos Paychex Petsmart Inc Qualcomm Research In Motion Ross Stores Ryanair Hold Plc Scandisk Sears Holding Sepracor Sigma - Aldrich Sirius Sat Radio Staples Starbucks Symantec Tellabs Teva Pharma UAL Corp VeriSign Inc Vertex Pharma Inc Virgin Media Inc Whole Foods Market Wynn Resorts Xilinx XM Satellite Radio Yahoo! NY - NYSE . Preços em dólares 3 Mar 29 Fev 78,49 78,40 53,23 53,55 23,82 24,88 49,51 49,60 62,05 62,41 5,88 5,87 38,32 37,14 50,65 50,67 73,02 73,14 41,20 40,92 42,08 42,30 46,69 46,86 12,58 12,81 46,97 47,09 41,28 41,61 41,96 41,92 45,74 45,10 88,56 87,59 44,44 44,17 35,06 34,83 38,71 38,06 39,18 39,74 44,17 43,87 59,00 59,02 90,19 90,42 69,05 68,77 80,67 82,79 12,65 12,59 64,63 64,87 22,39 22,61 15,84 16,29 87,88 87,78 32,03 32,29 44,74 44,86 73,20 72,33 87,20 86,66 23,09 23,71 14,28 14,39 59,02 58,46 76,84 76,09 43,23 43,45 40,98 40,89 22,18 22,10 83,44 82,71 23,16 23,23 41,88 41,23 Empresas 3M Company Abbott Labs Advantest Corp Aetna Inc AFLAC Inc Alcatel-Lucent Alcoa Inc Allegheny Energy Altria Group Am Ele Pwr Am Express Am Intl Grp AMR Corp Anheuser Busch Aon Corp Arbitron Inc Arch Dan Mid ASA Ltd Ashland Inc AT&T Inc Avon Products Bank of America Bank of NY Baxter Intl Becton Dickinsn Black Deck Boeing Co Boston Scientific Corp BP PLC Brist Myr Sqb Brunswick Corp Burl Nth SFe Campbell Soup Canon Inc Caterpillar Chevron Corp Citigroup CMS Engy CocaCola Colgate-Palmolive Computer Sci Con Edison ConAgra Foods ConocoPhillips Corning Inc Crane Co . CSX Corp Cur tis-Wright DaimlerChrysler Deere Co Diebold Inc Disney Dow Chemical DTE Energy Co Duke Energy DuPont East Kodak Eaton Corp Edison Intl EDS Corp Eli Lilly EMC Corp Emerson Elec Entergy Exxon Mobil Corp Ferro Inc Foot Locker Inc Ford Motor Fortune Brands FPL Group GATX Gen Dynamics Gen Electric Gen Mills Gen Motors GenCorp Genesco Inc Goldman Sachs Grp Goodrich Corp Goodyear Grt Atl Pac Heinz Hercules Inc Hess Hewlett Packard Hitachi Holly Corp Home Depot Honda Motors Honeywell Intl IBM Ingersoll Rand Int Flav Frag Intl Paper JC Penney Johnson & Johnson JP Morgan Chase Kellogg Co Kimberly Clark Konami Co Kroger Co Kubota Cp Kyocera Corp Limited Inc Lincoln Natl Lockheed Martin Loews Corp Manpower Inc Marathon Oil Marsh & McLennan Masco Corp Massey Energy Co Matsushita Mattel Inc McDonalds Corp McGraw Hill Merck & Co Merrill Lynch Milacron Inc Mitsub UFJ Fn MizuhoFnl ADS Motorola Inc Nabors Ind Nat Semi Newmont Mining Nidec Corp Nippon T&T NIS Group NL Indust Nokia Corp Nomura Holdings Norfolk Sthn Northrop Grumman NTT DoCoMo Inc Occid Petl OfficeMax Olin Corp Orix Corp PepsiAmericas Inc PepsiCo Pfizer Inc PG&E Corp Pitney Bowes Potom Elec PPG Inds Praxair Inc Procter Gamble Pub Svc Ent Gp Qwest Comm RadioShack Corp Raytheon Co RH Donnelley Rockwell Automation Royal Dutch Shell B Sara Lee Corp Schering Plough Schlumberger Sony Corp Sunoco Inc TDK Cp Tenet Hlthcare Texas Instru Textron Inc Time Warner Timken Co Toyota Mot Tyco Intl Ltd Unilever PLC Union Pacific Unisys Cp UnumProvident Corp US Steel Corp UST Inc Utd Technologies Varian Med Sys Verizon Comm Viacom Viacom B Viad Corp WalMart Strs Wells Fargo & Co Weyerhauser Whirlpool Wyeth Xerox Corp Zapata Corp Accor 46,91 47,24 Air France KLM 17,46 17,92 Air Liquide 93,18 93,95 Alcatel 3,85 3,91 Alstom SA 136,80 140,55 Arcelormittal 50,98 50,46 Atos Origin 35,03 35,83 AXA 22,07 22,48 BNP Paribas 58,68 59,57 Bouygues 44,44 45,44 Capgemini 35,38 36,44 Carrefour 46,39 46,68 CNP Assurances 71,62 72,76 Credit Agricole 17,81 18,04 Danone 51,68 51,98 Dexia 15,38 15,66 Dj Euro Stoxx 50 3.672,30 3.724,50 E.A.D.S. 19,04 17,43 Edf 60,08 61,75 Essilor Intl 38,98 39,30 Euro Disney 7,30 7,48 France Telecom 22,22 22,28 Gaz De France 37,02 37,98 Hermes International 77,78 77,66 L'Oreal 77,38 78,72 Lafarge 113,28 114,98 Lagardere 51,78 52,20 LVMH 67,87 68,23 Metropole Television M6 15,09 15,64 Michelin 65,88 65,61 Pernod Ricard 69,58 70,40 Peugeot-Citroen SA 52,39 50,56 Pinault-Printemps 90,20 90,79 Publicis 23,82 23,99 Renault 70,35 71,20 Rhodia 16,43 16,57 Saint-Gobain 51,67 52,22 Sanofi-Aventis 48,90 48,79 Schneider Electric 74,30 75,72 Societe Generale 69,59 71,10 STMicroelectronics 7,76 8,00 Suez 40,88 42,21 Total 49,60 49,99 Unibail 164,24 161,80 Vallourec 136,89 138,27 Veolia Environnement 56,62 58,87 Vinci 45,95 45,96 Vivendi 26,32 26,22 Empresas Canon Casio Chugai Pharm Citizen Watch Cosmo Oil Dai Nippon Print Daiei Daihatsu Motor Daiwa House Daiwa Securities Denso Eisai Fanuc Fuji Elec Fuji Heavy Indus Fuji Photo Film Fujitsu Heiwa Real Estate Hino Motors Hitachi Honda Isetan Ishikawajima-Harima Isuzu Motors Itochu Jaccs Japan Tobacco JR East JR Tokai JR West JVC Kajima Kansai Elec Power Kao Kawasaki Heavy Ind KDDI Kirin Brewery Kobe Steel Komatsu Konica Kubota Kyocera Makita Marubeni Marui Matsushita Elec Ind Matsushita Elec Work Mazda Minebea Misawa Homes Hldgs Mitsubishi Mitsubishi Elec Mitsubishi Estate Mitsubishi Heavy Ind Mitsubishi Motors Mitsui Mitsui Fudosan Mitsui O.S.K. Mitsui Trust Mitsukoshi Mtshbsh Fin Grp Murata Mfg Co Empresas . TÓQUIO . Preços em ienes 3 Mar 2.870,00 2.425,00 1.215,00 1.578,00 1.230,00 1.898,00 1.162,00 553,00 4.380,00 1.710,00 29 Fev 3.040,00 2.645,00 1.281,00 1.620,00 1.264,00 1.954,00 1.203,00 581,00 4.600,00 1.745,00 Empresas . Acom Advantest Aeon Aiphone Ajinomoto Asahi Breweries Asahi Glass Asahi Kasei Astellas Pharma Bridgestone NEC Nikon Nintendo Nippon Express Nippon Oil Nippon Paper Nippon Shinpan Nippon Steel Nippon Yusen Nissan Motor Nomura Hldgs NTT NTT Data NTT DoCoMo Obayashi Oji Paper Oki Elec Indus Olympus Omron Onward Orix Osaka Gas Pioneer Resona Hldgs Ricoh Sanyo Elec Sapporo Holdings Secom Seiko Seiyu Sekisui House Sharp Shimizu Shin-Etsu Chem Shinko Securities Shiseido Showa Shell Softbank Sompo Japan Sony Sumitomo Sumitomo Chem Sumitomo Elec Sumitomo Trust Suzuki Motor Taiheiyo Cement Taisei Takeda Pharm Takefuji TDK Teijin Ltd Tokyo Elec Power Tokyo Electron Tokyo Gas Toppan Print Toray Toshiba Corp Toyota Motor Yamaha Yamaha Motor Yamato Hldgs PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE BOLSAS INTERNACIONAIS ACESSE: ga zetamercantil.com.br/bolsasinternacionais
Slide 20: B8 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL FUNDOS MÚTUOS FI RENDA FIXA Instituições . FI MULTIMERCADO SEM ALAVANCAGEM Patrimônio Líquido 29/02 (R$) Quota do Dia 03/03 (R$) 101,7370359 1,0624399 9966,49438 23,896868 987,4503431 2,0234863 7,3564427 4,3086931 3,694739 3,63212 7,85373 5,0916646 1,3931815 2,8857583 3,0601626 3,8692918 9,5284141 9,722479 1,731204 529,6543587 3,1559782 236,2511003 541,6844376 120,7919107 1,1092747 351,7957962 9,166857 5,1635876 1,2729202 3,1025286 8,1828834 1,2099489 1,0889788 2,4026469 6,174743 11,123037 1,0544695 1,346697 1,277324 1,419108 1,041053 1,231201 3,175141 2,175928 8,089689 1,5636839 9,0159804 765,672226 1,044094 2,4037705 10,601782 3,5300466 3,607054 3553,36157 3,0922284 1,4715839 84,982438 1053,979619 3,187111 1517,102912 1,6223375 1,3410527 7,4994298 1,055884 1,4466362 1,4144151 268,753302 7,661738 7,588351 10,515119 10,485318 9938,968426 1027,953423 1,3343882 2,6176577 4,47061 4,3053987 5,7723517 5,2171088 79,280912 1,504983 1,282278 51,466389 112,9199014 960,2134605 2382,59026 2,888926 3,518938 2453,566582 110,238676 104,961754 181,605638 1,319683 3,5561415 23,257858 15,637686 86,590893 7,886371 1,920465 1,71878 1,869321 1,111556 1,531651 4,064015 3,256545 1089,817833 1059,018349 Rent. Acumulada % Dia 0,040 0,043 0,036 0,034 0,032 0,042 0,038 0,020 0,030 0,024 0,030 -0,011 0,041 0,040 -0,028 0,025 0,042 0,041 0,040 0,002 0,039 0,037 0,011 -0,024 0,040 0,018 0,041 0,042 0,042 0,037 0,040 0,043 -0,008 0,019 0,041 0,031 0,033 0,038 0,036 0,037 0,042 0,041 0,024 0,037 0,003 0,026 0,041 0,041 0,043 0,045 0,034 0,042 0,045 0,042 0,042 0,043 0,025 0,028 0,040 0,062 0,043 0,042 0,032 0,038 0,036 0,033 0,042 0,046 0,037 0,042 0,042 0,028 0,038 0,047 -0,031 0,022 0,034 -0,027 0,000 0,037 0,036 0,012 0,036 0,032 0,038 0,037 0,058 0,029 0,043 0,022 0,043 0,038 0,043 0,069 0,045 0,041 0,043 0,037 0,040 0,042 -0,061 0,067 0,037 0,015 0,033 -0,042 -0,011 Mês 0,715 0,801 0,718 0,887 0,765 0,803 0,725 0,370 0,576 0,473 0,656 1,238 0,800 0,797 1,958 0,466 0,863 0,794 0,738 0,932 0,926 1,700 0,953 1,532 0,806 1,062 0,791 0,816 0,773 0,811 0,863 0,771 1,287 1,117 0,768 0,542 0,775 0,810 0,830 0,823 0,810 0,787 0,722 0,658 1,384 0,896 0,791 0,764 0,792 0,853 0,775 0,786 0,852 0,848 0,800 0,805 0,947 0,959 0,811 0,646 0,769 0,759 0,823 0,822 1,089 0,877 0,852 0,813 0,900 0,812 0,798 0,938 0,805 0,855 1,348 1,060 0,907 1,409 1,197 0,831 0,843 0,966 0,857 0,638 0,741 0,733 0,667 0,902 0,772 0,751 0,770 0,688 0,734 0,740 0,837 0,780 0,821 0,802 0,740 0,803 1,104 0,863 0,807 0,735 0,786 1,329 1,198 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,59 1,74 2,07 2,11 1,73 1,74 1,57 0,80 1,25 1,02 1,42 2,53 1,72 1,76 2,92 1,00 1,79 1,71 1,65 1,90 1,98 2,91 1,94 2,79 1,82 2,35 1,72 1,81 1,73 1,80 1,86 1,75 2,46 2,37 1,67 1,21 1,66 1,73 1,75 1,74 1,74 1,70 1,48 1,47 2,56 1,90 1,72 1,72 1,73 1,94 1,67 1,71 1,61 1,90 1,74 1,74 1,93 1,94 1,73 1,04 1,73 1,70 1,82 1,79 2,15 1,80 1,86 1,75 1,86 1,77 1,74 1,93 1,70 1,87 2,32 2,03 1,86 2,30 1,99 1,83 1,81 1,99 1,91 1,37 1,61 1,84 1,76 1,92 1,69 1,76 1,72 1,59 1,64 1,66 1,79 1,70 1,81 1,73 1,63 1,74 2,14 1,87 1,74 1,62 1,69 2,49 2,29 0,046 0,046 1,001 0,876 0,347 10,858 0,330 -2,408 0,010 8,446 0,001-1618,361 0,006-1000,781 0,001-5624,084 0,033 -140,388 0,110 -16,714 1,202 5,685 0,184 -0,043 0,244 0,490 2,520 2,455 0,019 -250,830 0,165 1,994 0,016 -6,727 0,012 -21,130 0,466 -1,045 0,295 1,713 2,018 2,735 0,487 -0,179 1,808 2,602 0,214 1,409 2,775 -0,371 0,001 -50,792 0,279 -0,236 0,048 0,909 0,253 0,267 0,287 0,219 0,053 9,347 1,335 3,067 1,576 1,899 0,029 -14,450 0,013 -247,471 0,189 -4,416 0,168 0,336 0,203 0,543 0,189 0,469 0,023 3,856 0,004 -36,343 0,195 -7,350 0,013 -113,018 1,392 1,837 0,402 0,079 2,550 -0,028 0,020 11,629 0,310 0,338 0,106 17,989 0,115 -0,490 0,013 -9,308 0,360 -1,983 0,102 12,077 0,026 6,460 0,053 4,475 0,477 2,148 0,385 1,547 0,077 1,304 1,645 -2,685 0,031 13,306 0,012 5,377 0,200 0,889 0,208 1,295 0,958 0,326 0,259 0,398 0,100 7,884 0,081 -0,247 1,271 -1,781 0,019 15,297 0,015 7,698 0,348 1,807 0,146 -2,481 0,078 13,305 2,428 -0,683 0,737 0,851 0,434 0,447 2,166 -0,306 1,362 -0,875 0,163 5,977 0,121 3,828 0,600 1,392 0,351 4,259 0,120 -18,809 0,100 -5,232 0,553 0,749 0,884 5,006 0,474 -0,100 0,032 -7,239 0,955 3,335 0,011 22,892 0,173 -1,456 0,045 -4,549 0,160 -0,098 0,365 1,662 0,011 -15,527 0,086 7,135 0,077 -0,840 0,032 -8,444 0,017 6,667 2,281 -0,468 0,091 12,670 0,075 0,251 0,325 -2,480 0,120 -2,407 2,148 0,470 1,591 0,412 0,75 0,35 0,50 -----0,50 0,35 1,00 6,00 3,00 4,50 2,00 0,20 0,20 0,20 1,50 4,00 0,50 #0,38 0,50 0,85 0,75 1,00 0,50 0,25 0,20 0,50 0,10 0,30 0,10 0,65 0,00 ---------------0,50 3,00 1,00 0,20 0,35 0,20 0,10 0,18 2,00 1,50 0,30 0,00 1,00 0,30 0,70 0,12 #0,80 0,25 #1,00 0,80 #0,35 0,20 0,00 ----------#1,10 #0,90 0,30 #0,60 #0,10 ----------0,40 0,30 0,00 0,28 0,25 0,00 0,50 1,00 1,70 0,50 0,50 2,47 2,95 0,30 ----------#1,20 2,50 0,50 #1,00 -----#0,15 0,50 1,50 -----1,00 0,40 #2,00 0,50 0,80 0,00 3,00 0,50 0,35 1,00 -----0,30 #1,25 0,75 ----------Instituições . PGBL - COMPOSTO - (Continuação) Instituições . FIC RENDA FIXA - (Continuação) Rent. Acumulada % Dia 0,076 0,072 0,114 0,112 0,138 0,138 -0,483 -0,485 -0,479 -0,994 -0,476 -0,481 -0,990 -0,525 0,108 0,105 0,196 -0,992 0,082 0,078 0,154 -0,244 -0,240 -0,240 -0,502 -0,497 -0,493 -1,233 -1,233 -0,871 -0,194 -0,419 -0,894 -0,435 -0,175 -0,427 -0,881 -0,900 -0,296 -0,650 -0,088 0,035 0,041 0,103 -1,218 -0,803 -0,296 -0,304 -0,452 -0,447 -0,443 -0,352 -0,469 -0,866 -0,537 -0,747 -0,737 -0,732 Mês 2,352 2,296 4,039 3,941 5,114 5,060 1,716 1,680 1,786 2,771 1,824 1,751 2,845 1,853 1,293 1,864 3,620 3,442 1,591 1,486 2,906 1,350 1,421 1,435 2,002 2,074 2,096 4,031 4,057 2,653 1,168 1,672 2,748 1,776 1,167 1,746 2,786 2,843 1,484 2,191 0,912 1,137 1,241 2,489 3,892 3,246 1,760 1,677 1,671 1,366 1,279 1,596 1,908 2,972 1,893 2,434 2,451 2,516 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,81 1,58 1,98 1,69 2,24 1,77 1,19 1,11 1,35 0,97 1,43 1,27 1,13 0,03 1,18 1,37 0,79 -0,78 1,42 1,16 0,71 1,35 1,50 1,54 1,23 1,39 1,44 0,97 0,99 0,93 1,35 1,26 1,15 1,51 1,36 1,40 1,11 1,32 1,43 1,22 1,41 2,14 2,37 2,01 0,54 3,51 1,55 2,34 1,28 1,15 0,90 1,12 1,08 0,76 0,24 0,53 0,61 0,76 4,270 4,385 8,498 8,605 11,276 11,453 6,320 6,321 6,316 12,571 6,315 6,318 12,565 7,619 1,708 3,493 8,988 12,252 2,701 2,746 7,053 3,024 3,036 3,020 6,116 6,113 6,107 15,340 15,398 11,789 2,798 5,897 11,834 6,004 2,833 5,886 11,899 11,982 4,534 9,043 1,484 1,281 1,280 4,362 14,670 8,700 4,692 3,500 5,934 5,899 5,815 4,292 5,681 10,409 6,792 8,826 8,724 8,720 0,897 0,548 0,623 0,415 0,590 0,376 -0,050 -0,132 0,117 -0,161 0,205 0,034 -0,076 -0,911 0,629 0,708 0,077 -0,419 0,831 0,254 -0,092 -0,121 0,209 0,332 -0,113 0,069 0,124 -0,065 -0,054 -0,086 0,377 0,128 0,024 0,356 0,437 0,255 0,036 0,151 0,275 0,103 0,858 3,345 4,649 1,124 -0,408 0,899 -0,312 1,067 0,026 0,126 -0,122 -0,225 -0,261 -0,399 -0,556 -0,615 -0,566 -0,452 2,00 3,00 2,00 3,00 2,00 3,00 3,00 3,50 2,00 3,00 1,50 2,50 2,00 -----0,05 1,25 1,50 2,00 1,50 3,00 3,00 3,00 2,00 1,75 3,00 2,00 1,75 2,00 1,75 4,00 3,00 3,00 3,00 1,50 2,50 2,50 2,50 1,80 3,00 3,50 2,50 1,40 -----2,00 1,25 2,00 2,00 3,00 2,00 2,00 3,20 2,00 1,75 1,75 2,10 4,00 3,50 2,50 Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 260974321,2 157808992,2 78093080,7 561317373,0 64953150,6 57077176,8 320438673,7 34458546,7 240257132,8 59899608,9 35436008,3 204929619,5 343593920,1 1714121748,7 159736237,7 98999214,7 295094985,0 84177729,1 836752004,4 796756786,7 36232815,0 2432360565,8 60103900,8 2577327410,4 273695661,3 2073602645,9 136431310,6 108101119,6 44423488,3 136537206,0 119316616,4 130730183,3 83981911,9 34964427,6 40485437,2 Quota do Dia 29/02 (R$) 332,9604592 333,5376785 316,406574 2,630342 5,102479 1000,97466 2,5784822 805,4503785 1,4091128 2,896157 1,100683 101,949219 8,939931 10,385293 3,583727 7,525443 1,7532405 2,345187 1,264372 1,691372 1,4605487 1,7784742 4,8705358 1,484317 5,757421 35,922829 3,033783 1,1079144 1,103784 1,0930235 1,2281389 1,1049176 1,0878669 17,1816517 1,6645758 Rent. Acumulada % Dia 0,040 0,038 0,045 0,043 0,047 0,062 -0,004 0,026 0,017 0,062 -0,018 0,045 0,072 0,044 0,450 0,283 -0,846 0,034 -3,679 -0,834 0,040 0,042 0,037 -0,345 0,102 0,102 0,100 0,048 0,034 0,084 0,041 -1,201 0,039 0,033 -0,086 Mês Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 0,60 #0,30 0,50 #1,00 1,00 #0,50 -----0,75 -----#2,50 0,05 0,00 #1,00 #1,00 #1,50 #1,50 2,00 ---------------0,10 #0,10 #0,50 -----#1,50 #1,50 #2,00 ----------#0,65 1,20 1,20 #2,00 #1,50 Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 135463244,3 213677570,4 160486426,6 196635908,2 213485848,0 327364885,9 93162459,8 139627892,7 107253974,0 174624066,9 81719341,5 84506959,0 379700311,3 104721644,5 148889183,3 160185229,8 112124856,3 67444433,6 128099240,6 583993117,9 310828499,3 43819968,6 72032909,9 39866104,5 46104440,6 114602631,7 108087198,8 94838159,9 94038026,3 117412753,7 222063413,2 386687036,1 330904163,4 653246523,6 71831997,7 146696582,1 87822920,7 756475970,4 68400740,1 53781549,1 38969637,2 86977338,9 87072561,4 47381897,5 316214556,3 270224419,3 152661496,8 283048563,7 578559721,9 84272036,1 407387851,3 56638524,2 44071034,7 75572086,4 56304091,2 109978572,3 195263716,4 552933898,0 Quota do Dia 03/03 (R$) 3,2975499 3,1084429 3,6854695 3,2339406 4,0043846 3,4284118 2,707567 2,760261 2,887617 1,785851 2,842268 2,799561 1,869193 2585,576675 1,0502166 297,286516 798,7578036 867,394917 3,7620989 3,2855813 3,420603 3,7142734 4,4698553 3,5257516 4,3407862 5,2103178 4,193743 8,311614 3,5972205 1,682671 1,607215 2,553516 17,336335 1,260203 10,294224 10,325916 10,446916 1,389065 4,786394 5,449104 4,401267 1,7091282 1,0493481 3,814252 3,7816829 329,8209568 119,0769246 345,0882351 134,130381 2,8622775 2,6230752 3,407673 3,680839 3,877986 3057,926702 3,206342 2,252477 3,814717 Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 30320336,0 100392271,3 3062194647,5 219846322,6 37351647,1 454082413,9 207374735,9 778158325,0 47558503,4 145823490,1 31308063,9 107086640,6 306258084,6 389831445,1 978820966,6 72741411,5 423122478,6 109485137,0 323376294,9 2520845137,5 77721547,7 44921535,1 Quota do Dia 03/03 (R$) 10,3111792 10,8898374 84,4922117 15,1488913 281,587464 80,485368 67,625988 1,399246 9,070598 6,933289 4,0715 6,759079 80,068382 2,603875 3,11889 1,876947 1,59611 1,826666 7,831197 3,122135 1,399555 198,547741 Rent. Acumulada % Dia 0,024 0,031 0,029 0,031 0,040 0,041 0,035 0,042 0,036 0,033 0,015 0,018 0,024 0,032 0,029 0,038 0,031 -0,063 0,043 0,044 -0,040 0,007 Mês 0,685 0,805 0,772 0,815 0,782 0,786 0,678 0,803 0,785 0,785 0,733 0,479 0,593 0,767 0,712 0,703 0,744 1,067 0,755 0,777 2,023 0,893 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,46 1,72 1,64 1,73 1,69 1,73 1,48 1,74 1,69 1,69 1,62 1,02 1,27 1,65 1,52 1,55 1,59 2,06 1,69 1,74 3,18 1,80 0,272 0,280 0,269 0,281 0,050 0,086 0,086 0,017 0,077 0,120 0,325 0,120 0,120 0,120 0,120 0,032 0,120 2,281 0,061 0,061 2,669 1,152 -8,031 -1,348 -3,249 -1,111 -5,273 0,611 -18,777 6,335 -4,010 -2,463 -2,543 -38,664 -25,332 -4,702 -11,356 -26,066 -7,536 -0,716 4,089 9,646 2,318 -1,842 2,40 0,80 1,00 0,50 0,30 0,50 2,00 -----0,20 0,00 #0,00 1,50 0,00 0,25 #0,75 0,50 0,55 0,50 0,30 ----------1,50 ABN AMRO FI Renda Fixa ANS* 39077080,4 ABN AMRO FI RF Cash 95132314,0 ABN AMRO FI RF Fundações* 233257475,0 Acantis RF FI* 1396192458,7 Alfa Mix - Fdo RF LP* 292664612,7 Banestes Institucional 76578388,1 Banestes Invest Money 93566253,7 Banestes Invest. Public 291717428,2 Banestes Investidor 83116756,7 Banrisul Super FI RF 425734234,2 Banrisul Vip FI RF LP* 527607439,9 BB Atuarial FI Renda Fixa* 75116223,0 BB Institucional Federal LP* 288480779,0 BB Institucional FI Renda Fixa 1408707043,9 BB RF LP Índ Preço 100 Mil FI* 231390818,4 BESC FLD 164594252,8 BESC Prático 297801881,6 BESC Prime 727995120,5 BNB FI Renda Fixa Plus L Prazo 115192586,0 BNP Paribas Classic FI RF 154101227,2 BNP Paribas Credit FI RF LP 334550012,8 BNP Paribas Inflação FI RF 61364543,2 BNP Paribas RF FI RF 227218713,9 BNP Paribas Spin FI Renda Fixa 81601455,6 Brad FI RF maxi Poder Público 246140977,3 Bradesco FI RF Bond* 199968099,6 Bradesco FI RF Empresa 430177742,8 Bradesco FI RF Target I 560181949,6 Bradesco FI RF Tasc 39731018,6 Bradesco Private FI RF 161006841,9 BRAM FI Renda Fixa 14419244126,1 BRAM FI RF Crédito Privado* 167535792,2 BRAM FI RF IMA* 160110857,2 BRAM FI RF Multi Índices* 88663933,8 BTMU Mix FI Renda Fixa 125235317,5 CAIXA Azul FIC RF Longo Prazo* 83251091,3 Caixa FI Funcef HabitacionalRF 31634084,7 Caixa FI Prev Reg P Aliança RF 1099809727,7 Caixa FI Prev Reg P Brasil RF* 2826697976,2 Caixa FI Prev Reg Prop RS RF* 658386861,4 Caixa FI Prisma RF Longo Prazo 104061804,4 CAIXA FI Sanepar I RF 74729351,1 CAIXA FIC Capital RF LP* 184568717,3 CAIXA FIC Ideal RF Longo Prazo 3122170489,1 Carteira Instit 86 FI RF 115479070,9 Citibank FI RF Eco 121199857,0 Concórdia Extra FI 319797410,7 Credit Fix IB-RF FI* 323139786,0 CS Estratégia RF Renda Fixa LP 172498219,1 FI BV Farol RF Cred Priv 201123791,8 FI Fator R.F. Max Corporativo 238020242,1 FI Jacarandá RF 61900082,2 FI Paraná Executivo* 89029704,2 FI RF Mercatto Top 154221023,1 FI Vintage RF Cred Priv 2467781821,8 FI Vot Inst RF Cred Priv 247124949,9 Floor Renda Fixa FI* 1524815639,1 Francês Renda Fixa FI 8664880006,4 Garimpo FI RF Crédito Privado 405545029,8 HSBC FI LP Xian Institucional* 162988040,6 HSBC FI RF CPriv LP Perform* 2403437051,5 HSBC FI RF CPriv Tit Privados* 811608135,2 HSBC FI RF Créd Priv LP Ativo 1316760882,6 HSBC FI RF Longo Prazo Top* 1683030329,6 HSBC FI RF Pré Fixado LP Max* 184072451,8 Icatu Gold Eco Renda Fixa FI 115499261,9 Instit Active FIX IB-RF FI 235872486,1 Itaú Institucional RF FI 91939204,7 Itaú Oasis RF FI 601098383,2 Itaú Perfix RF 1974776292,1 Itaú Performance RF FI 751621676,1 Itaú Renda Fixa FI 5873993548,7 Medium Term Fix IB - RF FI 913869354,1 Mercatto Top Crédito LP 37015415,9 Nossa Caixa FI 90 32895140,9 Nossa Caixa FI Estatais 373244609,5 Nossa Caixa FI Governos 1088540624,0 Nossa Caixa FI RF 356699079,0 Nossa Caixa Investcaixa 63971525,0 Person Key Source RF Ind LP FI 296186004,6 Portfolio 4 FIE Renda Fixa 2681977860,2 Portfólio 5 FIE Renda Fixa 923958420,2 Porto Seguro FI 413227968,6 Real FI Renda Fixa Master* 553070870,2 Real FI RF Mix Van Gogh* 4368881667,9 Real FIQ FI RF Master* 80997591,9 RT Alm 5 FI RF 100571261,2 RT Comp 9 FI RF 105514452,1 Safra Executive 2504159071,2 Safra Index 10* 202071224,0 Safra Performance II FI R Fixa 503289484,4 Safra Renda Fixa* 2607445020,0 Sicredi FI RF Performance* 212795017,3 Sicredi FI RF Premium* 113929825,7 Sul América Excellence FI 233754335,8 Tasmânia Renda Fixa FI 65784636,8 Top RF Mix LP FI* 2743349092,6 UBB Institucional RF FI 224455944,9 UBB Pós Longo Prazo FI RF* 78828142,0 UBB Priv Active FIX FI RF CP 1746753441,3 UBB Renda Fixa LP FI* 113125726,1 Unibanco T FI Renda Fixa* 121575718,2 Unibanco Top RF FI Renda Fixa 130937769,8 Unifund Advantage FI* 157597890,2 Unifund Income FI RF 1903660991,9 WA Prev Fix Target* 943279659,6 Western Asset Prev Fix FI RF* 207484595,9 . ABN AMRO FI Mult Manager DT* ABN AMRO Multim. Institucional Alfa Termo - FI Multim LP IQ* Bancoob Capital FI* BNP Paribas Smart FI Multimerc Brad FI Multi Multiperformance Bradesco FI MM Ipanema* Bradesco FI Multi Dynamic* BRAM FI MM Segmento* CAIXA FI Multimercado RV 30 LP Caixa FIC Entid Fechadas Multi Cargilprev CD FI* CSAM High Yield I FI* CSAM Portfólio Plus FI* FI Fator Balanceado Multimerc. FI Fator Extra Multimercado* FI Mult 19 Santand I Cred Priv FI Mult Energia Assegurada* FI Multimercado Conejo Fund* FI P Caixa Previnvest MM RV 49 FI Titan Multimercado Cred Pri FI Titanium Multimercado FI Votorantim Eagle Multimerc* FIM Foreing Fund Two* Hedging Griffo Verde 14 FI* Hedging-Griffo Verde/FI* HG Agar FI* HSBC FI MM LP GOA Long Short* HSBC FI MM LP Nanking Instituc HSBC FI MM LP Xian Private* HSBC FI Multi Smart 3* HSBC FI MULTI SMART 4* HSBC FIC MM LP Priv Long Short Intra Investidor Multimercado* Lacan Equilíbrio FI Multimerc* M Mm Mm M M Mm M M Mm M M M M M m m M m m M m m mMm m mM m M m M Mm M M M 0,812 1,64 0,151 47,011 0,767 1,80 0,524 13,837 0,827 1,80 0,290 27,747 0,841 1,82 3,316 2,614 1,547 2,13 1,591 6,191 0,876 1,79 1,265 6,241 1,154 2,18 1,314 7,740 0,919 7,93 12,035 3,231 0,862 1,94 0,583 16,132 1,207 0,96 1,668 2,673 1,118 1,74 1,018 7,158 0,851 1,88 0,036 250,837 0,902 1,93 1,011 6,627 0,777 1,75 0,349 21,770 0,911 1,21 2,001 2,593 1,214 1,45 4,192 1,675 2,663 0,36 9,989 0,715 0,837 1,84 0,256 32,208 17,732 18,21 26,367 5,840 4,449 0,32 12,324 0,073 0,806 1,74 0,022 349,637 0,796 1,77 0,032 84,010 0,882 1,82 0,192 43,373 3,302 5,53 8,233 2,934 4,398 5,17 6,177 4,772 4,400 5,16 6,179 4,763 4,375 5,10 6,193 4,672 1,247 1,95 2,706 3,748 0,916 1,93 0,583 12,445 0,812 1,43 0,974 5,534 0,772 1,64 0,194 35,560 3,045 1,15 12,393 0,312 1,124 1,62 2,514 3,135 0,668 1,54 0,640 10,558 3,686 0,60 7,769 -0, . m m Bradesco FIC MM PGBL V15/20* Bradesco FIC MM PGBL V15/30* Bradesco FIC MM PGBL V30/20* Bradesco FIC MM PGBL V30/30* Bradesco FIC MM PGBL V40/20* Bradesco FIC MM PGBL V40/30* Brasilprev RT Com20 III FICFI* Brasilprev RT Comp 20 FICFI* Brasilprev RT Comp 20 V FICFI* Brasilprev RT Comp 49 FICFI* Brasilprev RT Comp20 II FICFI* Brasilprev RT Comp20 IV FICFI* Brasilprev RT Comp49 II FICFI* Citiprevidencia C25 FI* FIC Rubi II Mult Cred Priv* HSBC FI MM Prev Fut Comp I* HSBC FI MM Prev Fut Comp II* HSBC FI MM Prev Fut Comp III HSBC FI MM Previd Moderado II* HSBC FI MM Previd Moderado* HSBC FI RF Previd Agressivo* Icatu H Composto 10B FI Multi* Icatu H Composto 10C FI Multi* Icatu H Composto 10E FI Multi* Icatu H Composto 20B FI Multi* Icatu H Composto 20C FI Multi* Icatu H Composto 20E FI Multi* Icatu H Composto 49C FI Multi* Icatu H Composto 49E FI Multi* Itaú Flexprev I V40 Mul FICFI* Itau Flexprev II V10 Mm FIC FI Itaú Flexprev II V20 Mul FICF* Itau Flexprev II V40 Mm FIC FI Itaú Flexprev IX V20 MM FICFI* Itau Flexprev V10 Mult FIC FI* Itau Flexprev V20 Mult FIC FI* Itau Flexprev V40 Mult FIC FI* Itau Flexprev VIII V40 M FICFI Itauprev Annuity V15 Mult FI* Itauprev Annuity V30 Mult FI* Itauprev Annuity V5 Mult FI* Mapfre Corporate Mult Prev FI* Mapfre Master Mult Prev FI* Porto Seguro PGBL Composto* Prever Platinum RV49 FICFIE MM Realprev Agr Sup FIQ Mult* Realprev Mod Sup FIQ Mult* Realprev Moder FIQFI Mult* Safra Prevmoderado FI RF Prev* Santander FI Mul 20 II Cred Pr Santander FI Mult 20 I Cred Pr UBB AIG Corp RV 15 FICFIE MM* UBB AIG Corp RV 20 FICFIE MM* UBB AIG Corp RV 35 FICFIE MM* UBB AIG Corporate RV 25 FI* UBB AIG Prev I RV 30 FICFIE MM UBB AIG Prev II RV30 FICFIE MM UBB AIG Prev IV RV30 FICFIE MM . Sant FICFI Recomp Sênior 2 RF Sant FICFI Recompensa RF Santander FIC FI Matser RF Santander FIC FI PB VIP RF Short Term Max FX IB-RF FICFI Top Renda Mista Corp RF FICFI* Top RF Mix LP FICFI* UBB Active FIX FIC FI RF CP UBB Previdência FICFI RF UBB Priv Conservador FICFI UBB Priv Moderado FICFI* UBB Renda Fixa FICFI UBB Renda Fixa Plus FICFI Unibanco Empresas RF FICFI Uniclass Conservador FICFI RF Uniclass Pós LP FICFI RF* Uniclass Renda Fixa FICFI Uniclass Renda Fixa LP FICFI* WA Pension Fund FIC* WA Prev Credit FIC* WA Prev Inflation II* Year Fix IB - RF FIC de FI* Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FUNDOS DE CURTO PRAZO Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 97858239,4 5070345082,1 1332570543,0 11573409116,0 2505841479,1 81150452,8 255947198,0 59883313,3 137156573,8 30845333,1 111631045,1 122369715,0 1844848227,1 2803871597,5 117821956,4 168554900,4 42122681,7 303000314,4 2737937406,3 104400938,7 70501267,2 109588331,6 346722499,0 464002208,9 248818514,5 494760189,9 35689470,9 81964847,2 230973065,4 252028294,2 60320615,4 139772870,9 103138134,8 50117050,0 158260574,4 374578131,4 Quota do Dia 03/03 (R$) 1,67511 2,8469435 3,5919367 2,7185087 2,2308171 3,950056 244,161358 1,4651239 1,8900711 1,5241215 2,056818 3,993501 3,470643 33,132904 2,0495637 2,3182596 24,410707 32,765737 24,843547 19,613488 24,422493 22,089095 21,460214 1,999654 26,598413 24,915556 22,322369 26,417327 2,3829602 236,6348291 23,5644181 200,5607562 157,346435 2,3800784 6,6177265 27,925239 Rent. Acumulada % Dia 0,014 0,038 0,035 0,019 0,038 0,032 0,041 0,030 0,030 0,030 0,030 0,040 0,022 0,042 0,028 0,037 0,041 0,041 0,042 0,026 0,042 0,034 0,032 0,018 0,030 0,041 0,035 0,024 0,040 0,042 0,020 0,030 0,041 0,038 0,038 0,042 Mês 0,270 0,719 0,644 0,340 0,720 0,610 0,773 0,571 0,568 0,567 0,564 0,770 0,422 0,801 0,531 0,703 0,781 0,786 0,802 0,491 0,793 0,649 0,611 0,345 0,504 0,785 0,663 0,455 0,760 0,801 0,384 0,573 0,782 0,721 0,723 0,801 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 0,58 1,56 1,39 0,73 1,56 1,32 1,67 1,24 1,23 1,23 1,22 1,67 0,91 1,74 1,15 1,53 1,69 1,71 1,74 1,05 1,72 1,41 1,32 0,75 1,08 1,70 1,44 0,99 1,65 1,74 0,86 1,24 1,70 1,56 1,57 1,74 0,005-1607,208 0,009 -125,300 0,012 -177,171 0,014 -462,991 0,008 -142,716 0,002-1489,479 0,007 -51,474 0,001-3291,948 0,003-1016,565 0,003-1026,222 0,001-2489,549 0,000 -938,164 0,002-2642,727 0,001 54,189 0,007 -573,685 0,003 -481,346 0,001 -163,934 0,002 -84,436 0,001 95,002 0,015 -300,342 0,003 -4,771 0,001-2191,718 0,001-1807,234 0,059 -119,295 0,064 -67,680 0,001 -104,863 0,001-1382,079 0,002-2237,983 0,001 -859,187 0,001 140,761 0,080 -73,076 0,006 -560,193 0,002 -108,831 0,003 -327,467 0,001-1280,781 0,001 85,751 7,00 1,00 2,00 6,00 1,00 3,00 0,25 3,00 3,00 3,00 3,10 0,40 5,00 -----3,50 1,25 0,25 0,18 0,00 4,00 -----2,00 2,50 8,00 4,00 0,20 1,80 #2,00 #0,25 -----5,00 3,00 0,20 1,00 1,00 ------ Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FI CAMBIAL DÓLAR Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 46607996,1 33321612,3 37313674,2 40572661,0 32698547,9 Quota do Dia 29/02 (R$) 36,1593457 294,5264484 4,439888 261,5977871 18,545792 Rent. Acumulada % Dia 1,130 1,109 1,126 1,140 1,149 Mês -3,452 -3,489 -3,668 -3,584 -3,600 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % -4,22 -4,25 -4,48 -4,41 -4,49 12,955 13,034 13,143 12,902 13,254 -1,520 -1,541 -1,602 -1,588 -1,575 0,50 1,00 2,00 1,50 1,00 VGBL - RENDA FIXA Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) Quota do Dia 03/03 (R$) 1,5858934 2,2069247 3,13329 2,510719 2,563331 2,64885 2,799692 18,3252085 1,9476534 1,3349816 2,4062817 2,539681 2,3157993 14,4586101 Rent. Acumulada % Dia 0,034 0,026 0,035 0,029 0,031 0,033 0,027 0,016 0,028 0,017 0,020 0,022 0,016 0,026 Mês 0,827 0,676 0,761 0,654 0,689 0,725 0,625 0,575 0,614 0,566 0,651 0,709 0,574 0,739 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,73 1,40 1,58 1,34 1,42 1,50 1,28 1,27 1,35 1,23 1,43 1,56 1,26 1,61 0,278 0,278 0,192 0,193 0,193 0,193 0,193 0,237 0,140 0,165 0,180 0,188 0,184 0,183 -2,310 -10,136 -4,929 -13,397 -10,583 -7,765 -15,634 -12,765 -20,635 -20,046 -10,974 -5,880 -16,622 -4,397 1,00 3,00 1,50 3,00 2,50 2,00 3,40 3,00 3,00 3,20 2,00 1,20 3,00 0,90 ABN AMRO FI Cambial Private* Bradesco FI Cambial Dólar* Cambial Dólar FI IB* HSBC FI Cambial LP Dólar* Safra Cart Cambial* . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FI REFERENCIADO DI Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) Quota do Dia 03/03 (R$) 3094,20202 63,155479 73,6847813 547,1309919 1049,104102 6,7055213 6,64101 3,7764757 4,588036 531,7842918 908,769111 3,8189448 5,9377156 348,544 9,9294816 3,8921195 2,9659527 9,409018 46,276284 1,182304 2315,062403 1,533458 9,570821 1,054216 129,0629507 7,0317003 25,649777 29,407426 2,944895 4,1765208 1,0703737 5,3590122 1010,079604 105,460559 57,785235 15,638773 1,1104113 1,113935 115,2042936 1,4974346 7,3522458 954,9239036 7565,41783 116,0600041 1012,062823 39,925725 154,923008 120,399636 40,807761 52,567873 1,052237 25,1940776 1,7310742 9,8158892 75,702628 983,75551 1,535625 1,539454 1,392145 14,6289633 Rent. Acumulada % Dia 0,042 0,044 0,042 0,034 0,025 0,040 0,041 0,039 0,039 0,039 0,039 0,042 0,040 0,042 0,043 0,043 0,043 0,040 0,042 0,041 0,042 0,044 0,041 0,042 0,042 0,042 0,041 0,039 0,042 0,042 0,041 0,042 0,042 0,042 0,043 0,042 0,035 0,043 0,041 0,040 0,032 0,040 0,043 0,035 0,041 0,042 0,042 0,041 0,038 0,041 0,043 0,044 0,042 0,040 0,043 0,042 0,042 0,041 0,041 0,041 Mês 0,795 0,767 0,813 0,742 0,732 0,760 0,739 0,763 0,745 0,802 0,754 0,799 0,777 0,801 0,820 0,818 0,816 0,770 0,758 0,755 0,792 0,728 0,779 0,801 0,799 0,796 0,735 0,746 0,789 0,798 0,790 0,794 0,796 0,800 0,811 0,799 0,634 0,792 0,740 0,762 0,620 0,762 0,810 0,661 0,772 0,810 0,785 0,790 0,732 0,782 0,792 0,779 0,792 0,761 0,813 0,792 0,786 0,795 0,788 0,781 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,73 1,72 1,77 1,64 1,64 1,65 1,65 1,64 1,62 1,69 1,63 1,74 1,69 1,74 1,77 1,78 1,77 1,67 1,69 1,61 1,72 1,60 1,69 1,73 1,74 1,73 1,64 1,59 1,66 1,73 1,72 1,72 1,73 1,72 1,76 1,74 1,41 1,71 1,67 1,65 1,36 1,65 1,76 1,43 1,66 1,76 1,71 1,71 1,59 1,71 1,71 1,66 1,72 1,65 1,77 1,71 1,68 1,71 1,71 1,69 0,004 0,058 0,009 0,085 0,124 0,010 0,022 0,026 0,012 0,107 0,059 0,008 0,011 0,009 0,013 0,015 0,009 0,016 0,019 0,043 0,034 0,197 0,120 0,002 0,005 0,019 0,014 0,059 0,060 0,012 0,017 0,013 0,029 0,047 0,003 0,012 0,003 0,040 0,017 0,002 0,015 0,001 0,008 0,030 0,029 0,019 0,016 0,032 0,032 0,020 0,061 0,148 0,003 0,003 0,006 0,016 0,064 0,030 0,000 0,009 4,067 6,260 28,324 -3,131 -0,927 -50,178 -12,638 -19,583 -58,457 -2,884 -8,776 8,544 -22,918 7,127 21,015 21,118 32,893 -25,449 3,671 -19,923 0,124 -1,761 -2,019 17,789 15,504 -0,125 -20,360 -15,015 -3,851 3,458 -3,346 -0,821 2,833 1,226 62,363 5,230 -659,088 -0,888 -6,832 -246,913 -171,112 -374,820 24,033 -65,444 -12,221 12,722 -6,993 0,812 -25,799 -8,245 0,274 -1,793 -13,526 -162,642 45,414 -4,624 -3,002 -2,453 -251,625 -26,065 -----0,00 0,00 0,30 -----0,80 0,50 0,50 1,00 0,50 0,80 0,20 0,50 0,15 ---------------0,50 0,30 1,50 0,50 0,50 0,50 0,04 -----0,25 0,40 1,00 0,40 0,30 0,25 #0,30 0,18 0,00 -----0,15 -----0,20 0,30 0,50 2,47 0,50 -----2,00 0,50 -----0,30 #0,50 1,25 0,30 0,10 0,30 0,10 0,50 0,00 0,40 0,30 0,25 0,15 0,35 Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FI MULTIMERCADO COM ALAVANCAGEM Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 40974879,6 901413917,2 31730251,7 30523872,2 1149525313,1 129609167,2 208805480,0 228759134,2 31061530,3 53001862,8 56048451,7 544055842,0 45881415,5 306104563,1 102859199,8 103097706,8 30350641,0 242012475,9 73376175,2 32985795,6 267754347,1 136185724,1 372441967,3 64075074,4 260474226,3 119916194,7 238918970,5 362402503,4 470938627,0 227406696,8 1166763060,3 576959620,4 92469923,6 133998387,5 176808191,5 989735512,0 484079750,3 528389444,8 244326004,5 162382649,0 132458131,9 54454975,7 39296231,3 1171825907,9 540097450,8 374492093,6 1535342107,4 88203639,5 144837062,2 257241211,0 151611492,6 445448032,6 686419491,2 299679205,7 57752986,1 226816783,1 188139489,3 1569436177,4 72664485,8 69480823,2 191107113,4 233380307,3 158417790,4 45806823,3 77452618,6 88064378,5 96417710,2 140297149,7 746316472,3 123129969,9 435677978,8 279980063,3 70868519,6 546816028,7 94478394,2 1576004992,1 293479959,6 116284858,8 70966836,6 43374037,2 595598965,3 104550336,7 837203560,3 263622836,8 205994171,2 981188952,3 258206448,7 2402133386,0 288825764,0 448801126,8 523699952,0 37854730,5 109950941,2 92657205,4 330736544,8 574281125,3 263024089,9 109330116,6 31391271,4 153449837,5 88655335,3 380770827,6 74537433,8 443933454,0 Quota do Dia 29/02 (R$) 113,0721032 353,0849917 105,3076744 1,8357906 2,5210421 3,0122953 1,8287724 2,4054681 1,5693291 1,6457321 1,648269 3,735369 117,4106073 1,4191709 1,0314779 7,33207 1,1579942 2,216666 2,7159922 1,152581 2,0252972 1,615165 2,686494 7,107273 3,031302 3,0883959 2,67403 1,082229 1,07464 1,677733 1,483725 1,464232 1,492842 2,9169461 1,5622032 2872,327653 2,945397 28,3616485 182,0320896 1,3796741 2,0489422 1,5661726 1,5779257 5,8559201 11318,07421 4804,3018 253,982823 1,0359363 1,0556033 222,7242006 6,824784 9646,929289 678,0095538 110,2652773 13,882875 1273,977493 3,2119277 240,685438 242,681603 2,970175 6,6575922 1,4616799 6,2346149 1,5289848 218,6355683 5,1111343 1,8908638 925,4986629 2,812129 2,809454 15,746196 1,7034977 212,2518426 1,9563577 1072,055663 1,9092205 3,8652837 1,0015934 113,400733 106,717879 112,865661 74,030112 19,7027486 19,0379849 10,1884263 19,7024601 11,2767213 5,5749238 1,6320462 1,150002 4,2658742 1,6759041 3,708444 6,621266 1,525052 1,427693 1,62618 1,423199 1,396984 1,544113 3,3372438 1,5325468 2,1673069 1,9468139 Rent. Acumulada % Dia -0,335 -0,013 0,062 -0,123 -0,115 0,036 0,090 0,005 0,097 -0,030 -0,004 0,116 -0,056 0,057 -0,082 0,037 0,032 0,693 -0,107 -0,017 0,133 0,209 0,320 0,337 0,257 0,052 0,422 0,067 0,042 0,874 0,440 0,144 0,043 0,370 0,446 0,106 0,454 0,039 -0,190 0,131 0,465 -0,040 0,114 -0,006 0,070 0,069 0,062 0,468 0,228 0,053 0,064 0,104 0,038 0,121 0,478 0,131 0,088 0,007 -0,007 0,100 0,010 0,571 -0,048 0,313 -0,038 0,276 0,266 0,022 -0,825 -0,261 -0,409 0,024 0,031 0,279 0,066 -0,862 -0,378 -0,454 0,029 0,268 0,024 0,227 -0,371 0,031 -0,318 -0,377 -0,130 -0,056 -0,105 -0,101 0,150 0,098 0,023 0,029 0,044 0,037 0,038 0,574 0,453 -0,239 -1,034 0,284 0,014 0,009 Mês 1,484 0,816 1,777 1,795 4,278 0,721 2,351 1,269 1,112 0,979 0,822 1,603 1,358 0,671 0,764 0,815 0,864 -1,696 0,369 1,061 0,724 0,506 3,415 3,481 2,329 0,827 1,030 0,820 0,738 0,670 1,104 1,024 0,789 0,672 0,580 2,457 1,302 0,823 0,232 0,746 0,811 0,495 0,371 1,407 1,242 1,615 1,223 1,042 0,851 0,065 0,790 0,756 1,140 1,786 -7,256 0,659 1,946 1,188 1,255 0,976 1,196 1,278 0,889 0,679 0,829 2,180 0,755 0,549 4,645 2,054 2,500 1,154 0,870 1,730 0,810 -0,154 0,354 -0,585 0,830 -0,132 0,841 0,689 0,733 0,330 0,768 0,725 -0,168 0,691 1,002 1,021 1,310 1,750 0,789 0,893 0,809 0,871 0,833 0,649 0,581 0,958 3,704 0,736 1,065 1,492 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,66 1,29 1,97 1,83 3,43 1,57 2,56 2,17 1,09 1,47 1,45 1,80 1,92 1,51 1,14 1,83 1,65 -0,13 0,56 2,00 1,18 0,59 8,70 8,83 1,33 1,82 2,82 1,78 1,67 3,17 2,93 2,06 1,70 -1,28 -2,37 2,56 1,34 1,83 1,03 1,50 0,56 0,32 1,32 1,74 1,85 2,09 1,92 -0,63 0,16 -0,74 1,77 1,66 2,12 2,31 -2,57 0,50 1,32 1,06 1,24 1,07 1,59 -0,01 -0,01 1,88 1,23 1,80 1,00 1,42 1,74 2,69 2,38 1,72 1,60 3,15 1,76 -1,43 0,10 -0,93 1,74 -0,96 1,71 0,34 0,46 -0,32 0,53 0,44 -0,35 1,23 1,24 1,30 2,38 0,87 1,83 2,31 1,75 1,81 1,74 -0,13 -0,22 1,22 2,68 1,13 1,61 1,82 3,430 0,768 0,784 5,335 2,039 3,828 5,443 1,628 6,499 3,283 0,096 74,255 4,927 4,532 1,198 7,680 2,753 1,181 1,726 1,529 0,875 5,053 1,409 5,885 0,797 4,526 1,930 5,843 3,901 0,565 0,284 30,040 2,148 3,426 7,225 -1,036 3,722 -0,045 0,472 18,976 0,917 6,520 1,696 2,117 9,180 4,981 9,359 4,988 5,781 0,860 0,258 33,397 4,213 1,658 0,995 5,757 0,324 21,587 8,018 0,552 4,297 1,605 2,703 3,056 0,038 205,770 5,059 -0,808 6,435 -1,085 4,259 1,819 3,060 2,405 4,004 2,099 3,267 1,818 1,341 5,280 2,759 0,687 2,133 0,883 1,180 4,957 4,194 1,332 2,283 2,998 3,759 1,958 1,466 5,221 8,475 -1,041 4,318 -0,652 6,404 -0,121 0,173 48,093 1,514 6,055 2,578 7,488 4,164 6,708 23,596 -0,894 1,543 0,237 3,835 2,015 6,935 -0,063 6,899 0,030 1,994 2,522 1,255 5,106 4,379 -0,109 1,870 -1,286 3,405 3,500 2,051 4,635 5,282 0,341 3,468 1,293 2,829 1,146 10,163 1,281 3,509 3,530 4,332 2,555 0,779 10,023 0,725 9,228 3,946 6,482 0,719 12,316 5,539 -1,994 2,787 -1,213 4,329 -2,218 0,225 34,911 5,997 -1,387 1,194 3,026 4,425 -1,198 2,674 0,965 6,236 -1,423 2,663 1,078 2,671 0,922 2,670 -0,517 0,680 7,643 0,992 5,226 1,000 5,453 1,177 8,963 3,571 0,882 0,358 23,576 0,895 11,841 0,010 803,337 0,275 29,956 0,266 29,268 4,455 1,105 4,373 0,857 1,936 1,676 11,141 1,009 7,253 0,740 1,444 4,738 1,525 5,285 #1,50 1,20 #0,50 #2,00 #2,00 #1,00 #2,00 #2,00 #2,00 #1,00 #2,00 2,00 #1,40 #2,00 -----#0,50 1,00 #2,00 #2,00 #0,03 #2,00 2,00 #2,00 #2,00 #2,00 #2,00 #1,00 #2,00 #1,50 #1,25 #1,00 #1,00 0,12 #2,00 #2,00 1,50 #2,00 0,05 -----2,00 #2,00 2,00 #2,00 #1,00 #2,00 #2,00 #2,00 -----#1,50 2,00 0,60 #2,00 2,00 #2,00 0,03 -----#2,00 #2,00 #3,00 #2,00 2,00 #2,00 #2,00 #1,50 #2,00 #2,00 #2,00 #1,00 #2,00 #1,00 2,00 #2,00 #2,00 #1,30 0,80 #2,00 #2,00 #2,00 #1,00 #2,00 -----2,00 #1,35 #1,50 #1,35 #1,50 1,50 #1,24 #2,00 -----#2,00 #2,00 #1,50 #1,00 #0,35 -----#0,50 ---------------#2,00 #2,00 #2,00 #2,00 ABN Amro FI Multimercado Quant ABN AMRO FI Multimercado Sky* Alfa Multiportifolio 30* Argos TR FI Multimercado* ARX Extra FIM* ARX Hedge FIM* ARX Long and Short FIM* ARX Plus FIM* Axio Hedge FI Multimercado* BES FI Multimercado 30* BES FI Multimercado* BNP Paribas Hedge FI Multimerc BNP Paribas Yield FI Multim Brad FI Multimerc. Long Short* Bradesco FI Mult Centurion* Bradesco FI Multi Mais* Bradesco FI Multi Pantanal* Brascan Superior Hedge Mult FI Bresser Hedge FIM* CAIXA FI Ceres Multimercado LP Capitânia Hedge FI Multimerc* Capitânia Treasury FIM* Claritas Hedge 30 FI* Claritas Hedge FI* Claritas Long Short FIM LP* Concórdia Multimercado FI* Credit Suisse Absolute FI* Credit Suisse Portf Adv FIM LP Credit Suisse Portfolio FIM LP Credit Suisse Total FIM de LP* CS Absolute 30 FI Multi LP* CS Long-Short 30 FI Multi LP* Efficax FI MM Crédito Privado* Fama Sniper FI LP* Fama Striker 28 FI Multi. LP* FI Brazil Yield* FI Fator Hedge Multimercado* FI Multimercado Copesul* FI Star Long Short Multimercad FI Total Multimercado* Fides Long Short FIM* FIM Avanti Hedge* Foco FIM* GAP Absoluto FI Multimercado* GAP Hedge FI Multimercado* GAP Multiportfolio FI Multimer Gavea Brasil FI Multi* HSBC FI MM LP Xian Arrojado* HSBC FI MM LP Xian Moderado* IP Equity Hedge FIM* Itaú Inst Deriv Mult FI* Itaú K2 Multimercado FI* JGP Hedge Multimercado* JGP Max FIM* Júpiter FI Multimercado* Legg Mason Long & Short Mul FI Mandarim Advanced* Mauá FI Multimercado* Mauá IES II FI Multimercado* Máxima High Yield FIM* Mellon Hedge FI Multimercado* Mellon Long Short FI Multimer* Mercatto Diferencial* Modal Arbitragem Phoenix* Modal Eagle FI Multimercado* Nest Mile High* Nitor FI Multimercado* Nobel Advanced Aggressive FIM* Opp Total FI Multimercado* Opp. Target Instittucional FI* Opportunity Market FI* Opus Hedge FI-M* Petrópolis Plus FIM* Polo Norte FI Multimercado* Portfolio IB-Multimerc FI* Quest 30 FIM* Quest I FI Multimercado* Quest Macro 30 FIM* Safra Cart Institucional FIM* Safra Equity Hedge FI Mult* Safra High Yield* Safra Long Short FI Multimerc* Santander FI Alpha Multimercad Santander FI Dinâmico Mult* Santander FI Estratégia 2 Mult Santander FI Estratégia Mult* Santander FI Long & Short Mult Santander Super FI Mult Gestão Schroder Multi Strategy FIM* Schroder Total FI Multimercado SDA Hedge FIM* Sextante FIM* SLW Volatilidade* Título FI Multimercado LP* UBB Active FIX 2 FI MM CP* UBB Fix Plus FI Multimercado* UBB Private Fix Plus FI Multi* Unibanco Master Arbitragem I* Unibanco Master Arbitragem II* Unibanco Master Ret Total FI M Upside FI Multimercado* Votorantim Arbitragem Multimer Votorantim FI Global Multim* Votorantim Infinity Multimerca . ABN AMRO FI DI Cap 36471977,0 ABN AMRO FI Ref DI Credit* 2033200519,3 ABN AMRO Ref DI Profit 584122085,8 Alfa Investor FI Ref DI LP* 90990137,3 Alfa Orbis FI DI* 179946322,7 Banestes Vip DI 278976018,8 Banrisul Master FI Ref DI LP* 1974879520,8 BESC Institucional DI 86212889,9 BNB FI Refere. DI Esp. L Prazo 174346484,2 BNP Paribas Optimum DI FI Ref 737618490,8 Bradesco FI Ref DI High 46713787,6 Bradesco FI Ref DI Premium 2453443115,0 Bradesco FI Ref DI Special 439909746,2 Bradesco FI Ref DI Top 1008139535,7 Bradesco FI Ref DI União 1832896854,8 BRAM FI Ref DI Federal 4010193836,2 BRAM FI Ref DI Rubi 12884452749,7 BTMU Leader FI Referenciado DI 192259725,2 CA DI Master FI Ref LP* 944702695,6 Caixa FI Brasil DI LP* 116371152,3 Cruzeiro do Sul DI Estrela 45585755,1 CS DI FI Referenciado LP* 137100280,1 CSAM DI FI 75885180,2 Entwicklung III FI Ref DI 199501559,4 FI Ref DI 11 401297413,8 FI Ref DI LP Títulos Públicos 599347681,6 Goldstar DI Cash FI Ref* 92932633,8 Hedging Griffo FI DI 109432203,2 Hedging Griffo Premium DI FI 1847104128,7 HSBC FI Ref DI CP LP Executivo 2619827918,4 HSBC FI Ref DI Prev Reg Prop 48320974,4 HSBC FIC Ref DI CP LP Instituc 1143827171,5 Itaú Inst Referenciado DI FI 466514458,4 Itau Perfil Ref DI FI 947805124,5 Itaú Referenciado DI FI 13101531123,6 Itaú Soberano DI LP 3365135810,5 Londres DI FI Referenciado* 77574914,1 Master Viena FI Ref DI 71222005,1 MB DI Master* 46705979,7 Mellon FI RF LG 557867402,1 Nossa Caixa FI DI 1106600074,7 Opportunity DI 115828882,2 Real FI Ref DI Private Plus 163528823,6 Real FI Refer DI Master 569360370,6 Real FI Referenciado DI Sibro 5519787226,2 Regulus Ref FI 130577974,1 Safra Corporate DI 670150288,8 Safra Institucional DI 2661294657,2 Safra Profit DI FIC Referenc 253132062,1 Safra Soberano DI FI Referenc 65427101,8 Salvador DI FI Referenciado 178243188,5 Sant FICFI Títulos Púb Ref DI 1359420346,8 SM Master Plus FI Ref. DI 198426289,2 SM Platinum Plus FIC FI Ref.DI 72982379,3 Special Ref DI FI 5460249375,6 UBB Institucional DI FI Ref 624867839,3 Uni Cash DI FI Referenciado 951239902,1 Uni DI 3 FI Referenciado 7308962245,1 Unibanco AJ Títulos Públicos 128220031,5 Votorantim FI Plus DI 261956017,0 . Bradesco FIC RF VGBL F 10 3273445332,6 Bradesco FIC RF VGBL FIX 13048108301,8 Brasilprev RT Fix FICFI RF II* 1460635674,6 Brasilprev RT Fix FICFI RF III 1666563645,8 Brasilprev RT Fix FICFI RF IV* 1176314091,2 Brasilprev RT Fix FICFI RF V* 1388796115,9 Brasilprev RT Fix FICFI RF* 2077986030,8 FI RF Santander V Cred Priv 752748766,0 HSBC FI RF Previd Conserv VGBL 248205465,6 Santander Banespa FI RF I 595228405,3 Santander Banespa FI RF II 622054684,1 Santander Banespa FI RF III 454876579,1 Santander Banespa FI RF VI 830649427,9 Santander Banespa FI RFIV 386415624,9 . Banrisul Automático FI RF BB CP Adm. Absoluto FICFI BB CP Adm. Clássico FICFI BB CP Adm.Tradicional FICFI BB Curto Prazo 50 Mil FICFI BNB FI Curto Prazo BNP Paribas Money Market FI CP Bradesco FIC Curto Prazo Bradesco FIC de FI CP Versátil Bradesco Prime FIC FI CP CAIXA FIC Curto Prazo CAIXA FIC Fundações CP CAIXA FIC Prático Curto Prazo Federal Curto Prazo FI HSBC FICFI CP Liquidez Plus HSBC FICFI Curto Praz Liquidez Itaú Corp CP FICFI Itau Corp Fed Plus CP FICFI Itaú Curto Prazo FI Itaú Curto Prazo FICFI Itaú Institucional CP FI Itaú Pers CP FICFI Itaú Plus Curto Prazo FICFI Itaú PP CP FICFI Itaú PP Plus CP FICFI Itaú PP Super CP FICFI Itau UPJ Super CP FICFI Itauvest Pers CP FICFI Mellon Cash FI Curto Prazo Real FI Curto Prazo Liquidez Real FIQFI CP Inteligente Real FIQFI CP Liquidez Simples Safra Títulos Públicos Santander FIC FI Liquidez CP Sicredi FI Invest Plus CP TEBE CP FICFI . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FIC CAMBIAL DÓLAR Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 49321588,7 49910199,6 Quota do Dia 29/02 (R$) Rent. Acumulada % Dia Mês Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % -3,49 11,993 -3,52 11,994 -1,531 -1,546 0,80 1,00 BB Camb Dolar LP 100 Mil FICFI BB Camb Dólar LP 20 Mil FICFI* . 5,6620261 1,037 -3,598 5,638148 1,037 -3,613 Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FUNDOS RECEB VE S m Q M m % m% Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. VGBL - COMPOSTO Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 81719341,5 84506959,0 93162459,8 107253974 139627892,7 162427377,5 174624066,9 618016081,7 946912297,1 1515155009 2222983531 Quota do Dia 03/03 (R$) 2,842268 2,799561 2,707567 2,887617 2,760261 1,200334 1,785851 1,8187098 1,8999331 2,3799023 3,1215188 Rent. Acumulada % Dia -0,476 -0,481 -0,483 -0,479 -0,485 -0,188 -0,994 0,117 0,144 0,072 0,137 Mês 1,824 1,751 1,716 1,786 1,68 1,278 2,771 4,059 5,198 2,294 5,077 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,43 1,27 1,19 1,35 1,11 1,6 0,97 1,98 2,07 1,58 1,83 6,315 6,318 6,32 6,316 6,321 2,87 12,571 8,636 11,448 4,366 11,475 -0,365 -0,535 -0,619 -0,452 -0,701 -0,378 -0,447 0,208 0,238 -0,27 0,093 1,50 2,50 3 2 3,5 1,2 3 1,5 1,5 3 3 m Brasilprev RT Comp 20 II FICFI Brasilprev RT Comp 20 IV FICFI Brasilprev RT Comp20 III FICFI Brasilprev RT Comp 20 V FICFI* Brasilprev RT Comp 20 FICFI* Itaú Flexprev XI V10 Mult FICF Brasilprev RT Comp 49 FICFI* Bradesco FIC MM VGBL V30/15* Bradesco FI Multi VGBL V40/15* Bradesco FIC MM VGBL V15/30* Bradesco FIC MM VGBL V40/30* . mm M M Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. M M FUNDOS DE PREVIDÊNCIA - EXCLUSIVOS Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 2418188298,5 142498471,7 74564667,6 1881511973,6 2547255745,2 513541790,1 2400757653,5 5000692464,6 297726845,2 408510179,7 174618834,8 132386295,0 564533669,7 46381289,7 43694542,0 Quota do Dia 03/03 (R$) 2,2284716 17,0087675 260,7804984 528,2299529 4,4933494 4,4556943 4,4803605 4,444688 4,3375376 4,3653373 4,4065672 4,3947713 4,4365722 3,517814 1,795198 Rent. Acumulada % Dia -2,656 0,041 0,027 -0,406 -0,263 -0,310 -0,323 -0,283 -0,399 -0,284 -0,265 -0,318 -0,324 0,034 0,036 Mês 6,293 0,822 0,865 3,360 4,205 3,447 4,142 4,037 2,459 2,715 3,184 3,244 3,618 0,881 0,731 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,41 1,76 1,73 3,36 4,85 3,98 4,55 4,32 2,73 3,40 3,89 3,57 4,05 1,83 1,60 29,659 0,076 0,233 8,318 7,538 6,382 7,495 7,083 5,536 5,057 5,645 6,331 6,587 0,355 0,157 -0,109 0,250 0,487 1,669 4,038 3,480 3,825 3,692 2,122 3,362 3,812 2,986 3,634 -1,327 -5,263 ----------0,90 --------------------------------------------------0,90 0,90 M M m Bradesco FIA Master Prev* Erix Renda Fixa FI FI Multimercado Future* FIC FI Prev Laguna II* FIC FI Prev Mult 01* FIC FI Prev Mult 02* FIC FI Prev Mult 03* FIC FI Prev Mult 06* FIC FI Prev Mult 07* FIC FI Prev Mult 08* FIC FI Prev Mult 09* FIC FI Prev Mult 10* FIC FI Prev Mult 14* Itaú Flexprev Shell RF FI Itauprev Previsão Mult FI* . m M m M M m m m mm Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. F C MULT MERCADO COM ALAVANCAGEM m Q M m % m% FIC RENDA FIXA Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) Quota do Dia 03/03 (R$) 5,9559829 8,6222985 1,5405376 3,0501034 9,9883567 2,8906073 9,5732291 2,0781456 5,1170507 9,9963848 3,2777119 2,8035287 9,959104 345,7095598 981,095258 1,1995809 1,1025581 1,6692133 2,5111252 1,9122204 1,0630315 1,472381 6,6790534 3,7611177 5,3720615 2,1685498 731,9222836 7,5575281 1,8966332 2,0187355 1,918119 6,780726 3,722733 4,206698 5,746241 3,941273 3,367973 1,633818 4,702465 1,197161 342,493866 678,032731 131,8126516 137,6453209 1,248036 1535,494425 1,6757148 6,9654236 3,0725224 1,4094411 971,634774 2,195266 13,997729 28,909635 1,304236 10,117718 37,262763 32,971896 824,681891 729,543984 27,250943 28,696879 10,124707 63,331595 32,89635 23,762132 1,481138 2,534246 2,714038 5,746484 1,196767 3,469476 8,256649 3,611501 2,637892 283,071969 292,532123 203,9758956 28,263381 938,439781 743,382798 224,097554 8,741054 8,7565321 12,606591 81,31445 4838,91053 2921,16914 1410,841953 2695,18459 105,1871128 53,278258 80,351321 19,12131 44,723996 11,1217007 10,5246266 Rent. Acumulada % Dia 0,025 0,035 0,035 0,040 0,041 0,037 0,039 0,021 0,007 0,041 0,043 0,041 0,039 0,041 0,037 0,041 0,015 0,036 0,042 0,038 0,028 0,039 0,037 0,036 0,030 0,011 0,034 0,026 0,032 0,037 0,041 0,039 0,040 0,030 0,041 0,033 0,036 0,037 0,036 0,039 0,038 0,041 0,032 0,036 0,027 0,031 0,034 0,029 0,033 0,032 0,023 0,012 0,020 0,024 0,012 0,042 0,039 0,024 0,020 0,016 0,020 0,012 0,041 0,012 0,018 0,018 0,045 0,009 0,013 -0,002 -0,043 -0,005 -0,011 -0,003 0,027 -0,022 -0,020 -0,012 0,021 0,035 0,027 0,031 0,023 0,023 0,035 0,024 0,033 0,037 0,036 0,043 0,039 0,034 0,037 0,039 0,041 0,029 0,018 Mês 0,465 0,658 0,631 0,727 0,747 0,673 0,711 0,370 0,183 0,748 0,780 0,740 0,712 0,744 0,804 0,735 1,024 0,787 0,802 0,841 0,634 0,739 0,810 0,787 0,673 0,974 0,749 0,597 0,711 0,810 0,739 0,688 0,709 0,847 0,725 0,715 0,632 0,675 0,660 0,710 0,712 0,763 0,912 1,024 0,752 0,796 0,752 0,647 0,723 1,014 0,899 0,625 0,800 0,861 0,624 0,791 0,751 0,883 0,806 0,729 0,800 0,631 0,794 0,629 0,747 0,745 0,741 0,765 0,839 0,848 1,967 0,794 0,685 0,832 0,763 1,106 1,143 1,164 0,873 0,759 0,606 0,682 0,851 0,851 0,780 0,916 0,609 0,681 0,707 0,729 0,741 0,616 0,738 0,695 0,734 0,776 0,550 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,01 1,43 1,41 1,61 1,66 1,50 1,58 0,82 0,41 1,66 1,73 1,65 1,58 1,67 1,69 1,67 2,26 1,70 1,74 1,79 1,37 1,60 1,75 1,70 1,45 2,05 1,62 1,29 1,53 1,75 1,65 1,54 1,58 1,76 1,62 1,51 1,41 1,51 1,48 1,59 1,60 1,71 2,01 2,52 1,57 1,75 1,62 1,39 1,56 1,98 1,83 1,24 1,63 1,76 1,24 1,72 1,65 1,77 1,61 1,43 1,63 1,26 1,73 1,25 1,51 1,51 1,65 1,63 1,79 1,84 3,05 1,72 1,47 1,80 1,66 2,09 2,17 2,22 1,77 1,60 1,26 1,43 1,77 1,77 1,71 1,87 1,66 1,82 1,53 1,60 1,60 1,43 1,60 1,52 1,60 1,67 1,15 0,022 0,022 0,041 0,056 0,049 0,047 0,049 0,042 0,024 0,055 0,062 0,041 0,057 0,363 0,146 0,048 2,776 0,287 0,008 0,370 0,291 0,009 0,287 0,287 0,287 1,582 0,287 0,287 0,287 0,287 0,013 0,013 0,024 0,195 0,013 0,461 0,013 0,001 0,014 0,014 0,020 0,021 0,514 0,618 0,235 0,191 0,200 0,201 0,200 0,946 0,465 0,347 0,348 0,348 0,347 0,018 0,085 0,385 0,385 0,384 0,348 0,347 0,018 0,347 0,348 0,350 0,078 0,887 0,887 1,238 2,669 1,238 1,238 1,238 0,436 1,725 1,724 1,633 0,467 0,146 0,145 0,146 0,606 0,608 0,163 0,465 0,693 0,693 0,100 0,065 0,243 0,173 0,060 0,033 0,033 0,208 0,264 -214,611 -94,007 -48,780 -11,111 -5,788 -30,055 -17,165 -141,440 -356,522 -5,263 3,333 -8,387 -14,973 -2,793 -2,597 -1,468 -0,576 -3,628 13,316 -1,756 -11,555 -96,507 -2,476 -3,622 -9,299 0,474 -5,527 -13,051 -7,429 -2,473 -17,361 -77,696 -30,901 2,520 -34,580 -5,288 -142,553 -934,163 -103,991 -49,442 -28,430 10,582 5,128 13,400 -6,311 -1,327 -4,127 -11,868 -6,343 -0,851 0,666 -11,265 -3,972 -1,414 -11,306 -1,644 -5,795 -1,340 -4,256 -7,235 -4,000 -10,989 -0,072 -11,070 -6,183 -6,276 0,280 -1,777 -0,508 -0,918 1,982 -1,582 -2,912 -1,122 -1,323 -0,628 -0,306 -0,025 -0,256 -7,048 -22,130 -14,726 0,323 0,373 1,101 1,209 -1,433 0,152 -10,527 -7,199 -3,944 -7,741 -8,074 -41,436 -24,481 -1,267 -15,778 4,50 2,00 2,00 0,80 0,50 1,50 1,00 6,00 8,00 0,50 -----0,50 1,00 ----------#0,50 1,00 1,00 0,40 0,70 3,50 1,00 0,70 1,00 2,50 2,00 1,50 3,50 2,00 0,70 0,40 1,10 0,85 0,30 0,60 1,10 1,85 1,10 1,50 0,80 0,70 ---------------1,75 #1,00 1,10 2,50 1,50 1,00 0,60 4,00 1,80 1,00 4,00 0,25 #1,00 1,00 2,00 3,00 1,80 -----0,25 4,00 2,50 0,10 0,50 1,00 1,10 0,75 0,75 1,50 3,00 0,99 1,10 1,00 0,50 1,00 -----0,60 2,60 0,60 ----------#1,00 0,40 1,50 0,50 1,00 0,50 0,75 -----1,00 1,00 0,50 0,30 4,00 M M M M Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. PGBL - RENDA FIXA Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) Quota do Dia 03/03 (R$) 1,813334 117,1725206 353,057129 115,9616344 27,2913545 30,195541 284,5551003 3,2310269 1,3897506 1,3887264 3,0009218 3,3905162 2,8475628 2,084194 2,400148 2,023773 3,13329 2,510719 2,563331 2,64885 2,799692 2,232022 1,402568 2181,574048 2098,075185 1,3349816 2,4062817 2,539681 14,4586101 2,3157993 1,625822 3,2304254 759,0551793 3,510202 3,881487 2906,152897 3094,303027 3,085754 3,694967 3,896012 3,097084 2,614308 4,165001 2,463114 3,447457 1,6992649 1,2925665 34,1952692 1,2681397 26,3772073 1,5911247 2,564628 2356,043243 3,154249 3,4677168 260,2804219 296,7077298 329,9091765 115,6344639 2875,1486 2,5220893 25,940841 80,007936 96,022452 33,487498 26,74914 1,634039 2,836565 3,853397 2,729321 3,342428 294,248769 2,680704 3,150211 Rent. Acumulada % Dia 0,006 0,028 0,022 0,025 0,040 0,035 0,029 0,026 0,036 0,038 0,032 0,032 0,036 0,048 0,037 0,037 0,035 0,029 0,031 0,033 0,027 0,037 0,026 0,039 0,037 0,017 0,020 0,022 0,026 0,016 0,018 0,028 0,036 0,011 0,015 0,037 -0,022 0,021 0,023 0,025 0,029 0,030 0,026 0,029 0,030 0,030 0,034 0,014 0,031 0,031 0,007 0,024 0,035 0,042 0,021 0,033 0,031 0,025 0,029 0,029 0,033 0,032 0,033 0,036 0,034 0,028 0,030 0,030 0,013 0,021 0,012 0,016 0,023 0,029 Mês 0,890 0,768 0,658 0,716 0,718 0,636 0,749 0,676 0,940 0,902 0,864 0,789 0,876 0,865 0,800 0,797 0,761 0,654 0,689 0,725 0,625 0,818 0,953 0,705 0,677 0,566 0,651 0,709 0,739 0,574 0,839 0,615 0,765 0,691 0,762 0,701 0,886 0,645 0,674 0,719 0,786 0,808 0,707 0,758 0,807 1,006 1,031 0,872 0,965 0,584 0,782 0,809 0,739 0,802 0,890 0,851 0,813 0,700 0,775 0,773 0,698 0,739 0,705 0,742 0,772 0,659 0,769 0,770 0,833 0,830 0,813 0,808 0,564 0,678 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,85 1,71 1,46 1,59 1,58 1,41 1,56 1,40 1,95 1,90 1,79 1,65 1,84 2,26 1,67 1,66 1,58 1,34 1,42 1,50 1,28 1,69 1,92 1,51 1,45 1,23 1,43 1,56 1,61 1,26 1,75 1,35 1,68 1,41 1,57 1,48 1,98 1,50 1,46 1,58 1,66 1,69 1,55 1,62 1,71 2,07 2,14 1,72 2,00 1,27 1,47 1,71 1,62 1,74 1,78 1,71 1,63 1,38 1,54 1,54 1,46 1,58 1,51 1,59 1,64 1,40 1,64 1,65 1,72 1,67 1,68 1,62 1,21 1,46 0,590 1,339 0,128 29,484 0,130 15,853 0,128 23,229 0,114 22,833 0,081 19,734 0,278 -1,985 0,278 -5,790 0,377 4,812 0,278 6,025 0,377 1,875 0,278 0,053 0,278 4,621 0,410 23,716 0,192 16,859 0,192 16,598 0,192 13,759 0,193 5,270 0,193 8,091 0,193 10,912 0,193 3,034 0,215 15,611 0,591 7,065 0,065 -2,333 0,055 -10,019 0,165 -12,727 0,180 -4,243 0,188 0,556 0,183 2,216 0,184 -10,037 0,403 1,882 0,141 -11,927 0,136 3,632 0,771 -0,433 0,774 0,943 0,094 -3,451 1,345 6,971 0,435 -2,468 0,273 -4,234 0,298 -1,399 0,241 1,161 0,234 2,214 0,253 -1,712 0,206 0,522 0,244 2,514 0,586 4,096 0,573 5,702 0,552 -0,091 0,573 3,999 0,002-1048,590 0,824 -2,750 0,287 2,315 0,137 0,868 0,011 116,553 0,547 1,177 0,209 4,566 0,209 1,951 0,209 -5,850 0,209 -0,720 0,209 -0,822 0,090 -7,498 0,442 -1,947 0,068 -4,220 0,055 4,171 0,462 -0,704 0,482 -4,103 0,159 2,883 0,157 3,009 0,446 1,256 0,446 -0,244 0,478 0,338 0,369 0,284 0,101 -22,991 0,101 -6,946 0,90 -----1,50 0,70 0,99 2,00 2,00 3,00 ----------1,00 1,50 -----1,00 1,00 1,00 1,50 3,00 2,50 2,00 3,40 1,00 ---------------3,20 2,00 1,20 0,90 3,00 0,90 3,00 1,00 3,00 2,00 -----1,50 3,20 2,80 2,20 1,30 1,00 2,00 1,50 1,00 1,00 -----1,50 0,80 3,00 3,50 -----1,20 0,00 1,50 1,00 1,50 3,00 2,00 2,00 2,00 1,50 1,70 1,20 1,00 2,50 1,00 1,00 1,25 1,50 1,50 1,80 3,50 2,00 Agprev PGBL FI RF 101110294,7 Alfaprev RF Master-FI RF* 96522444,0 Alfaprev RF Moderado FICFI* 43454754,9 Alfaprev RF Private-FICFIRFPre 52984741,4 BB Unimed 100 C FI Renda Fixa* 100212987,6 BB Unimed 100 FI Renda Fixa* 85710309,5 Brad FIC RF PGBL Hiperprev 48468718,8 Brad FICRF Prev Fácil PGBL Fix 4094936242,1 Bradesco FI RF Master II Prev 1606566898,3 Bradesco FI RF Master Prev 30361722400,6 Bradesco FIC RF PGBL F 10 1606567190,7 Bradesco FIC RF PGBL F 15 503862921,4 Bradesco FICFI PGBL Fix Plus 1711820386,7 Brasilprev FIX Annuity FI RF* 68793235,9 Brasilprev RT Fix A FICFI RF* 77549063,5 Brasilprev RT Fix C FICFI RF* 429223668,7 Brasilprev RT Fix FICFI RF II* 1460635674,6 Brasilprev RT Fix FICFI RF III 1666563645,8 Brasilprev RT Fix FICFI RF IV* 1176314091,2 Brasilprev RT Fix FICFI RF V* 1388796115,9 Brasilprev RT Fix FICFI RF* 2077986030,8 Brasilprev RT FIX Z - PGBL RF* 53999535,9 CAIXA FI Previnvest RF Gestão* 4633643129,3 Citiprev. Corporate RF FI 75577592,4 Citiprevidência RF FI 69865296,2 FI RF Santander I Cred Priv 595228405,3 FI RF Santander II Cred Priv 622054684,1 FI RF Santander III Cred Priv 454876579,1 FI RF Santander IV Cred Priv 386415624,9 FI RF Santander VI Cred Priv 830649427,9 Fiat Previ FICFIE Renda Fixa 130936777,9 HSBC FI RF Previd Conservador 185308364,7 HSBC FI RF Previd Future 580593855,7 Icatu H Moderado B FI RF* 169380101,1 Icatu H Moderado C FI RF* 147345595,9 Icatu Hartford NW DI FI Ref 46152520,3 Icatu IGP-M* 91201689,7 Itaú Flexprev I RF FICFI 3896195061,1 Itaú Flexprev III RF FICFI 699817980,5 Itaú Flexprev VI RF FICFI 2676757712,2 Itaú Flexprev XII RF FICFI 5076502073,6 Itaú Flexprev XV RF FICFI 1939343914,7 Itauprev Annuity RF F100 FI 112103417,3 Itauprev Classic F100 FI 32653457,2 Itauprev Master RF F100 FI 161965991,7 Mapfre Corporate RF Prev FI 182164257,1 Mapfre Master FI RF Prev 56730850,2 Mapfre Maxi RF 31654186,0 Mapfre Prevision FICFI RF Prev 56690949,8 MB Prev X 116079055,0 Nossa Caixa FI Prev Fix 229921254,1 Pack Fix 100 FICFIE Renda Fixa 80206880,3 Plano Accor Previdência FI RF 47303373,2 Portifolio Inst 1 FI Soberano 1586188142,6 Porto Seguro PGBL Renda Fixa 147568030,9 Realprev FIC FI Renda Fixa 717988564,9 Realprev FIX Exe FIQFI RF 1404896982,7 Realprev Fix FIQFI R Fixa 1102135089,1 Realprev FIX Sup FIQFI RF 137484044,2 Realprev RFA FIQFI Renda Fixa 47313871,4 Ruralprev Exclusivo - RF 32499755,0 S.America Sulagroup Fix 100 IV 225583060,6 Safra Prevfix FI RF Previd 184075617,1 Safra Prevfix Gold FI RF Prev 292538895,9 Sulagroup Fix 100 FI 124808513,1 Sulaprevi Fix 100 FI 162303341,6 Topázio Azul PGBL FICFIE RF 103816006,7 UBB AIG Corporate I FICFIE RF 1198930904,8 UBB AIG Corporate II FICFIE RF 177439781,6 UBB AIG Corporate III FI 75175299,8 UBB AIG Corporate IV FICFIE RF 250098710,4 UBB AIG Corporate VI FI RF 73976026,9 UBB AIG Pre I FIX100 FICFIE RF 1232217200,6 UBB AIG PreIV FIX100 FICFIE RF 1035355021,9 . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. PGBL COMPOSTO m Q M M m Mm m % m% Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. BB Renda Fixa 200 FICFI 742355292,0 BB Renda Fixa 25 Mil FICFI 6504667061,6 BB Renda Fixa Bônus LP FICFI* 195079339,7 BB Renda Fixa LP 100 Mil FICFI 5135212880,9 BB Renda Fixa LP 150 Mil FICFI 4465595350,7 BB Renda Fixa LP 20 Mil FICFI* 1262600473,8 BB Renda Fixa LP 50 Mil FICFI* 8052987616,2 BB Renda Fixa LP FICFI* 30355647,3 BB RF FICFI 35167579,3 BB RF LP Corp 250 Mil FICFI* 2384574441,0 BB RF LP Corp 500 Mil FICFI* 3625505888,6 BB RF LP CPMF 250 Mil FICFI* 462563073,3 BB RF LP Premium 50 Mil FICFI* 4733925603,1 BB RF Premium Private FICFI* 627617608,8 Boston Medium Term Maxi Fix 97089579,5 Brad Emp FIC RF Cred. Privado* 141766976,8 Brad Prime FIC FI RF Duration* 90837734,0 Brad Prime FIC FI RF Special 809542632,2 Brad Private FIC RF Rating 741287575,6 Bradesco Emp FIC RF Plus 267822198,7 Bradesco FIC FI RF FIC Mais 111699480,9 Bradesco FIC FI RF Massey 73000901,2 Bradesco FIC RF Macro 2905278202,7 Bradesco FIC RF Marte 2964164807,0 Bradesco FIC RF Mercúrio 2574711329,0 Bradesco FIC RF Multi-índices* 35343085,6 Bradesco FIC RF Saturno 1326887621,4 Bradesco FIC RF Vênus 570485828,2 Bradesco Prime FIC FI RF 425167177,8 Bradesco Prime FIC RF Plus 2719410621,6 CAIXA FIC Especial RF LP* 5782752181,2 CAIXA FIC Executivo RF LP* 8801365800,0 CAIXA FIC Investidor RF LP* 2627793867,3 CAIXA FIC Patrimônio RF LP* 287936568,7 CAIXA FIC Personal RF LP* 10118758665,0 CAIXA FIC Prefixado RF LP* 902217640,4 CAIXA FIC Prêmio RF LP* 107145509,5 CAIXA FIC Seleção RF* 53629149,2 CAIXA FIC Soberano RF LP* 807923152,2 CAIXA FIC Supremo RC 30 RF LP* 92023704,0 Credit Fix IB-RF FIC de FI* 38029595,5 FIC Boston Inst. Credit Fix RF 201246999,2 FIC FI RF 06 376607269,8 FIC Renda Fixa MTM 114 1037832897,2 Flexprev VIII RF 583843609,2 HSBC FIC RF Cred Priv Tipo 1168015035,1 HSBC FIC RF LP Basic* 1712617380,9 HSBC FIC RF LP Plus* 759026390,9 HSBC FIC RF LP Premier* 537324052,5 HSBC FIC RF Pré Fixado LP Max* 186809586,2 Itaú Corp RF FICFI* 58851515,0 Itaú FIC Renda Fixa FICFI 50716139,5 Itaú Max RF 281019478,1 Itaú Maxi Renda Fixa FICFI 641314766,9 Itaú Money Market RF FICFI 31157083,5 Itaú Perfix RF Dist FICFI 34072025,9 Itaú Pers High Yield RF FICFI* 1932861484,9 Itaú Pers Maxime RF FICFI 6474503903,6 Itaú Pers Plus RF FICFI 1154906603,4 Itaú Pers Renda Fixa FICFI 96557089,6 Itau Plus Renda Fixa FICFI 183489336,6 Itaú Premio RF 90 FICFI 877872541,6 Itaú Priv Perf RF FICFI 156232254,5 Itaú Renda Fixa FICFI 1001386681,8 Itau Super Renda Fixa FICFI 2522945917,2 Itaú UPJ RF FICFI 36720149,6 LM Invest Credit FIC* 129974966,0 LM Multi RF Star* 45675819,7 LM Multi RF Top* 661463249,4 LM Priv Duration RF* 183931493,2 LM Priv Infl Varejo* 34340047,3 LM RF Ativo Plus* 163011704,8 LM RF Ativo Silver* 37543517,0 LM RF Ativo Top* 1283037684,3 LM RF Crédit Top* 83089563,9 Long Term CAP FIX IB-RF FICFI* 414638772,4 Long Term Maxi FIX IB-RF FICFI 845097265,4 Market Plus RF LP FICFI* 501571187,2 Maxi Premium RF FICFI* 185884647,9 Medium Term Cap Fx IB-RF FICFI 675288161,3 Medium Term Gol FX IB-RF FICFI 108989532,5 Medium Term High Fx IB-RF FICF 31901054,8 Pactual High Yield Mult FICFI* 284063680,4 Pactual High Yield Mult Privat 1103063247,2 Personnalité RF Multi Índices* 243466981,6 Private Renda Fixa FICFI* 928554758,9 Real FIC FI Renda Fixa Max* 173481195,9 Real FIC FI RF Centrum Plus* 60243123,5 Real FIQ Centrum MIX* 1159500104,1 Real FIQ RF Private Plus* 30202724,4 Real Renda Fixa Plus FIC FI* 34940716,0 Safra FIX* 111738012,5 Safra Maxi Performance* 228446138,4 Safra Special 181018955,1 Safra Top 525639773,8 Sant FIC FI Títulos Púb RF 494458092,3 Sant FIC FI TOP RF 441298985,4 m M M M Mm m M M M M M M M Mm M M W m m M M M Mm Mm M M M Mm M Mm Mm Mm M M Mm M M Mm Mm MM M M M mM M MM MM M M M M M M M M M M M M Mm M Mm MMm m M M m M M M M MM M Mm M M M M MM M M Mm Mm MM MM M M Mm M M M m M M M M M M m M M M m M mM M M M Mm Mm M m m MM M m m M M M M M M M
Slide 21: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | B9 FUNDOS MÚTUOS FIC MULTIMERCADO SEM ALAVANCAGEM Instituições . FIC REFERENCIADO DI - (Continuação) Instituições . FUNDOS DE AÇÕES - (Continuação) Rent. Acumulada % Instituições . FUNDOS DE AÇÕES - (Continuação) Rent. Acumulada % Dia -2,485 -1,873 -2,618 -2,934 -2,527 -1,562 -2,551 -2,492 -1,825 -2,787 -2,363 -2,541 -2,780 -1,973 -2,377 -2,262 0,382 -2,399 -2,362 -2,546 -2,196 -1,438 -0,373 -0,441 -1,640 -1,857 -1,832 -1,348 -2,570 -2,445 -2,540 -2,551 -2,157 -2,155 -1,649 -2,170 -1,935 -2,058 -0,444 -1,226 -2,743 -2,660 -1,588 0,899 -1,924 -2,654 -1,716 -1,816 -2,310 -1,384 -2,031 -2,651 -2,295 -1,709 -2,669 -2,325 -2,598 -1,856 -1,521 -2,521 -2,341 -1,979 -2,381 -2,401 -1,773 -2,437 -2,608 -1,796 -2,396 -2,549 -2,307 -2,316 -2,542 -1,269 -2,435 -2,549 -1,287 -2,213 -2,201 -2,359 -1,505 -1,876 -0,137 -1,590 -2,160 -2,240 0,553 -2,392 -1,236 -2,436 -2,883 -1,589 -1,591 -1,816 -2,147 -2,835 -2,836 -1,645 -2,556 -1,545 -1,936 -4,247 -1,156 -1,153 -1,552 -1,802 -1,162 -1,103 -1,413 -4,035 -2,400 -2,338 -2,385 -2,280 Mês Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % -0,018 -0,239 0,070 0,423 0,058 -0,785 0,116 0,100 0,053 0,005 0,005 0,206 0,072 0,146 -0,042 -0,468 1,149 -0,087 0,082 -0,009 -0,215 -1,196 -1,425 -1,281 0,401 -0,079 0,117 0,797 0,121 0,048 0,068 -0,037 -0,867 -0,057 0,409 -0,860 0,301 -0,320 0,855 -0,196 0,171 -0,603 -0,913 10,089 -0,457 -0,136 -0,267 -0,414 -0,261 -1,410 -0,068 -0,259 -0,310 -0,357 -0,105 0,006 -0,007 -1,103 0,463 0,027 0,010 -0,881 0,062 -0,041 -0,325 0,040 0,107 -0,397 -0,007 -0,003 0,111 0,125 0,093 -1,099 0,069 -0,004 -1,804 -0,842 -0,763 -0,465 -0,875 -0,099 -1,252 0,096 -0,062 0,023 -1,758 0,206 -0,206 0,067 0,017 0,025 -0,488 -0,814 -0,269 0,158 0,108 -1,371 -0,224 -0,672 -0,976 1,858 -0,773 -0,744 -0,737 -1,448 0,186 -1,912 -1,465 -0,506 -0,128 -0,240 -0,032 -1,001 0,60 1,00 #0,70 4,00 2,00 1,50 2,50 4,00 3,00 2,00 2,00 ----------2,50 4,00 3,00 #1,75 #3,00 #1,00 #1,00 4,00 #2,00 1,00 #2,00 -----#0,40 #2,00 -------------------------#3,50 3,50 #2,00 #3,00 -----4,00 #2,00 #1,50 #1,50 #1,50 2,00 #2,00 2,50 0,00 1,50 2,50 2,50 2,50 2,50 4,00 4,00 #4,00 -----4,00 4,00 #2,00 1,50 -----4,00 0,90 0,00 3,00 0,90 0,90 0,19 3,00 2,00 0,00 2,00 2,00 2,00 3,00 3,00 4,00 4,00 6,00 4,00 6,00 6,00 #3,00 #2,00 #3,00 2,00 4,00 #2,00 -----2,00 -----3,00 #2,00 -----3,75 3,00 -----1,50 #2,50 3,75 1,00 4,50 3,00 #2,00 1,00 2,00 1,00 1,00 -----3,50 3,00 4,00 5,00 -----1,50 Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 715068670,4 178913305,2 42018851,8 704072555,7 661521056,7 161585926,1 98190193,4 130684436,2 314780880,6 224669874,1 222853254,0 154390628,3 66901143,7 47863328,3 92720859,1 1078325133,3 980234185,6 44329963,4 921833578,2 1154355266,8 400092360,6 208172900,6 1075156672,8 299458177,9 52237100,0 441090120,5 447354807,5 496141168,8 155539410,0 80639738,6 201759107,5 233302842,2 72038731,0 53012990,7 41206282,3 611369205,2 126609550,1 48033270,1 57269438,1 96065694,7 177864593,1 38714814,3 1110273124,0 153629712,1 643432452,0 76902164,9 57662124,2 148142560,9 84102009,8 30885093,3 126284214,2 66904000,1 259042274,9 Quota do Dia 29/02 (R$) 211,8838651 1,75747 2,88699 207,9113766 229,4149633 1,7414947 7,6866119 5,7275431 5,6826224 5,3531371 1,9944303 2,7016165 1,8957512 2,5197846 2,878266 1,497688 1,5141325 36,5555817 1,6691053 295,2302169 5,238405 1,38447 1,3431214 411,74872 21,892894 22,843016 24,034106 25,977946 3,305129 1,699534 1,741968 1,786741 1,865024 1,762035 1,876236 1,911495 1,830778 7,461065 7,874818 6,553952 816,7277427 2,342554 272,150094 263,149401 12,3171639 5568,50292 42,8493439 22,8014001 1,106676 5,657916 3,213241 3,189632 8,012002 Rent. Acumulada % Dia -0,013 0,022 -0,402 0,040 0,006 -0,032 0,087 -0,325 -0,833 -0,555 0,014 0,035 0,014 0,015 0,040 0,034 0,044 0,053 0,054 0,060 0,023 0,043 0,042 0,192 -0,527 -0,302 -0,384 -0,653 0,088 0,038 -0,019 -0,109 -0,232 -0,362 -0,011 -0,010 -0,068 -0,279 -0,576 -0,867 0,023 0,399 0,000 0,018 0,016 0,012 0,009 0,024 -0,076 -0,078 0,013 -0,372 -0,024 Mês 0,815 0,759 1,309 0,818 1,021 1,244 0,715 1,852 3,619 2,505 0,792 0,971 0,788 0,909 0,778 1,173 0,844 0,844 0,859 0,951 0,868 0,820 0,804 2,175 1,959 1,626 2,105 3,011 1,221 0,764 0,970 1,294 1,757 2,239 0,782 0,816 0,899 1,423 2,190 2,980 0,869 2,065 1,312 0,911 1,172 0,739 0,696 0,784 0,719 0,698 0,735 2,575 1,331 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,29 1,62 1,50 1,68 1,77 2,18 1,20 1,01 0,49 0,96 1,77 1,79 1,76 1,94 1,68 1,81 1,84 1,67 1,70 1,52 1,87 1,78 1,75 1,61 0,98 1,36 1,39 1,34 1,44 1,62 1,66 1,76 1,89 2,03 1,97 2,05 1,91 1,26 1,10 0,96 1,87 2,24 1,64 1,52 1,56 1,36 1,24 1,68 0,97 0,93 1,59 2,09 2,51 0,785 5,326 0,191 37,098 2,095 3,003 0,300 24,877 0,836 8,960 3,723 3,765 0,549 -3,614 4,777 0,829 11,880 0,195 7,099 0,552 0,599 13,704 2,126 3,730 0,607 13,438 0,543 16,612 0,067 111,870 2,057 5,314 0,003 2493,67 0,549 14,049 0,548 14,352 0,541 12,314 0,606 13,227 0,004 1998,28 0,009 843,58 2,999 3,105 7,661 0,496 5,092 1,143 7,545 0,809 12,600 0,513 1,439 4,636 0,109 65,352 0,928 7,640 2,253 3,153 4,144 1,710 6,130 1,152 1,389 5,438 1,389 5,782 1,489 4,621 4,003 1,213 7,851 0,590 11,721 0,384 0,624 12,893 8,537 1,291 1,865 2,943 0,733 8,681 2,953 2,704 0,400 12,591 0,382 11,558 0,193 38,526 0,998 2,385 0,999 2,081 0,325 19,858 6,287 1,121 1,663 5,506 1,20 0,70 2,00 0,35 0,50 1,50 2,00 3,00 3,00 3,00 #1,00 0,70 #1,00 0,70 0,03 -----0,60 0,10 -----0,50 -----#2,00 #0,40 3,00 4,00 2,00 3,00 3,00 0,75 0,80 1,00 1,25 1,60 2,00 0,40 ----------2,80 3,00 3,00 -------------------------1,50 #2,00 0,20 1,50 #0,25 #0,50 #2,00 0,20 Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 140959545,2 84244837,1 46951867,0 294347822,8 721351574,3 4685408381,5 966777885,6 140939093,8 269264848,0 1370351912,5 52890683,2 32308632,5 1046031175,1 3005718533,6 48896547,0 148852718,2 340904371,7 1545250265,0 710620707,4 2047701947,0 237816156,7 31748461,7 99235920,0 71934145,1 184616146,7 722670521,2 539577384,7 361237795,7 924023292,8 3172077002,0 130825456,1 2404824593,1 85014475,1 454088312,8 1327429942,5 425587399,9 55263165,5 1743923344,6 456829785,9 443252924,7 331697069,3 78337970,8 1629144200,7 74579436,3 42574876,0 174241600,8 1362095039,1 188174419,7 39936861,7 78592664,9 2876089524,6 190566252,9 1700640851,5 1285740290,6 59372552,1 4100619138,8 190565529,5 814372490,8 283931815,3 120530018,9 119652258,8 51199825,0 345154738,6 1230764720,3 68715335,9 109013558,4 698053136,3 949348248,5 1200888654,6 654822737,4 153173800,7 169919514,6 33589362,0 50070272,9 Quota do Dia 03/03 (R$) 36,483797 8046,358108 42,770271 14,000362 28,359813 37,301704 804,814455 712,151056 26,812136 28,571873 9,9126 9,898971 40,68567 32,146622 23,352517 5,90147 8,134764 9,765762 5,130288 1,585347 1,397531 1,343865 1,537829 6,64019 2,972514 2293,180437 2,238372 35,608109 3,2386948 3,4310721 88,931188 100,426003 63,71154 4895,36116 19536,49898 35,4440483 169,5088679 1069,230471 626,5688266 184,9349541 642,0622918 663,0557722 437,4071027 90,727326 196,809824 60,49465 72,603988 33,729876 58,095345 13,853681 2,9846 14,5966664 4,54845 3,9696901 2,781359 48,974509 43,828929 4,586375 50,9328 4,458395 5,350889 3,441336 1,888851 2,067077 70,962585 1,542361 4,577156 2,730233 2,615284 3,35603 3,203102 2,596032 1,135248 7,548599 Dia 0,039 0,035 0,040 0,036 0,039 0,039 0,035 0,031 0,036 0,027 0,041 0,041 0,027 0,033 0,033 0,031 0,033 0,041 0,039 0,042 0,040 0,034 0,038 0,027 0,037 0,043 0,042 0,039 0,036 0,039 0,037 0,042 0,031 0,035 0,039 0,042 0,038 0,040 0,037 0,037 0,026 0,033 0,032 0,041 0,032 0,034 0,041 0,026 0,025 0,024 0,022 0,041 0,032 0,041 0,036 0,038 0,040 0,023 0,040 0,041 0,023 0,042 0,041 0,040 0,027 0,035 0,033 0,040 0,037 0,038 0,042 0,043 0,042 0,041 Mês 0,738 0,661 0,754 0,674 0,735 0,735 0,659 0,583 0,673 0,505 0,773 0,769 0,506 0,620 0,618 0,569 0,612 0,756 0,718 0,756 0,718 0,610 0,685 0,497 0,687 0,783 0,768 0,737 0,695 0,749 0,698 0,791 0,578 0,655 0,734 0,731 0,718 0,757 0,696 0,695 0,492 0,621 0,606 0,768 0,582 0,623 0,782 0,469 0,465 0,443 0,426 0,768 0,615 0,790 0,667 0,728 0,766 0,659 0,756 0,772 0,429 0,787 0,791 0,776 0,504 0,681 0,624 0,776 0,719 0,738 0,789 0,799 0,779 0,773 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,60 1,43 1,64 1,46 1,59 1,59 1,43 1,26 1,46 1,09 1,68 1,68 1,09 1,34 1,34 1,22 1,31 1,62 1,54 1,62 1,53 1,29 1,46 1,06 1,47 1,68 1,64 1,60 1,52 1,64 1,51 1,72 1,23 1,40 1,58 1,63 1,55 1,63 1,50 1,50 1,04 1,34 1,30 1,67 1,27 1,36 1,70 1,02 1,02 0,97 0,93 1,68 1,34 1,72 1,44 1,59 1,67 1,40 1,64 1,67 0,91 1,70 1,70 1,67 1,07 1,46 1,34 1,67 1,55 1,59 1,70 1,72 1,67 1,66 0,007 0,007 0,006 0,004 0,004 0,004 0,004 0,005 0,004 0,006 0,008 0,012 0,008 0,004 0,005 0,038 0,038 0,038 0,038 0,073 0,073 0,074 0,073 0,038 0,039 0,073 0,073 0,006 0,015 0,015 0,006 0,006 0,102 0,102 0,029 0,058 2,238 0,028 0,027 0,029 0,031 0,027 0,028 0,016 0,016 0,016 0,032 0,017 0,016 0,016 0,042 0,116 0,042 0,129 0,050 0,121 0,126 0,236 0,006 0,016 0,064 0,016 0,030 0,030 0,064 0,030 0,030 0,030 0,030 0,031 0,038 0,031 0,031 0,038 -121,581 -276,980 -103,554 -509,182 -255,718 -253,025 -524,694 -650,327 -484,255 -708,526 -39,453 -32,317 -529,024 -725,078 -563,803 -87,101 -71,696 -16,756 -31,356 -7,320 -15,037 -36,303 -21,133 -114,767 -42,206 -2,023 -5,104 -154,718 -98,121 -44,522 -251,617 -13,946 -30,840 -19,887 -32,195 -3,617 1,799 -20,807 -52,922 -51,174 -144,202 -93,735 -98,095 -22,355 -184,835 -152,326 -2,957 -281,136 -286,598 -307,988 -123,718 -2,817 -60,281 -0,051 -36,643 -7,425 -2,770 -10,615 -104,645 -23,259 -82,671 -9,239 -4,088 -11,632 -66,273 -57,863 -84,545 -11,575 -39,223 -29,132 -3,962 -0,436 -10,022 -10,210 1,00 2,00 #0,75 1,80 1,00 1,00 2,00 3,00 1,80 4,00 0,25 0,25 4,00 2,50 0,10 3,00 2,50 0,60 1,10 0,65 1,15 2,55 1,55 4,00 1,50 0,30 0,50 1,00 1,50 0,80 1,50 0,00 #2,00 1,00 1,00 0,50 1,80 0,50 1,00 1,50 3,50 1,50 2,00 0,09 0,75 1,15 0,60 2,40 4,50 4,50 5,00 0,50 2,50 0,40 2,00 1,00 0,50 2,50 0,75 -----2,50 0,30 0,25 0,25 #3,50 1,50 -----0,50 1,00 #0,40 0,15 -----0,25 0,35 Patrimônio Líquido 29/02 (R$) Quota do Dia 29/02 (R$) 1,914333 1,3372308 10,7653135 9,8217062 1,2141582 2,798121 5,0428529 9,2810325 3,4335308 1,6347462 6,2087087 9,4139976 1,6996302 3,122787 5,645253 2,001342 1,37752 1,253404 211,605537 10,883381 663,566954 3295,274009 1000,019164 705,7073651 210,2290056 15257,21363 132,859589 188,4781669 184,0349415 184,6987917 181,9344981 183,8780958 117,164536 75,8344672 137,587755 176,101326 42,7656596 2,0335855 5,567267 531388,2685 374098,1909 208956,7731 10,43818 4,890855 5749,698633 16176,16104 6,7309332 4560,232092 61,3426823 7257,852259 1,9396509 2,2488309 4,5668594 465,8332861 2,6095395 5,48791 598,43794 12,9372123 343,987987 23,875856 6,798655 16,341465 61,432341 86,906736 12,286808 12,888744 63,1053969 12,073704 7,96662 14,218539 9,69357 264,929861 0,645633 47,966981 44,254457 5,76027 1149,236013 6,509845 2,658166 0,431459 5,260805 179,773212 1,9439425 19,7230555 7,4903023 35,1449179 916,044284 1,450747 17538,0823 26,835266 136,295873 4,0176404 105,345073 518,602148 35,377045 88,651112 70,222554 124,189845 117,534948 211,426194 63,661137 26,371859 105,848435 105,901339 77,972774 128,058084 49,292605 138,222632 73,851022 28,098597 7,114669 24,7296111 11,3275036 9,1630065 Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 92895942,5 165229951,2 30841411,8 98201108,8 397870676,8 240127786,8 337974136,7 535299549,3 157768406,4 56406693,9 735778651,3 186829564,3 62208178,6 75207062,5 205303430,5 77533609,5 267391491,4 49852579,2 47444449,4 35893042,3 207103467,0 200238563,7 31495799,0 Quota do Dia 29/02 (R$) 63,8292221 9,7531087 50,8542093 213,957076 148,879522 6,932668 2,387605 10,231321 47,32395 211,381033 87,1457659 98,080565 3,87639 2,494175 3,462393 268,937892 5,324352 1,270853 1,246681 278,037705 622,467656 537,016513 2,9615198 Rent. Acumulada % Dia -2,322 -2,328 -2,709 -2,639 -2,637 -1,767 -1,787 0,043 -1,141 -1,802 -1,606 -2,120 -1,454 -0,652 -0,742 -2,001 -2,403 -1,980 -1,979 -2,094 -2,017 -2,031 -2,738 Mês Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % -0,026 -0,125 0,073 -0,130 -0,099 -0,387 -0,436 -0,326 -1,408 -1,089 -0,138 -0,339 -0,066 -1,676 -1,864 -0,114 -0,165 -1,405 -1,431 -0,234 -0,778 -0,810 0,097 1,50 1,50 #0,75 -----2,00 0,80 4,00 #1,50 #2,00 3,00 #2,00 5,00 4,00 1,00 4,00 3,00 4,00 2,50 4,00 3,00 3,00 1,50 #2,50 ABN AMRO FIQ FI Multim Sky II* Banespa FIC Mult Performance* Banrisul Multi FIC Multim LP* BB Mult Aloc Cons Private FICF BB Mult Aloc Mod Private FICFI BB Multimercado LP Estilo FICF BESC FIX Multimercado Brad FIC MM Golden Profit Cons Brad FIC MM Golden Profit Din* Brad FIC MM Golden Profit Mod* Brad Prime FIC Multimercado* Brad Priv FIC MM Derivativos* Bradesco Emp FIC Multimercado* BradPriv FICMM Multiestratégia Conta Depósito Multi FICFI* Europa FICFI Multimercado* FIC Cred Priv LP MM Recebiveis FIC Mosaico Mult Cred Priv* FIC Pentágono Mult Cred Priv* FIC Vot Mult Cred Priv* HG Allocation Pactual H.Y. FIC HSBC FIC CP LP Multirecebíveis HSBC FIC MM CPriv LP Star* HSBC FIC Multi LP Aquamarine* Itaú Multi. Arrojado FICFI* Itaú Pers Mult Moderado FICFI* Itaú Pers Multi Arrojado FICFI Itaú Person Mult Agress FICFI* Itaú Priv Aloc Moder Mul FICFI LM Allocation 1 Mult* LM Allocation 2 Mult* LM Allocation 3 Mult* LM Allocation 4 Mult* LM Allocation 5 Mult* LM Mult Adv Plus* LM Mult Adv Top* LM Mult Top* LM Multirenda 10* LM Multirenda 20* LM Multirenda 30* Magliano Pactual High Yield* Mellon Alloc Mikonos FICFI Mul Multimngr Plus IB-Mult FICFI* Mutimngr IB-Mult FIC de FI* Pactual Hedge Mult Private FIC Real FI Multimercado Risk Plus Real FIQ Multimercado Risk* Sant FIC FI Perf Empresas Mult Uniclass Alpha Plus FICFI Mult Uniclass Arrojado FICFI Multi* Uniclass Moderado FICFI Multi* Uniclass Multi FICFI Multi* WA Prev Fix Plus RF* . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FIC REFERENCIADO DI Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 46671657,9 1154875516,2 319989926,3 176764656,3 32870935,9 76495918,8 1921674930,5 526265760,4 110369990,3 1991912058,9 2163188695,3 4740413534,5 1421548137,5 105212308,6 1445744139,6 47739521,8 60141759,6 41661775,2 84384817,4 40378565,9 1023320960,7 149284890,3 635298586,3 188309250,5 1294476497,4 1493323267,0 508087070,0 85118492,9 498150525,4 1093984741,6 904436758,8 921212063,9 329578929,7 4062635409,8 2550661272,2 255459346,2 254095421,5 45658709,5 648172916,8 271180945,3 229192051,9 43121763,2 74502481,8 617650699,5 1485763838,7 34670128,4 121958749,4 40762344,8 857181452,8 1226242943,4 1041046169,3 1339996945,4 91967585,8 1140230565,2 128790544,7 1252729011,8 380864423,4 490651158,3 Quota do Dia 03/03 (R$) 284,0141188 68,6583992 59,279707 103,249797 953,5960636 3,432069 3,1774523 2,9176141 3,2981245 3,0846774 3,1529119 5,6261256 3,1531376 1,382233 2,9022545 3,0452677 515,354573 1,270666 1,290039 1,253641 146,4319388 1,9139072 1,1992798 1,4559824 3,8100323 2,010905 1,6734685 2,8449563 2,6565529 1,9230016 1,6429773 2,5069388 9148,50568 251,3982933 2,7732104 2,3414676 1,886737 45,090802 7,183147 1,839343 131,0826668 2295,586307 5,6526184 2,4695882 3,1049277 2,4266404 399,6443335 1,1465248 1,8705122 3,7814361 2,9396633 6,4069046 39,190341 995,079981 9685,608266 995,078384 83,30409 38,085729 Rent. Acumulada % Dia 0,042 0,043 0,041 0,040 0,024 0,041 0,032 0,036 0,034 0,039 0,041 0,039 0,041 0,030 0,042 0,030 0,038 0,045 0,048 0,043 0,042 0,040 0,042 0,039 0,042 0,040 0,039 0,041 0,042 0,041 0,037 0,033 0,039 0,025 0,039 0,029 0,032 0,040 0,034 0,039 0,030 0,040 0,041 0,042 0,040 0,041 0,040 0,036 0,035 0,027 0,037 0,041 0,042 0,042 0,041 0,042 0,042 0,041 Mês 0,729 0,745 0,788 0,774 0,722 0,779 0,613 0,689 0,651 0,713 0,735 0,699 0,735 0,550 0,752 0,572 0,766 0,753 0,811 0,709 0,794 0,762 0,796 0,750 0,795 0,761 0,738 0,776 0,795 0,780 0,702 0,626 0,742 0,474 0,740 0,549 0,613 0,731 0,617 0,711 0,916 0,766 0,770 0,797 0,759 0,776 0,763 0,681 0,665 0,513 0,703 0,767 0,789 0,801 0,776 0,801 0,795 0,776 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % 1,63 1,67 1,71 1,68 1,61 1,69 1,33 1,50 1,42 1,60 1,64 1,56 1,64 1,23 1,68 1,23 1,61 1,63 1,75 1,53 1,72 1,65 1,73 1,63 1,73 1,65 1,60 1,68 1,73 1,69 1,52 1,36 1,61 1,03 1,60 1,19 1,33 1,63 1,38 1,59 1,95 1,66 1,67 1,72 1,64 1,68 1,65 1,47 1,44 1,11 1,52 1,66 1,71 1,74 1,68 1,74 1,72 1,68 0,058 0,058 0,010 0,009 0,124 0,004 0,005 0,005 0,005 0,010 0,010 0,010 0,010 0,010 0,143 0,027 0,107 0,108 0,109 0,109 0,156 0,009 0,009 0,015 0,015 0,009 0,009 0,009 0,015 0,015 0,009 0,009 0,015 0,009 0,009 0,009 0,020 0,019 0,012 0,012 0,334 0,013 0,017 0,009 0,009 0,009 0,012 0,009 0,009 0,010 0,009 0,009 0,006 0,007 0,007 0,007 0,007 0,007 -3,911 0,468 -10,376 -34,642 -2,193 -69,799 -499,540 -285,029 -375,128 -59,481 -26,631 -81,187 -26,601 -309,372 0,034 -121,801 -7,849 -9,313 -1,445 -15,344 -0,412 -57,760 0,599 -44,990 -1,005 -58,951 -97,061 -32,681 -1,118 -15,528 -160,815 -281,710 -52,252 -524,991 -93,886 -400,985 -122,709 -18,594 -171,320 -52,217 4,200 -34,608 -23,417 -0,857 -63,617 -34,994 -37,681 -179,462 -216,963 -417,684 -154,186 -51,130 -17,381 9,229 -43,198 9,095 -2,882 -42,360 0,50 0,30 0,30 0,50 0,50 0,40 2,50 1,50 2,00 0,80 0,50 1,00 0,50 3,00 -----2,50 0,85 ---------------0,25 0,70 0,25 0,90 #0,30 0,70 1,00 0,50 0,30 0,50 1,50 2,50 1,00 4,50 1,00 3,50 2,00 0,65 2,00 0,75 -----#0,70 0,65 0,25 0,75 0,50 #0,45 1,75 2,00 4,00 1,50 0,65 #0,30 0,18 0,50 0,18 0,00 0,50 ABN AMRO FIQFI Ref Rating* ABN AMRO Ref DI Credit Premium ABN AMRO Ref DI Profit Premium ABN AMRO Ref DI Profit Private Alfa Private DI FIC FI Ref LP* Banestado Nobre Ref DI FICFI BB Ref DI 10 Mil FICFI BB Ref DI 20 Mil FICFI BB Ref DI Empresarial FICFI BB Ref DI LP 100 Mil FICFI* BB Ref DI LP 150 Mil FICFI* BB Ref DI LP 50 Mil FICFI* BB Ref DI LP Corp250 Mil FICFI BB Ref DI LP MIL* BB Refer DI Private FICFI* BESC FIQ DI BNP Paribas DI FIC FI Ref BNP Paribas Excellent DI FICFI BNP Paribas Porfolio DI FIC FI BNP Paribas Prime DI FIC FI Re BNP Paribas Targus Brad Emp FIC FI Ref DI Plus Brad Empresas FIC Ref. DI Top Brad FIC FI R DI Poder Público Brad FIC Ref DI Federal Plus Brad Prime FIC Ref DI Plus Brad Prime FIC Ref DI Special Brad Private FIC Ref DI Brad. Priv. FICRef DI Fed Plus Bradesco Emp FICRef DI Federal Bradesco FIC FI Ref DI Topázio Bradesco FIC Ref DI Brilhante Bradesco FIC Ref DI Federal Bradesco FIC Ref DI Hiperfundo Bradesco FIC Ref DI Platinum Bradesco FIC Ref DI Safira Bradesco Prime FIC Ref DI CA DI Premiere FIC FI Ref LP* CAIXA FIC DI Longo Prazo* CAIXA FIC Preferencial DI LP* FIC FI Ref DI 114 FIC Ref DI CP LP Investidor FIC Ref DI CP LP Priv Special FIC Ref DI LP Money Market FIC Ref DI LP Plus Premier FIC Ref DI Priv Money Market HSBC FIC Ref DI CP LP Private HSBC FIC Ref DI LP Classic HSBC FIC Ref DI LP Extra HSBC FIC Ref DI LP PoupMais HSBC FIC Ref DI LP Premier HSBC FIC Ref DI LP Special Itaú Basis Ref DI Max FICFI Itaú Corp Plus Ref DI FICFI Itaú Corp Ref DI FICFI Itaú Emp Super Ref DI Itaú Emp Trust Ref DI FICFI Itau Empresa Maxi Ref DI FICFI Itaú Empresa Plus Ref DI FICFI Itaú Empresa Ref DI FICFI Itaú LAM Basis DI Super FACFI Itaú Max DI Itaú Maxi Ref DI FICFI Itaú Pers Maxime Ref DI FICFI Itaú Pers Plus Ref DI FICFI Itaú Pers Ref DI FICFI Itaú Plus Ref DI FICFI Itaú Prêmio Ref DI 90 FICFI Itaú Private Ref DI FICFI Itaú Ref DI Distrib FICFI Itaú Referenciado DI FICFI Itau Super Ref DI FICFI Itaú UPJ Ref DI FICFI Legg Mason DI Gold FIC FI Ref Legg Mason DI Plus FIC FI Ref LM DI Excellent LM DI Master LM DI Max Excellent LM DI Max Master LM DI Max Plus LM DI Max Special LM DI Silver LM DI Special LM Invest DI FIC LM Private DI FIC Maxi Premium Ref DI FICFI Nossa Caixa Super FIC DI Nossa Caixa VIP FIC DI Premium Ref DI FICFI Private Exclusive Ref DI FICFI Real FIC FI Ref DI Extra Plus Real FICFI Referenciado DI Max Real FIQ Centrum DI Real FIQ Credit VIP DI* Real FIQ Master Funcesp DI Real FIQ Priority DI Real FIQFI Ref DI Doutor Real FIQFI Ref DI Empresarial Real FIQFI Ref DI Extra Real FIQFI Ref DI Forças Real FIQFI Ref DI Supremo Safra FQS DI Safra High Mix DI Safra High Top DI Safra Market DI FIC FI Ref Safra Plus DI Safra Portfólio DI Safra Portfólio DI 60 Sant Ban FIC FI Classic Ref DI Sant Ban FIC FI Inst Ref DI Sant Ban FIC FI Senior Ref DI Sant FIC FI Corporate Ref DI Sant FICFI Finanças Púb Ref DI Santander FIC FI Master Ref DI Santander FIC FI PB VIP Ref DI Santander FIC FI Sênior RF Super Premium Ref DI FICFI UBB DI Corporate FICFI UBB DI FICFI Ref UBB Large Corporate DI FICFI UBB Priv DI FICFI UBB Vip DI FICFI Ref Unibanco Advantage DI FICFI Unibanco DI Max FICFI Unibanco DI Premium FICFI Unibanco Empresas DI FICFI Uniclass DI FICFI Ref Uniclass DI Master FICFI Ref WA Large Corp DI WA Prev Sovereign FI WA Sover Selic FIC WA Top Target DI . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FUNDOS DE AÇÕES Instituições . Patrimônio Líquido 29/02 (R$) 213750497,6 94422137,4 65045882,9 165293777,6 46504650,4 575806851,4 109765366,0 448211381,6 207052333,9 80589381,9 94541445,8 96426245,2 49822223,0 30587562,6 76836682,8 401578500,3 59103038,5 58563549,1 47689451,6 1191589213,6 57740206,5 144243310,0 342196077,5 97400278,5 42645096,7 471214180,9 48195442,2 40938842,9 96596511,1 74588762,0 144013286,0 65790809,6 82578365,7 41285072,0 101058919,7 763107580,8 35410915,7 Quota do Dia 29/02 (R$) 12,1274352 502,5897206 13207,69709 4,64398 11737,61162 604,9037164 14479,12078 564,2333828 0,0901096 0,4619049 226,5803399 8,38329 18,4595646 0,47143 1320,58654 8,3454407 2559,36297 14,82063 17,40234 8,3108233 3,954003 6,0097259 31,7115309 8,3712608 5,0434118 7,2056113 7,94733 0,0860955 69,4796948 3,3207636 20,1621395 4,3344675 1,1899355 1,8319157 1,3047577 3,6220734 8,098572 Rent. Acumulada % Dia -2,408 -2,373 -2,396 -2,040 -2,034 -2,008 -1,160 -2,020 -2,410 -2,712 -2,379 -2,420 -2,124 -2,288 -2,272 -1,418 -1,366 -1,830 -1,778 -1,886 -0,898 -1,694 -2,358 -2,303 -1,754 -2,686 -2,387 -1,895 0,471 0,193 -2,370 -2,488 -2,534 -2,492 -1,880 -1,820 -2,701 Mês 9,137 8,911 8,911 6,497 7,942 10,177 7,259 9,979 9,078 8,639 8,632 8,910 9,583 9,246 10,125 12,913 8,598 8,418 9,648 8,585 8,450 9,160 8,898 8,107 8,535 8,965 9,372 9,366 11,253 10,736 8,739 9,560 8,396 7,514 7,803 9,540 8,781 Ind. de Tx. de Ano Volat. Sharpe Adm. % -0,56 0,46 -0,98 -1,10 -2,36 0,06 -1,58 -0,32 -0,66 -2,46 0,42 -0,98 -7,57 -4,02 -2,72 1,84 0,27 1,37 -2,09 0,49 1,10 -0,57 -0,46 -0,62 -3,75 -1,18 -1,50 -8,64 1,10 0,96 -0,47 -0,66 -0,43 -2,97 -2,46 -0,11 -1,94 29,563 30,381 29,833 28,522 28,460 28,728 23,944 28,737 29,548 31,186 30,275 29,547 28,201 29,993 30,117 27,503 25,349 25,259 28,686 26,335 21,952 27,183 30,175 28,405 28,734 30,360 30,629 28,179 29,902 29,382 30,525 30,565 29,334 29,250 26,230 26,269 31,182 0,031 0,152 -0,048 1,063 -0,222 -0,460 0,086 -0,534 0,009 -0,069 0,093 -0,060 -1,372 -0,593 -0,361 0,451 -0,329 0,783 -0,658 -0,118 0,150 -0,352 -0,080 0,067 -1,171 0,012 -0,056 -1,493 0,311 0,164 -0,062 0,136 -0,052 -0,085 -0,313 0,113 0,057 ----------1,00 #2,00 4,00 0,60 4,00 3,00 0,60 2,00 3,00 2,00 #2,00 8,00 0,50 4,00 5,00 4,00 4,00 2,00 2,00 3,00 4,00 4,00 3,00 4,00 #0,90 3,00 1,00 3,00 4,00 3,00 3,00 2,50 3,00 1,50 1,50 ABN AMRO Ações Ativo II* ABN AMRO Ações Ibov Passivo* ABN AMRO Ações Institucional* ABN AMRO FI Ações Energy* ABN AMRO FI Ações Estratégico* ABN AMRO FI Ações Ethical II* ABN AMRO FIA Dividendos* ABN AMRO FIQ Ações Ethical* ABN AMRO FIQ FI Ações Ativo I* ABN AMRO FIQ FI Ações* ABN AMRO FIQFIA Ind Bovespa* ABN AMRO Ibovespa Ativo* Access FIA* Alfa FIC - FICFI Ações* Alfa Special FIA* ARX FIA* Banrisul FI Ações* Banrisul Infra-Estrutura FIA* Banrisul Performance FI Ações* BB Ações Dividendos FICFIA* BB Ações Energia FIA* BB Ações Exportação FICFIA* BB Ações Indice FIA* BB Ações Master FIA* BB Ações Potencial FICFIA* BB Fundo de Ações FIA* BBA Icatu Ibovespa Inst. FIA* BESC FIA* BNP Paribas Ace FI Ações* BNP Paribas Grand Prix* Brad FIC FIA Ibovespa Indexado Brad Prime FIC FIA Ibov Ativo* Brad Prime FIC FIA Seleção* Brad Prime FICFIA Ind Sust Emp Brad Prime FICFIA Infra-Estrut Bradesco FIA Dividendos* Bradesco FIA Equities* Bradesco FIA Índice Sust Emp* 63727036,8 Bradesco FIA Infra-Estrutura* 151782794,6 Bradesco FIA Instit. IBX Ativo 109671653,7 Bradesco FIA Multisetorial* 112446236,2 Bradesco FIA Seleção* 89564711,2 Bradesco FIA Small Cap Plus* 405423265,7 Bradesco FIC FIA Active* 127212704,5 Bradesco FICFIA Ibovespa Ativo 151118665,9 Bradesco Prime FIC de FIA Div* 394664838,9 Bradesco Prime FIC FIA IBrX-50 48269016,8 Bradesco Prime FIC FIA Index* 165504557,8 BRAM FIA Ibovespa Alavancado* 128181844,6 BRAM FIA IBrX-50* 48634998,9 CAIXA FI Ações Dividendos* 61857231,7 CAIXA FI Ações Ibovespa* 217549251,1 CAIXA FI Ibovespa Ativo* 206939503,1 Credit Suisse LS 60 FIA* 178477615,5 Credit Suisse Performance FIA* 169169793,2 CSAM FIG Premium* 138599545,6 CSAM Ibx Premium* 150651988,3 Export FIA IB* 86748741,7 Fama Challenger FIA* 205029491,3 Fama Futurewatch FIA* 62524420,1 Fama Futurewatch I FIA* 332152501,1 FI Ações 11* 512993598,4 FI Fator Ações Institucionais* 47638127,2 FI Fator Jaguar Ações* 141023261,8 FIA Dividendos 114* 239641920,5 FIA Fund GP 114* 842088075,1 FIA Fund GTI 114* 204637389,9 FIA Fundamentalista GT3-114* 137021713,5 FIA GT2 114* 199251011,3 Focus FIA* 72456938,9 GAP FI Ações* 293709309,9 Gavea Ações FIA* 31036925,2 Geraçao -FIA* 546057782,7 Geração L. Par FIA* 1407567411,6 Geração Programado FIA* 915436119,9 Guepardo SLW* 112601933,9 GWI Classic FIA* 81490040,3 GWI FIA* 323249337,3 GWI Private FIA* 532285794,8 Hedging Griffo Strat. II FIA* 241877105,1 HG All Polo FICFIA* 352139618,6 HSBC FI Ações Dividendos* 83634257,3 HSBC FI Ações Institucional* 581424388,2 HSBC FI Ações Plus* 135534191,0 HSBC FI Ações Setorial Ativo* 46973948,1 HSBC FI Ações Top* 120883207,0 HSBC FI Ações Valor* 618641490,6 HSBC FIA Sustentab Empr ISE* 147052845,4 HSBC FICFI Ações Acumulação* 203544938,0 HSBC FICFI Ações Índices* 64575917,0 HSBC FICFI Ações* 86858932,2 HSBC Multi Ações* 530343661,3 Ibovespa Select IB - FIA* 254508390,4 IBX Select IB - FIA* 258416363,3 IP Participaçoes FIA* 313205594,0 Itaú Ace Dividendos FITVM* 479221695,9 Itaú Caixa Ações* 53102736,4 Itaú Carteira Livre-FIA* 128766625,4 Itaú Governança Corp. Ações FI 771634250,6 Itaú Index Ibovespa FIA* 315573452,3 Itaú Indice Açoes Ibov. FICFIA 107379002,7 Itaú Infra-Estrutura Ações FI* 174440635,0 Itaú Institucional Seleção FIA 74197828,1 Itaú Mirante IBrX Ações FI* 136598858,3 Itaú Person Infra-Estrut Ações 165189574,5 Itaú Person Marché Ibov FIA* 182843478,4 Itaú Person. Açoes FICFIA* 164849295,7 Itaú Person. Technique FIA* 138057374,0 Itaú Private Ações Ativo FIA* 36995326,0 Itaú PrivSelect-FIA* 70839736,1 Itaú Seleção Ações FIA* 439890482,7 Itaú Valor FIA* 525902279,5 Itauações - FIA* 1167582869,9 Legg Mason Seleção Ações FI* 108637047,4 LM Ações Ibov Silver* 54508064,0 LM Ações Ibov Star* 79277531,9 LM Ações ISE* 144731260,9 LM Ações Renda Mista* 34330791,9 Mauá Bolsa Private FIA* 53931246,1 Maxima Part FIA* 58906267,3 Mellon Income FIA* 437425050,3 Opp. Lógica II Institucional* 457093372,4 Opportunity Lógica II FI Ações 2684052441,3 Orbe Value FIA* 152917008,2 Pactual Multi Ações FIA* 126868092,3 Pavarini I FIA* 48333388,1 Personnalite Valor* 305396686,9 Porto Seguro FIA* 35767102,1 Quest Ações FIA* 110887075,9 Saf Select Funds MasterFICFIA* 32135557,8 Safra Ações* 133245017,3 Safra Exportação* 194846508,0 Safra IBX 50 Plus FI Ações* 34860086,5 Safra IBX 50* 34961725,2 Safra Infraestrutura FI Ações* 155536123,8 Safra Large Cap* 61090357,9 Safra Multidividendos* 448859679,8 Safra Multisetorial FICFIA* 36256130,0 Safra Petrobras FIC FI Ações* 327617731,6 Safra Private I FIC FI Ações* 74700877,8 Safra Private* 91087727,2 Safra Selection* 304988049,6 Safra Setorial Bancos* 446954742,4 Safra Setorial Energia* 104139125,9 Safra Small Cap* 416914490,7 Safra Tecnologia* 39890473,8 Safra Vale Rio Doce FIC Ações* 409531858,2 Sant Ban FI Ações* 166964548,8 Sant Ban FI Especial Ações* 70604243,4 Santand Fi Institucional Ações 92500720,3 Santander FI Bancos VIP Ações* 31065693,7 7,669 -2,65 29,226 7,962 -2,13 26,208 9,365 -1,30 30,964 6,663 -0,19 29,585 8,631 0,09 29,321 8,911 -2,94 25,026 9,737 -0,18 30,332 9,485 -0,83 30,589 9,421 -0,35 26,285 9,026 -1,68 31,215 8,897 -0,15 30,497 9,937 0,24 30,295 9,184 -1,35 31,190 10,376 1,40 26,533 8,773 -0,44 30,837 7,490 -4,04 28,028 2,142 3,10 10,590 9,117 -0,44 31,231 9,154 0,56 30,863 9,801 -0,32 31,343 12,322 0,50 32,839 7,159 -7,79 24,904 6,053 -6,52 16,852 6,216 -5,88 15,680 9,750 1,57 29,024 9,061 -1,84 27,918 9,025 -0,87 28,533 7,675 3,04 23,348 9,421 -1,06 31,445 9,663 -1,79 31,307 9,285 -1,27 30,630 9,971 -1,16 31,175 11,637 -1,44 27,419 11,591 -0,87 30,642 9,648 -0,77 23,996 8,932 -5,58 25,577 15,524 7,21 31,171 9,852 -2,09 25,027 13,780 1,34 20,095 8,870 1,79 26,150 19,715 7,16 52,411 21,604 0,71 55,717 10,291 -5,35 29,196 3,677 7,97 10,264 8,384 -2,42 29,638 8,519 -2,69 29,993 9,076 -3,59 28,562 9,668 -4,94 29,214 8,379 -2,06 29,437 4,782 -9,49 27,892 8,077 -4,79 27,623 8,200 -3,25 29,922 8,228 -2,28 29,162 8,802 -3,99 28,250 8,826 -2,96 30,537 9,403 -0,22 30,051 9,523 -1,17 30,958 3,201 -6,36 18,508 8,397 3,09 26,013 8,750 -0,10 31,185 9,427 -0,13 30,604 11,521 -4,33 30,334 8,970 0,09 30,612 8,719 -0,41 30,654 6,281 -1,61 25,004 9,294 -1,86 31,028 9,858 -1,51 31,905 6,154 -1,92 25,094 8,804 -0,24 30,639 9,286 -1,01 30,456 9,364 0,44 30,952 9,274 0,33 29,732 9,195 -0,63 30,554 7,290 -5,79 24,624 8,290 -1,68 29,587 9,297 -1,03 30,456 8,016 -9,95 28,427 7,893 -5,45 29,900 8,136 -4,98 29,893 8,253 -5,46 31,046 5,553 -3,72 20,928 10,327 -2,33 34,908 16,014 -16,63 45,950 10,615 0,91 25,702 6,133 -3,56 31,184 6,777 -3,69 33,008 1,202 -1,92 12,359 8,664 0,04 30,644 9,252 -2,47 28,658 8,298 -1,65 29,595 9,398 -1,85 32,010 8,236 -2,32 25,924 9,033 -2,22 26,266 10,132 -4,12 25,486 9,762 -2,19 27,303 9,468 -0,93 31,740 9,327 -1,17 31,657 8,446 -8,58 26,705 9,403 -2,13 30,075 8,979 -2,92 26,004 8,760 -5,27 26,590 4,088 -4,88 41,565 10,790 -3,73 27,582 10,907 -3,59 27,670 8,804 -3,22 25,980 5,109 -6,50 30,038 5,873 -5,31 22,957 10,284 -9,73 26,244 10,218 -6,57 26,849 16,723 -0,59 42,099 7,419 -2,45 30,292 7,473 -3,58 29,902 7,655 -2,04 30,213 7,534 4,58 44,045 Santander FI Seleção em Ações* Santander FI Seleção VIP Ações Santander FIA IBrX Ativo Inst* Schroder Ações Private FICFI* Schroder Brasil Absol. FIA* Schroder Performance* Schroder Valor FI em Ações* Skopos HG FICFIA* Small Cap Valuati Index IB-FIA Sul América Equilibrium FIA* Tempo Capital FIA* UBB Blue FI Ações* UBB Exportadoras FI Ações* UBB Institucional Small CapFIA UBB Small CAP FI Ações* UBB Strategy FI Ações* Unibanco Classe Mundial FIA* Unibanco Construção Civil FIA* Unibanco Construção Civil FIC* Unibanco Ouro Fino* Valuation IB - FIA* Valuation IB FIC de FIA* Votorantim Performance Ações* . 7,696 -2,43 29,670 7,774 -3,02 29,944 8,485 -2,16 30,904 9,486 -1,74 31,669 9,588 -1,57 31,204 8,989 -2,78 27,855 8,849 -3,13 27,956 5,108 0,08 10,529 8,346 -7,61 25,675 8,996 -4,48 29,416 5,233 1,42 22,826 8,195 -2,46 29,402 11,416 1,03 27,030 7,353 -8,93 24,475 6,717 -9,86 24,166 10,182 -1,84 30,375 9,107 -2,64 28,795 5,682 -14,77 35,906 5,539 -14,89 35,720 10,078 -2,49 30,308 8,205 -5,29 28,630 8,095 -5,46 28,648 11,288 0,78 32,946 Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FIA PETROBRAS Instituições . Patrim.Líq. Quota do Dia 29/02 (R$) 29/02 (R$) 1.890.918.860,30 1.773.272.566,70 1.184.724.027,40 834.469.404,40 626.389.437,30 417.161.617,50 248.849.666,90 195.379.754,60 156.220.479,30 13.608.775,10 5.647.338,60 14,276917 12,784697 125,309845 14,1412319 137,5028341 141,599706 12,173039 14038,66602 15,6602844 13,172175 1479,03583 Rentabilidade Dia Ano -4,240 -3,963 -4,199 -3,943 -3,948 -4,244 -4,277 -4,145 -4,305 -4,267 -4,141 -4,21 -4,44 -4,65 -4,45 -4,20 -4,65 -4,81 -3,92 -4,59 -4,29 -3,83 CAIXA FI Ações Petrobras* BB Ações Petrobras FIA* Itaú Petrobras FIA* Bradesco FIA Petrobras* ABN AMRO FI Ações Petrobras* Safra FIA Petrobras* UBB Petrobras FI Ações* HSBC FI Ações Petrobras* Santander FI Petrobras Ações 2 Santander FI Petrobras Ações* Alfa II Açoes FIA Petrobras* . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FMP - FGTS PETROBRAS Instituições . Patrim.Líq. Quota do Dia 29/02 (R$) 29/02 (R$) 2096589619 1724259728 1284861294 1183878858 642890618,2 587480593,7 338866718,3 272316523,7 241644751,7 214042800,7 161012260,2 152202334,5 136911628,3 135934112,5 102809983,2 97970400,6 86630489,1 69652997,6 67388959,8 66859834,4 14,598127 14,860325 14,324335 14,2146227 142,010072 14,419549 1549,15623 147,743708 14,2784603 147,6901986 14,8457368 14,4542013 141,2874 141,851851 1532,66838 149,237136 14,742113 14,749502 12,666611 147,256275 Rentabilidade Dia Mês -4,255 -4,254 -4,255 -4,059 -4,255 -4,251 -4,137 -4,253 -4,252 -4,255 -4,193 -4,267 -4,236 -4,256 -4,14 -4,252 -4,251 -4,251 -4,252 -4,26 4,299 4,319 4,283 4,217 4,276 4,268 4,288 4,315 4,248 4,311 4,244 4,301 4,278 4,268 4,278 4,329 4,308 4,303 4,158 4,327 CAIXA FMP-FGTS Petro III* CAIXA FMP-FGTS Petro IV* CAIXA FMP-FGTS Petro II* Bradesco FGTS Petrobras* Itaú Petrobras FMP FGTS* BB FMP FGTS Petrobras* Alfa I FMP Petrobras* Itaubanco Petro FMP FGTS* HSBC FMP FGTS Petro* ABN AMRO FP FMP-FGTS Petrobras Brad.FGTS Priv IV Petro* Banespa FMP - FGTS Petrobras* Safra Privat FGTS Petro* Itaú Person. Petro FMP* Alfa VIII-FMPFGTS Petro* Itaú Desenvolv Petrobras* FMP FGTS UBB F-Petro* FMP FGTS UBB C-Petro* FMP FGTS UBB R-Petro* Santander BR Amarelo FGTS* . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FIA VALE DO RIO DOCE Instituições . Patrim.Líq. Quota do Dia 29/02 (R$) 29/02 (R$) 2.335.464.048,50 2.064.933.195,20 1.602.200.121,30 1.216.856.788,30 1.040.820.936,80 506.303.629,20 388.810.592,20 302.459.862,70 201.766.398,40 11.033.367,50 8.641.758,60 4.300.518,10 13,7716265 13,915772 129,473573 14,2504324 140,0536981 142,009272 12,537677 14,630781 12,6129446 1461,555242 9,1289123 1383,41571 Rentabilidade Dia Ano -3,507 -4,012 -3,949 -3,811 -3,742 -4,031 -4,056 -3,943 -4,073 -3,924 -4,790 -3,952 -0,53 -0,45 -0,49 -0,29 -0,18 -0,35 -0,66 -0,39 -0,71 -0,19 -1,57 -0,78 BB Ações Vale do Rio Doce FIA* CAIXA FI Ações Vale Rio Doce* Itaú FIA Vale do Rio Doce* Bradesco FIA Vale R Doce* ABN AMRO FI Ações Vale R Doce* Safra FIA Vale do Rio Doce* Unibanco Vale do Rio Doce FIA* HSBC FI Ações Vale do Rio Doce Santan FI Vale Rio Doce Ações2 Bradesco BA FIA Vale* Sant FIA Vale do Rio Doce Mais Alfa V-FIA Vale Rio Doce* . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. FMP - FGTS VALE DO RIO DOCE Instituições . Patrim.Líq. Quota do Dia 29/02 (R$) 29/02 (R$) 2.177.513.535,80 1.160.041.684,00 849.274.840,40 729.019.849,10 520.346.247,30 359.065.035,80 339.029.082,40 281.714.593,20 219.093.435,90 107.971.776,50 104.632.661,80 83.298.571,00 63.022.666,50 61.072.205,70 58.654.457,50 46.083.079,00 42.021.842,40 39.973.332,60 37.996.958,60 35.103.220,40 14,205368 13,69456 14,2551997 14,1074144 141,471884 147,420783 146,5749687 14,4014195 14,7126662 13,943499 144,875048 1460,84484 144,869011 14,286744 143,631881 138,5190931 14,549646 1447,120683 14,283469 134,069179 Rentabilidade Dia Ano -3,930 -3,982 -4,048 -3,875 -4,049 -4,047 -4,018 -4,056 -3,923 -4,047 -4,022 -3,951 -4,058 -4,046 -4,051 -4,021 -3,675 -3,922 -4,050 -4,049 -0,35 -0,43 -0,36 -0,58 -0,36 -0,25 -0,30 -0,31 -0,48 -0,32 -0,24 -0,41 -0,28 -0,24 -0,26 -0,43 -0,18 -0,58 -0,27 -0,37 CAIXA FMP- FGTS Vale II* CAIXA FMP FGTS Vale I* BB FMPFGTS Vale RioDoce* Bradesco FMP FGTS Vale* Itaú Vale FGTS* Itaúbanco Vale* ABN AMRO FMPFGTS Vale II* HSBC FMPFGTS Vale RDoce* Brad FMPFGTS ValePrivate* UBB P - FMP FGTS Vale* Safra FMP Vale* Alfa II FMP VRD* Lyonnais FMP FGTS Vale* UBB PB FMP FGTS Vale* ASM Multiclubes FMPFGTSVale* ABN AMRO FMP FGTS Vale* Brad. FGTSVale Private I* Bradesco BA FMP FGTS Vale* Unibanco FMP FGTS Vale* Itaú FMPFGTS Migr. Vale* . Fonte: Serviço de Mercado e Cotações da InvestNews - * - Dados referentes à última quota informada. TABELAS COMPLETAS SOBRE FUNDOS MÚTUOS ACESSE: PARA MAIS INFORMAÇÕES EM FORMATO ORIGINAL NO: w w w. g azetamercantil.com.br/fundosmutuos.asp u t u o s ga z e t a m e rc a n t i l . c o m . b r / f u n d o s m INDICADORES MOEDAS Cotações de compra/venda - LONDRES - Denominação local ante uma libra esterlina. NOVA YORK - Disponível transferências bancárias ao exterior, incluindo-se comissões - moeda local e decimais por dólar para o marco alemão, franco francês, lira italiana, florim holandês, franco belga, xelim austríaco, coroas dinamarquesas, norueguesa e sueca, escudo português, peseta espanhola, iene japonês e peso mexicano em centavos de dólar e decimais para as demais moedas. SUÍÇA - Disponível - transferências bancárias ao exterior, francos suíços e quatro decimais para um dólar estadunidense, para uma libra esterlina e para um dólar canadense para cem moedas das demais em 3.3.2008 S/R. Unido S/EUA S/Suíça Compra/ Compra/ Compra/ Países Venda Venda Venda . . . . ARBITRAGEM SWAP (Estoque em R$ milhões) Título 3/março/2008 DI x Pré 32.261,67 DI x US$ Com 31.604,08 TR x Pré 842,62 DI x TR 6.957,23 SELIC x Pré 11.937,43 US$ COM x Pré 17.852,97 Outros 120.722,93 Total 222.178,93 Fontes: Cetip e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . UNIDADES DE REFERÊNCIA DO BNDES - (Continuação) Cotação Unidade Monetária . . OURO - (Continuação) 04/03/08 (Pró-rata) 18,226035 17,607897 9,727206 9,766618 9,292045 8,976910 6,518393 1,967788 6,297322 N/D N/D Na data base Março 18,227347 17,609741 9,727524 9,767001 9,292714 8,977850 6,518863 1,967749 6,297981 5,015268 8,048730 NOVA YORK - Futuro (COMEX - em dólares p/onça-troy) . Código Na data base Fevereiro POUPANÇA AniverRendiAniverRendisário mento sário mento 28/02 0,5713 29/02 0,5244 01/03 0,5244 02/03 0,5000 03/03 0,5000 04/03 0,5205 05/03 0,5407 06/03 0,5665 07/03 0,5787 08/03 0,5741 09/03 0,5447 10/03 0,5447 11/03 0,5759 12/03 0,5716 13/03 0,5870 14/03 0,5855 15/03 0,5742 16/03 0,5514 17/03 0,5514 18/03 0,5897 19/03 0,5859 20/03 0,5885 21/03 0,5840 22/03 0,5627 23/03 0,5266 24/03 0,5266 25/03 0,5524 26/03 0,5593 27/03 0,5568 28/03 0,5715 Fontes: Banco Central e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . Alemanha 2,5550/2,5552 1,2858/1,2860 Argentina s/cot. 3,1590/3,1640 Áustria 17,941/17,948 9,0462/9,0474 Bélgica 52,596/52,617 26,520/26,524 Brasil s/cot. 1,6740/1,6760 Canadá 1,9687/1,9690 0,9884/0,9888 Dinamarca 9,7323/9,7350 4,8995/4,9002 Espanha 216,94/217,02 109,39/109,40 EUA 0,5041/0,5042 s/cot. França 8,5525/8,5559 4,3124/4,3130 Holanda 2,8732/2,8744 1,4488/1,4490 Itália 2.524/2.525 1.272/1.273 Japão 204,98/205,01 103,400/103,410 México s/cot. 10,6930/10,6940 Noruega 10,2645/10,2699 5,1658/5,1669 Por tugal 261,3928/261,4971 131,801/131,818 *Reino Unido s/cot. 1,9847/1,9849 Suécia 12,2226/12,2287 6,1514/6,1540 Suíça 2,0703/2,0705 1,0420/1,0423 Uruguai s/cot. s/cot. *EURO 1,3065/1,3066 1,5206/1,5207 (*) - Cotações em US$/unidade monetária. . 0,8103/0,8105 s/cot. 0,11517/0,11521 3,9286/3,9298 s/cot. 1,0538/1,0544 21,2644/21,2711 0,95247/0,95278 1,0420/1,0422 24,1598/24,1676 71,9141/71,9374 0,08185/0,08187 1,0077/1,0079 s/cot. 0,20167/0,20171 s/cot. 2,0681/2,0687 0,16932/0,16942 s/cot. s/cot. 1,5845/1,5848 URIP15 405 18,223889 URIP20 410 17,606400 URBT09 363 9,725679 URBT10 364 9,765148 URBT15 369 9,290951 URBT20 375 8,976146 URTJ15 535 6,517626 URTJLP 314 1,967372 URTJ20 520 6,296786 UR INPC 329 5,015268 UR IGP-M 558 8,048730 Fontes: BNDES e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . . . . Meses . Cont. Abt.(*) Abt. Máx. 998,50 996,70 1.003,30 1.006,00 1.008,00 Mín. 992,00 996,70 1.002,00 1.006,00 1.008,00 Ajuste 993,20 996,70 1.000,10 1.003,50 1.006,80 Osc. +9,20 +9,30 +9,40 +9,40 +9,40 Ago 31.306 998,50 Out 4.488 996,70 Dez 26.554 1.002,00 Fev/09 17.715 1.006,00 Abr 3.659 1.008,00 Total de contratos negociados 133.242 onças (*) Contratos em aberto em 29.2.2008 . CUPOM CAMBIAL BOLSA DE MERCADORIAS & FUTUROS - em 3.3.2008 . Mercado futuro (Contrato = US 50.000,00; cotação = taxa de juro) . REPASSES DO BNDES * . Meses . Cont. Abt. (*) 189.790 54.310 38.400 130.196 70.369 150.922 58.320 56.130 24.730 65.745 19.270 16.830 16.490 31.820 6.190 Cont. Neg. - Méd. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. Últ. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. s/cot. Ajuste 98.831,27 98.463,96 98.110,23 97.767,64 96.724,79 95.710,44 94.762,53 93.842,99 92.842,44 91.886,99 90.949,33 89.973,01 88.882,83 87.752,23 86.731,10 Var. Ptos. -1.228,19 -1.222,30 -1.218,07 -1.214,48 -1.195,31 -1.190,39 -1.176,36 -1.129,17 -1.154,28 -1.118,46 -1.093,74 -1.086,58 -1.061,02 -1.050,72 -986,19 Taxas de Juros e Repasses de IR Juros (% ao ano) 6,291440 5,738966 I.R. (%) 2,703274 3,021017 Custo Total 6,461515 5,912341 FATOR UMBNDES 0,032987 0,032658 0,032353 0,032388 0,032628 . Período 16/10/2007 a 15/01/2008 . 16/01/2008 a 15/04/2008 . Data . ÍNDICE DE MERCADO ANDIMA 3/3/2008 . Fev 26 27 28 29 Mar 03 . TAXA ANBID Prazo Prefixada % sobre Data dias úteis (% ao ano) Vol. total 25/02/2008 1 11,02 100,00 26/02/2008 1 11,03 100,00 27/02/2008 1 11,03 100,00 28/02/2008 1 11,02 100,00 29/02/2008 * 1 11,03 100,00 (*) Taxa do CDI OVER dos bancos: fator diário elevado a 252. Fontes: Anbid e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . . Número Índice 5 5+ Total 5 5+ Total 3.429,5915 1.498,3048 1.633,2312 1.602,4987 1.551,1010 1.771,2448 1.601,0928 1.506,4165 1.543,1699 Var. % no dia 0,1317175 0,0466626 0,0765777 0,0705949 0,1206833 0,2330876 0,1724711 0,0428601 0,1054483 IRF-M IMA-C Fontes: BNDES e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * Fatores de correção cambial diários incidente sobre a posição do passivo exigível do BNDES, em moeda estrangeira, sem vinculação a o repasse específico. Resolução N- 635/87 Abr/08 Mai Jun Jul Out Jan/09 Abr Jul Out Jan/10 Abr Jul Out Jan/11 Abr . . Número de negócios: Nenhum. Volume em R$: Não houve. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2007. . SEGUROS . Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros IMA-B IMA-S IMA-Geral . MARÇO DE 2008 TAXA DE JUROS PRO RATA DIE DA TR (I) Contratos até 30.06.94 (II) 0,01183773 0,01183773 0,01183773 0,01183808 0,01183829 0,01183866 0,01183904 0,01183953 0,01183953 0,01183953 0,0118398 0,01183995 0,01184005 0,01184032 0,01184084 0,01184084 FRA DE CUPOM * Contratos a partir 01.07.94 (III) 2,64290202 2,64298142 2,64300826 2,6430511 2,64315816 2,64315816 2,64315816 2,64315816 2,64321643 2,64326748 2,64329572 2,64336284 2,6434995 2,6434995 2,6434995 Dia . Fontes: Andima, STN e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. Contratos a partir 01.07.94 (III) 2,64220703 2,64220703 2,64220703 2,64228653 2,64233228 2,64241681 2,64250134 2,64261039 2,64261039 2,64261039 2,64267116 2,64270301 2,64272526 2,64278629 2,64290202 2,64290202 Dia 17/mar 18/mar 19/mar 20/mar 21/mar 22/mar 23/mar 24/mar 25/mar 26/mar 27/mar 28/mar 29/mar 30/mar 31/mar Contratos até 30.06.94 (II) 0,01184084 0,01184119 0,01184131 0,01184151 0,01184199 0,01184199 0,01184199 0,01184199 0,01184225 0,01184248 0,0118426 0,0118429 0,01184352 0,01184352 0,01184352 BOLSA DE MERCADORIAS & FUTUROS - em 3.3.2008 . Mercado futuro (Tamanho = US$ 50.000,00; cotação = taxa de juro) . CDB PRE-FIXADO DE 30 DIAS - CETIP . (Taxas em % a .a . (252 dias úteis) Taxa média 9,18 10,00 9,86 10,76 9,54 9,78 8,65 11,47 10,51 9,85 Taxa mínima 8,27 8,27 9,86 8,26 8,25 8,25 8,25 8,27 8,25 8,25 Taxa máxima 11,13 10,19 9,86 11,00 9,89 11,06 8,71 11,72 11,05 11,10 Taxa modal 9,91 9,91 9,86 9,92 8,25 9,89 Amodal 9,90 8,25 9,89 Desvio padrão 0,92 0,06 0,00 0,27 0,51 0,49 0,14 0,64 0,76 0,38 N. de Volume Prazo Data Oper. (R$ milhões) (dias úteis) 18/fev 22 8,43 22 19/fev 11 14,34 22 20/fev 4 0,06 24 21/fev 15 7,41 21 22/fev 16 0,19 20 25/fev 31 4,85 21 26/fev 3 0,01 21 27/fev 24 9,12 21 28/fev 20 0,78 21 29/fev 12 0,69 20 Fontes: Cetip e Centro de Informações da Gazeta Mercantil . . 01/mar 02/mar 03/mar 04/mar 05/mar 06/mar 07/mar 08/mar 09/mar 10/mar 11/mar 12/mar 13/mar 14/mar 15/mar 16/mar . . Meses . Nº Neg. 9 26 5 15 7 9 15 9 6 7 Cont. Neg. 3.700 8.870 900 1.850 1.530 2.540 2.060 750 800 1.200 Volume 613.606.407 1.465.944.888 145.632.010 296.540.386 242.612.220 381.712.827 305.931.089 106.180.908 111.829.825 163.133.250 Preço Méd. 4,27 4,31 4,27 4,23 4,23 4,41 4,51 4,80 4,83 5,02 Ajuste de Referência 4,27 4,30 4,25 4,23 4,20 4,41 4,51 4,79 4,83 4,97 Var. Ptos. -0,01 -0,01 -0,03 -0,02 -0,02 -0,08 -0,10 -0,10 Jun/08 Jul Jan/09 Abr Jul Out/10 Jan/11 Jan/12 Abr Out . . Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. * Operação a termo de cupom cambial. (I) Fator diário para aplicação de juros (TR) nos contratos de seguro. (II) Antigo IDTR. (III) Fator acumulado de juros – TR (FAJ-TR) . Fonte: Fenaseg. . MERCADO FUTURO DE DÓLAR BOLSA DE MERCADORIAS & FUTUROS - em 3.3.2008 TAXA DO DÓLAR COMERCIAL (contrato = US$ 50.000,00; cotação = R$/US$ 1.000,00) . . DEPÓSITOS INTERFINANCEIROS - CETIP . OURO SÃO PAULO - em 3.3.2008 . (Taxa DI "over extra-grupo" em % a . a . (252 dias úteis) Taxa mínima 10,55 10,60 10,58 10,60 10,60 10,60 10,60 10,60 10,60 10,60 Taxa máxima 11,33 11,18 11,25 11,18 11,33 11,25 11,33 11,18 11,45 11,27 Taxa modal 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00 Desvio padrão 0,09 0,08 0,09 0,08 0,09 0,08 0,08 0,07 0,10 0,07 N. de Volume Taxa Data Oper. (R$ milhões) média 18/fev 72 2.026,81 11,07 19/fev 76 2.015,08 11,06 20/fev 77 1.957,65 11,06 21/fev 73 1.998,40 11,05 22/fev 81 2.123,06 11,06 25/fev 74 1.958,48 11,06 26/fev 80 2.455,84 11,07 27/fev 74 1.988,76 11,07 28/fev 79 2.008,98 11,08 29/fev 77 1.637,82 11,08 Fontes: Cetip e Centro de Informações da Gazeta Mercantil . . BOLSA DE MERCADORIA & FUTUROS Mercado Disponível (Contrato = 250g; cotação = R$/grama) . Abt. . Min. 52,800 Máx. 53,400 Méd. 53,125 Últ. 52,800 Var. Ptos. - 53,400 . Número de negócios: 5. Contratos negociados: 67. Volume em R$: 888.960. . Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros . . LONDRES Preços em US$ a onça 20,1600 Prata . ESTADOS UNIDOS (HANDY AND HARMAN) Preços em US$ a onça troy Ouro bruto (preço base) 988,50 Ouro refinado 1.067,58 Prata (preço base) 20,2350 ENGELHARD Ouro bruto (preço base) 990,83 Ouro refinado 1.065,14 Krugerrand 976,00/1.011,00 OUTRAS PRAÇAS Hong Cong 979,80/980,50 Londres 983,10/983,40 Paris 978,25 Zurique 981,55/985,55 . . Meses . Cont. Abt. (*) 441.490 28.390 17.275 26.375 10.130 Cont. Neg. 312.949 281 85 100 10 Méd. 1.688,218 1.697,610 1.707,000 1.711,000 1.726,000 Últ. 1.679,000 1.690,000 1.707,000 1.711,000 1.726,000 Ajuste 1.677,5910 1.686,1720 1.694,4420 1.703,7510 1.714,7500 Var. Ptos. -20,8550 -20,9480 -21,0820 -21,3110 -21,4830 Mar/08 Abr Mai Jun Jul . . Número de negócios: Abr/08, 5.339; Mai, 11; Jun, 1; Jul, 1 e Ago, 1. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 OPÇÕES DE COMPRA S/DISPONÍVEIS - em 3.3.2008 . . Série . Preço Exerc. J08C001650 J08C001700 J08C001725 J08C001750 Cont. Abt.(*) 4.930 24.760 20.250 63.020 Cont. Neg. 2.000 6.100 8.120 18.030 Mín. 40,000 17,500 12,400 8,250 Máx. 41,600 23,700 18,000 12,250 Últ. Preço 40,000 18,500 12,400 8,500 UNIDADES DE REFERÊNCIA DO BNDES Cotação Unidade Monetária URIP09 URIP10 . Código 398 399 Na data base Fevereiro 19,076579 19,154003 04/03/08 (Pró-rata) 19,079575 19,156885 Na data base Março 19,080200 19,157638 NOVA YORK - Futuro (COMEX - em dólares p/onça-troy) Cont. Meses Abt.(*) Mar/08 91 Abr 310.414 Mai 6 Jun 52.983 . . . Abt. 983,00 982,80 986,70 987,50 Máx. 983,00 992,00 986,70 993,20 Mín. 983,00 981,60 986,70 986,50 Ajuste 981,50 984,20 986,70 989,20 Osc. +9,40 +9,20 +9,20 +9,20 J88H J88D J88J J88F . . (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros Continua na página B10
Slide 22: B10 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL INDICADORES CLEARING DE CÂMBIO – BM&F em 3.3.2008 . . ADR — ÍNDICES DE PREÇOS Índice Quantidade (1) 47.121.847 46.437.381 2.156.354 35.941.670 914.800 6.891.157 Índice dia 154,03 441,48 177,67 538,23 200,17 395,61 % dia -0,23 1,15 0,74 1,35 0,26 0,76 Índice mês 154,39 436,45 176,37 531,08 199,66 392,63 % mês -0,23 1,15 0,74 1,35 0,26 0,76 Índice ano 166,70 425,72 182,18 512,97 194,10 397,69 % ano -7,60 3,70 -2,48 4,92 3,13 -0,52 . CUSTO DO CRÉDITO EM % LINHAS 25/fev/08 29/fev/08 03/mar/08 Desc. Duplicata (antecipada a.m.) Empresas grande porte 1,21 / 2,52 1,21 / 2,52 1,21 / 2,52 Empresas médio/pequeno porte 2,04 / 4,03 2,04 / 4,03 2,04 / 4,03 Hot Money (taxa over - a.m.) Empresas grande porte 1,31 / 5,12 1,31 / 5,12 1,31 / 5,12 Empresas médio/pequeno porte 1,38 / 9,59 1,38 / 9,59 1,38 / 9,59 Capital de Giro Pré - (a.a.) 30 dias Empresas grande porte 15,78 / 47,64 15,78 / 47,64 15,78 / 47,64 Empresas médio/pequeno porte 28,03 / 85,84 28,03 / 85,84 28,03 / 85,84 Conta Garantida - (taxa over - a.m.) 3,33 3,33 3,33 Vendor Pré - (a.a.) 30 dias 34,27 34,27 34,27 Capital de Giro Pós 120 dias (a.a. + TR) 12,00 12,00 12,00 Vendor Pós - (a.a. + TR) 120 dias Export Notes 30 dias (a.a. + C. Cambial) 5,63 / 5,73 (1,00) / (1,10) 2,85 / 2,95 Operações 63 - 03 anos (a.a. + C. Cambial) 7,50 / 8,50 7,50 / 8,50 7,50 / 8,50 ACC (a.a. + C. Cambial) 30 dias 4,80 4,80 4,80 180 dias 5,70 5,70 5,70 ACE (a.a. + C. Cambial) 30 dias 4,80 4,80 4,80 180 dias 5,70 5,70 5,70 Factoring - (taxa efetiva - 30 dias) (Fator Anfac no período) 3,92 / 4,00 3,89 / 3,97 3,91 / 3,99 Leasing - 36 meses (a.a. + C. Cambial) 30,00 30,00 30,00 REPASSES DO BNDES Finame (máq. e equip. nacionais) * 7,25 / 8,75 7,25 / 8,75 7,25 / 8,75 BNDES Autom. (Invest. fixos) * 7,25 / 8,75 7,25 / 8,75 7,25 / 8,75 Finame Agrícola (máq. e impl. agríc.) * 7,25 / 8,75 7,25 / 8,75 7,25 / 8,75 Finame Leasing (máq. e equip.) ** 10,75 10,75 10,75 Fontes: Investnews, Anfac, BNDES e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * Estas taxas incluem custo financeiro (TJLP) + spread básico (1 % a.a. ou 2,5 % a.a.) e devem ser acrescidas do spread de risco (negociado entre o cliente e o agente financeiro). O spread básico de 1 % destina-se a pequenas e médias empresas de qualquer região do Brasil e empresas de qualquer porte localizadas na região amazônica, no nordeste e no sul do RS. **Spread básico de 4,5 % a.a. . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÕES CONTRATADAS Contratação Liquidação Operações Valor (US$) Valor (R$) 3/3/2008 3/3/2008 1 17.000.000,00 28.772.056,30 3/3/2008 4/3/2008 12 408.100.000,00 689.196.683,70 3/3/2008 5/3/2008 206 2.309.629.000,00 3.884.171.014,00 Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. . . . VALORES LÍQUIDOS COMPENSADOS Liquidação Valor (US$) Valor (R$) 3/3/2008 949.895.000,00 1.589.284.128,40 4/3/2008 721.610.000,00 1.214.521.780,30 5/3/2008 1.040.760.000,00 1.750.911.325,00 BNY BNY BNY BNY BNY BNY . Ásia América Latina Argentina Brasil Chile México IPCA Bolsa de Mercadorias & Futuros - em 3.3.2008 (Contrato = cotação a futuro x R$ 50,00; cotação = pontos do índice). . Obs.: Adrs negociados em bolsas americanas. (1) Adrs negociados no dia. Fonte: The Bank of New York. CÂMBIO Min. s/cot. Máx. s/cot. Méd. s/cot. Últ. s/cot. Ajust. 2.759,827 Osc. Inalt. CUSTO DO DINHEIRO . Venc. . . Contr. Abt. NNegs. o Contr. Neg. Vol. (R$) - Abt. s/cot. Mar/08 Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. CÂMBIO CONTRATADO . (US$ MILHÕES) Comercial Financeiro Saldo Compra 33.779 28.518 23.688 36.909 32.308 41.588 32.608 Venda 27.684 28.557 25.671 36.082 34.331 39.467 39.138 Saldo 6.095 -39 -1.983 828 -2.023 2.121 -6.530 Saldo Total 11.588 6.841 -3 6.722 5.281 5.397 -2.357 Bancos negociaram ontem o dólar para importação e exportação entre R$ 1,68080 para compra e R$ 1,68160 para venda. A seguir, outras moedas cotadas pelo Banco Central do Brasil (BC) para compra e venda. Válido para o dia 03/03/2008. Obs.: A partir de 1/6/2005, as paridades de algumas moedas podem não aparecer na transação Ptax 800, devido a alterações nos critérios de divulgação do Banco Central. . . (Em % no mês) CDB (1) CDI (2) Selic (2) Mês . Data . Exportação Importação Jul/07 15.025 9.531 5.494 Ago/07 17.224 10.343 6.880 Set/07 12.521 10.540 1.980 Out/07 16.569 10.674 5.895 Nov/07 17.232 9.927 7.304 Dez/07 14.025 10.749 3.276 Jan/08 15.307 11.134 4.173 Fontes: Banco Central e Centro de Informações da Gazeta Mercantil . MERCADO FUTURO DE JUROS BOLSA DE MERCADORIAS & FUTUROS - em 3.3.2008 DI DE 1 DIA FUTURO (Contrato = R$ 100.000,00; cotação = taxa de juro) Meses Cont. Cont. Abt. (*) Neg. Méd. Últ. Abr/08 994.859 75.179 11,120 11,110 Mai 109.903 2.390 11,153 11,140 Jun 247.755 31.819 11,186 11,190 Jul 1.122.231 22.021 11,242 11,230 Out 148.146 30.265 11,497 11,480 Jan/09 1.538.693 211.010 11,733 11,710 Abr 61.426 340 11,939 11,930 Jul 304.019 22.373 12,158 12,130 Número de negócios: Abr/08, 41; Mai, 9; Jun, 18; Jul, 36; Out, 36; Jan/09, 400; Abr, 5 e Jul, 57. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . . . . . . Ajuste (PU) 99.167,37 98.296,25 97.465,11 96.594,09 93.814,45 91.064,69 88.466,81 85.880,55 Var. Ptos. +0,48 +0,95 +2,52 +8,13 +18,77 +37,51 +63,01 +71,61 DI - TAXAS EFETIVAS Meses . . Cont. Abt. (*) Abr/08 994.859 Mai 109.903 Jun 247.755 Jul 1.122.231 Out 148.146 Jan/09 1.538.693 Abr 61.426 Jul 304.019 (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Cont. Neg. 75.179 2.390 31.819 22.021 30.265 211.010 340 22.373 Efetiva No periodo 0,84 1,73 2,60 3,53 6,59 9,81 13,04 16,44 Efetiva Anual 11,11 11,14 11,19 11,24 11,48 11,71 11,93 12,13 DÓLAR FUTURO Correção cambial projetada -0,24 +0,27 +0,76 +1,32 +5,21 - SISTEMA NACIONAL DE DEBÊNTURES - SND . (Negociações no mercado secundário) - 29/2/2008 Preços Unitários em R$ Quant. 1.494 5.268 142 38 348 250 134 53.140 52 450 660 16 124 92 224 Mínimo 1.030,63 1.035,52 10.273,44 16.702,06 10.310,16 10.455,45 10.541,43 1.054,15 10.055,94 10.523,86 10.262,08 100.775,68 10.532,03 10.461,45 11.064,00 Médio 1.044,68 1.035,55 10.273,44 16.702,06 10.310,16 10.455,45 10.541,43 1.054,19 10.055,94 10.524,04 10.262,08 100.775,68 10.532,03 10.461,45 11.064,00 Máximo 1.051,59 1.035,56 10.273,44 16.702,06 10.310,16 10.455,45 10.541,43 1.055,00 10.055,94 10.524,18 10.262,08 100.775,68 10.532,03 10.461,45 11.064,00 Empresa Código BNDESPar BNDESP Bradesco Leasing Brades Camargo Correa Camarg Cemig Cemig Vale Vale Cyrela Cyrela CPFL CPFL Itaubank Itauba TAM TAM Telemar Telema Telesp Telesp Vivo Vivo Ultrapar Ultrap Unipar Unipar Votorantim Finanças Votora Fontes: Cetip e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . TAXAS DE JUROS (% AO ANO) . Jan/08 0,93 0,92 0,71 0,80 0,1010 0,8818 0,6015 - Fev/08 0,80 0,80 0,62 0,80 0,0243 0,7645 0,5244 - 28/Fev 11,18 11,08 11,11 11,16 11,22 10,60 10,00 0,0711 0,8416 0,5715 2,9688 3,0000 6,0000 1,8200 2,6700 3,6600 4,5100 29/Fev 11,18 11,08 11,11 11,14 11,20 10,60 10,00 0,0477 0,8081 2,8625 3,0000 6,0000 1,6300 2,5000 3,5500 4,4300 3/Mar 11,18 11,10 11,11 11,14 11,19 10,60 10,00 2,8625 3,0000 6,0000 1,6300 2,5000 3,5500 4,4300 Acumulado em Março 0,042 0,042 - Acumulado no Ano 1,74 1,72 1,33 0,13 1,65 1,13 - Selic (1) DI (1) DI - Futuro - Abr/08 DI - Futuro - Mai/08 DI - Futuro - Jun/08 CDB Pré (2) CDB Pós (3) TR (5) TBF (5) Poupança (6) Libor (4) Federal Funds Prime T-Note 2 anos (EUA) T-Note 5 anos (EUA) T-Note 10 anos (EUA) T-Bond 30 anos (EUA) . Fontes: Andima, BM&F, Cetip, InvestNews, Bloomberg News, Banco Central do Brasil, Dow Jones Newswires e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. (1) Taxa over média. Projeção para o mês corrente; (2) Taxa média bruta; (3) + TR; (4) US$ - 6 meses; (5) % no período de 30 dias iniciado na data de referência. (6) Rendimento em % a ser creditado no mesmo dia do mês seguinte. Obs.: Nas colunas referentes aos meses fechados e aos acumulados, as taxas são efetivas no periodo. CÂMBIO - (R$/US$) . 3/3/2008 . Compra 1,6808 1,6700 1,6100 1,6500 1,8500 1,6510 1,8500 Venda 1,6816 1,6710 1,7700 1,7900 1,9500 1,6910 1,9500 Ágio/Ptax * (%) -0,63 5,26 6,45 15,96 0,56 15,96 Dia 0,10 1,26 1,13 0,00 0,00 1,18 0,00 Variação do Real (em %) Mês No ano 0,10 1,26 1,13 0,00 0,00 1,18 0,00 5,33 6,40 5,65 5,59 2,56 6,62 2,56 Dólar (Ptax*) . Dólar (Mercado **) . Turismo (SP) . Turismo (RJ) . Paralelo . Cabo (BC) . Cabo . Fontes: Banco Central, InvestNews e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * Média do Banco Central ** Cotação no fechamento do mercado TÍTULOS DE PAÍSES EMERGENTES . Papéis . (Preços em centavos por dólar 3/3/2008. Às 18:30 em New York) Compra Venda Val B. Points Curr. Yid 100,500 101,000 118,250 106,500 116,625 113,375 118,125 122,750 125,000 128,250 113,625 107,313 113,000 123,813 155,000 108,750 125,125 124,250 123,500 139,500 93,375 165,813 120,375 107,375 134,188 99,700 100,000 100,750 84,500 100,250 100,375 81,750 100,625 103,000 119,000 107,188 117,125 114,375 119,000 123,500 125,250 128,625 114,688 107,625 113,250 124,813 156,125 109,500 126,125 125,250 124,500 140,375 94,000 167,063 121,500 108,250 134,438 99,950 100,250 101,000 84,750 100,500 100,625 82,000 0,0% 0,0% 1,4% -0,2% -0,2% 0,3% 0,6% 0,0% 0,0% -0,1% -0,3% -0,3% -0,1% -0,9% -0,9% -0,3% 0,1% 0,0% -0,4% -0,4% -0,5% 0,0% 0,2% -0,2% -0,1% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 90 NA 74 361 187 176 209 232 248 263 270 820 324 288 308 800 293 302 280 279 770 283 279 272 426 (2.584,940) (1.316,779) (172,399) (152,593) 716,737 9,32% 11,17% 12,18% 10,36% 10,25% 8,09% 8,40% 8,91% 8,18% 8,16% 6,87% 11,61% 7,06% 7,11% 8,17% 11,42% 7,04% 7,09% 7,03% 7,21% 10,90% 7,33% 6,79% 6,58% 8,18% 0,009 5,53% 3,66% 3,65% 4,88% % YTM 2,64% NA 2,44% 5,39% 3,53% 3,49% 4,01% 4,32% 4,79% 5,16% 5,34% 11,02% 6,18% 5,89% 6,05% 11,13% 6,27% 6,35% 6,36% 6,43% 11,00% 6,49% 6,52% 6,49% 8,01% 0,009 -9,52% 0,84% 0,82% 9,94% Duração 0,09 NA 1,44 1,25 1,87 2,35 3,01 3,27 4,27 4,95 5,44 5,22 7,13 7,71 7,41 7,06 9,39 9,36 9,85 10,09 8,38 10,30 12,13 13,02 11,47 10,092 12,506 5,410 4,563 6,599 BRASIL Brasil GLB-08 Brasil GLB-08N* Brasil GLB-09 Brasil GLB-09N* Brasil GLB-10 Brasil GLB-10N* Brasil GLB-11 Brasil GLB-12 Brasil GLB-13 Brasil GLB-14 Brasil GLB-15 Brasil GLB-16 Brasil GLB-18 Brasil GLB-19 Brasil GLB-20 Brasil GLB-22 Brasil GLB-24 Brasil GLB-24N* Brasil GLB-25 Brasil GLB-27 Brasil GLB-28 Brasil GLB-30 Brasil GLB-34 Brasil GLB-37 Brasil GLB-40 VENEZUELA Discount DCB FLRB PERU Discount FLIRB PDI POLÔNIA PAR . Moedas Em Dólar Em Reais Baht (Tailândia) 31,6000/31,6800 0,053056/0,053215 Balboa (Panamá) 0,998000/1,00200 1,67745/1,68497 Bolívar Forte (Venezuela) 2,14460/2,15000 0,781767/0,784109 Cedi de Gana (Gana) 9.600,00/9.775,00 0,0001719/0,0001752 Colón (Costa Rica) 493,000/498,000 0,0033751/0,0034110 Colón (El Salvador) 8,75000/8,75000 0,192091/0,192183 Córdoba Ouro 19,0624/19,0624 0,088174/0,088216 Coroa (Estônia) 10,3039/10,3047 0,163110/0,163200 Coroa (Islândia) 66,3000/66,3500 0,025332/0,025364 Coroa (Noruega) 5,17350/5,17660 0,324692/0,325041 Coroa Checa 16,3882/16,4200 0,102363/0,102610 Coroa Dinamarquesa 4,90600/4,90730 0,342510/0,342764 Coroa Eslovaca 22,4520/22,5020 0,074696/0,074898 Coroa Sueca 6,15930/6,16630 0,272578/0,273018 Dalasi (Gâmbia) 20,2500/23,2500 0,072293/0,083042 Dinar Argelino 64,8288/66,8288 0,025151/0,025939 Dinar da Macedonia 40,5086/40,5086 0,041492/0,041512 Dinar de Bahrain 0,376400/0,377400 4,45363/4,46759 Dinar do Kuwait 0,272300/0,272500 6,16807/6,17554 Dinar Jordaniano 0,707500/0,709500 2,36899/2,37682 Dinar Líbio 1,20900/1,20900 1,39024/1,39090 Dinar Tunisiano 1,18950/1,19250 1,40948/1,41370 Direitos Esp. de Saque * 1,61286/1,61286 2,71090/2,71219 Dirham de Marrocos 7,50630/7,52630 0,223324/0,224025 Dirham dos Emirados Árabes 3,67150/3,67250 0,457672/0,458014 Dólar Americano 1,0000/1,0000 1,68080/1,68160 Dólar Australiano * 0,938600/0,939000 1,57760/1,57902 Dólar Canadense 0,992000/0,992400 1,69367/1,69516 Dólar da Guiana 203,195/203,195 0,0082719/0,0082758 Dólar das Bahamas 0,998000/1,00200 1,67745/1,68497 Dólar das Bermudas 1,00000/1,00000 1,68080/1,68160 Dólar das Ilhas Salomão 7,05219/7,69823 0,218336/0,238451 Dólar de Barbados 2,00000/2,00000 0,840400/0,840800 Dólar de Belize 1,96070/1,96070 0,857245/0,857653 Dólar de Brunei 1,39350/1,39560 1,20436/1,20675 Dólar de Cayman* 1,21951/1,21951 2,04975/2,05073 Dólar de Cingapura 1,39130/1,39200 1,20747/1,20865 Dólar de Hong Kong 7,78220/7,78310 0,215955/0,216083 Dólar de Trinidad e Tobago 6,28030/6,33750 0,265215/0,267758 Dólar do Caribe Oriental 2,70000/2,70000 0,622519/0,622815 Dólar do Zimbábue 30.000,0/30.000,0 0,0000560/0,0000561 Dólar Jamaicano 71,4100/71,4800 0,023514/0,023549 Dólar Neozelandês * 0,806000/0,807000 1,35472/1,35705 Dólar Ouro** 988,5/0,031465 53,4181/53,4435 Dólar Suriname 2,74500/2,74500 0,612313/0,612605 Dong (Vietnã) 15.926,0/15.936,0 0,0001055/0,0001056 Euro/Com.Europeia* 1,51810/1,51870 2,55162/2,55385 Florim (Antilhas Holandesas) 1,79000/1,79000 0,938994/0,939441 Florim (Hungria) 172,825/173,340 0,0096966/0,0097301 Florim de Aruba 1,79000/1,79000 0,938994/0,939441 Franco (Burundi) 1.148,67/1.176,57 0,0014286/0,0014640 Franco (Ruanda) 544,350/544,350 0,0030877/0,0030892 Franco Col. Fr. do Pac. 78,4385/78,4539 0,021424/0,021439 Franco Com. Fin. Africano 431,360/432,360 0,0038875/0,0038984 Franco de Comores 323,599/323,663 0,0051931/0,0051966 Franco de Djibuti 177,720/177,720 0,0094576/0,0094621 Franco Suíço 1,04330/1,04360 1,61058/1,61181 Gourde (Haiti) 37,7222/38,2260 0,043970/0,044579 Guarani (Paraguai) 4.600,00/4.600,00 0,0003654/0,0003656 Hyvnia Ucrania 5,05100/5,05500 0,332503/0,332924 Iene (Japão) 103,320/103,330 0,016266/0,016276 Iuane/Rennimbi (China) 7,10350/7,10350 0,236616/0,236728 Kina (Papua Nova Guiné) * 0,351198/0,375997 0,590294/0,632277 Kuna (Croácia) 4,78700/4,79200 0,350751/0,351285 Lat (Estônia) 0,458900/0,459900 3,65471/3,66441 Lempira (Honduras) 18,8950/18,8950 0,088955/0,088997 Leone (Serra Leoa) 2.944,99/3.004,48 0,0005594/0,0005710 Libra Cipriota 0,385452/0,385452 4,36059/4,36267 Libra de Falkland* 1,98350/1,98420 3,33387/3,33663 Libra de Gibraltar* 1,98350/1,98380 3,33387/3,33596 Libra de Santa Helena* 1,98350/1,98420 3,33387/3,33663 Libra Egípcia 5,49250/5,49750 0,305739/0,306163 Libra Esterlina * 1,98350/1,98400 3,33387/3,33629 Libra Libanesa 1.510,00/1.514,00 0,0011102/0,0011136 Libra Síria 51,1000/51,1000 0,032892/0,032908 Lilangeni (Suazilândia) 7,76600/7,78270 0,215966/0,216534 Lita (Lituânia) 2,27250/2,27550 0,738651/0,739978 Loti (Lesoto) 7,76600/7,78270 0,215966/0,216534 Naira (Nigéria) 117,010/117,060 0,014358/0,014371 Ngultrum (Butão) 40,3650/40,4000 0,041604/0,041660 Nova Lira (Turquia) 1,21730/1,21830 1,37963/1,38142 Nova Metical (Moçambique) 24,1500/24,6300 0,068242/0,069632 Novo Dólar de Formosa (Taiwan) 31,0940/31,1020 0,054042/0,054081 Novo Leu (Romênia) 2,45770/2,46330 0,682337/0,684217 Novo Quanza (Angola) 75,0195/75,0195 0,022405/0,022416 Novo Sol Peruano 2,88300/2,88600 0,582398/0,583281 Paanga (Tonga) * 0,553900/0,553900 0,930995/0,931438 Pataca (Macau) 8,01490/8,01490 0,209709/0,209809 Peso Argentino 3,15950/3,16150 0,531646/0,532236 Peso Boliviano 7,58950/7,58950 0,221464/0,221569 Peso Chileno 453,900/455,345 0,0036913/0,0037048 Peso Colombiano 1.837,40/1.841,40 0,0009128/0,0009152 Peso Cubano 0,998000/1,00200 1,67745/1,68497 Peso Dominicano 33,5000/34,1500 0,049218/0,050197 Peso Filipino 40,7200/40,7500 0,041247/0,041297 Peso Novo Mexicano 10,6980/10,7050 0,157011/0,157188 Peso Uruguaio 20,7000/20,9000 0,080421/0,081237 Pula (Botswana) * 0,152700/0,154200 0,256658/0,259303 Quacha de Malawi 139,089/141,871 0,011847/0,012090 Quacha de Zâmbia 3.730,00/3.750,00 0,0004482/0,0004508 Quetzal (Guatemala) 7,68000/7,69561 0,218410/0,218958 Quiate (Birmânia) 6,42000/6,42000 0,261807/0,261932 Quipe (Laos) 8.956,00/8.956,00 0,0001877/0,0001878 Rande (África do Sul) 7,76600/7,78270 0,215966/0,216534 Rial de Omã 0,384800/0,385100 4,36458/4,37006 Rial do Catar 3,63500/3,63850 0,461949/0,462614 Rial do Iêmen 198,860/199,040 0,0084445/0,0084562 Rial Iraniano 9.225,00/9.260,00 0,0001815/0,0001823 Rial Saudita 3,74660/3,75060 0,448142/0,448834 Riel (Camboja) 3.995,00/3.995,00 0,0004207/0,0004209 Ringgit (Malásia) 3,19650/3,19950 0,525332/0,526075 Rublo (Livre) 24,0125/24,0525 0,069881/0,070030 Rúfia Maldivense (Maldivas) 12,8000/12,8000 0,131313/0,131375 Rúpia (Ilhas Maurício) 27,1500/27,4500 0,061231/0,061937 Rupia (Índia) 40,3650/40,4000 0,041604/0,041660 Rúpia (Indonésia) 9.100,00/9.110,00 0,0001845/0,0001848 Rúpia (Nepal) 63,9350/63,9350 0,026289/0,026302 Rúpia (Paquistão) 62,4100/62,5000 0,026893/0,026944 Rúpia (Sri Lanka) 107,830/107,900 0,015577/0,015595 Rúpia de Seycheles 7,98070/8,06070 0,208518/0,210708 Shekel (Israel) 3,66000/3,66400 0,458734/0,459454 Sucre (Equador) 25.000,0/25.000,0 0,0000672/0,0000673 Taca (Bangladesh) 68,5400/68,5800 0,024509/0,024535 Tolar (Eslovênia) 157,814/157,814 0,010651/0,010656 Tugric (Mongólia) 1.171,00/1.174,00 0,0014317/0,0014360 Won (Coréia do Sul) 946,900/947,100 0,0017747/0,0017759 Xelim (Quênia) 67,6500/67,7500 0,024809/0,024857 Xelim (Somália) 1.398,22/1.398,22 0,0012021/0,0012027 Xelim (Uganda) 1.685,00/1.690,00 0,0009946/0,0009980 Xelim da Tanzânia 1.156,00/1.165,50 0,0014421/0,0014547 Zloty (Polônia) 2,31400/2,31980 0,724545/0,726707 (*) - Moedas do Tipo 'B' (**) - Em Dólar = US$ por onça/grama por US$. Em Reais = R$ por grama. 1. As taxas acima deverão ser utilizadas somente para coberturas específicas de acordo com a legistação vigente. 2. As contratações acima referidas devem ser realizadas junto às regionais de câmbio do Rio de Janeiro e de São Paulo. Obs.: O lote mínimo operacional, exclusivamente para efeito das operações contratadas junto à mesa de operações do Banco Central em Brasília, foi fixado para hoje em US$ 1.000.000,00. Observação: Dólar - Cotações em unidades monetárias/US$ Reais - Cotações em reais/unidade Moedas Tipo B - Cotações em US$/unidade monetária. Fonte: Banco Central. . . . . . . mar/07 0,80 1,05 1,05 abr/07 0,73 0,94 0,94 mai/07 0,79 1,02 1,03 jun/07 0,72 0,90 0,91 jul/07 0,74 0,97 0,97 ago/07 0,77 0,99 0,99 set/07 0,63 0,80 0,80 out/07 0,71 0,92 0,93 nov/07 0,65 0,84 0,84 dez/07 0,65 0,84 0,84 jan/08 0,71 0,92 0,93 fev/08 0,62 0,80 0,80 mar/08 0,65 0,84 0,84 Fontes: Anbid, Cetip, BCB e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. (1) Aplicações no 1º dia do mês. (2) Taxa efetiva (projetada no mês corrente) . TÍTULOS PÚBLICOS . Taxa Referencial * (em % a.a.) Referencial Federal LFTE Data Ano Mês Ano Mês Fev 25 11,18 1,26 0,00 26 11,18 1,26 0,00 27 11,18 1,26 0,00 28 11,18 1,26 0,00 29 11,18 1,26 0,00 Fontes: Bacen, Andima e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * Taxas expressas ao ano, tendo como base 252 dias úteis. . . BOVESPA FIX Preços de referência para o dia 3/3/2008 DEBÊNTURES - Rodas de negociação com liquidação pelo saldo multilateral . . SWAP - BM&F . . Código Empresa ALL Amer Lat (N2) ALL Amer Lat (N2) ALL Amer Lat (N2) Ambev Ambev Autoban Autoban Autoban Bradesco Lsg Bradesco Lsg Bradesco Lsg Bradesco Lsg Bradesco Lsg Baesa Baesa BFB Leasing Bgpar Bndespar Bndespar Bndespar Braskem (N1) Braskem (N1) Braskem (N1) BR Malls Par BR Malls Par Brasil Telec (N1) BV Leasing BV Leasing BV Leasing BV Leasing BV Leasing BV Leasing Agpar t Ampla Energ Ampla Energ Ampla Energ Camargo Cim CCR Rodovias (NM) Coelba Coelba Coelba Coelba Celpe Celpe Celpe Celpe Cesp Cemig Dist Cemig Dist Cemig GT Cemig GT Concepa Concepa CPFL Energia CPFL Piratin Copel Copel Company Sid Nacional Sid Nacional Cosern Cosern CTBC Telecom Cyrela Realt Dasa Dibens Lsg Dibens Lsg Dibens Lsg Ebe Econor te Ecosul Ecovias Ecovias Ecovias Elektro Elektro Elektro Caiuá Eletropaulo Eletropaulo Subestação Cemar Enersul Energisa Brasiliana Escelsa Escelsa Gafisa Iguatemi Preço de Preço de Referência Referência para Liquidação para Liquidação em D+0 em D+1 10.475,54 10.000,00 10.197,10 10.175,47 10.176,78 12.383,38 10.970,47 10.454,38 153,57 103.509,68 153,57 153,57 101,72 12.050,80 14.589,66 12,14 1.061,35 1.061,03 1.010,59 1.028,69 103.022,97 10.268,53 10.000,00 10.140,72 10.817,99 10.268,27 11.019,78 12.485,29 580.159,56 1.937,28 10.176,69 10.754,84 102.239,51 10.000,00 11,40% 11.250,45 10.269,58 7.500,00 11.899,55 10.292,40 12.189,92 10.272,69 19.371,49 8.650,88 10,95% 10.212,47 2.133,24 14.602,89 10.315,69 16.241,67 16.709,31 1.268,98 1.140,81 10.000,00 10.179,39 3.364,16 10.000,00 10.000,00 9,15% 10.082,38 10.000,00 10.272,69 101.864,48 10.460,01 10.455,73 1.026.356,66 1.228,51 104,40 10.000,00 875,62 506,47 10.357,97 12.469,06 12.469,06 12.056,13 10.000,00 10.606,84 665,00 10.525,45 10.401,81 1.031,32 10.000,00 10.354,51 10.524,40 10.360,35 10.864,59 10.181,13 10.000,00 10.269,58 10.479,91 10.004,17 10.201,35 10.179,72 10.181,02 12.388,54 10.975,04 10.458,74 153,64 103.552,85 153,64 153,64 101,77 12.055,83 14.595,74 12,15 1.061,79 1.061,48 1.011,01 1.029,12 103.065,94 10.272,81 10.004,17 10.144,95 10.822,50 10.272,55 11.024,38 12.490,49 580.401,53 1.938,08 10.180,93 10.759,32 102.282,15 10.004,17 11,40% 11.255,14 10.273,86 7.503,13 11.904,51 10.296,69 12.195,00 10.276,97 19.379,57 8.654,49 10,95% 10.216,73 2.134,13 14.608,98 10.319,99 16.248,44 16.716,28 1.269,50 1.141,28 10.004,17 10.183,63 3.365,57 10.004,17 10.004,17 9,15% 10.086,58 10.004,17 10.276,97 101.906,97 10.464,37 10.460,09 1.026.784,72 1.229,02 104,44 10.004,17 875,99 506,68 10.362,29 12.474,26 12.474,26 12.061,15 10.004,17 10.611,26 665,28 10.529,84 10.406,15 1.031,75 10.004,17 10.358,83 10.528,79 10.364,67 10.869,12 10.185,37 10.004,17 10.273,86 . Código Empresa Investco Itauseg Itauseg J.Macedo Klabin Segall (N1) Klabin Segall (N1) Lojas Americ Lojas Americ Lojas Americ Lupatech MRS Logist Agroenergia Nova Dutra Nova Dutra Net (N2) Paul F Luz Paul F Luz P.Açúcar-CBD (N1) PDG Realt Petrobras Petrobras LF Tel Petroq União Providência Ipiranga Pet Localiza (NM) Localiza (NM) Rio Gde Ener Rio Gde Ener Rossi Resid Sanepar Sanepar Sanepar Sabesp (NM) Sabesp (NM) Sabesp (NM) Sabesp (NM) Sabesp (NM) Sabesp (NM) Sabesp (NM) Sanesalto Suzano Papel (N1) Suzano Papel (N1) Tam S/A Tractebel Tractebel Tractebel Telemar N L Telemar N L Triunfo Part Telesp Cl Pa Tupy Ulbra Receb Uni Cidade Unipar (N1) Univercidade Vale R Doce (N1) Vale R Doce (N1) Vicunha Text VIAOESTE VIAOESTE VIAOESTE Votorantim Preço de Preço de Referência Referência para Liquidação para Liquidação em D+0 em D+1 5.573,27 10.451,92 10.454,47 10.599,26 10.050,93 10.779,09 10.187,27 10.187,27 11.088,40 10.549,99 10.000,00 10.278,86 8.019,83 6.147,40 10.275,16 10.798,21 12.888,91 10.479,98 10.187,27 8,33% 8,48% 102.970,54 10.302,95 10.296,03 10.456,63 10.477,79 10.179,70 9,60% 10.466,53 10.183,91 802.388,12 852.920,82 1.024.281,35 1.061,19 11,00% 11,00% 1.000,00 10,80% 1.029,49 10,75% 1.065,69 10,00% 633,81 10.083,09 9,29% 10.353,13 11.104,83 10.000,00 10.000,00 1.781,07 100.830,14 23.548,28 801,75 416.248,21 10.464,28 692,74 10.301,78 10.303,66 10.233,15 10.184,71 11.329,32 11.329,32 11.068,67 5.575,59 10.456,28 10.458,84 10.603,68 10.055,12 10.783,58 10.191,52 10.191,52 11.093,03 10.554,39 10.004,17 10.283,15 8.023,17 6.149,97 10.279,44 10.802,71 12.894,28 10.484,35 10.191,52 8,33% 8,48% 103.013,49 10.307,25 10.300,32 10.460,99 10.482,16 10.183,94 9,60% 10.470,89 10.188,16 802.722,77 853.276,55 1.024.708,55 1.061,63 11,00% 11,00% 1.000,42 10,80% 1.029,92 10,75% 1.066,14 10,00% 634,08 10.087,30 9,29% 10.357,44 11.109,46 10.004,17 10.004,17 1.781,82 100.872,20 23.558,10 802,09 416.421,81 10.468,64 693,03 10.306,07 10.307,95 10.237,42 10.188,96 11.334,04 11.334,04 11.073,29 (Taxa Média em % a.a. - 3/3/2008) PRAZO Pré x DI Dol x DI TR x DI 30 11,11 14,41 10,00 60 11,14 9,36 10,00 91 11,19 7,62 10,00 120 11,24 6,85 10,02 150 11,35 6,36 10,04 182 11,43 5,97 10,07 210 11,48 5,75 10,07 240 11,57 5,58 10,09 270 11,65 5,46 10,11 301 11,70 5,30 10,11 330 11,78 5,21 10,14 360 11,86 5,11 10,16 Fontes: BM&F e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. (1) Taxa Efetiva para 252 dias úteis. (2) Taxa Linear para 360 dias corridos. . . RESERVAS (Conceito liquidez internacional) Data US$ bilhões 18/2/2008 188,67 19/2/2008 188,42 20/2/2008 188,23 21/2/2008 188,31 22/2/2008 189,35 25/2/2008 189,15 26/2/2008 189,43 27/2/2008 190,49 28/2/2008 191,54 29/2/2008 192,90 Fontes: Banco Central e Centro de informações da Gazeta Mercantil . . . TAXA REFERENCIAL Dias Fator de Período Úteis TR(%) Conversão 08/02 a 08/03 21 0,0737 0,01164442 09/02 a 09/03 20 0,0445 0,01171871 10/02 a 10/03 20 0,0445 0,01195149 11/02 a 11/03 21 0,0755 0,01196433 12/02 a 12/03 21 0,0712 0,01198407 13/02 a 13/03 21 0,0866 0,01199105 14/02 a 14/03 21 0,0851 0,01200528 15/02 a 15/03 21 0,0738 0,01201493 16/02 a 16/03 20 0,0511 0,01200544 17/02 a 17/03 20 0,0511 0,01198332 18/02 a 18/03 21 0,0893 0,01204059 19/02 a 19/03 21 0,0855 0,01206925 20/02 a 20/03 21 0,0881 0,01203225 21/02 a 21/03 21 0,0836 0,01201098 22/02 a 22/03 20 0,0624 0,01193188 23/02 a 23/03 19 0,0265 0,01183395 24/02 a 24/03 19 0,0265 0,01181871 25/02 a 25/03 20 0,0521 0,01175452 26/02 a 26/03 20 0,0590 0,01178391 27/02 a 27/03 20 0,0565 0,01185318 28/02 a 28/03 20 0,0711 0,01195319 29/02 a 29/03 20 0,0477 0,01203989 Fontes: Banco Central (TR) e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. Obs.: Os fatores devem ser utilizados exclusivamente para pagamentos no vencimento. . . JUROS DI Over taxa média DI Over taxa média Swap DI x pré (% a.a.) Swap DI x pré (% a.a.) Swap DI x pré (% a.a.) 11,10% a.a. 1,25% a.m. 30 dias 11,05/11,15 60 dias 11,10/11,20 91 dias 11,15/11,25 TBF 29/02/2008 a 29/03/2008 0,8081% a.m. TJLP De 01/01/2008 a 31/03/2008 6,25% a.a. TÍTULOS-CETIP . ALLL-D41 ALLL-D51 ALLL-D61 AMBV-D11 AMBV-D12 ANHB-D11 ANHB-D12 ANHB-D13 BDLS-D11 BDLS-D21 BDLS-D31 BDLS-D41 BDLS-D51 BESA-D11 BESA-D12 BFBL-D61 BGPR-D11 BNDP-D21 BNDP-D31 BNDP-D32 BRKM-D21 BRKM-D31 BRKM-D41 BRML-D11 BRML-D12 BRTO-D51 BVLS-D11 BVLS-D12 BVLS-D21 BVLS-D31 BVLS-D41 BVLS-D42 CANT-D11 CBEE-D31 CBEE-D32 CBEE-D41 CCCI-D12 CCRO-D21 CEEB-D31 CEEB-D51 CEEB-D52 CEEB-D61 CEPE-D11 CEPE-D21 CEPE-D22 CEPE-D31 CESP-D01 CMGD-D11 CMGD-D21 CMGT-D11 CMGT-D12 CNCP-D31 CNCP-D41 CPFE-D31 CPFP-D11 CPLE-D31 CPLE-D41 CPNY-D31 CSNA-D32 CSNA-D41 CSRN-D31 CSRN-D41 CTBC-D11 CYRE-D11 DASA-D11 DBEN-D41 DBEN-D42 DBEN-D51 EBEN-D31 ECNT-D11 ECOS-D11 ECOV-D11 ECOV-D12 ECOV-D13 EKTR-D21 EKTR-D22 EKTR-D23 ELCA-D31 ELPL-D01 ELPL-D1A ELMT-D31 ENMA-D31 ENER-D61 ENGI-D11 ENGP-D31 ESCE-D11 ESCE-D21 GFSA-D41 IGTA-D11 INVT-D11 ITSP-D21 ITSP-D22 JMCD-D11 KSSA-D11 KSSA-D12 LAME-D21 LAME-D22 LAME-D31 LUPA-D11 MRSA-D31 NAAG-D11 NDUT-D11 NDUT-D12 NETC-D61 PALF-D21 PALF-D22 PCAR-D51 PDGR-D11 PETR-D21 PETR-D31 PITI-D21 PQUN-D21 PRVI-D01 PTIP-D11 RENT-D11 RENT-D21 RGEG-D21 RGEG-D22 RSID-D11 SAPR-D11 SAPR-D12 SAPR-D13 SBSP-D61 SBSP-D62 SBSP-D63 SBSP-D71 SBSP-D72 SBSP-D81 SBSP-D82 SNST-D21 SUZB-D31 SUZB-D32 TAMM-D11 TBLE-D11 TBLE-D12 TBLE-D21 TMAR-D11 TMAR-D12 TRFP-D11 TSPP-D11 TUPY-D31 ULBR-D21 UNCI-D21 UNIP-D11 UNIT-D11 VALE-D71 VALE-D72 VINE-D51 VOES-D11 VOES-D12 VOES-D13 VTRF-D41 . . CRI - Rodas de negociação com liquidação pelo saldo multilateral Preço de Preço de Referência Referência para Liquidação para Liquidação Código Empresa em D+0 em D+1 AGSS-C31 Agora Sec 291.632,25 291.753,88 ALTR-C14 Altere Sec 14.506,51 14.512,56 IMIG-C11 Imigrantes 257.186,85 257.294,12 IMIG-C21 Imigrantes 293.212,93 293.335,22 RBCS-C03 RB Crédito 330.709,80 330.847,73 RBCS-C04 RB Crédito 330.881,25 331.019,25 RBRA-C27 Rio Bravo 157.892,71 157.958,56 RBRA-C28 Rio Bravo 257.369,20 257.476,54 RBRA-C31 Rio Bravo 422.721,51 422.897,81 RBRA-C44 Rio Bravo 331.188,61 331.326,74 WTSC-C11 WT Securit 312.959,00 313.089,53 WTSC-C21 WT Securit 299.797,62 299.922,66 WTTC-C11 WT TC 350.541,89 350.688,09 Os demais títulos são negociados nas rodas para liquidação bruta do Bovespa Fix e no Soma Fix . . (Estoques-R$ Milhões) Título 29/2/2008 3/3/2008 CDB 381.633,99 382.226,29 CDB Pré 20.687,92 20.807,72 CDB TR 3.474,62 3.480,62 CDB IGPM 50,61 50,64 CDB SNA 357.414,40 357.880,87 CDB Outros 6,44 6,44 DI 75.799,22 75.911,81 DI Pré 66.416,17 66.528,92 DI TR 0,00 0,00 DI IGPM 0,00 0,00 DI Outros 9.383,05 9.382,89 LC 551,79 555,02 FDS 665,99 666,15 RDB 124,75 119,42 Debêntures 228.659,12 228.540,53 LH 1.777,66 1.785,86 Cine 91,66 91,66 Ouro 0,00 0,00 Exp. Notes 849,19 855,73 LFT 153,47 153,53 CM 0,00 0,00 Demais Ativos SNA 68.789,08 69.055,60 SWAP 220.369,71 222.178,93 Cessão Créd. 0,00 0,00 SMP 23.016,50 23.275,09 Total 1.002.482,12 1.005.415,62 Fontes: Cetip e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . MERCADORIAS COTAÇÕES AGROPECUÁRIAS - BOLSA DE FUTUROS . Fechamento(1) 29/fev Nova York (US$ cents/lb) (2) BM&F (pontos/saca) Chicago (US$ cents/bushel) (3) Chicago (US$/t.curta) (4) Chicago (US$/lb) (2) Chicago (US$ cents/bushel) (3) Chicago (US$ cents/bushel) (3) Nova York (US$ cents/lb) (2) Nova York (US$ cents/ton.métrica) Nova York (US$ cents/lb) (2) Nova York (US$ cents/lb) (2) BM&F (pontos/15 kG) Londres (pence/Kg) 166,80 194,00 1.536,50 382,20 68,82 556,50 952,50 14,62 2.777,00 81,86 129,85 191,25 3/mar 167,55 192,60 1.555,00 386,90 70,80 567,00 944,50 15,18 2.776,00 84,86 134,05 197,50 No dia 0,45 -0,72 1,20 1,23 2,88 1,89 -0,84 3,83 -0,04 3,66 3,23 3,27 Variação No mês 0,45 -0,72 1,20 1,23 2,88 1,89 -0,84 3,83 -0,04 3,66 3,23 3,27 No ano 23,43 13,96 28,06 14,91 42,66 21,48 5,77 36,51 36,21 21,98 -7,42 2,46 . Café Café Soja Farelo de Soja Óleo de Soja Milho Trigo Açúcar Cacau Algodão Suco de Laranja Boi em Pé Borracha RSS . LATIBEX Cód. . 3/3/2008 Fech. (Euros) 39,94 4,77 37,28 1,75 1,66 20,82 17,93 17,08 12,94 11,06 17,29 10,07 10,11 27,72 10,31 22,51 7,44 38,80 32,02 8,10 0,30 21,69 22,86 19,41 18,78 Fontes: BM&F, Bolsas de Nova York, Chicago e Londres e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. (1) Cotações de segunda posição. (2) lb (libra-peso) = 453,6 g. (3) Bushel de soja e de trigo = 27,22 kg, de milho = 25,40 Kg. (4) Tonelada curta = 907,2 quilos. Empresa* América Móvil - MÉX (20) Aracruz P - BRA (1) Banco de Chile - CHI (600) Banco R. de La Plata - ARG (1) BBVA Bancomer O - MÉX (20) BBVA Francês O - ARG (1) Bradesco P - BRA (1000) Bradespar O - BRA (10000) Bradespar P - BRA (10000) Cemig P - BRA (1) Copel P - BRA (1000) D&S - CHI (15) Eletrobras O - BRA (500) Eletrobras P - BRA (500) Endesa - CHI (30) Enersis - CHI (50) Gerdau P - BRA (1) Net Serviços P - BRA (10) Petrobras O - BRA (1) Petrobras P - BRA (1) Santander Bancorp - P. RICO (1) Suzano P - BRA (1) Suzano Pet P - BRA (1) Telmex - MÉX (20) Vale do Rio Doce O - BRA (1) Vale do Rio Doce P - BRA (1) Volcan - PERU (10) Último negócio 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 03/03/2008 Oscil. % -1,04 1,71 0,05 0,00 -1,78 0,68 -1,81 -2,18 4,10 3,27 -2,59 -0,10 1,40 -1,32 -3,10 4,55 2,20 -1,85 -2,17 7,57 0,00 -2,82 -2,14 -2,76 -2,95 52 semanas Volume 3.630 2.000 3.027 700 2.781 2.917 5.359 1.286 1.800 1.496 1.511 3.745 2.660 1.435 1.011 2.539 4.415 9.734 1.860 6.227 5.234 2.973 MERCADO FÍSICO Data . Maior 49,50 5,55 40,20 1,80 3,20 23,95 24,70 22,48 16,66 13,75 28,50 11,30 11,38 38,02 15,00 22,78 13,48 43,09 36,70 14,87 0,30 31,91 26,12 22,06 47,96 Data 11/10/2007 10/10/2007 04/07/2007 03/04/2007 04/04/2007 10/12/2007 30/10/2007 16/10/2007 22/06/2007 19/07/2007 21/05/2007 21/06/2007 21/06/2007 20/06/2007 20/06/2007 28/02/2008 16/07/2007 03/01/2008 09/11/2007 13/03/2007 08/03/2007 24/05/2007 08/11/2007 02/10/2007 14/05/2007 Menor 31,79 3,77 30,50 1,07 1,53 12,97 9,58 9,75 10,44 8,36 14,00 6,50 7,19 21,38 8,00 11,78 6,50 15,64 14,09 4,87 0,29 21,17 11,97 10,18 12,84 Fechamento 29/fev Carioca comercial * Agulhinha especial ($/60Kg) ($/Kg) Degomado a granel ($/60 Kg) Lisa especial Extra (cx com 30 dz) Ave abatida 1/2 carcaça 150,00 70,00 48,00 0,75 2,98 29,00 66,03 2,10 4,35 3/mar 160,00 70,00 49,00 0,75 2,98 29,00 66,03 2,10 4,35 No dia 6,67 2,08 - Variação No mês 6,67 2,08 No ano 23,08 16,67 7,69 2,74 12,45 -13,43 22,05 -22,22 -16,35 Obs.: N* = Título Novo. . Fonte: López León S/C Ltda. ADR BRASILEIROS Preços US$/ADR Cód. . 3/3/2008 Último negócio 17:59:04 18:00:26 17:59:48 18:02:53 18:02:57 18:02:28 18:05:09 18:01:57 18/01/2008 29/02/2008 18:01:44 29/02/2008 29/02/2008 18:03:43 18:02:30 18:01:33 29/02/2008 18:00:41 29/02/2008 18:30:01 18:00:51 29/02/2008 17:59:58 18:03:28 18:04:02 18:00:55 18:03:09 18:01:51 18:01:22 18:02:57 17:46:11 18:05:22 17:59:05 17:59:08 17:59:46 27/02/2008 18:04:03 18:00:25 29/02/2008 18:02:48 18:01:41 18:03:22 18:03:01 Oscil. % 1,58 4,53 0,48 3,12 1,74 4,80 3,26 5,15 0,00 0,00 6,23 0,00 0,00 -0,88 3,11 2,97 0,00 2,25 0,00 6,49 1,06 0,00 2,55 0,17 -0,92 3,78 3,02 3,77 6,17 1,74 0,00 0,12 2,33 1,01 -0,18 0,00 2,88 3,24 0,00 1,56 0,46 1,23 4,45 Volume ADR 12.000 832.468 598.200 6.696.959 394.764 131.858 253.400 1.805.718 200 1.000 356.200 123.656 88.928 827.012 4.591.303 1.077.760 1.960 5.595.549 14.945 350.749 668.000 1.920 126.807 7.596.504 4.407.864 366.179 366.825 4.483.471 550.947 394.764 2.100 1.203.115 18.400 12.550 156.760 1.070 262.098 1.407.347 92.087 655.450 24.951.775 6.764.142 4.792.521 52 semanas Maior 83,88 88,79 80,24 35,61 85,02 33,95 20,25 26,70 23,30 121,75 18,30 20,25 16,30 16,55 52,83 34,76 34,50 14,70 29,38 43,60 18,70 44,80 28,65 57,99 125,48 103,53 54,52 21,21 41,98 47,15 85,02 18,90 27,42 25,56 63,99 37,47 72,47 42,10 160,25 79,50 34,55 38,32 32,16 6,89 Emp./Ação* Fech. Data 28/02/2008 28/02/2008 06/12/2007 11/12/2007 08/01/2008 28/02/2008 11/10/2007 05/11/2007 28/06/2007 10/07/2007 13/07/2007 16/07/2007 26/02/2008 27/02/2008 18/06/2007 03/03/2008 19/06/2007 27/02/2008 11/12/2007 29/10/2007 16/07/2007 28/02/2008 20/08/2007 06/11/2007 27/02/2008 28/02/2008 27/09/2007 06/11/2007 21/02/2008 31/10/2007 08/01/2008 06/07/2007 04/02/2008 11/10/2007 29/02/2008 19/07/2007 06/11/2007 11/10/2007 31/10/2007 08/11/2007 06/12/2007 08/11/2007 31/10/2007 27/02/2008 Menor 45,60 47,40 49,01 17,20 39,20 13,95 11,95 17,65 14,59 79,60 9,88 10,83 9,00 9,30 35,59 15,39 16,95 4,50 15,78 23,70 9,55 25,54 14,15 22,44 41,38 37,15 31,88 9,17 10,67 25,75 39,20 8,70 12,20 13,59 34,88 23,00 40,05 23,07 80,41 36,90 16,67 15,57 13,23 3,36 Data 05/03/2007 05/03/2007 16/08/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 22/08/2007 16/08/2007 16/08/2007 13/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 16/08/2007 16/08/2007 05/03/2007 22/01/2008 16/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 23/01/2008 16/08/2007 13/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 16/08/2007 05/03/2007 13/03/2007 05/03/2007 06/03/2007 05/03/2007 22/01/2008 05/03/2007 06/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 05/03/2007 ABV/C ABV ARA BBD BRP BTM BAK CEDWY CIG CESQY AESYY ELPVY ELP DEIPY CAIFY CAIGY ERJ EMT GGB GOL IOCJY ITU IKLBY LOJAY NETC CBD CTPZY PDA PBR PRB/A PTBRY RHA SBS SDA SID CSTBY TSU TRO BRP TBE TND TCN TNE TSD TBH TMB TSP TBLEY TBLGY UGP.N UBB USNZF VCP RIO RIO-P VIV . Ambev (20 O) 77,20 Ambev (20 P) 85,17 Aracruz (10 P) 72,79 Bradesco (5000 P) 32,37 Brasil T Par (5000 P) 70,30 Brasil Telec (3000 P) 33,82 Braskem (50 P) 17,44 Celesc (100 P) Cemig (1000 P) 20,01 Cesp (300 P) Cesp Tietê (3000 P) 99,30 Copel (1000 O) 17,20 Copel (1000 P) 17,23 Duke Energy (3000 P) Eletrobrás (500 O) 14,55 Eletrobrás (500 P) 14,75 Embraer (4 P) 43,93 Embratel Par (5000 P) Gerdau (1 P) 33,79 Gol (2 P) 17,71 Iochp-Maxion (25 P) 11,00 Itaubanco (1 P) 25,91 Klabin (10 P) 34,04 Lojas Americ (1000 P) Net Serviços (1 P) 11,65 P. Açúcar-Cbd (1000 P) 43,85 Paul Energia (3000 P) 24,60 Perdigão (2 P) 49,02 Petrobras (2 O) 117,54 Petrobras (2 P) 97,03 Petrobras Dis (500 P) Rhodia-Ster (1 O) Sabesp (2 O) 48,62 Sadia S/A (10 P) 17,40 Sid Nacional (1000 O) 38,80 Sid Tubarão (1000 P) Tele Cl Sul (10000 P) 43,55 Tele Ctr Oes (3000 P) Tele Ctr Sul (5000 P) 70,30 Tele Lest Cl (50000 P) Tele Nord Cl (20000 P) Tele Nort Cl (50000 P) 15,50 Tele Nort Les (1000 P) 25,06 Tele Sudeste Cl (5000 P) Telebrás (1000 **) 24,15 Telemig Cl (20000 P) 63,16 Telesp Part (1P) 28,15 Tractebel (5000 O) 68,50 Tractebel (5000 P) Ultrapar (1000 P) 38,27 Unibanco (500 Un) 140,02 Usiminas (1 P) 58,25 V C P (500 P) 31,95 Vale R. Doce (1 O) 35,00 Vale R. Doce (1 P) 29,68 Vivo Part S/A (1P) 6,34 XAMXL XARAB XBCH XBRSB XGFBB XBFR XBBDC XBRPO XBRPP XCMIG XCOP XDYS XELTO XELTB XEOC XENI XGGB XNET XPBR XPBRA XSBP XSUZP XSUPT XTMXL XVALO XVALP XVOLB . 06/03/2007 16/08/2007 20/11/2007 05/03/2007 30/01/2008 06/03/2007 09/03/2007 06/03/2007 31/01/2008 06/03/2007 06/03/2007 17/08/2007 06/03/2007 22/01/2008 22/01/2008 05/03/2007 24/01/2008 19/03/2007 19/03/2007 07/01/2008 05/03/2007 22/01/2008 05/03/2007 05/03/2007 24/01/2008 . Feijão Arroz Soja Farelo de Soja Óleo de Soja Milho Batata Ovos Frango Suíno . Fontes: Bolsa de Cereais de São Paulo, Ceagesp, SIMA/IEA e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. * a partir de 03/02/06 feijão carioca comercial. BOLSA DE METAIS DE LONDRES . Fechamento 29/fev 3.121,00 8.460,00 18.725,00 2.745,00 31.700,00 3.381,00 3/mar 3.175,00 8.495,00 18.900,00 2.790,00 32.200,00 3.381,00 No dia 1,73 0,41 0,93 1,64 1,58 0,00 Variação No mês 1,73 0,41 0,93 1,64 1,58 0,00 No ano 31,99 26,51 14,55 19,69 23,61 33,53 . Alumínio High Grade Cobre Grade A Estanho High Grade Zinco Especial High Grade Níquel Chumbo . Fontes: Bolsa de Metais de Londres e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. (*) Entre parênteses estão as quantidades de ações que cada papel representa. O = ordinária, P = preferencial. Fontes: Bloomberg News, Bolsa de Madri e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. PRODUTOS VEGETAIS SOJA SÃO PAULO - em 3.3.2008 . EURO LIBOR . (Em % ao ano - 3/3/2008) 6 meses 4,39000 4,38000 4,36000 4,39000 4,36000 4,38438 1 ano 4,39000 4,38000 4,36000 4,37000 4,36000 4,38000 Produtos . Mín. 48,80 48,80 Méd. 48,80 48,80 Máx. 48,80 48,80 LIBOR - Empréstimos interbancários (EURO) Banco 1 mês 3 meses Barclays 4,20000 4,40000 BTMU 4,21000 4,38000 Citibank 4,17000 4,37000 Deutsche Bank 4,15000 4,33000 UBS 4,19000 4,37000 Taxa BBA * 4,20000 4,38250 * Taxa da British Bankers' Association com base em informações de 16 bancos. Fontes: Bloomberg News e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . . Mercado Futuro (Bolsa de Mercadorias & Futuros) . (Contrato = 450 sacas; cotação = US$/60kg). . . Soja - saca 60 kg FOB Mogiana Soja - saca 60 kg FOB Sorocabana . Meses Cont. Abt. (*) 1.532 7.865 4.490 4.511 47 Abt. 31,30 31,45 31,30 31,25 s/cot. Mín. 31,30 31,15 31,30 31,25 s/cot. Máx. Ajuste 32,20 32,15 32,35 32,35 s/cot. 32,20 32,03 32,11 32,27 32,80 Var. Ptos. +1,19 +1,02 +1,00 +1,24 +1,05 Mercado: Estável. . Abr/08 Mai Jun Jul Set . . Fontes: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI) . PARANÁ . MERCADO ATACADISTA - (Cotação de compra em R$/mil) SOJA INDUSTRIAL - saca de 60 kg . Contratos negociados: Abr/08, 45; Mai, 671; Jun, 266; Jul, 300 e Set, -. Número de negócios: Abr/08, 4; Mai, 71; Jun, 43; Jul, 22 e Set, -. . Local . Mín. 48,50 46,00 45,85 Máx. Local 48,50 Guarapuava 46,00 Maringá 46,50 Toledo Mín. 47,20 48,00 48,50 Máx. 47,80 48,50 48,50 EURODÓLARES - LONDRES . (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . C. Mourão Cascavel C. Procópio . . (Em % ao ano - 3/3/2008) 6 meses 2,88000 2,87000 2,84000 2,87000 2,82000 2,86250 6 meses 2,8500 ND 4,3750 4,3750 2,7350 4,3750 4,3750 1 ano 2,72000 2,64000 2,60000 2,64000 2,59000 2,62563 1 ano 2,8000 ND 4,3750 4,3750 ND 4,3750 4,3750 Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. . Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. BAHIA - Mercado Atacadista . (*) Entre parênteses estão a quantidade e o tipo da ação que cada ADR representa. O = ordinária, P = preferencial. (**) Cada ação representa as 12 companhias em que a Telebrás foi dividada. . Fontes: Bloomberg News e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. LIBOR - Empréstimos interbancários (US$) Banco 1 mês 3 meses Barclays 3,09000 3,01000 BTMU 3,09000 3,01000 Citibank 3,09000 3,01000 Deutsche Bank 3,05000 3,02000 UBS 3,08000 2,99000 Taxa BBA * 3,08625 3,01438 Depósitos Moeda 1 mês 3 meses Dólar americano 3,0500 3,1100 2,9500 3,0100 2,7900 Dólar canadense ND ND ND ND ND Euro 4,1250 4,1875 4,3500 4,3750 4,3125 Marco alemão 4,1250 4,1875 4,3500 4,3750 4,3125 Franco suíço 2,5000 2,5625 2,7188 2,7813 2,6150 Franco francês 4,1250 4,1875 4,3500 4,3750 4,3125 Florim holandês 4,1250 4,1875 4,3500 4,3750 4,3125 * Taxa da British Bankers' Association com base em informações de 16 bancos. Fontes: Bloomberg News e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . . . . . BOLSA DE CEREAIS - (CIF/SP PREÇOS EM R$ À VISTA) . Produtos . Mín. s/cot. 42,50 37,50 38,50 47,00 47,00 47,00 Máx. s/cot. 43,20 38,30 39,50 48,00 48,00 48,00 Merc. Calmo Calmo Calmo Calmo Calmo Calmo Produto . Tipo - Praça Barreiras Unidade Sc/60 kg Preços/R$ 51,00 Soja 60 kg. (preços em R$ a vista) Lucas do Rio Verde/MT - A granel FOB Rondonópolis/MT - A granel FOB Soriso/MT - A granel FOB Canarana/MT - A granel FOB Ponta Grossa/PR - A granel FOB Região Mogiana/SP - A granel FOB Região Sorocabana/SP - A granel FOB . Soja . . Fonte: Coordenação de Conjuntura Agrícola. SOJA CHICAGO - em 3.3.2008 . (em Cents por bushel de 60 lbs) . . Meses Cont. Abt. (*) 13.062 250.693 101.676 8.502 5.829 140.580 Abt. 1.570,00 1.586,50 1.596,00 1.563,00 1.499,00 1.459,00 Máx. 1.570,00 1.586,50 1.596,00 1.563,00 1.505,00 1.459,00 Min. 1.543,00 1.555,00 1.567,00 1.543,00 1.494,00 1.445,00 Ajuste 1.543,00 1.555,00 1.567,00 1.543,00 1.494,50 1.447,50 Osc. +21,00 +18,50 +21,00 +28,00 +39,50 +21,50 Fonte:. Bolsa de Cereais de São Paulo. . 2,6500 ND 4,3125 4,3125 ND 4,3125 4,3125 REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores - em R$/saca 60 kg.) . Local . Preço 46,50 s/cot. Local Itapeva Orlândia Mín. 51,80 Méd. 51,80 Preço 46,50 45,00 Máx. 51,80 Assis Barretos . . Mar/08 Mai Jul Ago Set Nov . . Foram negociados 29.539 contratos. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO Produtos . Fonte: Bloomberg News Soja - saca 60 kg CIF Santos Continua na página B11
Slide 23: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | B11 MERCADORIAS MERCADO A VISTA Café (US$/60 kg) 174,62 Soja (US$/60 kg) 30,02 Boi Gordo (R$/arroba) 75,58 Bezerro (R$/cabeça) 507,31 Milho (R$/60 kg) ND Açúcar (US$/50 kg) 15,99 Algodão (Cents US$/lp) 82,09 . . ETANOL SÃO PAULO - em 3.3.2008 Mercado Futuro (Bolsa de Mercadorias & Futuros) (Contrato = 30m3; cotação = US$/m3) . . BATATA - (Continuação) REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores R$/saca 50 kg.) (Batata comum) . . CAFÉ - (Continuação) LONDRES - Futuro (ROBUSTA - Em dólares por toneladas métricas) Preço . . . SISAL Var. Ptos. +29 +15 +9 +11 +3 +3 BAHIA - Mercado Atacadista - em 3.3.2008 Praça Unidade Preço/R$ Valente Kg (extra) 1,00 (tipo2) 0,85 (refugo) 0,60 Fonte: Coordenação de Conjuntura Agrícola. . . LATICÍNIOS - (Continuação) Preços em R$ Mín. Méd. Máx. Merc. . Preço s/cot. s/cot. s/cot. (Batata lisa) . . Meses Cont. Abt. (*) 403 201 178 42 166 40 Abt. 485,00 467,00 s/cot s/cot s/cot s/cot Mín. 485,00 467,00 s/cot s/cot s/cot s/cot Máx. 488,00 467,00 s/cot s/cot s/cot s/cot Ajuste 485,27 467,00 457,00 456,00 461,00 460,00 Var. Ptos. -4,44 +1,00 Inalt. Inalt. Inalt. Inalt. Café: Posto São Paulo, bebida dura ou melhor tipo 6 ou melhor Cepea/Esalq; Boi Gordo: Indicador de preço boi gordo Esalq/BM&F-DI; Bezerro: Indicador de preço do bezerro Esalq/BM&F - no Mato Grosso do Sul; Açúcar cristal: Indicadora de preço disponível apurado pela Cepea/Esalq; Soja: Preço nacional Esalq/BM&F; Milho: Indicador de preço FGV/BM&F; Algodão: Indicador de preço Cepea/Esalq . Abr/08 Mai Jun Jul Ago Set . . Itapetininga(25)(5) S. J. Boa Vista(25)(5) Sorocaba(25)(5) . . Itapetininga(25)(5) s/cot. S. J. Boa Vista(25)(5) s/cot. Sorocaba(25)(5) s/cot. Meses Cont. Abt. (*) 4.595 87.697 38.960 19.754 4.267 5.010 Produtos . Abt. 2.740 2.750 2.764 2.770 2.724 2.684 Máx. 2.740 2.760 2.775 2.782 2.729 2.684 Min. 2.670 2.685 2.709 2.724 2.724 2.684 Ajuste 2.732 2.750 2.766 2.774 2.731 2.684 (25) - Ágata; (5) - Prazo de pagamento: 45 dias. Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) Mar/08 Mai Jul Set Nov Jan/09 . SUCO DE LARANJA NOVA YORK - em 3.3.2008 (Em centavos de dólar por libra-peso, para entrega em armazéns licenciados da Flórida preço médio) Cont. Meses Abt. (*) Abt. Máx. Min. Ajuste Osc. Mar/08 385 128,95 130,80 126,00 129,95 +4,65 Mai 22.163 131,45 134,50 130,35 134,15 +4,40 Jul 3.713 134,10 138,00 133,00 136,00 +3,65 Set 1.500 137,00 138,75 135,75 138,70 +3,70 Nov 638 136,80 140,75 136,80 140,75 +3,90 Foram negociados 3.779 contratos de 15 mil lbs. Mercado firme (*) - Contratos em aberto em 28.2.2008 Fonte: Bloomberg News . . . . Mussarela 10,00 12,50 Parmesão 16,00 21,00 Prato 10,00 12,50 Provolone Fresco 12,00 16,00 Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). . . . 16,20 Firme 23,00 Firme 16,20 Estável 18,00 Estável BORRACHA LONDRES (Em cents de euro p/quilo) . . Contratos negociados: Abr/08, 11; Mai, 1; Jun, -; Jul, -; Ago, - e Set, -. Número de negócios: Abr/08, 3; Mai, 1; Jun, -; Jul, -; Ago, - e Set, -. . MALÁSIA (Em centavos da Malásia p/quilo) 3 Mar 29 Fev TIPO SMR 10 Abr/08 (closing) Abr/08 (Noon) TIPO SMR 20 Abr/08 (closing) Abr/08 (Noon) 853,00 853,00 851,50 852,50 851,00 851,00 849,50 850,50 Vendas: Mar/08, 917; Mai, 15.007; Jul, 2.106; Set, 329; Nov, 20 e Jan/09, -. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . 3 Mar 29 Fev 195,50 190,50 197,50 192,50 s/cot. s/cot. Fonte: Bloomberg News (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: Cepea/Esalq Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros CEVADA WINNIPEG - em 3.3.2008 (em dólares canadenses por tonelada) . . ALGODÃO SÃO PAULO - em 3.3.2008 Mercado Futuro (Bolsa de Mercadorias & Futuros) . . Meses Cont. Abt. (*) 413 12.712 917 2.302 TIPO RSS 3 Abr/08 Out TIPO RSS 4 Abr/08 TIPO TSR 20 Abr/08 Out . . CEBOLA SÃO PAULO - em 3.3.2008 BOLSA DE CEREAIS - (CIF/SP preços em R$ à vista p/ saca de 20 kg.) Produtos Mín. Máx. Merc. Monte Alto (tamanho médio) 23,00 25,00 Estável Piedade (tamanho médio) 23,00 25,00 Estável S.J. Rio Pardo (tamanho médio) 20,00 22,00 Estável Goiás (tamanho médio) 17,50 19,50 Estável Minas Gerais (tamanho médio) 17,50 19,50 Estável Fonte: Bolsa de Cereais de São Paulo. . . . . 187,50 185,00 188,50 185,75 LARANJA REGIÕES PRODUTORAS - SÃO PAULO - em 3.3.2008 Preços médios recebidos pelos produtores Laranja de mesa - em R$/caixa 40,8 kg Local Preço Local Preço Barretos(23) 18,00 Mogi Mirim(23) 18,00 Jaboticabal(23) 18,00 Laranja Industrial Posto Fábrica - em R$/caixa 40,8 kg Araraquara(23) s/cot. Jaboticabal(23) s/cot. Barretos(23) s/cot. (22) - Pêra. Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI). . . . . . . . Abt. 230,00 238,00 244,00 248,00 Máx. 230,00 239,00 247,80 248,00 Min. 230,00 233,00 244,00 245,20 Ajuste 230,00 237,70 247,80 247,80 Osc. +2,70 +3,60 +3,80 +3,30 (contrato = 27.557,50 libras-peso; cotação = US$¢/libra-peso) . Obs.: O riggit malasiano foi cotado em Nova York a 3,19950. Fonte: Dow Jones Newswires Mar/08 Mai Jul Out . . . Meses Cont. Abt. (*) - Abt. s/cot. s/cot. Mín. s/cot. s/cot. Máx. s/cot. s/cot. Ajuste s/cot. s/cot. Osc. - (*) - Contratos em aberto em 29.1.2008 Fonte: Bloomberg News Mai/08 Jul . . CACAU ILHÉUS - ITABUNA - em 3.3.2008 . (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . Preços em R$ 74,00 72,00 71,00 (74,00) (72,30) (71,00) Tipo Mín. Méd. Monte Alto (sc 20 kg) 21,00 23,00 Piedade (sc 20 kg) 21,00 23,00 Rio G. do Sul (sc 20 kg) 21,00 23,00 Sta. Catarina (sc 20 kg) 23,00 25,00 S.J. Rio Pardo (sc 20 kg) s/cot. s/cot. Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). . . SÃO PAULO - REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores) LEITE "C" (Litro) LEITE "B" (Litro) Local Preço Local Preço Barretos (base) s/cot. Franca (base) s/cot. Franca (méd.) (6) 0,59 Guaratinguetá (base) s/cot. Guaratinguetá (méd.) 0,70 Pindamonh. (base) s/cot. Pindamonh. (base) s/cot. S.J. Boa Vista (base) s/cot. Araçatuba (máx.) s/cot. Franca (máx.) s/cot. Barretos (máx.) s/cot. Guaratinguetá (máx.) s/cot. Pindamonh. (máx.) s/cot. Pinhamonh. (máx.) s/cot. Araçatuba (méd.) (6) s/cot. S.J.B. Vista (máx.) s/cot. Barretos (méd.) (6) s/cot. Araraquara (méd.) (6) 0,70 Gen. Salgado (méd.) (6) 0,60 Franca (méd.) (6) s/cot. Guaratinguetá (méd.) (24) s/cot. Guarating. (méd.) (6) 0,77 Itapetininga (méd.) (6) 0,50 Lins (méd.) (6) 0,70 S.J. Boa Vista (méd.) (6) 0,61 Ribeirão Preto (méd.) (6) 0,68 S.J.R. Preto (méd.) (6) 0,65 (6) - Cotações Leite B/Leite C = Atualização mensal. (24) Classificação base 6. Fontes: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI). . . . . . Contratos negociados: Mai/08, - e Jul, -. Número de Negócios: Mai/08, - e Jul, -. . (Preços em R$ por arroba de 15 kg.) . ÓLEO DE SOJA SÃO PAULO - em 3.3.2008 BOLSA DE CEREAIS - (CIF/SP Preços em R$ à vista) . (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. . Preço máximo Preço médio Preço mínimo . . Indicador de Preço do Algodão em Pluma CEPEA/ESALQ . Fonte: CNPC Conselho Nacional dos Produtores de Cacau. BAHIA - MERCADO ATACADISTA . Máx. 26,00 26,00 26,00 28,00 s/cot. Merc. Estável Estável Estável Estável - OVOS SÃO PAULO - em 3.3.2008 ATACADO (Preços em R$, por caixa de 30 dúzias) Tipo Extra Grande Médio São Paulo Branco 55,70 54,70 53,20 Vermelho 57,70 56,70 55,20 Rio de Janeiro Branco 58,00 57,00 55,50 Vermelho 60,00 59,00 57,50 Belo Horizonte Branco 58,00 57,00 55,50 Vermelho 60,00 59,00 57,50 Embalados (Preços em R$, por dúzia) Branco 1,95 1,90 1,85 Vermelho 2,10 2,05 2,00 Ovos de codorna in natura: R$ 0,30 por dúzia a granel e R$ 0,38 por dúzia embalado. Industrializado (descascado): por kg. R$ 5,00. Fonte: Associação Paulista de Avicultura (APA). . . . . . . Produtos . Mín. Máx. Merc. . Óleo "CIF" SP com ICMS 7% Soja degomado a granel - Ton. Óleo refinado - cx. c/20 latas/900 ml. . 2.950,00 2.980,00 Estável 60,00 66,00 Estável Data A vista R$¢/lp 136,12 136,68 137,18 A vista A prazo* US$¢/lp R$¢/lp 81,56 80,83 82,09 137,04 137,60 138,10 Média das últimas três Cotações US$¢/lp 81,60 81,72 82,04 Produto . Tipo - Praça Ilhéus/Itabuna Unidade Arroba Preço/R$ 72,00 TOMATES BAHIA - Mercado Atacadista - em 3.3.2008 Produto Tipo Praça Unidade Tomates 1ª/Mesa Salvador/CEASA Cx/20/22 kg Tomates 1ª/Mesa Juazeiro/CEASA Cx/26 kg Tomates 1ª/Mesa Jaguaquara/CEASA Cx/23 kg Fonte: Coordenação de Conjuntura Agrícola. . . . Cacau . . Fonte: Bolsa de Cereais . (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . 28.02.2008 29.02.2008 03.03.2008 . Fonte: Coordenação de Conjuntura Agrícola. NOVA YORK - Futuro (Em dólares por tonelada) . FARINHA DE MANDIOCA BOLSA DE CEREAIS - (CIF/SP PREÇOS EM R$ À VISTA) em 3.3.2008 . Preços em R$ Produtos . (*) Prazo médio de pagamento (8 dias) - Taxa de cämbio utilizada: US$ 1,6710 média de desconto NPR: 2,5000 . Produtos . Mín. 34,00 44,00 42,00 s/cot. Máx. 36,00 48,00 46,00 s/cot. Merc. Calmo Calmo Calmo - . Meses Cont. Abt. (*) 87 102.044 29.405 13.602 22.743 7.018 Preço/R$ 18,00 11,00 11,50 Abt. 2.780 2.750 2.780 2.785 2.791 2.786 Máx. 2.780 2.793 2.801 2.804 2.791 2.787 Min. 2.780 2.750 2.765 2.770 2.752 2.729 Ajuste 2.772 2.776 2.789 2.793 2.778 2.760 Osc. +18 -1 Inalt. +2 -2 -14 Mín. Méd. Máx. Merc. Fonte: CEPEA/ESALQ . . Óleo (caixa com 20 latas/900 ml) Milho Soja . . s/cot. s/cot. s/cot. 54,00 66,00 70,00 Estável MERCADO DISPONÍVEL DE ALGODÃO Safras 2006/ 2007 2007/ 2008 3 2008/ 2009 324 300 624 4 5 2009/ 2010 6 Resumo dos Negócios (T.) . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). CHICAGO - em 3.3.2008 (Em cents por libra-peso) . . Mar/08 Mai Jul Set Dez Mar/09 . Grossa T-1 Extra - 40 kg Fina Crua T-1 Extra - 50 kg Fina Crua T-2 Especial - 50 kg Fina Torrada T-1 Extra - 50 kg . Fonte: Bolsa de Cereais de São Paulo. . PRODUTOS ANIMAIS BOI SÃO PAULO - em 3.3.2008 . (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . Preço R$ Produtos . (PREÇOS EM R$ NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . Meses Cont. Abt. (*) 7.616 156.144 64.351 9.469 6.796 5.603 46.018 Zona . Total 1.915 429 2.344 7 Foram negociados 8.871 lotes de 10 tons. métricas. Mercado calmo (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Mín. Méd. Máx. Merc. BOI GORDO EM REAIS . Preço/R$ Tipo Mín. Méd. BRANCO - Cx. 30 dúzias Extra 56,00 59,00 Grande 55,00 58,00 Médio 53,00 56,00 VERMELHO - Cx. 30 dúzias Extra 58,00 61,00 Grande 57,00 60,00 Médio 55,00 58,00 Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). . . . . . Abt. 70,40 70,82 71,32 71,70 71,60 71,65 72,00 Máx. 70,65 70,82 71,32 71,70 71,75 71,65 72,00 Min. 70,00 70,67 71,32 71,60 71,60 71,65 71,80 Ajuste 70,15 70,80 71,32 71,70 71,75 71,65 72,00 Osc. +2,00 +1,98 +2,00 +2,00 +2,00 +2,00 +2,00 Mar/08 Mai Jul Ago Set Out Dez . . Meridional (Merc. Int.) 1.591 Setentrional (Merc. Int.) Importação (Merc. Ext.) Nacionalizado (Merc. Ext.) Exportação (Merc. Ext.) 129 Neg. Interm. no Exterior . NOVA YORK - DISPONÍVEL (Em dólares por tonelada) . Tipo . 3 Mar 3.088,00 3.216,00 3.161,00 3.008,00 3.143,00 2.756,00 3.074,00 4.710,00 7.939,00 1.055,00 29 Fev 3.080,00 3.212,00 3.154,00 3.002,00 3.169,00 2.757,00 3.067,00 4.749,00 7.933,00 1.102,00 Farinha crua fina (sc. 50 kg) Farinha crua grossa (sc. 40 kg) Farinha torrada (sc. 50 kg) . . 50,00 55,00 57,50 Estável 40,00 45,00 50,00 Estável 60,00 65,00 70,00 Estável Mercado Futuro: (contrato = 330 arrobas; cotação = R$/arroba) . Máx. Merc. . Meses Cont. Abt. (*) 4.029 858 6.149 114 2.703 2.750 410 Abt. 74,40 73,35 71,98 0,00 74,79 75,60 76,10 Mín. 74,11 73,05 71,70 0,00 74,50 75,50 76,10 Máx. 74,45 73,45 72,10 0,00 75,10 75,60 76,10 Ajuste 74,20 73,20 71,84 72,70 74,60 75,50 76,10 Var. Ptos. -0,15 -0,14 +0,02 -0,10 -0,19 -0,04 Inalt. Total . . 1.720 folha 1&2 tipo Ágios e deságios - Padrões Universais - pontos em R/lp Foram negociados 11.200 contratos. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008. . Fonte: Bloomberg News Tipos brancos . Costa do Marfim-superior grãos Costa de Gana Sanchez Faq-grãos Sulawesi Faq-grãos Arriba Equador safra sup. Grãos Malásia 110 Nigéria- superior-grãos Equador-Líquor África-manteiga pura prensada Torta prensada-nat. 10-12%manteiga . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). REGIÕES PRODUTORAS - SÃO PAULO Preços médios recebidos pelos produtores . MANDIOCA (Ton.) Local . Preço 160,00 170,00 160,00 Local P. Venceslau(30) (4) Tupã(30) (4) Preço s/cot. 165,00 Assis(30) (4) Mogi Mirim(30) (4) Ourinhos(30) (4) . . Mar/08 Abr Mai Jun Jul Ago Set . 67,00 65,00 63,00 69,00 66,00 64,00 Estável Estável Estável Estável Estável Estável Contratos negociados: Mar/08, 315; Abr, 120; Mai, 637; Jun, -; Jul, 243 ; Ago, 22 e Set, 6. . ÓLEOS VEGETAIS*S . Em Roterdã (US$/tonelada) Período de entrega Cotação Variação Mar/08 Ago/Out/08 Jul/Set/08 Mar/08 Mar/Abr/08 Abr/Jun/08 Mar/08 Mar/08 Mar/08 Mai/Jun/08 Mai/Jun/08 Mar/Abr/08 1.077,00 +27,00 1.050,00 +10,00 s/cot. — 1.950,00 — 1.575,00 — 1.425,00 +65,00 1.455,00 +95,00 1.475,00 +100,00 1.270,00 +55,00 1.630,00 +100,00 1.620,00 +90,00 1.600,00 — Soja da Holanda* Colza da Holanda* Girassol Amendoim de qualquer origem Linhaça (Qualquer origem) Palma bruta da Malásia (CIF) Palma refinada da Malásia (FOB) Oleína refinada da Malásia (FOB) Estearina da Malásia (FOB) Coco das Filipinas/Indonésia Palmiste da Malásia/Indonésia Mamona de qualquer origem . Cor boa média Cor estritamente média Cor média Cor estritamente abaixo da média Cor abaixo da média Cor estritamente boa comum Cor boa comum Abaixo de padrão . 11 21 500 450 31 400 300 200 41 - 100 base (100) 51 - (200) (250) (350) 61 - (500) (550) (850) 71 - (1.050) (1.150) 81 n n 4 - Avermelhado (900) 5 - Amarelado (900) (30) - Renda 20%; (4) - Prazo de pagamento: 30 dias. Fontes: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI). ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO CACAU Preços em dólares por tonelada - 2.810,05 Preços equivalente em (SDRs) por tonelada - 1.744,77 . Número de negócios: Mar/08, 49; Abr, 20; Mai, 102; Jun, -; Jul, 23 ; Ago, 7 e Set, 2. . BEZERRO . Mercado Futuro: (contrato = 33 animais; cotação = R$/animal) . LONDRES - Futuro (Em libra esterlinas por toneladas métricas) . FEIJÃO Ajuste 1.396 1.423 1.456 1.436 1.441 1.425 Osc. +5 -2 -2 -4 -7 -6 BOLSA DE CEREAIS - em 3.3.2008 Tipo Mín. Máx. Merc. Nacional, maquinado, saca 60 kg, 15 dias, CIF S.Paulo/SP Carioca Extra Novo 180,00 185,00 Firme Carioca Especial 175,00 178,00 Firme Carioca Comercial 150,00 160,00 Firme Carioca Semi Novo 140,00 145,00 Firme Preto Extra Novo 140,00 145,00 Calmo Preto Especial 130,00 140,00 Calmo Nacional, industrializado, fardo 30x1kg, 30 dias, CIF S.Paulo/SP Feijão Carioca Tipo 1 75,00 100,00 Firme Feijão Preto Tipo 1 70,00 85,00 Estável IMPORTADOS Grão-de-bico - p/Kg - a prazo 30 dias Mexicano 110,00 120,00 Calmo Fonte: Bolsa de Cereais de São Paulo. . . . . . . . Meses Cont. Abt. (*) - Abt. s/cot. s/cot. Mín. s/cot. s/cot. Máx. s/cot. s/cot. Ajuste s/cot. s/cot. Var. Ptos. - . Meses Cont. Abt. (*) 50.348 49.675 59.318 31.992 41.720 16.704 Abt. 1.394 1.424 1.460 1.432 1.435 1.425 Máx. 1.400 1.427 1.460 1.442 1.449 1.436 Min. 1.376 1.407 1.440 1.425 1.434 1.423 Abr/08 Mai . . SÃO PAULO - REGIÕES PRODUTORAS (Preços médios recebidos pelo produtor - R$/30 dz) Local Preço Local Preço Araçatuba 52,00 Araçatuba 53,00 Campinas 58,00 Campinas 59,00 Mogi das Cruzes 54,70 Mogi das Cruzes 55,70 Tupã 52,00 Tupã 53,00 Obs: - Ovo tipo grande branco Ovo tipo extra branco Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) . . . Cor . 1 - Branco - base 2 - Ligeiramente creme (100) 3 - Creme (todos os tipos) (300) . Fibra . Mar/08 Mai Jul Set Dez Mar/09 . Contratos negociados: Abr/08, - e Mai, -. Número de negócios: Abr/08, - e Mai, -. . SUÍNOS SÃO PAULO - REGIÕES PRODUTORAS - em 3.3.2008 . (*) - Contratos em aberto - em 29.2.2008 . Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. . (Preços médios recebidos pelos produtores - tipo carne - em R$/15 kg) . Tipo de Carne . * Em euros por tonelada . 1 - (700); 1.1/32 - (500); 1.1/16 - (250); De 1.3/32 a 1.1/8 - Base e 1.5/32 - 300. . Fonte: Dow Jones Newswires Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. . Vendas: Mar/08, 2.899; Mai, 6.391; Jul, 2.040; Set, 631; Dez, 171 e Mar/09, 471. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . REGIÕES PRODUTORAS - em 3.3.2008 . Local . Preço 51,00 52,00 Local S.J.R. Preto Sorocaba Méd. 4,20 s/cot. Máx. 4,35 s/cot. Preço 51,00 51,00 Merc. Estável - Preços (em R$) . . AVEIA CHICAGO - em 3.3.2008 (em Cents por bushel de 32 lbs) . REGIÕES PRODUTORAS Preço médios recebidos pelos produtores . Fonte: Bloomberg News À vista Vst. (1) Min. V(2) Máx. V(3) A prazo Prz.(4) (Dias7) Min. P(5) Máx. P(6) Avaré Brg. Paulista . . Local . (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) Tipo . Algodão em caroço (R$/15 kg) . CAFÉ Preço s/cot. s/cot. s/cot. SÃO PAULO - em 3.3.2008 . Mín. 3,90 s/cot. Araçatuba . Local . Preço s/cot. s/cot. s/cot. Local Orlândia Pres. Venceslau Votuporanga (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . . Meses Cont. Abt. (*) 105 10.573 1.694 316 Abt. 433,00 441,00 450,00 461,00 Máx. 434,00 446,00 456,00 462,00 Min. 431,00 441,00 452,50 461,00 Ajuste 434,00 445,75 456,00 461,00 Osc. +12,00 +11,00 +11,00 +10,00 Mar/08 Mai Jul Set . Avaré Jales Limeira . CAFÉ ARÁBICA . Preços em R$ Produtos Mín. Méd. Carioquinha tipo 1 sc. 60 kg 180,00 200,00 Carioquinha tipo 2 sc. 60 kg 160,00 175,00 Engopa tipo 1 sc. 60 kg s/cot. s/cot. Jalo tipo 1 sc. 60 kg s/cot. s/cot. Preto tipo 1 sc. 60 kg 140,00 145,00 Preto tipo 2 sc. 60 kg 120,00 130,00 Rajado Tipo 1 sc. 60 kg s/cot. s/cot. Rosinha Tipo 1 s/cot. s/cot. Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). . . . Mercado Futuro - (Bolsa de Mercadorias & Futuros) . (contrato = 100 sacas; cotação = US$/60kg) . Fontes: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) . . Meses Cont. Abt. (*) 1.105 3.147 55 28.784 11.388 Abt. 191,40 193,10 s/cot. 199,60 203,50 Mín. 189,00 191,90 s/cot. 198,50 201,60 Máx. 191,40 194,00 s/cot. 201,20 204,40 Ajuste 189,00 192,60 196,00 199,40 203,00 Var. Ptos. -1,00 -1,40 -1,00 -1,05 -0,75 PARANÁ . Foram negociados 358 contratos. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . MERCADO ATACADISTA - (Cotação de compra em R$/1,00) . Fonte: Bloomberg News ALGODÃO EM CAROÇO Tipo 6/arroba . Local . Mín. 15,00 15,00 15,00 Máx. 16,00 15,00 15,00 Local Londrina Maringá Toledo Mín. 16,10 s/cot. 15,00 Máx. 16,10 s/cot. 15,00 Mar/08 Mai Jul Set Dez . Máx. Merc. 220,00 Estável 200,00 Firme s/cot. s/cot. 160,00 Estável 140,00 Estável s/cot. s/cot. - Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro Boi Magro . . 73,35 72,99 73,71 75,37(33) 75,00 75,74 66,67 65,52 67,68 68,58(34) 67,55 69,60 510,57 487,81 556,10 523,33(30) 500,00 570,00 829,27 829,27 829,27 850,00(30) 850,00 850,00 CARNE SUÍNA (KG.) Resfriada (1/2 carcaça) BANHA DE PORCO Empacotada . . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) PARANÁ . São José do Rio Preto/Barretos Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro . . 74,08 73,47 74,71 76,18(34) 75,74 76,77 66,94 65,69 67,68 68,92(35) 67,55 69,60 499,58 491,84 507,32 510,00(25) 500,00 520,00 MERCADO ATACADISTA - (Cotação de compra em R$/Unidade) . Local . Mín. 2,35 2,50 Máx. 2,40 2,50 Local Londrina Pato Branco Mín. 2,40 2,15 Máx. 2,60 2,30 Bauru/Marília - Pecuária Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro . . Guarapuava Ivaiporã . TRIGO PARANÁ - 3.3.2008 . Mercado atacadista - (Cotação em R$/1,00) TRIGO - saca de 60 Kg - FOB . C.Mourão C. Procópio Ivaiporã . . Contratos negociados: Mar/08, 662; Mai, 191; Jul, -; Set, 2.826 e Dez, 581. . Número de negócios: Mar/08, 5; Mai, 28; Jul, -; Set, 382 e Dez, 66. . Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. Mín 35,00 32,70 Máx. 37,50 35,20 NOVA YORK - Futuro (Cotação número 2 em centavos de dólar por libra-peso) . (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Local . Mín 36,70 35,00 Máx. Local 36,80 Londrina 36,90 P. Branco Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. . C. Mourão C. Procópio . . BOLSA DE CEREAIS DE SÃO PAULO . Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. CHICAGO - em 3.3.2008 (em Cents por bushel de 60 lbs) . . Meses Cont. Abt. (*) 150.004 47.633 1.817 89.892 6.585 481 Abt. 82,30 83,25 88,33 86,90 89,55 90,10 Máx. 84,86 86,52 88,33 90,45 92,41 91,00 Min. 81,86 83,25 88,33 86,90 89,55 90,10 Ajuste 85,18 86,52 88,33 90,45 92,41 92,96 Var. Ptos. +3,32 +3,00 +3,00 +3,00 +3,00 +3,00 (Beneficiado Bica Corrida, saca 60,5 kg, 7 dias, CIF armazem.) . Tipo . Mín. 245,00 235,00 290,00 s/cot. 285,00 255,00 250,00 250,00 240,00 248,00 Máx. 250,00 240,00 295,00 s/cot. 288,00 260,00 253,00 255,00 245,00 250,00 Merc. Firme Firme Firme Nom. Firme Firme Firme Firme Firme Firme . Meses Cont. Abt. (*) 204.182 54.722 100.982 19.334 40.072 Abt. 932,00 941,00 806,00 807,00 819,00 Máx. 940,00 946,00 819,00 822,00 834,00 Min. 917,00 927,00 797,50 804,00 813,00 Ajuste Osc. Mar/08 Mai Jul Set Dez . 931,50 -13,50 944,50 -8,00 817,25 +5,25 821,00 +6,00 834,00 +7,50 Mai/08 Jul Out Dez Mar/09 Mai . Foram negociados 20.41 fardos. Mercado firme. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: Bloomberg News . Foram negociados 8.890 contratos. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008. . LIVERPOOL . Conillon T-6 COB Conillon T-8 COB Extra Finos T-6 Bebida Mole T-6 Bebida Dura T-6 Bebida Riada T-6 Bebida Rio Arábica T-8 Duro Arábica T-8 Riada Arábica T-600 defeitos . REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores - feijão carioca - R$/saca 60 kg.) Local Preço Local Preço Avaré (22) s/cot. Itapeva (22) s/cot. Barretos(22) s/cot. Pres. Prudente (22) s/cot. (22) - Extra Novo. Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) PARANÁ MERCADO ATACADISTA - (Cotação de Compra em R$/Unidade) . . . . . . . 74,55 73,65 74,77 76,62(33) 75,74 76,77 66,69 65,69 67,68 68,58(34) 67,55 69,60 510,34 491,84 565,86 520,00(23) 500,00 580,00 Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. Presidente Prudente Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro . . PRODUTOS MINERAIS METAIS NÃO-FERROSOS Bolsa de Metais de Londres - em dólares p/tonelada métrica (compra e venda) - em 3.3.2008 . 73,77 72,99 74,72 75,49(33) 75,00 75,74 65,61 64,69 66,53 67,04(34) 66,53 67,55 507,32 487,81 546,34 520,00(30) 500,00 560,00 Noroeste do Paraná Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro . . 70,02 69,84 70,13 72,00(34) 72,00 72,00 64,35 63,70 64,75 66,15(34) 65,51 66,53 508,43 508,43 508,43 519,00(25) 519,00 519,00 Três Lagoas (MS) Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro . . FEIJÃO DE COR - saca 60 Kg Local Mín. Máx. Apucarana 120,00 150,00 C. Procópio s/cot. s/cot. Ivaiporã 120,00 130,00 . . . . Local Mín. Máx. Jacarezinho 120,00 140,00 Paranavaí 150,00 170,00 Umuarama 135,00 140,00 68,15 67,79 69,67 70,16(35) 70,00 71,65 60,47 60,04 61,26 62,27(36) 62,00 63,00 495,04 487,81 507,32 510,00(30) 500,00 520,00 Campo Grande (MS) Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro Boi Magro . . (Preços em centavos de dólar por libra-peso - CIF) . Fonte: Bolsa de Cereais de São Paulo. . Fonte: Bloomberg News ÍNDICE . 3 Mar 73,75 s/cot. 29 Fev 70,65 s/cot. SÃO PAULO - REGIÕES PRODUTORAS (Preços médios em R$ p/saca 60 kg) . FARELO DE SOJA SÃO PAULO - em 3.3.2008 BOLSA DE CEREAIS - (CIF/SP Preços em R$ à vista) . Índice A - (MIDD) C/fibra 1-2/32 (2007/08) Índice B - (SLM) C/fibra 1-1/1 (2007/08) FEIJÃO PRETO - saca 60 Kg Local Mín. Máx. Local Mín. Máx. Campo Mourão 90,00 115,00 Ivaiporã 100,00 100,00 Guarapuava 115,00 125,00 P. Grossa 105,00 135,00 Irati 100,00 120,00 U. Vitória 100,00 123,00 Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. . . 67,67 66,93 68,07 69,67(35) 69,00 70,00 57,98 57,37 58,20 59,75(37) 59,00 60,00 497,09 480,00 547,74 516,67(10) 500,00 550,00 722,52 722,02 723,02 725,50(5) 725,00 726,00 COBRE GRADE A Disponível 8.560,00/8.565,00 Três meses 8.490,00/8.495,00 Mercado Firme CHUMBO Disponível 3.389,50/3.390,00 Três meses 3.380,00/3.381,00 Mercado Calmo ESTANHO HIGH GRADE Disponível 18.710,00/18.720,00 Três meses 18.800,00/18.900,00 Mercado Firme ZINCO ESPECIAL HIGH GRADE Disponível 2.774,50/2.775,00 Três meses 2.780,00/2.790,00 Mercado Firme ALUMÍNIO HIGH GRADE Disponível 3.140,00/3.141,00 Três meses 3.173,00/3.175,00 Mercado Firme ALUMÍNIO SECUNDÁRIO Disponível 2.810,00/2.820,00 Três meses 2.810,00/2.815,00 Mercado Firme NÍQUEL Disponível 31.875,00/31.900,00 Três meses 32.125,00/32.200,00 Mercado Firme Fonte: Dow Jones Newswires . Triângulo Mineiro Boi Gordo Vaca Gorda . Região . Preço Região 291,00 Paulista 290,00 Sul de Minas 270,67 Preço 275,00 288,93 68,95 61,29 67,90 60,34 69,73 61,71 70,98(35) 63,09(35) 70,00 62,00 71,65 63,46 METAIS NOVA YORK (Em cents de dólar p/libra-peso, salvo indicação contrária - disponível pronta entrega em Nova York) - em 3.3.2008 Produtos Preços Paládio refinado - Engelhard em US$/onça-troy 584,00 Paládio puro - em US$ p/onça-troy 684,00 Platina refinada - Engelhard em US$/onça-troy 2.190,00 Platina pura - produtores 99,5% em US$/onça-troy 2.290,00 Minério de Tungstênio - 65% de trioxido- US$ p/MTU 165,00 Prata Engelhard - preço base em cents/onça-troy 2.016,00 LONDRES (Em libras esterlinas por tonelada métrica, salvo indicação contrária - em 3.3.2008 Produtos Preços Chumbo concentrado - 70-88% - PB em US$/ton.métrica 200,00/250,00 Cobre HG - cat Prem. em US$/ton.métrica 121,00/136,00 Sucata de cobre - numero 2 com 94% Cu 2.050,00/2.100,00 Titanio - 12x70 mm (TG100) em dólares por kg 24,00/26,00 Sucata de chumbo - tipo doce (soft) 370,00/380,00 Sucata de zinco fundida 475,00/550,00 Mercado Livre Antimônio - 99,65% lingotes- CIF-US$/t. métrica 5.850,00/6.200,00 Bismuto - 99,99% - lingotes - em US$/libra-peso 12,00 Cádmio - 99,95%, bastões , CIF/US$/libra-peso - Canadá 3,75/4,50 Paladium - CIF em dólares a onça 579,00 Mercúrio - líquido, 99,99% - US$/ frasco de 76 lbs 450,00/550,00 Minério de volfrânio- glóbulos , CIF US$/t/métrica 160,00/190,00 Platina refinada em dólares a onça 2.174,00 Cobalto - Catodos 99,80% CIF US$/libra-peso 48,00/49,50 Óxido Molibdênio em pó - 57% CIF US$/libra-peso 33,20/33,40 Cobalto lingotes- 99,30% US$/libra-peso 47,00/48,50 Selênio em pó- 99,50% CIF US$/libra-peso 34,00/37,00 Cromo- Aluminio - 99,00% em US$/ton. métrica 7.500,00/7.650,00 Ferro Tungstênio - glóbulos, 75,%, em US$/Kg 40,00/42,00 Gálio - líquido- 99,99% CIS/China em US$/Kg 600,00/650,00 Germânio dióxido - em pó- 99,99% em US$/Kg 650,00/740,00 Índio lingotes- MB 99,97% em US$/Kg 440,00/540,00 Irídio - 99,97% MB EU em dólares a onça troy 400,00/450,00 Ferro Manganês - 75,76%- US$/ton. métrica 700,00/750,00 Metal Manganês - MB fr mkt. Electrolytic 99,7% 4.400,00/4.700,00 Ferro Molibdênio - glóbulos, 65% , US$/Kg 79,00/80,00 Ródio - MB 99,9% dólares a onça-troy 9.020,00/9.050,00 Rutênio em pó - 99,90% em US$/a onça 410,00/440,00 Silicio em lotes - Hong Kong- 98,5% - US$/ton. métrica 2.250,00/2.400,00 Ferro silício -glóbulos, Hong Kong - 75% 1.200,00/1.250,00 Minério de tantalite - base 30% Ta 205-CIFUS$/ libra-peso 34,00/36,00 Titânio ferro - esmagado 68% US$/kg 13,00/14,50 Vanádio de ferro - 80%, glóbulos - US$/kg 79,00/83,00 Vanádio Pentóxido - em pó, 98% US$/libra-peso 15,00/16,00 Metal germanio - 50 ohm/cm em barras- dólares/kg 1.250,00/1.300,00 Observação: tonelada métrica = 1.000 kg; tonelada curta = 907,2 kg; uma libra-peso tem 453,6 g; MTU = 10 kg; a onça troy = 31,1 g Fonte: Dow Jones Newswires. . . . . . . . . . ALHO Merc. Estável (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . Cerrado Mogiana Paraná . MADEIRA CHICAGO - em 3.3.2008 Mercado futuro (contrato 160.000 BD FT = US$ BD FT) . Dourados . Produtos . Mín. 730,00 Máx. 750,00 Farelo p/ton. . em 3.3.2008 Produtos . Preços em R$ Mín. 38,00 40,00 40,00 Méd. 45,00 43,00 48,00 Máx. Merc. (Café arábica tipo 6, bica corrida, bebida dura para melhor, valor a prazo (7 dias) a retirar). . Fonte: Bolsa de Cereais . INDICADOR DE PREÇO DISPONÍVEL DO CAFÉ-ESALQ. . . Meses Cont. Abt. (*) 1.978 8.542 1.599 750 Boi Gordo Vaca Gorda Bezerro . 68,05 67,90 68,12 70,00(34) 70,00 70,00 60,54 60,09 61,26 62,33(35) 62,00 63,00 514,39 487,81 565,86 523,33(20) 500,00 580,00 Abt. 217,80 246,00 258,00 268,00 Máx. 219,70 246,40 260,20 271,70 Min. 216,00 240,60 257,10 267,90 Ajuste 216,50 244,00 258,10 271,70 Osc. -2,70 -0,40 +0,70 +1,80 CHICAGO - em 3.3.2008 (Em dólares por tonelada curta) . . A VISTA: 291,79 PRAZO (7 DIAS) - 293,45. . Meses Cont. Abt. (*) 7.663 97.587 52.015 11.581 8.626 9.885 Abt. 380,50 385,50 390,50 388,00 366,70 348,00 Máx. 384,50 392,00 394,00 388,00 371,00 348,00 Min. 375,00 381,00 384,00 378,00 363,50 341,00 Ajuste 377,00 386,90 385,20 378,30 365,00 343,00 Osc. +1,30 -1,20 +0,50 -1,70 +2,00 Inalt. Argentino roxo cx. 10 kg. Chinês branco cx. 10 kg. Nacional roxo MG cx. 10 kg. . 55,00 Estável 45,00 Estável 55,00 Estável (Em R$/sc 60 kg, café arábica, tipo 6, bica corrida, bebida dura para melhor, posto São Paulo). . Mar/08 Mai Jul Set . (1) Valor à vista, (2) Valor mínimo à vista, (3) Valor máximo à vista, (4) Valor a prazo, (5) Valor mínimo a prazo, (6) Valor máximo a prazo e (7) Prazo médio para pagamento. . Boi gordo e Vaca - Preço por arroba Bezerro e e Boi magro - Preço por Cabeça . Mar/08 Mai Jul Ago Set Out . . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). Fontes: CEPEA/ESALQ. . ARROZ (BOLSA DE CEREAIS - R$ a vista com ICMS) - em 3.3.2008 . SANTOS - DISPONÍVEL * (em R$ por saca 60 kg) . Foram negociados 1.590 contratos. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: ESALQ/BM&F . SÃO PAULO . Fonte: Bloomberg News 3 Mar 295,00/305,00 285,00/295,00 270,00/280,00 255,00/260,00 245,00/250,00 240,00/250,00 230,00/240,00 29 Fev 295,00/305,00 285,00/295,00 270,00/280,00 255,00/260,00 245,00/250,00 240,00/250,00 230,00/240,00 PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SP - em 3.3.2008 . Tipos . Tipo . Mín. Máx. Merc. Foram negociados 7.562 contratos. (*) Contratos em aberto em 29.2.2008 Fonte: Bloomberg News AÇÚCAR SÃO PAULO - em 3.3.2008 Cristal Cambial . Mercado Futuro (Bolsa de Mercadorias & Futuros) . (Contrato = 270 sacas; cotação = US$/50kg) . . Meses Cont. Abt. (*) 575 100 150 Abt. s/cot. 16,30 s/cot. Mín. s/cot. 16,30 s/cot. Máx. s/cot. 16,30 s/cot. Ajuste 16,70 16,30 16,30 Var. Ptos. Inalt. +0,30 +0,05 Abr/08 Jul Set . . Contratos negociados: Abr/08, -; Jul,50 e Set,-. Número de negócios: Abr/08, -; Jul, 1 e Set, -. . (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros . NOVA YORK Futuro (Contrato Nº 11 - mundial branco - em centavos de dólar por librapeso - FOB e estimado a bordo) . . Meses Cont. Abt. (*) 8.531 437.567 204.850 147.994 82.047 Abt. 15,02 15,18 15,42 15,79 15,69 Máx. 15,02 15,18 15,42 15,79 15,69 Min. 15,02 15,18 15,40 15,79 15,69 Ajuste 15,02 15,18 15,42 15,79 15,69 Var. Ptos. +0,40 +0,43 +0,45 +0,44 +0,40 Mai/08 Jul Out Mar/09 Mai . Beneficiado, fardo 30 kg, CIF/SP, 30 dias, ICMS 12% Agulhinha Parboilizado T-1 35,00 47,00 Estável Agulhinha Parboilizado T-2 s/cot. s/cot. Agulhinha longo fino T-1 35,00 47,00 Estável Agulhinha longo fino T-2 31,00 38,00 Estável Agulhinha T-3 s/cot. s/cot. Beneficiado, saca 60 kg, CIF/SP, 28 dias, ICMS 12% Estados Centrais Cirad Tipo 1 s/cot. s/cot. Estados Centrais Cirad Tipo 2 s/cot. s/cot. Estados Centrais Primavera LF T-1 s/cot. s/cot. Estados Centrais Primavera LF T-2 s/cot. s/cot. Beneficiado, saca 60 kg, CIF/SP, 30 dias ICMS 12% Agulhinha LF T-1 64,00 70,00 Estável Agulhinha LF T-2 59,00 62,00 Estável Agulhinha LF T-3 s/cot. s/cot. Nom. Em casca, saca 50 kg, à vista FOB RS Agulhinha do Sul LF 50x18 22,50 24,00 Firme Agulhinha do Sul LF 54/55x14/13 25,00 26,00 Firme Agulhinha do Sul 62x06 27,00 28,00 Firme Em casca, dos Estados Centrais, saca 60 kg, FOB Agulhinha, LF, Primavera, 55x13 s/cot. s/cot. Amarelão, CIRAD, 50x18 s/cot. s/cot. Beneficiado, importado, tonelada, à vista, FOB Fronteira (US$) Argentino T-1, FOB Fronteira (US$) 460,00 470,00 Firme Uruguaio T-1, FOB Fronteira (US$) 470,00 480,00 Firme Fragmentos (Quebrados), saca 60 kg, à vista CIF/SP Quebrado e/ou 3/4 de arroz s/cot. s/cot. Canjica e/ou 1/2 arroz s/cot. s/cot. Canjiquinha e/ou Quirela Indl. 28,00 28,50 Firme . Finos/extra-finos-Mogiana/Minas Boa qualidade Bebida duro Bebida riados Bebida Rio Consumo interno duro Consumo interno riado . MAMONA BAHIA - Mercado Atacadista - em 3.3.2008 Praça Unidade Irecê Saca de 60 Kg Fonte: Coordenação de Conjuntura Agrícola . . . Preço/R$ Produtos. . Mín. Méd. Máx. Merc. Preço/R$ 76,00 CARNE BOVINA (Kg)-(com osso) . (*) Cafés verdes, bica corrida, tipo 6, para melhor, safra 2000/2001, condição porta de armazém, com 7 dias de prazo para a liquidação. . MILHO SÃO PAULO - em 3.3.2008 Contrato = 450 sacas; cotação = R$/saca/60kg. . Fonte: Escritório Carvalhaes. . Resfriada (Kg) Dianteiro Ponta de agulha Traseiro Charque (Kg) Dianteiro Ponta de agulha . 3,10 3,00 5,20 6,40 5,60 3,70 3,20 5,40 8,19 6,30 3,80 3,40 5,60 9,53 9,18 Estável Estável Estável Estável Estável RIO DE JANEIRO - Mercado disponível . Mercado Futuro (Bolsa de Mercadorias & Futuros) . REGIÕES PRODUTORAS . Preços em R$ Cotação por 60 kg, ensacado, posto armazenagem interior (Inclusive Funrural, exclusive ICMS) . . Meses Cont. Abt. (*) 943 3.851 286 3.411 Abt. 27,35 23,55 24,60 25,45 Mín. 27,10 23,55 24,50 25,40 Máx. 27,35 23,70 24,60 25,60 Ajuste 27,23 23,69 24,60 25,56 Var. Ptos. -0,17 +0,14 +0,04 +0,17 Preços médios recebidos pelos produtores Boi Gordo Rastreado (R$/15kg) . Tipo . 3 Mar 242,00 280,00 290,00 Firme 235,00 250,00 265,00 275,00 Firme 230,00 240,00 Firme Tipo Arábica Conillon US$/SC 153,50 123,50 R$/SC. 256,50 206,43 29 Fev 242,00 280,00 290,00 Firme 235,00 250,00 265,00 275,00 Firme 230,00 240,00 Firme ICM/R$/SC 30,79 24,77 CAFÉ - GRUPO I (Base Varginha-MG) Tipo C Interno 500 DEF. 1+ 1: Tipo 6/7, BC Duro Tipo 6 BC, fino . Mar/08 Mai Jul Set . . Local . Preço 72,00 73,00 72,00 Local Pres. Venceslau (4) S. J. Rio Preto (4) Preço 72,00 73,00 Andradina (4) Araçatuba (4) Pres. Prudente (4) . . Contratos negociados: Mar/08, 42; Mai, 426; Jul, 15 e Set; 320. Número de negócios: Mar/08, 7; Mai, 57; Jul, 4 e Set; 43. . (4) - Prazo de pagamento: 30 dias. Fonte: Instituto de Agricultura (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI) Mercado . CAFÉ RIO - GRUPO II (Base Vitória) Tipo Interno 500 DEF. Tipo 7 Bica: tipo 5/6 e 15/16 (Pronto Embarque) Tipo 2/3 e 17/18 (Pronto Embarque) . (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: Bolsa de Mercadorias & Futuros. . BOLSA DE CEREAIS - (CIF/SP PREÇOS EM R$) em 3.3.2008 . FRANGO SÃO PAULO - em 3.3.2008 . Tipo . Mín. 4,47 1,10 0,97 0,92 0,92 35,00 s/cot. s/cot. s/cot. 29,00 27,50 28,00 22,00 24,00 24,50 26,00 25,50 27,00 25,00 Máx. 4,57 1,20 1,00 0,97 0,97 39,00 s/cot. s/cot. s/cot. 29,50 28,00 29,00 23,00 25,00 25,50 27,00 27,00 28,00 26,00 Merc. Firme Firme Firme Firme Firme Calmo Nom. Nom. Nom. Firme Firme Firme Firme Estável Estável Estável Estável Estável Estável Mercado . CAFÉ CONILLON (Base Vitória) Tipo 7 Bica Corrida Tipo 5/6 13 UP (Pronto Embarque) . Fonte: Bolsa de Cereais de São Paulo. . Mercado . (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . PAUTAS INTERESTADUAIS E ICM . Foram negociados 1.232 lotes de 50 tons. longas. Mercado estável (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Preço R$ Tipo . Período . Peso sc. 50 kg Mín. 60,00 Méd. 65,00 Máx. 70,00 3.3.2008 3.3.2008 . . (Contrato Nº 14 - doméstco branco - em centavos de dólar por librapeso - FOB e estimado a bordo) . ARROZ (Beneficiado) Uruguai tipo 1 . Fonte: Tristão Cia. C. Exterior PARANÁ . . Meses Cont. Abt. (*) 3.470 2.048 1.453 813 339 Abt. 20,60 20,60 20,70 21,10 21,03 Máx. 20,70 20,70 20,70 21,10 21,03 Min. 20,60 20,60 20,70 21,10 21,03 Ajuste 20,60 20,65 20,70 21,10 21,03 Var. Ptos. +0,09 +0,13 +0,05 -0,03 +0,04 Mercado: Estável . MERCADO ATACADISTA (Cotação de compra em R$/unidade) . Mai/08 Jul Set Nov Jan/09 . EM FARDO Parboilizado tipo 1 Agulhinha tipo 1 Agulhinha tipo 2 . Café em Coco - kg/renda . fardo 30 kg fardo 30 kg fardo 30 kg 40,00 40,00 35,00 45,00 45,00 43,00 56,00 51,00 44,00 Local . Mín. 4,05 3,70 Máx. Local 4,13 Paranavaí 4,10 Umuarama Mín. 3,80 3,95 Máx. 4,05 4,00 C. Mourão Jacarezinho . . Mercado: Estável . Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. BAHIA - Mercado Atacadista . Foram negociados 362 lote de 50 tons. longas. Mercado estável. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). . São Paulo - p/Kg. - (CIF/SP - ICMS) Canjica Branca (prazo 30 dias) Canjiquinha (prazo 30 dias) Fubá Mimoso (prazo 30 dias) Quirela Limpa (prazo 30 dias) Canjica Amarela (prazo 30 dias) Milho Pipoca Importada (prazo 30 dias) Argentina Saca de 25 kg. Argentino 60 kg. Sem. Amer. Extra sc/60 kg. (CIF/SP) Sem. Amer. Extra Nac. sc/60 kg. (CIF/SP) A Granel 60 kg (à vista) São Paulo ICMS Diferido Campinas/SP ICMS Diferido Campinas/SP Mais ICMS Campo Grande-MS/FOB Paraná Norte/FOB Paraná Oeste/FOB Região Sorocabana-SP/FOB Rio Verde-GO/FOB Região Mogiana-SP/FOB Uberlândia-MG/FOB . PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO Preços em R$ AVE ABATIDA (Kg) ESTÁVEL Frango Resfriado 1,65 - 2,00 - 2,10 PINTO DE UM DIA ESTÁVEL Cor te 0,72 Postura Branco 1,40 Postura Vermelho 1,50 Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) . . . . ESTOQUES DE METAIS . (Em Toneladas) REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores - Vivo - R$/kg.) Local Preço No Estado de São Paulo (9) 1,30 Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) . . . . NOVA YORK - Disponível (Em centavos de dólar por libra-peso) . . REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores - em casca - em R$/saca 60 kg.) . Produtos Tipo . Praça Unidade sc/60 kg sc/60 kg sc/60 kg Preço/R$ 260,00 235,00 280,00 Fonte: Bolsa de Cereais de São Paulo. . 3 Mar 16,70 15,00 16.325 29 Fev 16,33 14,63 21.427 Local . Preço 32,00 34,00 Local Pindamonhangaba Preço 34,00 Contrato mundial nº 11 Média ponderada nº 11 Volume . Assis Guaratinguetá . Café Café Café . . Duro Vit. da Conquista Rio Vit. da Conquista Despolpado Vit. da Conquista SÃO PAULO (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA) . Tipo . Mín. 28,50 26,50 26,50 40,00 38,00 Méd. 28,50 26,50 26,50 45,00 43,00 Máx. 29,00 27,00 27,00 64,75 51,00 Fonte: Coordenação de Conjuntura Agrícola. NOVA YORK - Futuro (Contrato " C" em centavos de dólar por libra para preço médio) . LONDRES - Futuro (Contrato n º 5 refinado - em dólares por tonelada) . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI) . Meses Cont. Abt. (*) 34.139 10.904 8.288 2.978 5.303 Abt. 390,00 400,00 403,00 406,70 412,00 Máx. 397,20 404,70 408,40 412,00 416,40 Min. 389,10 398,00 401,30 405,00 412,00 Ajuste 397,00 404,50 409,00 413,00 417,00 Var. Ptos. +9,80 +9,30 +8,30 +7,60 +7,80 BATATA BOLSA DE CEREAIS - (CIF/SP PREÇOS EM R$) em 3.3.2008 . . Meses Cont. Abt. (*) 779 129.113 24.995 13.166 13.986 7.023 Abt. 165,25 165,25 168,00 171,10 174,10 177,65 Máx. 165,35 168,45 170,80 172,50 175,10 178,00 Min. 162,40 164,20 166,50 169,10 171,75 175,90 Ajuste 165,40 167,55 169,85 171,85 174,75 177,60 Var. Ptos. +0,80 +0,75 +0,80 +0,85 +0,85 +0,75 MILHO - SC Amarelo CIF Campinas 60kg Amarelo FOB Mogiana 60kg Amarelo FOB Sorocabana 60kg Pipoca Argentina 25kg Pipoca Nacional 30kg . Mai/08 Ago Out Dez Mar/09 . . Tipo . Mín. s/cot. 20,00 20,00 s/cot. s/cot. s/cot. 38,00 s/cot. 38,00 s/cot. s/cot. s/cot. Máx. s/cot. 30,00 30,00 s/cot. s/cot. s/cot. 48,00 s/cot. 48,00 s/cot. s/cot. s/cot. Merc. Nom. Estável Estável Nom. Nom. Nom. Estável Nom. Estável Nom. Nom. Nom. Vendas: Mai/08, 3.103; Ago, 694; Out, 487; Dez, 181 e Mar/09, 86. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO AÇÚCAR Preços em centavos de dólar p/ libra-peso: 14,55 Preço médio -15 dias - em 29.2.2008: 13,88 . Fonte: Bloomberg News AMENDOIM (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . Tipos Especiais (Classe 1), saca 50 kg Achat - escovada Baraka - escovada Bintje - escovada J. Bintje - escovada Monalisa - escovada Achat - lavada Bintje - lavada J. Bintje - lavada Monalisa - lavada Lisa saca 50 Kg - a vista De primeira (Bintje) De segunda (Bintje) Especial (Bintje) . Mar/08 Mai Jul Set Dez Mar/09 . Mercado: Estável. . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). . ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE AVICULTURA Preços em R$/kg. Mercado GALINHA VIVA Posto Granja/kg. Leve 0,30/0,35 Pesada 0,95/1,00 FRANGO VIVO Posto Granja/kg. Paralelo 1,30 Cotação APA s/cot. Abatido Resfriado 2,20 Peito 3,20 Coxa 2,30 Fonte: APA Associação Paulista de Avicultura. PARANÁ - Preços em R$/Unidade Frango de corte (vivo) Local Mín. Máx. Local Mín. Máx. Cascavel 1,46 1,70 Maringá 1,54 1,60 Jacarezinho 1,60 1,60 Toledo 1,45 1,45 Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. . . . . . . . . Variação (em Toneladas) Metal 29.2.2008 28.2.2008 No dia No mês No Ano Cobre 141.375 143.650 -2.275 -36.425 -57.550 Estanho “HG” 10.045 10.000 45 -1.545 -2.105 Chumbo 45.825 45.750 75 -2.700 475 Zinco “SHG” 122.525 123.250 -725 11.175 34.050 Níquel 47.712 47.874 -162 660 -228 Alumínio “HG” 947.425 947.225 200 -9.050 17.975 Alumínio Secund. 40.280 40.280 0 -1.400 -5.560 Fontes: LME, Dow Jones Newswires e Centro de Informações da Gazeta Mercantil. . . COBRE NOVA YORK - em 3.3.2008 High Grade - em centavos de dólar por libra-peso (preço médio) Cont. Meses Abt. (*) Abt. Máx. Min. Ajuste Osc. Mar/08 5.094 390,80 392,50 390,80 393,10 +7,90 Abr 2.237 391,60 392,80 391,60 392,95 +7,15 Mai 69.600 390,60 395,00 390,50 392,85 +7,35 Jun 2.246 392,70 392,70 392,70 392,10 +7,15 Jul 10.270 389,50 389,50 389,00 391,35 +7,10 Ago 475 389,75 389,75 389,75 389,75 +7,00 Set 3.411 388,15 388,15 388,15 388,15 +6,90 Foram negociados 17.301 contratos de 25 mil lbs. Mercado firme. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 Fonte: Bloomberg News . . . . SÃO PAULO - REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores - em R$/saca 60 kg.) . LÃ 24,00 20,00 24,50 SIDNEI - em 3.3.2008 (Lã gordurosa - em centavos de dólar australiano por quilo) Cont. Meses Abt.(*) Abt. Máx. Mín. Ajuste Abr/08 1.340 1.027 1.030 1.022 1.026 Jun 1.117 1.000 1.012 998 1.004 Ago 79 980 980 980 978 Out 51 970 970 970 963 Dez 17 943 943 943 943 Fev/09 7 950 950 948 951 Foram negociados 430 contratos. Mercado firme (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 Fonte: Bloomberg News . . . . . Local . Preço 22,00 24,70 24,00 Local Itapeva Orlândia S.J. Boa Vista Preço Foram negociados 20.007 lotes de 250 sacas. Mercado calmo (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . NOVA YORK - Disponível (Em cents. por libra) . Araçatuba Assis Avaré . PETRÓLEO/DERIVADOS . (Contratos futuros - em US$/barril) Abril Maio Tipo . 3 Mar 150,40 177,40 165,40 150,40 165,40 161,40 123,92 137,40 29 Fev 149,60 176,60 164,60 149,60 164,60 160,60 122,60 136,60 Fonte:Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI) . em 3.3.2008 Produtos . Preços em R$ Mín. Méd. Máx. Merc. Fonte: Bolsa de Cereais de São Paulo. . (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) . Santos nº 4 Colômbia Mans (dólar/70 quilos) El Salvador - standard Mexicano lavado - FOB Loredo Guatemala lavado Peru - por 46 kg. FOB Indonésia Ex-Ones Equador - extra superior . PARANÁ . MERCADO ATACADISTA - (Cotação de compra em R$/unidade) . MILHO COMUM - saca 60 kg. . Osc. +34 +29 +13 +13 +13 +13 3.3.2008 . Local . Mín. 20,50 21,00 21,00 Máx. Local 20,50 Guarapuava 21,00 Ivaiporã 22,50 Toledo Mín. 21,30 21,00 21,00 Máx. 22,00 21,30 21,00 C. Mourão Cascavel F. Beltrão . . Petróleo WTI * 102,45 102,01 Petróleo Brent ** 100,48 100,15 Óleo para Aquecimento * - US$/galão (1) 2,8408 2,8063 Gasolina * - US$/galão (1) 2,6720 2,6880 Gasoil (Diesel) ** - US$/t 914,25 899,00 Fontes: Dow Jones Newswires e Centro de Informações da Gazeta Mercantil * Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) ** Bolsa Internacional de Petróleo (IPE) (1) 1 galão (EUA) =3,79 litros . Preços em R$ Tipo . AMENDOIM (sc. 50 kg.) Descascado catado Em casca . . 178,50 225,00 240,00 Estável 60,00 65,00 70,00 Estável Mín. 25,00 30,00 27,00 30,00 s/cot. 30,00 38,00 35,00 27,00 23,00 Méd. 30,00 35,00 32,00 35,00 s/cot. 35,00 40,00 40,00 32,00 27,00 Máx. 35,00 40,00 40,00 40,00 s/cot. 40,00 45,00 48,0 35,00 33,00 Merc. Estável Estável Estável Firme Estável Estável Estável Estável Estável ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO CAFÉ - 29.2.2008 (Preços em centavos de dólar estadunidense por lb.base ex-docas de Nova York, pronto embarque) . Fonte: SIMA - Sistema Nacional de Informações do Mercado Agrícola. CHICAGO - em 3.3.2008 (em Cents por bushel de 56 lbs) . LATICÍNIOS (PREÇOS NO MERCADO ATACADISTA DE SÃO PAULO) em 3.3.2008 Preços em R$ . . COMBUSTÍVEIS - NOVA YORK (Preços à vista - em US$/galão *) 3.3.2008 Merc. . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). REGIÕES PRODUTORAS (preços médios recebidos pelos produtores - em R$/saca25 kg.) . Local . Preço 30,00 s/cot. 25,00 Local Marília (29) Rib. Preto (29) Tupã (29) Preço 30,00 35,00 36,00 Assis (29) Avaré (29) Jaboticabal (29) . (29) - Runner. . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI) BATATA (sc. 50 kg) Agata escovada Agata lavada Asterix lavada Baraka escovada Bintje lavada Cesar escovada Cesar lavada Cupido lavada Mona Lisa lavada Mona Lisa escovada . Tipo . Fech. 152,60 173,25 172,18 172,65 170,25 170,36 170,31 149,75 157,58 133,75 131,18 Osc. +0,82 -0,75 +2,35 +0,99 -0,75 +2,36 +1,05 -1,75 +2,36 +0,50 +0,01 . Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA). Preço Composto Diário (ICA 1979) Arábicas Suaves Colombianos NY Arábicas Colombiana Brêmen-Hamburgo Arábicas Colombiana - Média 15 dias Arábicas Outros Suaves NY Arábicas Outros Suaves Brêmen-Hamburgo Arábicas Outros - Média 15 dias Arábicas do Brasil NY Arábicas do Brasil NY Brêmen-Hamburgo Robustas NY Robusta Le Havre/Marselha Meses Cont. Abt. (*) 26.271 564.018 264.358 57.639 402.337 36.069 Abt. 556,00 567,50 579,00 579,00 575,50 587,50 Máx. 561,50 573,50 584,50 582,50 582,50 587,50 Min. 552,75 564,25 576,00 575,75 575,50 583,00 Ajuste 561,63 567,00 578,25 578,00 576,00 585,63 Var. Ptos. +15,63 +10,50 +9,75 +12,75 +11,25 +13,63 Mar/08 Mai Jul Set Dez Mar . Produtos MANTEIGA (kg.) Com sal Sem sal QUEIJO (kg.) Frescal Minas Padrão . Mín. s/cot. 5,50 7,50 7,00 Méd. s/cot. 7,00 10,35 12,80 Máx. s/cot. 12,00 Estável 13,00 Firme 16,20 Estável Óleo Combustível nº 2 (Diesel) 2,8671 Gasolina Premium 2,6420 Gasolina Comum 2,5170 Fontes: Dow Jones Newswires e Centro de Informações da Gazeta Mercantil * 1 galão (EUA) =3,79 litros . Foram negociados 32.077 contratos. (*) - Contratos em aberto em 29.2.2008 . Fonte: Bloomberg News PARA INFORMAÇÕES SOBRE CEAGESP ACESSE: ga zetamercantil.com.br
Slide 24: B12 | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL GAZETA DO BRASIL CAPITAL ABERTO ALL AMÉR LAT (ALLL - N2) DRI: Sergio Messias Pedreiro Debêntures da 5ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a ALL América Latina Logística S.A. pagou juros no valor de R$ 599,255530 por debênture, não conversíveis, da 5ª emissão, série única, emitidas em 1/9/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 5ª emissão série única ex-juros. AMPLA ENERG (CBEE) DRI: Luiz Carlos Laurens O. de Bettencourt Debêntures da 3ª Emissão, 1ª Série, Ex-juros e Ex-amortização/Vencimento Em 3/3/2008 a Ampla Energia e Serviços S.A. pagou juros, no valor de R$ 584,077290 e amortização final no valor de R$ 10.000,00 por debênture da 1ª série da 3ª emissão, emitidas em 1/3/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, 1ª série ex-juros, examortização e deixaram de ser negociadas em razão de seu vencimento. Debêntures da 3ª Emissão, 2ª Série, Ex-juros Em 3/3/2008 a Ampla Energia e Serviços S.A. pagou juros, no valor de R$ 1.297,422638 por debênture da 2ª série da 3ª emissão, emitidas em 1/3/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, 2ª série ex-juros. BANCO DO BRASIL (BBAS-NM) DRI: Aldo Luiz Mendes Material Apimec O material apresentado em reunião Apimec, realizada em 3/3/2008, encontra-se no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em Informações Relevantes. BRADESCO (BBDC - N1) DRI: Milton Almicar Silva Vargas Distribuição de Dividendo Complementar Enviou o seguinte comunicado ao mercado: o Conselho de Administração deste Banco, em reunião de hoje (3/3/2008), aprovou a proposta da diretoria para pagamento aos acionistas da Sociedade de dividendos complementares aos juros sobre o capital próprio e dividendos relativos ao exercício de 2007, no valor de R$ 65.200.000,00, sendo R$ 0,030760433 por ação ordinária e R$ 0,033836477 por ação preferencial, beneficiando os acionistas que se acharem inscritos nos registros do Banco nesta data (3/3/2008), passando as ações da Sociedade a serem negociadas exdireito aos referidos dividendos a partir de 4.3.2008. O pagamento será feito em 17.3.2008, pelo valor declarado, não havendo retenção de Imposto de Renda na Fonte, nos termos do artigo 10 da Lei 9.249/95. Os dividendos relativos às ações custodiadas na CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia serão pagos à referida CBLC, que os repassará aos acionistas titulares por intermédio dos seus agentes de custódia. Assim, o montante de juros e dividendos distribuídos aos acionistas, relativos ao exercício de 2007, totaliza R$ 2.822.796.086,42. Nota: a partir de 4/3/2008 ações escriturais ex-dividendo complementar. BRASKEM (BRKM - N1) DRI: Carlos José Fadigas de Souza Filho Debêntures da 14ª Emissão, Série Única, Ex-juros A Braskem S.A. informou que pagou em 3/3/2008 juros no valor de R$ 541,925573 por debênture simples, da 14ª emissão série única, emitidas em 1/9/2006. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 14ª emissão, série única, ex-juros. BRAZILIAN SC (BSCS) DRI: Fernando Pinilha Cruz CRIs da 1ª Emissão, 73ª Série, Exjuros e Ex-amortização Em 5/3/2008 a Brazilian Securities Cia de Securitização pagará juros, no valor de R$ 5.600,51/CRI e amortização, no valor de R$ 3.938,91/CRI da 1ª emissão, 73ª série, aos detentores de CRIs em 4/3/2008. Nota: a partir de 5/3/2008 CRIs da 1ª emissão, 73ª série, ex-juros e examortização. CC DES IMOB (CCIM-NM)/RODOBENSIMOB (RDNI-NM) DRIs: Paulo Roberto Cassoli Mazzali (CC Des Imob)/Orlando Viscardi Net (Rodobensimob) Comunicado As empresas enviaram à BOVESPA o seguinte comunicado: a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário e a Rodobens Negócios Imobiliários lançaram, nesta sexta-feira, a terceira fase do empreendimento Innova São Francisco em Osasco, região metropolitana de São Paulo. Esta nova fase do empreendimento tem 480 unidades, distribuídas em 3 edifícios, com apartamentos de 50 metros quadrados, 57 metros quadrados e 65 metros quadrados numa área útil de 13.569 metros quadrados. As unidades têm preço médio unitário que variam de R$ 112 mil a R$ 165 mil. O VGV total do projeto é de R$ 55,5 milhões (parte CCDI: R$ 27,75 milhões, ou 50%). O Innova São Francisco é um condomínio clube, com uma ampla infra-estrutura de lazer. Ter um verdadeiro clube em casa é uma vantagem que agrega muito em termos de qualidade de vida e bem-estar, pois a família pode se divertir sem sair do condomínio, afirma Eduardo Gorayeb, diretor-presidente da Rodobens Negócios Imobiliários. Para Roberto Perroni, diretor superintendente da CCDI, as condições de demanda no segmento econômico, aliadas à tecnologia de desenvolvimento de produto e a soma de experiências entre a CCDI e a Rodobens nos propiciaram quebrar recordes de venda. As duas primeiras fases do condomínio, lançadas no dia 28/12, tiveram todas as suas 868 unidades vendidas em apenas 50 dias. No primeiro dia de lançamento foram vendidas 228 unidades, uma expressiva velocidade de vendas. O lançamento desta nova fase do Innova São Francisco é mais uma iniciativa no movimento estratégico da CCDI de privilegiar os segmentos de perfis de renda mais baixa, onde o crescimento potencial do mercado é mais acentuado. CCR RODOVIAS (CCRO - NM) DRI: Arthur Piotto Filho Debêntures da 2ª Emissão, Série Única, Ex-juros e Ex-amortização Em 3/3/2008 a Cia. de Concessões Rodoviárias pagou juros no valor de R$ 549,9884 e amortização, no valor de R$ 2.500,00 por debênture, não conversíveis, da 2ª emissão, série única, emitidas em 1/3/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 2ª emissão, série única, ex-juros e ex-amortização. CEMAR (ENMA - MB) DRI: Leonardo Duarte Dias Debêntures da 3ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a Cia. Energética do Maranhão - Cemar pagou juros no valor de R$ 554,2919 por debênture, não conversíveis, da 3ª emissão série única, emitidas em 1/3/2007. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão série única ex-juros. CESP (CESP - N1) DRI: Vicente Kazuhiro Okazaki Material à Disposição (Prospecto da Oferta aos Empregados) Encontra-se à disposição no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em Informações Relevantes, o prospecto da oferta aos empregados - alienação de ações do capital social da Cesp Companhia Energética de São Paulo. COMGÁS (CGAS) DRI: Roberto Collares Lage Propostas às AGO/E de 10/4/2008/Dividendo/Subscrição Atendendo consulta da BOVESPA a empresa enviou os seguintes esclarecimentos: em referência ao Ofício enviado pela Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA à Companhia de Gás de São Paulo - Comgás (Companhia), solicitando, em síntese, as seguintes informações: (i) os valores dos dividendos em R$/ação, das 1ª, 2ª e 3ª parcelas; (ii) tratamento tributário a ser dispensado com relação à tributação de imposto de renda; (iii) data da posição acionária a ser considerada para os pagamentos de cada parcela; e (iv) data de início e término do direito de preferência, com relação à subscrição de ações preferenciais classe B e o percentual de subscrição. Em relação aos itens (i), (iii) e (iv) acima, esclarecemos que essas informações, juntamente com todas as demais características e procedimentos correlatos, serão objeto de aviso aos acionistas, a ser publicado no dia seguinte à realização da Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia programada para o dia 10/4/2008, se aprovadas as respectivas matérias. Não obstante, baseando-se na proposta do Conselho de Administração da Companhia aprovada na reunião de 27/2 último, informou a seguir o valor R$/ação para os pagamentos das 1ª, 2ª e 3ª parcelas: os valores por ação mencionados estão disponíveis na forma de tabela no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br) no menu empresas/Para Investidores/Empresas listadas/Informacoes Relevantes. Ressaltou também que caso a proposta acima seja aprovada pela AGOE o valor total dos dividendos a ser declarado, de R$ 275.400.000,00, será distribuído com base na posição acionária da data da AGOE e, a partir do dia seguinte, as ações serão ex-dividendos, seguindo o procedimento costumeiramente adotado pela Companhia. Por fim, com relação ao tratamento tributário a ser dispensado aos dividendos a serem distribuídos aos acionistas (item (ii) acima), esclarecemos que, tendo em vista que os referidos dividendos foram calculados com base nos resultados apurados após 1996, o tratamento tributário aplicável corresponde ao disposto no artigo 10º da Lei 9.249/95, a saber, isenção de tributação no momento de sua distribuição e de recebimento pelos acionistas, pessoas físicas ou jurídicas, domiciliadas no país ou no exterior. Nota: a partir de 11/4/2008 ações nominativas ex-dividendo e exsubscrição em ações preferenciais classe B resgatáveis. COMPANY (CPNY - NM) DRI: Luiz Rogelio Rodrigues Tolosa Debêntures Ex-juros Em 3/3/2008 a Company S.A. pagou juros, no valor de R$ 278,7276 por debênture, não conversíveis, da 3ª emissão, série única, emitidas em 1/7/2007. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, série única, ex-juros. CONCEPA (CNCP) DRI: Odenir José Sanches Debêntures da 3ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a Concessionária da Rodovia Osório-Porto Alegre S.A. Concepa pagou juros no valor de R$ 9,715065 por debênture, não conversíveis, da 3ª emissão, série única, emitidas em 1/4/2004. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, série única ex-juros. COPEL (CPLE) DRI: Paulo Roberto Trompczynski Debêntures da 4ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a Cia. Paranaense de Energia - Copel pagou juros no valor de R$ 544,6115 por debênture, não conversíveis, da 4ª emissão, série única, emitidas em 1/9/2006. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 4ª emissão, série única, ex-juros. COSERN (CSRN) DRI: Erik da Costa Breyer Debêntures Ex-juros Em 3/3/2008 a Cia. Energética do Rio Gde Norte - Cosern pagou juros no valor de R$ 589,139290 por debênture, não conversíveis, da 3ª emissão, série única, emitidas em 1/9/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, série única, ex-juros. CPFL ENERGIA (CPFE - NM) DRI: José Antonio de Almeida Filippo Debêntures da 3ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a CPFL Energia S.A. pagará juros, no valor de R$ 546,03 por debênture, da 3ª emissão, série única, emitidas em 3/9/2007. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, série única, ex-juros. Material à Disposição (Manual para Participação em Assembléias Gerais de Acionistas) Encontra-se à disposição no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em Informações Relevantes, o manual para participação em assembléias gerais FALÊNCIAS & RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E JUDICIAL De acordo com informações fornecidas pelo Distribuidor Cível do Fórum da Capital de São Paulo, foram ajuizados os seguintes requerimentos de V. Falências e Recuperação Extrajudicial e de Recuperação Judicial, seguintes: Requerente: Bachmann Ecotrans Ltda. - Autofalência. Requerido: BACHMANN ECOTRANS LTDA. - AUTOFALÊNCIA. Rua Engenheiro Jorge Oliva, 101. 01ª Vara Falências. Requerente: Gerdau Aços Longos S.A.. Requerido: LESTE DISTRIBUIDORA DE ARAMES E FERROS LTDA.. Av. Vila Ema, 2077. 02ª Vara Falências. Requerente: Santana Factoring Fomento Comercial Ltda.. Requerido: VCPO CONSTRUÇÕES E PROJETOS LTDA.. Av. Brigadeiro Faria Lima, 1572, 3º Andar, Cj.303. 02ª Vara Falências.
Slide 25: GAZETA MERCANTIL | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | B13
Slide 26: B14 | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL
Slide 27: GAZETA MERCANTIL | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | B15
Slide 28: B16 | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL GAZETA DO BRASIL CAPITAL ABERTO — Continuação da página B12 de acionistas. Material de Apresentação O material utilizado na apresentação do webcast referente ao período encerrado em 31/12/2007 encontra-se à disposição no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em Informações Relevantes. EBE (EBEN) DRI: Thomas Brull Debêntures da 3ª Emissão Ex-juros Em 3/3/2008 a Bandeirante Energia S.A. pagou juros no valor de R$ 546,761899 por debênture, não conversíveis, da 3ª emissão, série única, emitidas em 1/3/2006. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, série única ex-juros. ECONORTE (ECNT) DRI: Luiz Cláudio de Andrade Braga Debêntures da 1ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a empresa Concessionária de Rodovias do Norte S.A. Econorte pagou juros, no valor de R$ 8,677212 por debênture, não conversíveis, da 1ª emissão, série única, emitidas em 1/3/2001. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 1ª emissão, série única, ex-juros. ELEKTRO (EKTR) DRI: Marcelo Schmidt Debêntures da 2ª Emissão, 2ª Série, Ex-juros Em 3/3/2008 a Elektro - Eletricidade e Serviços S.A. pagou juros, no valor de R$ 606,835970 por debêntures da 2ª série, da 2ª emissão, emitidas em 1/9/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 2ª emissão, 2ª série, ex-juros. EMBRAER (EMBR - NM) DRI: Antonio Luiz Pizarro Manso Embraer e Finnair Fecham Contrato para Mais Três jatos Embraer 190 A empresa enviou à BOVESPA comunicado, no qual consta: a Embraer assinou contrato com a FinContinua na página B18
Slide 29: GAZETA MERCANTIL | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | B17
Slide 30: B18 | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL GAZETA DO BRASIL CAPITAL ABERTO — Continuação da página B16 nair para um novo pedido firme de três jatos Embraer 190. O valor total do negócio, referido a preços de tabela, é de US$ 112,5 milhões. As aeronaves acomodarão confortavelmente 100 passageiros em duas classes e a primeira entrega está programada para 2010. "É sempre uma grande satisfação receber pedidos adicionais de clientes tradicionais que operam nossas aeronaves no seu dia-a-dia", disse Mauro Kern, vice-presidente executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. "Estamos honrados por continuar contribuindo com a renovação da frota da Finnair e esperamos manter um relacionamento duradouro e produtivo com a empresa". A Embraer e a Finnair assinaram, inicialmente, um contrato para a compra de 12 jatos Embraer 170 em 2004, com opções para outras oito aeronaves da família dos E-Jets. Em 2005, a companhia aérea decidiu incluir o Embraer 190 na sua frota, convertendo dois pedidos firmes e confirmando quatro opções. As demais opções do contrato original foram confirmadas em novembro de 2006 e, com este anúncio, a Finnair aumenta o total de pedidos firmes de E-Jets para 23, ratificando, mais uma vez, sua opção por esta família de aeronaves. A Finnair teve um ano de crescimento sólido e forte rentabilidade. "Os EJets continuam sendo uma ferramenta-chave em nossa estratégia de crescimento futuro, oferecendonos aeronaves do tamanho certo para atender à demanda e assegurando maior flexibilidade e conforto em nossas principais rotas de conexão e ponto-a-ponto", disse Henrik Arle, vice-presidente executivo de Vôos Regulares da Finnair. "Estamos muito satisfeitos com a grande economia dos nossos E-Jets, especialmente do Embraer 190, que complementa muito bem a nossa frota de jatos narrow-body". A empresa finlandesa opera atualmente dez jatos Embraer 170 e seis Embraer 190 e possui uma das maiores frotas de E-Jets na Europa. O sétimo Embraer 190 foi entregue nesta semana, em São José dos Campos, no Brasil, e chegará em breve à Finlândia. Nota: a íntegra do comunicado encontra-se à disposição no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em Informações Relevantes. EQUATORIAL (EQTL - N2) DRI: Leonardo Duarte Dias Conversão de Ações Preferenciais em Ordinárias Na AGESP de 29/2/2008 foi ratificada a deliberação aprovada na Assembléia Geral Extraordinária realizada em 12/2/2008 sobre a conversão da totalidade das ações preferenciais de emissão da companhia em ações ordinárias, com extinção da classe de ações preferenciais, na proporção de uma ação preferencial para cada uma ação ordinária. Período de Dissidência/Conversão das Ações PN em ON/Grupamento das Ações/Adesão ao Novo Mercado Enviou o seguinte fato relevante: em atendimento ao disposto na Lei 6.404/76 (Lei das S.As.) e na Instrução CVM 358, de 3/1/2002, a Equatorial Energia S.A. (Equatorial) comunicou a Comissão de Valores Mobiliários e ao público em geral que, na assembléia especial de acionistas detentores de ações preferenciais realizada em 29/2/2008, os referidos acionistas ratificaram a deliberação aprovada na Assembléia Geral Extraordinária realizada em 12/2/2008 sobre a conversão da totalidade das ações preferenciais de emissão da Companhia em ações ordinárias, com extinção da classe de ações preferenciais, na proporção de uma ação preferencial para cada uma ação ordinária. A partir da presente data, os detentores de ações preferenciais da Companhia, dissidentes da referida deliberação, poderão retirar-se da Companhia, mediante o reembolso do valor de R$ 4,1677 por ação, o qual equivale ao valor patrimonial da Companhia em 30/9/2007. O direito de retirada p o d e r á s e r e x e rc i d o a t é o d i a 2/4/2008, ultimo dia em que as ações da Equatorial serão negociadas sob a forma de Unit. Para exercício do referido direito, os acionistas dissidentes deverão comunicar a sua corretora de valores mobiliários o seu desejo de retirar-se até a data acima informada, informando (i) o seu desejo de retirar-se, e (ii) o número de ações preferenciais de que era titular em 10/7/2007, data do primeiro Fato Relevante que trata da referida matéria, excluídas as operações ocorridas em 10/7/2007, não sendo necessário que o acionista dissidente utilize qualquer modelo padrão de carta para solicitação do direito de retirada. Os acionistas que adquiriram ações da Companhia a partir de 10/7/2007 ou que se desfizeram de suas posições após 10/7/2007 não terão direito de retirar-se em razão da conversão das ações preferenciais em ordinárias. O pagamento do valor do reembolso deverá ocorrer em até dois dias úteis após o término do prazo para solicitação do direito de retirada, ou seja, até o dia 4/4/2008. A partir do dia 3/4/2008, a conversão das ações preferenciais em ordinárias, o grupamento de ações e a migração da Companhia para o Novo Mercado, aprovados na Assembléia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 12/2/2008, se tornarão eficazes, passando: (i) o capital a Companhia a ser representado por aproximadamente 105.573.231 ações, todas ordinárias, nominativas e sem valor nominal, ressalvado eventual ajuste em função do tratamento das frações de ações, (ii) as ações da Companhia a serem negociadas unicamente sob o código EQTL3; e (iii) a Companhia a estar listada no segmento do Novo Mercado, da BOVESPA. Nota: a partir de 3/4/2008 as ações passam a ser negociadas na forma grupada (3/1); e deixam de ser negociadas as ações PN e as UNITs. ESTÁCIO PART (ESTC - N2) DRI: João Carlos de Castro Rosas Aquisição de Empresas Enviou o seguinte fato relevante: Estácio Participações S.A. (Companhia, BOVESPA: ESTC11), em cumprimento ao disposto no parágrafo 4º do artigo 157 da Lei 6.404/76 e na Instrução CVM 358/02, informou ao mercado e ao público em geral que, conforme divulgado no Fato Relevante de 18/2/2008, concluiu, nesta data (29/2/2008), através da sua controlada IREP Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundamental Ltda., as aquisições da totalidade das quotas do capital social da (i) Sociedade Interlagos de Educação e Cultura S/S Ltda., mantenedora da Faculdade Interlagos (Fintec), com 1.399 alunos regularmente matriculados, pelo valor total de R$ 6.295.500,00, calculado com base no preço de R$ 4.500,00 por aluno; (ii) da Sociedade Abaeté de Educação e Cultura Ltda., sociedade controladora do Instituto Euro-Latino-Americano de Cultura e Tecnologia Ltda., mantenedor da Faculdade Europan, com 1.856 alunos regularmente matriculados, pelo valor total de R$ 8.352.000,00, calculado com base no preço de R$ 4.500,00 por aluno; e (iii) da Faculdade Brasília de São Paulo Ltda., com 581 alunos regularmente matriculados, pelo valor total de R$ 2.234.526,00, calculado com base no preço de R$ 3.846,00 por aluno, tendo ocorrido, na presente data, a liquidação financeira dessas aquisições, parte desta em assunção de dívidas, as quais totalizam R$ 3.099.052,05, bem como as efetivas transferências das quotas dessas instituições. A Companhia informou, ainda, que estão sendo elaborados os respectivos Continua na página B19
Slide 31: GAZETA MERCANTIL | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | B19 GAZETA DO BRASIL CAPITAL ABERTO — Continuação da página B18 laudos de avaliação para que seja analisada a possibilidade do direito de recesso pelos eventuais acionistas dissidentes das deliberações que vierem a ser tomadas em Assembléia Geral Extraordinária, nos termos do parágrafo 2º do artigo 256 da Lei 6404/76. Concluídos os laudos de avaliação, será convocada a Assembléia Geral de acionistas, bem como serão divulgadas as informações pertinentes ao eventual direito de recesso e, se necessário, as condições para exercício de tal direito. FDC BANCOOB (BCOB-MB) DR: Mauro Sergio de Oliveira Amortização de Cotas da 1ª Série A Oliveira Trust DTVM Ltda., na qualidade de administradora do Bancoob FIDC Financeiros, informou que efetuou no dia 3/3/2008, o pagamento da amortização das cotas seniores da 1ª série, aos investidores que detinham cotas do Fundo no dia 29/2/2008. O valor da amortização foi de R$ 1.361,58872800 por cota. Nota: a partir de 3/3/2008 cotas seniores da 1ª série ex-amortização. FDC BMC PREM (BMCV) DR: Mauro Sergio de Oliveira Amortização de Cotas da 1ª Série A Oliveira Trust DTVM Ltda., na qualidade de administradora do FIDC BMC Premium - Veículos, informou que efetuou no dia 3/3/2008, o pagamento da amortização das cotas seniores da 1ª série, aos investidores que detinham cotas do Fundo no dia 29/2/2008. O valor da amortização foi de R$ 1.651,47101250 por cota. Nota: desde 3/3/2008 cotas seniores da 1ª série ex-amortização e deixaram de ser negociadas em razão de seu vencimento. Amortização de Cotas da 2ª Série A Oliveira Trust DTVM Ltda., na qualidade de administradora do FIDC BMC Premium - Veículos informou que efetuou no dia 3/3/2008, o pagamento da amortização das cotas seniores da 2ª série, aos investidores que detinham cotas do Fundo no dia 29/2/2008. O valor da amortização foi de R$ 1.746,32443280 por cota. Nota: desde 3/3/2008 cotas seniores da 2ª série ex-amortização. FDC CATAGUAZ (FDCL - MB) DR: Alexandre Zakia Albert Amortização de Cotas A Intrag DTVM, na qualidade de administradora do FIDC Sistema Cataguazes-Leopoldina, informou que efetuou, em 3/3/2008, o pagamento de amortização aos investidores que detinham cotas do fundo em 29/2/2008. Valor do principal por cota sênior: R$ 10.855,1537378; valor da correção por cota sênior: R$ 576,9784416. Nota: desde 3/3/2008 cotas escriturais ex-amortização. FDC ENERGISA (FENE - MB) DR: Alexandre Zakia Albert Amortização de Cotas A Intrag DTVM, na qualidade de administradora do FIDC Energisa, informou que efetuou em 3/3/2008, o pagamento de amortização aos investidores que detinham cotas do fundo em 29/2/2008. Valor da correção por cota sênior: R$ 4.277,9871722. Nota: desde 3/3/2008 cotas escriturais ex-amortização. FDC FATOR (ATPN - MB) DR: Walter Appel Cotas Seniores da 1ª Emissão, 1ª Série, Ex-amortização/Retificação O Banco Fator S.A., instituição administradora do Fator Autopan FIDC - CDC Veículos, informou que o Fundo efetuou no dia 3/3/2008, o pagamento de amortização de cotas seniores da 1ª emissão, 1ª série, aos investidores que detinham cotas do Fundo em 29/02/2008. Principal: R$ 28,72181058; juros: 5,62586000, e valor total a ser amortizado por cota sênior é de R$ 34,34767058. Nota: desde 3/3/2008 cotas seniores da 1ª emissão, 1ª série, examortização. FDC OURINVES (ORVT - MB) DR: Mauro Sergio de Oliveira Amortização de Cotas da 3ª Série A Oliveira Trust DTVM Ltda., na qualidade de administradora do Ourinvest FIDC - Veículos informou que efetuou no dia 3/3/2008, o pagamento da amortização das cotas seniores da 3ª série, aos investidores que detinham cotas do Fundo no dia 29/2/2008. O valor da amortização foi de R$ 0,04623514 por cota. Nota: desde 3/3/2008 cotas seniores da 3ª série, ex-amortização. FER HERINGER (FHER - NM) DRI: Jaime Augusto da Cunha Rebelo Distribuição de Juros (Retificação do Valor) A empresa reapresentou o aviso aos acionistas, datado de 27/2/2008, alterando o valor, por ação, dos juros sobre o capital próprio, passando o documento a ter a seguinte redação: comunicou aos acionistas que o Conselho de Administração da Fertilizantes Heringer S.A., em reunião realizada em 26/2/2008, ad referendum da Assembléia Geral de acionistas,deliberou: 1) aprovar a proposta da diretoria formulada em reunião de 28/12/2007 a respeito do crédito de juros sobre o capital próprio em caráter complementar e, conseqüentemente, declarar juros sobre capital próprio, imputados ao valor do dividendo obrigatório de 2.007, de acordo com o artigo 9º da Lei 9.249/95 e Deliberação 207/96 da Comissão de Valores Mobiliários sendo tais juros adicionais aos já declarados em 21/11/2007. Os juros sobre capital próprio ora declarados são no valor total de R$ 2.913.960,42 (R$ 0,06 por ação ordinária), com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos no montante total de R$ 2.476.866,36 (R$ 0,051 por ação ordinária), exceto para os acionistas que sejam comprovadamente imunes ou isentos. O crédito correspondente foi feito nos registros contábeis da Companhia em 30/12/2007, de forma global. A posição acionária a ser considerada para fins de pagamento é a de 3/3/2008, ou seja, as ações deverão ser negociadas ex-juros a partir de 4/3/2008. A data de pagamento será 14/3/2008. O valor dos juros sobre capital próprio, líquido do imposto de renda na fonte incidente, será imputado ao valor do dividendo obrigatório referente ao exercício social do ano de 2007, para todos os efeitos previstos na legislação societária. Os acionistas imunes ou isentos do imposto de renda, de acordo com a legislação vigente, deverão fazer prova de tal condição e os documentos comprobatórios deverão ser apresentados até as 18h do dia 6/3/2008, incluindo, no caso dos isentos por liminar, a certidão do inteiro teor dos autos do processo no qual foi deferida a liminar, expedida há no máximo 15 dias anteriores à data da comprovação, junto à diretoria de Relação com Investidores, situada na Rodovia Municipal PLN 137, 620 - bairro Betel, Cep 13140000, Paulínia, SP, (tel. para contato +55 (19) 3322-2292 e e-mail ri@heringer.com.br). Nota: a partir de 4/3/2008 ações escriturais ex-juros. FII ABC IMOB (ABCP) DR: Luiz Eugênio Junqueira Figueiredo Distribuição de Rendimento A Rio Bravo Investimentos S.A. DTVM, na qualidade de administradora do Fundo de Investimento Imobiliário ABC Plaza Shopping, informou que em 7/3/2008 dará início ao pagamento do rendimento, relativo ao mês de fevereiro/2008, no valor de R$ 0,064930910 por cota. Informou, ainda, que o Fundo se enquadra no inciso III do artigo 3º da Lei 11.033 (alterada), não havendo cotista pessoa física que detenha mais de 10% das cotas ou receba mais de 10% do rendimento distribuído. Nota: desde 3/3/2008 cotas ex-rendimento. FII ALMIRANT (FAMB - MB) DR: David Assine Distribuição de Rendimento O Banco Ourinvest S.A., na qualidade de administrador do Fundo de Investimento Imobiliário Edifício Almirante Barroso, informou que em
Slide 32: GAZETA MERCANTIL | SÃO PAULO — Terça-feira, 4 de março de 2008 | B20 GAZETA DO BRASIL CAPITAL ABERTO — Continuação da página B16 13/3/2008 dará início ao pagamento do rendimento, referente ao mês de fevereiro/2008, no valor de R$ 13,9210 por cota, com base na posição de cotistas de 29/2/2008. Declarou, ainda, que o Fundo se enquadra no inciso III do artigo 3º da Lei 11.033 alterada. Nota: desde 3/3/2008 cotas ex-rendimento. FII HG SHOP (HGBS) DR: Eduardo Brenner Distribuição de Rendimento A Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A., na qualidade de Instituição administradora do HG Brasil Shopping - Fundo de Investimento Imobiliário, informou que o valor do rendimento, referente ao mês de fevereiro/08, corresponde a R$ 9,50 por cota e que será pago em 14/3/2008, aos detentores de cotas em 29/2/2008. A instituição administradora solicita, ainda, que se cumpra o artigo 125 da Lei 11.196 de 21/11/2005, que estabelece a isenção de tributação sobre os rendimentos distribuídos pelo Fundo aos cotistas pessoas físicas, com participação inferior a 10% do total de rendimentos auferidos pelo mesmo. Nota: desde 3/3/2008 cotas ex-rendimento. FII HOTEL MX (HTMX - MB) DR: David Assine Distribuição de Rendimento O Banco Ourinvest S.A., na qualidade de administrador do Fundo de Investimento Imobiliário Hotel Maxinvest, informou que em 7/3/2008 dará início ao pagamento do rendimento, relativo ao mês de fevereiro/2008, no valor de R$ 0,6124 por cota, com base na posição de cotistas de 29/2/2008. Declarou, ainda, que o Fundo se enquadra no inciso III do artigo 3º da Lei 11.033 alterada. Nota: desde 3/3/2008 cotas ex-rendimento. FII JK IMOB (FJKI) DR: Luiz Eugênio Junqueira Figueiredo Distribuição de Rendimento A Rio Bravo Investimentos S.A. DTVM, na qualidade de administradora do Fundo JK de Investimento Imobiliário, informou que em 7/3/2008 dará início ao pagamento do rendimento, relativo ao mês de fevereiro/2008, no valor de R$ 0,016400490 por cota. Informou, ainda, que o Fundo se enquadra no inciso III do artigo 3º da Lei 11.033 (alterada), não havendo cotista Pessoa Física que detenha mais de 10% das cotas ou receba mais de 10% do rendimento distribuído. Nota: desde 3/3/2008 cotas ex-rendimento. FII TORRE AL (ALMI - MB) DR: David Assine Distribuição de Rendimento O Banco Ourinvest S.A., na qualidade de administrador do Fundo de Investimento Imobiliário Torre Almirante, informou que em 13/3/2008 dará início ao pagamento do rendimento, relativo ao mês de fevereiro/2008, no valor de R$ 10,9451 por cota, com base na posição de cotistas de 29/2/2008. Declarou, ainda, que o Fundo se enquadra no inciso III do artigo 3º da Lei 11.033 alterada. Nota: desde 3/3/2008 cotas ex-rendimento. GAFISA (GFSA - NM) DRI: Alceu Duilio Calciolari Debêntures da 4ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a Gafisa S.A. pagará juros, no valor de R$ 589,139290 por debênture, não conversível da 4ª emissão, série única, emitidas em 1/9/2006. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 4ª emissão, série única, ex-juros. GOL (GOLL-N2) DRI: Richard Freeman Lark Jr. VRG Anuncia Acordo de Interline com Korean Air A Empresa enviou o seguinte comunicado: a GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (BOVESPA: GOLL4 e Nyse: GOL), controladora das companhias aéreas brasileiras GOL Transportes Aéreos S.A. (GTA, companhia de baixo custo e baixa tarifa) e VRG Linhas Aéreas S.A. (VRG, companhia de serviços diferenciados), anuncia acordo de interline entre a VRG e a Korean Air, da Coréia do Sul. Passageiros das duas companhias aéreas podem adquirir passagens para todos os destinos operados pela VRG e Korean Air. Desde setembro de 2007, a VRG participa do MITA (Multilateral Interline Traffic Agreement), um órgão da IATA que reúne empresas aéreas de todo o mundo. Todas as companhias aéreas filiadas ao MITA podem fechar contratos de interline entre si. Passageiros que utilizam o programa de milhagem Smiles acumulam milhas somente nos trechos operados pela VRG. Este comunicado contém considerações futuras referentes às perspectivas do negócio, estimativas de resultados operacionais e financeiros, e às perspectivas de crescimento da GOL. Estas são apenas projeções e, como tal, baseiam-se exclusivamente nas expectativas da administração da GOL em relação ao futuro do negócio e seu contínuo acesso a capitais para financiar o plano de negócios da Companhia. Tais considerações futuras dependem, substancialmente, de mudanças nas condições de mercado, regras governamentais, pressões da concorrência, do desempenho do setor e da economia brasileira, entre outros fatores, além dos riscos apresentados nos documentos de divulgação arquivados pela GOL e estão, portanto, sujeitas a mudanças sem aviso prévio. MAGNESITA (MAGS)/RPAR HOLDING (RPHD) DRIs: Ronaldo Iabrudi Dos Santos Pereira/Mauricio Lustosa de Castro Período de Dissidência Em atendimento à consulta formulada pela BOVESPA, a RPAR Holding prestou o seguinte esclarecimento: a RPAR Holding S.A. (RPAR) faz referência ao Ofício GAE/SRE 293/2008, de 22/2/2008, para esclarecer que o prazo para exercício do direito de retirada dos acionistas minoritários da Magnesita S.A., em decorrência da incorporação da Companhia pela RPAR, será de 31 dias, com início em 23/2/2008, dia seguinte à publicação da ata da AGE que deliberou a incorporação, e término em 24/3/2008. MRS LOGIST (MRSA - MB) DRI: Henrique Ache Pillar Debêntures da 3ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a MRS Logística S.A. pagou juros, no valor de R$ 584,077278 por debênture, não conversíveis, da 3ª emissão, série única, emitidas em 1/9/2004. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 3ª emissão, série única, ex-juros. NOVA AMÉRICA (NOVA - MB) DRI: Franklin Vieira Walter Suspensão dos Negócios No aguardo de esclarecimentos sobre requerimento de falência veiculado na imprensa, ficam suspensos os negócios com as ações de emissão dessa empresa, a partir do pregão de 3/3/2008. NUTRIPLANT (NUTR - MA) DRI: Marcos de Mello Mattos Haaland Participação Acionária Enviou o seguinte comunicado: atendendo ao disposto no artigo 12 da Instrução 358, de 3/1/2002, da Comissão de Valores Mobiliários, e na qualidade de administrador da carteira de investimentos do Clube de Investimento Galpe (Galpe), CNPJ/MF 09.248.219/0001-89, informou que o Galpe atingiu em 22/2/2008, participação acionária de 750.000 ações ordinárias de emissão da Nutriplant Indústria e Comércio S.A. (Companhia), correspondente a 14,45% do total de 5.190.268 ações ordinárias emitidas pela Companhia. Esclarecemos que o Galpe ao adquirir as ações que compõem a participação tinha por objetivo a mera realização de operações financeiras, sendo certo, ainda, que não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia. Informou ainda, que o Galpe não tem o objetivo de atingir qualquer participação em particular. P.AÇÚCAR-CBD (PCAR - N1) DRI: Daniela Sabbag Debêntures da 6ª Emissão, 1ª e 2ª Séries, Ex-juros Em 3/3/2008 a Cia. Brasileira de Distribuição pagou juros no valor de R$ 548,570889 por debênture da 1ª série e de R$ 548,570889 por debênture da 2ª série da 6ª emissão, emitidas em 1/3/2007. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 6ª emissão, 1ª e 2ª séries, ex-juros. PARANÁ (PRBC - N1) DRI: Luis Cesar Miara Rede de Franquias do Paraná Banco Atinge 69 Unidades em Operação A empresa enviou à BOVESPA o seguinte comunicado: o Paraná Banco comunicou ao mercado que encerra o mês de fevereiro com um total de 69 franquias em operação e mais 85 unidades em desenvolvimento. Grande parte deste sucesso deve-se ao amplo mix de produtos comercializados pelas franquias. A constante busca por parcerias faz com que o Paraná Banco traga aos seus clientes uma variedade cada vez maior de produtos, diversificando seus negócios e proporcionando crescimento financeiro. PETROBRAS (PETR) DRI: Almir Guilherme Barbassa Comunicado A empresa enviou à BOVESPA o seguinte comunicado: Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras, [BOVESPA: PETR3/PETR4, Nyse: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que, em consonância com seu planejamento estratégico, sempre analisa oportunidades de negócio que agreguem valor às suas atividades. Assim, com relação às matérias jornalísticas publicadas recentemente acerca do assunto em referência, informa que estuda prosseguir no processo competitivo de aquisição dos ativos de distribuição da Esso no Brasil. A Petrobras manterá seus acionistas e o mercado em geral informados sobre o assunto. PLASCAR PART (PLAS) DRI: Gordiano Pessoa Filho Participação Acionária Enviou o seguinte comunicado ao mercado: a Mellon Serviços Financeiros Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., instituição com sede nesta cidade do Rio de Janeiro, estado do Rio de Janeiro, na Avenida Presidente Wilson, 231/11º andar, CNPJ/MF 02.201.501/000161, nos termos da Instrução CVM 358/2002, alterada pela Instrução CVM 449/07, informou que o Gigante Fundo de Investimento Multimercado, CNPJ/MF 05.604.253/000198 fundo de investimento sob sua administração (Fundo), em negociações realizadas no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA, ao longo das últimas semanas, alienou ações ordinárias de emissão da Plascar Participações Industriais S.A. (Companhia), sendo que, nesta data (28/2/2008), somadas à participação detida anteriormente às recentes alienação, o Fundo passou a deter 8.830.002 ações ordinárias. A referida participação do Fundo representa 5,31% das ações ordinárias de emissão da Companhia. Sendo o que nos cumpria para o momento, permanecemos á disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. RPAR HOLDING (RPHD) DRI: Mauricio Lustosa de Castro Deliberações de RCA/Proposta de Grupamento A RCA de 28/2/2008 aprovou, entre outras matérias, a proposta de grupamento da totalidade das ações representativas do capital social da Companhia, a ser submetida à apreciação das AGO/E convocadas para 17/03/2008, nos seguintes termos: (i) o objetivo do grupamento é padronizar o valor unitário de cotação das ações, visando a melhoria das condições para maior liquidez dos títulos em Bolsa; (ii) a proposta é de que o grupamento seja feito à razão de 10.000 ações ordinárias para uma ação ordinária, passando o capital social a ser representado por 181.595.493 ações ON, permanecendo inalterado o valor do capital social; (iii) os acionistas titulares de ações insuficientes para composição de uma unidade nova de capital, terão o prazo de 6 (seis) dias, contados do aviso aos acionistas que seguir a aprovação do referido grupamento, para comunicar à Companhia sua intenção de continuar integrando o quadro acionário da mesma com, pelo menos, uma unidade nova de capital, o que será assegurado pelos acionistas controladores mediante doação; e (iv) os acionistas controladores também doarão a quantidade de ações necessárias para aqueles acionistas que, após o grupamento, sejam titulares de ações remanescentes em número insuficiente para a composição de novas unidades de capital. SABESP (SBSP - NM) DRI: Rui de Britto Alvares Affonso Debêntures da 7ª Emissão, 2ª Série, Ex-juros Em 3/3/2008 a Cia. de Saneamento Básico do Estado de São Paulo pagou juros, no valor de R$ 122,915086 por debênture da 7ª emissão, 2ª série, não conversíveis, emitidas em 1/3/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 7ª emissão, 2ª série, ex-juros. Debêntures da 7ª Emissão, 1ª Série, Ex-juros Em 3/3/2008 a Cia. de Saneamento Básico do Estado de São Paulo pagará juros, no valor de R$ 59,925552 por debênture da 7ª emissão, 1ª série, não conversíveis, emitidas em 1/3/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 7ª emissão, 1ª série, ex-juros. SANESALTO (SNST) DRI: João Mauro Boschiero Debêntures da 2ª Emissão, Série Única, Ex-juros Em 3/3/2008 a empresa Sanesalto Saneamento S.A. pagou juros, no valor de R$ 8,791221 por debênture, não conversíveis, da 2ª emissão, série única, emitidas em 1/6/2004. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 2ª emissão, série única, ex-juros. SOFISA (SFSA - N1) DRI: Gilberto Maktas Meiches Comunicado Enviou o seguinte comunicado: comunicado ao mercado: Conselho Monetário Nacional permite ingresso do Banco Sofisa no Nível 2 de Governança Corporativa - BOVESPA. O Banco Sofisa S.A. (Sofisa código BOVESPA SFSA4) anuncia a seus acionistas e ao mercado em geral que, conforme nota à imprensa emitida pelo Banco Central do Brasil em 28/2/2008, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, para encaminhamento ao Presidente da República, proposta de decreto presidencial autorizando a participação de capital estrangeiro no Sofisa, e em sua controlada, o Sofisa S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, em até 49%, para permitir seu ingresso no Nível 2 de Governança Corporativa - BOVESPA. TARPON (TARP) DRI: Eduardo Silveira Mufarej Demonstrações Financeiras do Período Encerrado em 31/12/2007 As demonstrações financeiras referentes ao período encerrado em 31/12/2007 encontram-se à disposição no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em demonstrativos financeiros. TELE NORT CL (TNCP) DRI: André Machado Mastrobuono Material à Disposição (Propostas às AGO/E de 28/3/2008) Encontra-se à disposição no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em Informações Relevantes, a proposta da administração a ser apresentada as referidas assembléias. TELEMAR N L (TMAR) DRI: José Luis Magalhães Salazar Debêntures da 1ª Emissão, 1ª e 2ª Séries, Ex-juros Em 3/3/2008 a Telemar Norte Leste S.A. pagou juros, no valor de R$ 539,237299/debênture da 1ª série; e de R$ 551,111280/debênture da 2ª serie, não conversíveis, emitidas em 1/3/2006. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 1ª emissão, 1ª e 2ª séries, ex-juros. TELEMIG PART (TMCP) DRI: André Machado Mastrobuono Distribuição de Dividendo/Aumento do Capital Social por Subscrição/Material à Disposição Em atendimento à consulta formulada pela BOVESPA, a empresa enviou a proposta da administração a ser apresentada às AGO/E de 28/3/2008, onde consta, entre outras, as seguintes informações: distribuição de dividendo o montante de R$ 38.547.526,91, sendo R$ 1,06464/ação; aumento de capital social no valor total de R$ 22.964.494,95, mediante a capitalização de parte do crédito detido pelo acionista controlador Telpart Participações S.A. (Telpart) perante a Companhia, na forma de reserva especial de ágio. Serão emitidas novas ações ordinárias e novas ações preferenciais, cujo preço de emissão corresponderá à media diária dos preços de fechamento dos pregões da BOVESPA, ponderada pelos respectivos volumes negociados, relativos ao período correspondente a 60 dias imediatamente anteriores a realização da Assembléia Geral de acionistas que deliberar sobre o aumento do capital, visando nivelar as cotações médias daquele período ao valor atual de mercado, como forma de eliminar os efeitos das oscilações ocorridas nos preços das ações da Companhia. A Telpart assegurará aos demais acionistas da Companhia o direito de preferência à subscrição de ações, a ser exercido no prazo de 30 dias, a contar da publicação de aviso aos acionistas. As importâncias recebidas dos acionistas que exercerem o direito de preferência serão entregues à Telpart; aumento do capital social, sem emissão de novas ações no valor de R$ 51.035.505,05, mediante capitalização de parte do saldo das reserva de lucros. Nota: a partir de 31/3/2008, ações escriturais ex-dividendo. Encontrase à disposição no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no menu Empresas/Para Investidores/Empresas Listadas, em Informações Relevantes, a íntegra da proposta da administração a ser apresentada as AGO/E de 28/3/2008. ULTRAPAR (UGPA - N1) DRI: André Covre Debêntures Ex-juros, Ex-amortização/Vencimento Em 3/3/2008 a Ultrapar Participações S.A. pagou juros, no valor de R$ 536,5512 e amortização final no valor de R$ 10.000,00 por debênture, não conversíveis, da 1ª emissão, série única, emitidas em 1/3/2005. Nota: desde 3/3/2008 debêntures da 1ª emissão, série única, ex-juros, ex-amortização e deixaram de ser negociadas em razão de seu vencimento. WTORRE NSBC (WTNS) DRI: Paulo Remy Gillet Neto CRIs da 1ª Emissão, Série Única, Ex-juros e Ex-amortização Em 4/3/2008 a WTorre NSBC Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. pagará juros, no valor de R$ 3.249,92/CRI, e amortização, no valor de R$ 2.409,39/CRI da 1ª emissão, série única. Nota: desde 3/3/2008 cotas ex-juros e ex-amortização. FDC FURNAS I (FRNI) DR: Gabriel Omar Alonso Amortização de Cotas O Banco Santander Brasil S.A., na qualidade de administrador do Fundo, informou que efetuará, em 4/3/2008, o pagamento de amortização aos investidores que detenham cotas do Fundo em 29/2/2008. Juros Amortização Total R$ 143,060419 R$ 221,013344 R$ 364,073763 Nota: desde 3/3/2008 cotas seniores ex-amortização.
Slide 33: TERÇA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2008 | C1 PLANO PESSOAL WTC hospeda a segunda edição do Casa Hotel C8 MOTORES INDÚSTRIA Taubaté terá mais 25 mil unidades na Eurofarma avalia aquisições produção anual de 220 mil propulsores C2 na América Latina C4 Camargo Corrêa investe em condomínios em Angola Construtora espera obter US$ 400 milhões em vendas neste ano no país africano CLAYTON MELO SÃO PAULO A construtora Camargo Corrêa dá um novo passo em sua estratégia de internacionalização. Presente na área de infra-estrutura em 12 países da América Latina e África, a companhia agora diversifica atuação e ingressa no ramo imobiliário no exterior. O ponto de partida é o lançamento de seu primeiro condomínio fora do Brasil, o Acqua Ville Residencial Talatona, que ficará localizado num bairro nobre de Luanda, capital de Angola. A verba aplicada é de US$ 110 milhões e será repartida em partes iguais com a Escom Imobiliária, do Grupo Espírito Santo, sócio no empreendimento. A estimativa é que o projeto, cuja comercialização que começa nesta quinta-feira, dia 6, gere entre US$ 130 milhões e US$ 140 milhões em vendas para as duas companhias. Além deste lançamento imobiliário, até o final do ano a Camargo Corrêa, em conjunto com a Escom, trabalhará na construção de um conjunto de três edifícios de alto padrão, com mais de cem mil m2 de área construída. Por enquanto, a empresa não fornece detalhes sobre as demais iniciativas na área imobiliária. Limita-se a dizer que, somadas ao Acqua Ville, as vendas de imóveis no mercado angolano devem proporcionar retorno de US$ 500 milhões em 2008, quantia dividida com a Escom — o percentual exato de cada parte não é revelado. Mas, levando-se em conta outros projetos desenvolvidos de modo independente, a Camargo Corrêa projeta obter sozinha um total de US$ 400 milhões em vendas até o final do ano. “Nossa di- Acciona vai apostar em imóveis REDAÇÃO SÃO PAULO Empreendimento Acqua Ville terá 148 apartamentos de alto padrão com verba de R$ 110 milhões visão imobiliária em Angola deve ser tão grande quanto os negócios ligados à infra-estrutura”, afirma Amauri Rodrigues Pinha, diretor da divisão África da Camargo Corrêa. Essa área representa hoje algo próximo 80% dos negócios da construtora fora do País. O entusiasmo com Angola tem suas razões. Depois de quase 30 anos de guerra civil, encerrada em 2002, o país exibe crescimento constante nos últimos anos — 18,2 % em 2005 e 14,2 % em 2006 — e uma certa estabilidade política, o que favorece a atração de empresas multinacionais, especialmente as dos setores petrolífero, construção e mineração. Os investimentos nessas áreas avolumam-se há alguns anos. O dado novo na história é que o processo de reconstrução de Angola dá sinais de ingressar agora numa nova etapa, com possibilidades de negócios na área de consumo e serviços — ainda que restritos a uma pequena parcela de consumidores abonados. “Está em curso um renascimento da produção imobiliária, seja comercial, seja residencial, o que criam oportunidades de negócios”, afirma Carlos Horário dos Santos Filho, superintendente de incorporação da unidade internacional da empresa. “Há demanda, mas ao mesmo tempo uma escassez de oferta de imóveis.” O público-alvo para empreendimentos como o Acqua Ville são consumidores de uma incipiente classe média alta, composta prioritariamente por funcionários de empresas estrangeiras que trabalham na reconstrução do país, angolanos que retornaram com o fim da guerra e investidores internacionais. Com uma área de 22 mil metros quadrados e oito torres, o Acqua Ville possui 148 apartamentos, com metragens que variam de 140 a 190 metros quadrados. O imóvel mais barato custa US$ 600 mil — o valor do apartamento de maior metragem ainda não foi definido. As obras devem estar concluídas em 2010. Para impulsionar a comercialização dos imóveis, estréia nesta semana uma campanha em Angola publicitária criada e desenvolvida no Brasil pela agência Archote, com uma verba de R$ 1 milhão. Pelo plano traçado, a companhia estima chegar em 2012 a um faturamento de US$ 1 bilhão em sua área internacional, o equivalente a 30% do total da construtora. A Camargo Corrêa não é a primeira a investir em projetos residenciais em Angola. No começo de 2007, a Odebrecht lançou dois projetos imobiliários em Luanda: o Belas Shopping, o primeiro shopping do país, e o condomínio residencial Riviera Atlântico, com 101 casas de alto padrão. Também é da Odebrecht o primeiro condomínio do país, o residencial Atlântico Sul, construído em 1997. A empresa espanhola Acciona Imobiliária, anunciou ontem que vai estrear no mercado brasileiro com um investimento de ¥ 28 milhões para a construção de 372 casas ecoeficientes. Em seu plano de expansão internacional, o grupo de construção e energia adquiriu 213 mil m2 em terrenos no Rio de Janeiro. O projeto residencial contará com 98 mil m2 de áreas verdes e 288 casas, clube social, piscina e áreas esportivas. Além de incorporar e comercializar, o grupo Acciona também tem um braço de gestão imobiliária, que atua com aluguel comercial e residencial. Neste primeiro projeto, a empresa informou que as casas serão desenvolvidas seguindo critérios de sustentabilidade que a empresa já utiliza em seus projetos, que incluem tecnologias avançadas que permitem economia de energia. Para tanto, a companhia dota suas casas de equipamentos como painéis solares e isolamentos que permitem a eficácia energética bem como reuso de água. Os primeiros terrenos adquiridos estão localizados na região de Penedo, a 150 km do Rio de Janeiro e 250 km de São Paulo — “área de forte crescimento populacional devido à implantação de plataformas logísticas”. As vendas e a execução da obra serão feitas pela Acciona Infra-Estrutura, braço presente no País há mais de uma década, com previsão para lançamento em junho. A empresa afirma que a intenção é adquirir mais terrenos no Brasil, para construção de condomínios de primeira residência e também com vocação para casas de veraneio. “Estamos negociando a compra de terrenos em APORTE INICIAL DE Minas Gerais e São Paulo”, afirma Ricardo Ruben Rios, milhões de r e sp o n s áv e l euros para pelo braço de casas no Rio infra-estrutura no País. Nestas duas cidades a aposta da empresa são projetos residenciais de primeira residência para brasileiros. Segundo Rios, o grupo ainda não definiu o montante que será investido para as futuras aquisições. A Acciona Imobiliária possui outros empreendimentos internacionais em países como Polônia, México e Portugal. O grupo encerrou o ano de 2007 com vendas de ¥ 7,9 milhões, resultado 26,8% superior ao registrado em 2006. 28 SUPERMERCADOS UTENSÍLIOS DOMÉSTICOS Carrefour teve queda nos lucros em 2007 BLOOMBERG NEWS PARIS A supermercadista Carrefour deve divulgar esta semana que o lucro no passado declinou sem a venda de imóveis, conforme as estimativas do mercado financeiro. Segundo a média de 14 analistas pesquisados, o lucro líquido recuou 16% para ¥ 1,9 bilhão, em relação a ¥2,27 bilhões no mesmo período do ano anterior, quando a venda de lojas na Coréia responderam por um ganho de quase ¥ 412 milhões. A chamada “activity contribution” (lucro operacional), avançou 3,7%, para ¥3,38 bilhões, frente a ¥3,26 bilhões no mesmo período do ano anterior, estimam. O Carrefour reduziu os preços na Itália e em seu mercado doméstico, a França, que é responsável por metade da receita, a fim de concorrer com os descontos oferecidos pelas rivais. O principal executivo, José Luis Duran, vendeu outlets na Suíça, Portugal e Bélgica em 2007, para se centralizar em mercados de rápido crescimento como China e Brasil. Segundo Nicolas Champ, ana- lista de Paris na Oddo, “esperamos que a margem operacional se reduza na França e Europa, notadamente devido ao fraco desempenho da Itália. Essa margem deverá melhorar na América Latina e Ásia, refletindo o sucesso das fortes vendas nessas duas regiões.” As vendas para todo o ano avançaram 6,9% para ¥ 92,27 bilhão. A empresa vai divulgar suas cifras no dia 6. A companhia disse em janeiro que as vendas na América Latina avançaram 49% para ¥ 3 bilhões, alavancadas pela compra no valor de US$ 1,09 bilhão da rede brasileira de descontos Atacadão. Metade das 34 lojas do Atacadão estão em São Paulo. Eric Reiss, diretor financeiro do Carrefour, informou em janeiro que a empresa poderá postergar seus planos de venda de ações em sua unidade imobiliária, este ano, após a queda vertiginosa das bolsas. “A Ásia e a América Latina divulgam um grande crescimento nos ganhos, mas ainda detêm um impacto limitado sobre o grupo como um todo”, disse Frederic van Daele, analista do ABN Amro. Di Solle estima crescimento na produção e receitas deste ano GUILHERME ARRUDA CAXIAS DO SUL (RS) A Di Solle Cutelaria Ltda., de Gramado, na serra gaúcha, que no ano passado fez 37 milhões de peças, entre talheres e faqueiros, projeta fabricar 46 milhões de unidades neste ano, com perfil destinado aos públicos das faixas A, B e C, o que significa um salto de 70% em relação as 27 milhões de peças produzidas no ano de 2006. Nada mal para quem comemora o 12 o aniversário tendo já no currículo pedidos entregues para a Marinha do Brasil, Nestlé, além de diversos restaurantes, hotéis e hospitais, e disputa o mercado em pé de igualdade com tradicionais fabricantes do setor como Tramontina, de Carlos Barbosa, e Hércules, divisão de talheres do grupo Zivi, de Porto Alegre. O elevado ritmo de crescimento nos últimos anos é resultado do acerto da direção na busca por inovação. Ano passado, a companhia lançou no mercado a linha Inova, tendo como diferencial peças (garfo, faca e colher) que não encostam nas mesas. A partir deste mês, vai disponibilizar uma linha de talheres feita de aço inox com a impressão em linguagem Braile, destinada aos portadores de deficiência visual. "Não há nada parecido no Brasil e desconheço algo no mundo", afirmou o diretor comercial, Sérgio Bartz, que fez pesquisa e agora analisa a possibilidade de patenteamento, “se isto for possível”, declarou. “Como estas pessoas orientam-se pelo tato, a identificação da peça tornará as refeições um ato mais higiênico e digno”, destacou Bartz. Do bairro de Várzea Grande também saem os talheres utilizados na casa do Big Brother, da rede Globo. Em 2007 alguns produtos foram licenciados. Na edição deste ano, não. Sérgio Bartz comentou que a concorrência chinesa deve ser bem monitorada, mas não vê motivo para choradeira. E mostra números: o faturamento da Di Solle passou de R$ 19 mi- lhões em 2006 para R$ 27 milhões em 2007. Neste ano a perspectiva é alcançar R$ 34,5 milhões, ou 26% de crescimento. “Digo para o meu pessoal de vendas que 2008 é o Ano do Rato na China, mas para nós este será o Ano do Gato, ou melhor, do pulo do FATURAMENTO g a t o" , b r i n DE R$ cou o executivo, mas já prevendo a neces sidade milhões de investiprevisto para mentos para 2008 aumentar a capacidade em 2009. “Vamos iniciar a análise para elevar a produção e a estrutura física, mas não sei ainda qual será o tamanho”, disse Bartz, ressaltando que já começa a perceber futuros gargalos em algumas áreas, tais como de prensas, polimento, tratamento térmico e injetoras. Atualmente, a empresa tem 8 mil metros quadrados de área construída em um 34,5 terreno de 20 mil metros quadrados "A Di Solle começou em 1996 com 4 milhões de peças", comparou. Os três sócios fundadores são ex-executivos da Famastil, outra empresa de Gramado, fabricante de ferramentas domésticas e profissionais. O principal canal de venda é a rede de representantes espalhada por todo o País, e que trabalha com distribuidores. No ano passado foi inaugurada uma loja conceito em Gramado como forma de aproveitar o fluxo de quase dois milhões de turistas que visitam anualmente a cidade. O diretor comercial avisou: “Somos pequenos e precisamos estar à frente. Como? Quebrando paradigmas.” Do total das receitas, 20% são vendas para o mercado externo, onde atua em todos os continentes. Bartz disse que, por causa do dólar tem promovido novas orientações, em função de reajustes de matérias-primas, como aço. “Nossas margens são apertadas”, afirmou o executivo. Equipe integrada é mais produtividade. Faça um Plano Claro Empresas. . Tri-band . Câmera VGA . Infravermelho Atendimento Claro - Ligue 1052 ou acesse www.claro.com.br Promoção válida de 15.01 a 31.03.2008 para clientes pessoa jurídica que habilitarem novas linhas contratando o Plano Pronto Tarifa Zero, mediante aquisição de aparelho Z250 Sony Ericsson. Oferta do aparelho a R$ 1,00 sujeita a disponibilidade de estoque. Tarifa Zero válida para ligações locais, intragrupo, dentro da área de registro do cliente, limitadas promocionalmente em 2000 minutos por linha contratada. Sujeita a analise de crédito, permanência mínima e multa rescisória. Consulte regulamento no site www.claro.com.br. Imagens ilustrativas. Assine o Plano Tarifa Zero por apenas R$ 33,60 por mês e leve o celular Z250 Sony Ericsson por apenas R$ 1,00. Com o Plano Tarifa Zero, as ligações locais entre os funcionários da sua empresa saem a custo zero. . WAP 2.0 . Toques MP3 Empresas Agente Autorizado
Slide 34: C2 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL TRANSPORTES VEÍCULOS COMERCIAIS Taubaté pode fazer nova linha de motores da Ford INFRA-ESTRUTURA PETRÓLEO VW assume controle da Scania e WTI supera os abre porta para fusão com MAN US$ 103 o barril durante sessão Montadora compra por US$ 4,3 bilhões fatia da família Wallenberg da fabricante sueca NOVO RANKING Isuzu DaimlerChrysler Volvo Paccar Produção de caminhões (em mil unidades) 468,1 340,3 199,9 179,6 174,2 171,2 145,1 134,9 122,6 90,9 2.461,5 BLOOMBERG NEWS FRANKFURT, MUNIQUE, ESTOCOLMO E GENEBRA A Volkswagen AG assumiu o controle da Scania AB, ao comprar a participação da família Wallenberg na fabricante sueca de caminhões por 27 bilhões de coroas suecas (US$ 4,37 bilhões). A aquisição abre caminho para uma fusão com a MAN AG, que criaria uma empresa líder do setor europeu de caminhões. A Volkswagen comprou ações da Scania, sediada em Soedertaelje, na Suécia, da Investor AB, pertencente aos Wallenberg, e de fundações familiares ao preço unitário de 200 coroas suecas, informou ontem em comunicado a empresa alemã. Agora, a VW tem 68,6% das ações com direito a voto da Scania, comparativamente aos 38% anteriores. A aquisição deverá colocar um ponto final no período de um ano e meio de disputas relativas a uma fusão entre as três empresas, que incluiria a MAN, companhia cujos acionistas majoritários também são a Volkswagen, a Scania e a própria divisão de veículos comerciais da VW. A nova empresa superará a Daimler AG e a Volvo AB e se transformará na maior fabricante de caminhões da Europa, com cerca de ¥ 33 bilhões (US$ 50 bilhões) em receita e 110.000 funcionários. "A VW continuará sua ofensiva sedutora para convencer a direção e os funcionários da Scania de que a fusão das empresas é de seu interesse", disse Michael Tyndall, analista da Nomura Securities em Londres. "Parece que a VW está com a maioria —- se não com todas —as cartas." As ações da Scania estavam sendo negociadas com baixa de 5 coroas suecas, ou 3,3%, a 145,5 coroas às 13h24 de ontem em Estocolmo, após terem subido 15% no início do dia. Os papéis da MAN, sediada em Munique, na Alemanha, subiram até ¥ 5,48, ou 6,3%, para ¥ 92,70 e estavam valendo ¥ 91,05 posteriormente. As ações da Volkswagen ficaram praticamente inalteradas, em ¥ 149,85. Fim de Uma Era A Volkswagen, sediada em Wolfsburg, na Alemanha, pagou 17,6 bilhões de coroas suecas pelas ações da Scania perten- LEIF OSTLING presidente-executivo da Scania Tata Scania, Volks e MAN* Hyundai Nissan Toyota Hino Total geral centes à Investor, de Estocolmo, que os Wallenberg controlam, e 9,4 bilhões de coroas pela participação controlada diretamente por fundações da família. Para a Investor, a compra coloca um ponto final em quase 90 anos de controle da Scania, que a empresa tentou fundir com a Volvo no final da década de 1990, antes de ser proibida por autoridades reguladoras da União Européia (UE). Martin Winterkorn, principal executivo da Volkswagen, disse ontem a repórteres em Estocolmo que a Scania se manterá como uma marca independente sediada em Soedertaelje, na Suécia, e que será administrada por sua diretoria atual. A Scania é especialmente atraente devido ao fato de possuir a mais alta margem de lucro entre as fabricantes de caminhões européias. A empresa sueca registrou no ano passado lucro operacional equivalente a 14,4% de suas vendas, comparativamente aos 11,2% da MAN. A Investor alcançou um acordo com a Volkswagen para desinvestir sua posição na Scania por um preço de 200 coroas suecas por ação. A Wallenberg Foundations fechou acordo similar com Fonte: Empresas * As três fábricas teriam 7% do mercado mundial a Volkswagen relativo à sua participação acionária na Scania. Em comunicado emitido ontem, a Volkswagen informa que manterá e desenvolverá a Scania como uma forte marca premium e exercitará sua influência na empresa com o objetivo de maximizar o valor de longo prazo para todos os acionistas. A Volkswagen não prevê mudanças estruturais adicionais que afetariam adversamente os funcionários da empresa e dará apoio à administração na execução da estratégia estabelecida. A permanência da equipe administrativa sempre foi prioridade para a Volkswagen. Além disso, a Volkswagen pretende manter a sede e os centros de competência técnica em Södertälje. A Volkswagen tornou-se acionista líder da Scania em março de 2000, quando a planejada fusão entre a Scania e a Volvo foi impedida pelas autoridades antitruste da União Européia (UE). A Volkswagen adquiriu 18,7% do capital e 34% da ações com direito a voto na Scania da Investor, que comprometeu-se a conservar as ações por pelo menos dois anos. A Volvo era grande acionista da Scania até 2004, quando vendeu suas ações, em parte por meio da companhia especialmente criada Ainax. Em 2005, a Scania adquiriu a Ainax, que foi posteriormente liquidada. "O que vemos agora é que o período de especulação sobre a propriedade da Scania será encerrado e que isso é muito bom para a administração da companhia e para as pessoas que trabalham na organização", disse o presidente-executivo da Scania, Leif Ostling. Em conexão com a proposta da MAN pela Scania em setembro de 2006, que foi retirada em janeiro de 2007, a MAN tornou-se acionista da Scania. A MAN detém hoje 13,2% do capital e 17% das ações com direito a voto. Depois de receber imunidade das regras compulsórias de licitação em fevereiro de 2007, a Volkswagen ampliou sua posição na Scania para 20,9% do capital e 38% das ações com direito a voto. Além disso, a Volkswagen detém 28,7% do capital e 29,9% das ações com direito a voto na MAN. Durante o ano passado, a Investor, a Wallenberg Foundations e a Volkswagen mantiveram discussões detalhadas relacionadas a alternativas para esclarecer a estrutura de controle societário na Scania. Nessas discussões, a Volkswagen declarou forte interesse em ser acionista majoritária e ter influência i numa empresa com acionista industrial numa posição de liderança. Preço recua um pouco no fechamento de NY, mas continua com tendência altista EFE LONDRES WTI* E BRENT Cotações no mercado futuro de petróleo** (em US$ por barril) 104 101 WTI 98 Brent 95 92 12 13 18 20 22 26 28 3 12 15 19 21 25 27 29 Fontes: Dow Jones Newswires e Centro de Informações da Gazeta Mercantil * West Texas Intermediate ** Contrato de abr/08 102,45 O petróleo Brent, referência na Europa, fechou ontem a US$ 100,48, após superar a barreira dos US$ 102 diante da expectativa gerada pela reunião que a Opep realizará esta semana e o enfraquecimento do dólar. O petróleo do Mar do Norte para entrega em abril atingiu essa máxima às 11h59 horas de Brasília para depois moderar um pouco sua escalada e reduzir seu valor no fechamento. Foi a primeira vez que o Brent supera os US$ 102 desde que o mercado de futuros de Londres, o Intercontinental Exchange Futures (ICE), começou a funcionar, em 1988. O preço do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) também atingiu novas máximas ontem, superando os US$ 103 em Nova York, enquanto os analistas prevêem que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que produz ao redor de 40% do total de petróleo no mundo, não mudará suas cotas atuais de produção (ver matéria abaixo). No final da sessão nova-iorquina, os contratos do WTI fecharam cotados a US$ 102,45, com valorização de 0,6% sobre o preço do pregão de sexta-feira. A escalada de alta nas cotações da commmodity coincidia com um enfraquecimento do dólar pe- 100,48 rante o euro e outras divisas internacionais, o que encoraja o investimento em matérias-primas que, como o petróleo e o ouro, são negociados em dólares. A estes fatores se soma a decisão do Conselho de Segurança da ONU de adotar uma terceira rodada de sanções contra o Irã por sua recusa em deter o enriquecimento de urânio em seu programa nuclear, além do litígio em Londres entre a companhia petrolífera Exxon Mobil e a venezuelana PVDSA. A gigante americana afirmou que a injunção judicial emitida por um tribunal inglês que congela US$ 12 bilhões dos ativos da empresa da Venezuela deve ser mantida. “Esta injunção deve ser mantida em respaldo ao processo de arbitragem entre as duas partes”, disse a advogada da ExxonMobil,. Catharine Otton-Goulder A importância do mercado brasileiro para as marcas ARIVERSON FELTRIN| SÃO PAULO O Brasil tem papel fundamental nos negócios da Volkswagen e da Scania. Foi aqui, em 1981, que a marca alemã começou seu negócio de caminhões, ao comprar os ativos que pertenciam à Chrysler. Em menos de 30 anos de atuação, a Volkswagen chegou à vice-liderança no negócio tanto de caminhões como de ônibus, atrás, apenas, da Mercedes-Benz. No caso da Scania,. o mercado brasileiro frequentemente está entre os primeiros lugares no ranking da montadora de origem sueca. Em 2007, dos 85 mil veículos produzidos no mundo, a fábrica de São Bernardo do Campo, ABC paulista, foi responsável por 22 mil unidades. Deste volume,. 15 mil foram destinadas à exportação. As duas marcas, no Brasil, têm linhas de produtos que se complementam. A Volkswagen atua com mais foco nas faixas dos semileves aos semipesados, ¨ enquanto a Scania tem 100% de sua participação na faixa dos pesados. A Volkswagen só ano passado chegou aos pesa- dos, com o lançamento da linha Constellation. Individualmente, a Mercedes-Benz é líder do mercado brasileiro de caminhões. Ficou com 31,2% de participação. A Volkswagen, em 2007, ficou 29,7%, enquanto a Scania obteve 6,5%. A MAN não tem negócios no País. Nem Scania ou Volkswagen,. no Brasil, se manifestaram sobre a negociação que tornou a Volkswagen controladora da maioria das ações da Scania. Se consideradas as duas marcas como de um só grupo, Volkswagen e Scania seriam as líderes do mercado, com uma participação, somada, de 36% em 2007 na área de caminhões. Isso representa cerca de 36 mil caminhões num universo total de 100 mil unidades. Nos ônibus, Volkswagen e Scania, somadas, ficaram com cerca de 8 mil unidades vendidas no mercado doméstico — cerca de 35% de participação, atrás da Mercede-Benz , que absorveu pouco mais de 50% de participação. Para Opep, crise nos EUA vai arrefecer demanda REUTERS VIENA O presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chakib Khelil, disse ontem que a elevação da produção não será uma opção para o grupo quando ele se reunir nesta quarta-feira. Khelil afirmou que os estoques já estão altos e que qualquer aumento na produção não teria um efeito sobre os preços do petróleo. “Os estoques estão bastante altos e teremos uma demanda menor no segundo trimestre e a desaceleração econômica nos Estados Unidos vai definitivamente ter um efeito sobre o crescimento econômico mundial, o que terá um impacto na demanda mundial por petróleo neste ano”, disse. “Com essa consideração, não acho que a Opep avaliaria aumentar a produção porque aí estaríamos aumentando para responder a uma demanda que não existe”, acrescentou. A reunião desta quarta-feira, segundo Khelil, “vai estudar duas opções — manter ou reduzir (a oferta). A última vez que a Opep concordou com um aumento da produção foi em setembro de 2007, quando aceitou 500 mil barris a mais por dia. “Isso não impediu que o preço aumentasse e não acredito que elevando a produção teríamos um impacto nos preços”, disse Khelil. MONTADORAS ACORDO AUTOMOTIVO BRASIL-ARGENTINA Brasil entra na disputa para fabricar novo motor da Ford SONIA MORAES SÃO PAULO Argentina e Brasil buscam ampliar prazo WAGNER OLIVEIRA SÃO PAULO Comissão binacional debate projeto nuclear EFE VIENA A fábrica de motores da Ford em Taubaté , no interior de São Paulo, aguarda decisão da matriz nos Estados Unidos sobre novos investimentos para ampliar a produção. Além da subsidiária brasileira, as unidades dos Estados Unidos, África do Sul e México também participam da disputa para fabricar nova família de propulsores. “O Brasil tem grande chance de vencer as filiais concorrentes. Além de o mercado interno manter o expressivo crescimento nas vendas de veículos, ainda se tem aqui a vantagem da mão-de-obra especializada”, disse Isaac do Carmo, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté. Com as operações no limite da capacidade, a fábrica de Taubaté — que desde 2006 cumpre jornada em três turnos — conseguiu aprovação dos metalúrgicos para trabalhar também aos sábados e, com isso, ser mais competitiva em relação às unidades que disputam os novos investimentos. “Em troca, os funcionários receberão uma bonificação de R$ 1.495,00 na PLR (Participação de Lucros e Resultados) por um volume adicional de 25.196 motores na produção total, que hoje é de 220 mil unidades por ano nas versões 1.0, 1.6 e 1.8 litro flex”, disse o sindicalista. A atual meta da Ford, segundo o dirigente do sindicato, é de produzir 264.561 motores por ano. “Além de atender o mercado brasileiro, a nova família de motores também poderá ser exportada para outras unidades da Ford no mundo”, diz Carmo. A fábrica de Taubaté já emprega 1.500 funcionários. “Se os investimentos para o Brasil forem confirmados, a médio e longo prazo poderemos ter também um aumento do efetivo nesta unidade, prevê o sindicalista. “Além da revitalização da fábrica brasileira, a aprovação do acordo garante pelo menos mais 15 anos de vida útil para a unidade de Taubaté”. Importação Para dar conta de atender o alto consumo de veículos no mercado brasileiro, a Ford decidiu importar propulsores 1.6 a gasolina da África do Sul para complementar a produção no Brasil. “A estratégia da empresa é utilizar a capacidade disponível em todas as regiões, pois é preciso produzir com eficiência", disse recentemente Rogelio Golfarb, diretor de assuntos governamentais da montadora para a América do Sul. Procurada por este jornal, a Ford não quis comentar o assunto. Informou, por meio de comunicado, que o projeto sobre novos investimentos para ampliar a produção de motores ainda está sob análise da matriz. Negociação Entre as propostas aprovadas pelos trabalhadores de Taubaté, caso os investimentos sejam confirmados, consta também a abertura de Programa de Demissão Voluntária (PDV) para os aposentados, com o pagamento de 0,4 salários por ano trabalhado, restrição média (RM) com o pagamento de 1,4 salário por ano trabalhado mais bônus de R$ 46.500 (52 e 53); R$ 30 mil (54 e 55) e R$ 25 mil (56). A data do PDV será estabelecida após a definição do projeto. Com mercados em expansão, Brasil e Argentina vão tentar ampliar de um para cinco anos o prazo para renovação do acordo automobilístico entre os dois países, atualmente livre de tributação. Além disso, os negociadores vão tentar equilibrar a fabricação de autopeças, hoje favorável ao Brasil — de cada dez peças enviadas para ao vizinho, o país importa três. “Precisamos de uma proposta mais madura e ambiciosa”, disse Ivan Ramalho, secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que participou ontem em São Paulo do primeiro encontro para renovação do acordo. Ramalho afirmou o comércio bilateral deve atingir este ano US$ 30 bilhões, dos quais US$ 10 bilhões envolvem a indústria automobilística. Na reunião, os argentinos reivindicaram mais investimentos dos brasileiros lá para compensar o desequilíbrio na transação de autopeças. Em automóveis prontos, os dois países estão equilibrados, com uma ligeira vantagem para o Brasil. Especialistas do Brasil e da Argentina realizaram ontem em Viena a primeira reunião da comissão binacional encarregada de fomentar a cooperação entre os dois países no uso pacífico da energia atômica. A comissão, cuja criação foi anunciada em 22 de fevereiro em visita do presidente Lula a Buenos Aires, vai elaborar até agosto uma série de propostas para intensificar a cooperação energética entre os dois países. Entre os objetivos estão incluídos o desenvolvimento de um novo modelo de reator nuclear, um projeto bilateral no ciclo de combustível nuclear e o estabelecimento de uma empresa binacional para o enriquecimento de urânio. O representante argentino na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Eugenio Curia, disse que a comissão binacional trata de assuntos de máxima relevância na agenda internacional. “É um momento muito especial em nosso desenvolvimento comum”, declarou o diplomata argentino, enquanto o embaixador brasileiro junto à AIEA, Antonio José Guerreiro, afirmou que a idéia é “desenvolver novas idéias que sejam úteis para os dois países e a região”. REGISTRO PETROBRAS NA ÍNDIA A Petrobras deve adquirir 40% de um bloco em águas profundas que pertence à estatal indiana Oil and Natural Gas Corp (ONGC), publicou ontem o “Economic Times”, segundo a agência “Reuters”. “O comitê diretor recomendou a proposta e a enviou ao governo para aprovação”, diz o jornal citando uma fonte não identificada. A reportagem acrescentou que a empresa indiana divulgou duas descobertas de gás no bloco, na costa leste da Índia, e afirmou que outra descoberta, obtida em dezembro, também tem potencial de interesse comercial.
Slide 35: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | C3 AGRONEGÓCIO RECUPERAÇÃO Alta de preço na colheita superou a do bom ano de 2004 em Cascavel-PR (em R$ por saca) 2004 Janeiro Fevereiro Março Abril 45,48 43,96 49,84 50,74 2005 32,28 28,11 34,06 31,70 2006 28,86 27,03 24,25 23,84 2007 31,10 31,18 29,93 28,50 2008 45,46 46,25 Produtor de arroz cria estratégia para chegar ao mercado internacional CONTENCIOSO Frigorífico ainda não retomou embarques à União Européia Embargo, iniciado no fim de janeiro, fez preço do boi subir no Brasil e na Europa NEILA BALDI SÃO PAULO Fonte: Safras & Mercado MERCADO EFEITO EMBARGO Boi na Irlanda sobe mais que no Brasil 26/jan 76,00 75,00 1º/mar 3,42 Soja segue em alta, mesmo com colheita FABIANA BATISTA SÃO PAULO Valor médio da exportação em alta (em US$/mil toneladas) 2,55 2,12 2,25 2,70 Apesar do avanço da colheita, os preços da soja no mercado brasileiro continuam aumentando. A situação só se repetiu em 2004, o melhor ano dessa cultura até então. Ontem, foi registrada mais uma alta das cotações no País. Em Cascavel (PR), por exemplo, a saca de 60 quilos foi negociada a R$ 48 (+1,05%) em relação ao valor de sexta-feira, segundo a Safras & Mercado. Até em Sorriso (MT), onde a colheita está mais avançada, a saca teve elevação de R$ 40,20 na sexta-feira para R$ 40,50 ontem. “Esse movimento atípico é reflexo das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) que não param de subir”, acrescenta Lucílio Alves, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP). Ontem, a commodity teve nova alta na bolsa fechando em 1.555,00 centavos de dólar por bushel (+1,2%). Levantamento da Safras mostra que em fevereiro deste ano, os preços médios da oleaginosa no País superaram os da média de fevereiro de 2004, quando a saca chegou a valer R$ 43,96, ante os R$ 46,25 de fevereiro deste ano. A alta expressiva na CBOT vem refletindo em descontos nos portos mas, ainda assim, os preços ao produtor estão muito mais elevados do que estavam em fevereiro de 2007, quando o câmbio era R$ 2,10. Alves, do Cepea, explica que em 28/02/2007 a saca ao produtor em Paranaguá (PR) estava em US$ 17,50, o equivalente a R$ 36,75 e os descontos no porto estavam nulos. Em 29 de fevereiro deste ano, esse valor em dólar foi de US$ 31,50, o equivalente a R$ 54,4, mesmo com um desconto de 100 pontos. Segundo a Safras entre janeiro deste ano (início da colheita) e fevereiro a valorização do grão, na média mensal, foi de 1,7% em Cascavel. De acordo com o Indicador do Cepea, somente entre 22 e 29 de fevereiro, alta na média das cinco regiões do Paraná foi de 2,9%. No mês de fevereiro, o indicador acumulou alta de 5,45%. Recorde chinês Soja em grão e óleo registraram os maiores aumentos permitidos pela CBOT devido ao crescimento da demanda chinesa, de acordo com a Bloomberg. O preço do óleo elevou-se em 3,5% na Bolsa de Dalian, a principal bolsa agrícola da China, onde os preços avançaram por 15 sessões seguidas. “A China dobrará ou triplicará as importações de óleo nos próximos três meses para conter a inflação”, disse Roy Huckabay, vice-presidente executivo do Linn Group, em Chicago. Apesar do fim do embargo da União Européia, os frigoríficos brasileiros seguem sem enviar produto para o bloco por meio de suas unidades no País. A expectativa é que apenas depois do fim da missão européia — dia 11 de março — e da ampliação do número de fazendas (atualmente são 106 habilitadas) é que as remessas retomem. Durante o embargo, os preços ao produtor subiram 1,3%. Na Irlanda, aumentaram 7%. No varejo, a variação foi maior também na Europa. “Se estiver saindo embarque, só se for de contratos anteriores ao embargo”, acredita Alcides Torres, diretor da Scot Consultoria. Segundo ele, na prática, apenas as indústrias de Minas Gerais — onde 87 fazendas foram habilitadas — é que estão aptas a exportar. O diretor da AgraFNP, José Vicente Ferraz, acrescenta que as empresas brasileiras só vão poder 3,19 Para o economista Fábio Silveira, da RC Consultores, o embargo foi uma estratégia dos europeus para derrubar os preços da carne. No ano passado, os valores médios pagos pelo produto exportado foram os mais altos da década. :US$ 2,70 mil a tonelada. Em relação ao ano anterior, a cotação média foi 5,9% superior. “O que os europeus querem é uma carne mais barata”, diz. Renegociação Segundo ele, em um primeiro momento, o preço da carne subiu na Europa, mas depois, os importadores devem “chamar os parceiros e negociar condições mais suaves”. Silveira diz que a Irlanda não tem condições de ocupar o lugar do Brasil no fornecimento de carne para o bloco. “O embargo foi um tiro no pé, porque o País pode arrumar outro cliente”, avalia. O consultor Olavo Henrique Furtado, da Trevisan Consultoria, tem opinião semelhante: “A União Européia é um grande mercado, mas não é o único. No entanto, ele acrescenta que quem dita o mercado é o comprador, portanto, o Brasil tem de fazer os ajustes necessários para voltar a exportar. Brasil (em R$ por arroba) Irlanda (em R$ por quilo) 2004 2005 2006 2007 Fontes: Scot Consultoria e RC Consultores voltar a exportar quando tiverem a garantia de fornecimento de matéria-prima. “Com essa quantidade de fazendas não dá para encher um contêiner”, diz. A restrição das vendas — acredita-se em um prejuízo de cerca de US$ 80 milhões a US$ 90 milhões por mês — elevou as cotações do boi gordo no Brasil e na Europa. Ontem, a arroba era cotada a R$ 76, em São Paulo, valor superior ao embargo. “Talvez estivesse mais alto se não tivesse ocorrido o impasse”, diz Ferraz. Levantamento da Scot Consultoria mostra que na Europa o boi se valorizou mais. Segundo a consultoria, no varejo europeu a carne também teve alta maior: entre 30% e 40%. No Brasil, o preço ao consumidor caiu 5,5% para o corte traseiro (principal exportado). “O preço foi reduzido em função da maior oferta”, diz Torres. No entanto, ele ressalta que, no caso do dianteiro (corte tipicamente do mercado interno), a equação foi ao contrária: passou de R$ 3,40 para R$ 3,70 o quilo. Exportações brasileiras devem ficar estáveis VIVIANE MONTEIRO BRASÍLIA Safra de verão reduz negócios com o trigo ROBERTO TENÓRIO SÃO PAULO MERCADO DOMÉSTICO Preços médios de trigo negociados nos estados do Sul (em R$ FOB)* 605,95 Com a chegada da safra de verão, os preços do trigo no mercado brasileiro estão começando a entrar em uma fase de acomodação. Isso ocorre porque as culturas de milho e soja começam a tomar conta do mercado doméstico e as negociações com o cereal diminuem. Os preços negociados nos dois primeiros meses de 2008 estão em média 20% superiores aos cotados no mesmo período do ano anterior. Segundo levantamento feito pela Safras & Mercado, o preço médio do trigo na região Sul do Brasil saltou de R$ 466,65 para R$ 605,95 na comparação entre fevereiro de 2007 e 2008, um incremento de 23%. Os números mostram ainda que entre os meses de fevereiro e março do ano passado os valores ficaram praticamente idênticos, em R$ 466,45 e R$ 466,19, respectivamente. Isso ocorre justamente pela redução dos negócios nesse período. “No mercado doméstico o clima é de calmaria. Os moinhos estão bem abastecidos, pois além de comprarem a produção do mercado interno, os 4 milhões de toneladas adquiridos em novembro, na Argentina, já chegaram ao país”, explica Élcio Bento, analista da Safras & Mercado. Ele acrescentou ainda que a chegada de milho e soja ao mercado acaba diminuindo a oferta de trigo por parte dos produtores. Ontem, na Bolsa de Chicago (Cbot), os preços do trigo reverteram a queda do último pregão e O embargo europeu à carne brasileira fez a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) rever as exportações do País. A estimativa anterior era de aumento de 15% no volume embarcado. Agora, a instituição acredita em manutenção dos embarques. Em 2007, o Brasil exportou 195 mil toneladas de carne bovina in natura para os europeus, respondendo por US$ 1,087 bilhão em negócios. Em janeiro foram enviadas 19,8 mil toneladas do produto ou US$ 146,3 milhões. Para a CNA, apesar da liberação das 106 fazendas, o mercado europeu continua fechado para a carne brasileira. “O quadro se mantém com poucas alterações”, disse o assessor-técnico da CNA, Paulo Sér- ANTENOR NOGUEIRA Presidente da Comissão de Pecuária gio Mustefaga. Segundo ele, a medida não representa “quase nada”: ou seja, somente 0,3% dos 30 mil empreendimentos que exportavam anteriormente. Ele não acredita em um efeito dominó do embargo, uma vez que a demanda externa por carne é elevada. Na avaliação da CNA, o embargo não deve surtir efeito negativo à produção do Brasil, pois o pro- duto que seria vendido aos europeus poderá ser redirecionado para outros mercados. O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira, aposta também na manutenção do crescimento da demanda interna, cujo consumo per capita cresceu 8,1% para 40 quilos em 2007. Em tese, Nogueira acredita que a demanda por carne na União Européia deve provocar um efeito cíclico no mercado internacional. “A tendência é de alta por parte da demanda. Primeiro, a União Européia vai buscar outros mercados (em substituição ao Brasil) e, para isso, terá que pagar preços maiores para conseguir o produto de outros países que já têm seus clientes certos. Ou seja, os preços devem subir puxados pela União Européia”, analisa. Ele acrescenta que o Brasil ganha com isso, uma vez que é o maior rebanho comercial do mundo. Em janeiro, o preço médio internacional atingiu US$ 3,971 mil a tonelada, 65,4% a mais que os US$ 2,401 mil em igual mês do ano passado. “As perspectivas de sustentação dos preços poderão estimular o produtor a retomar os investimentos na atividade, após anos em que os reajustes dos custos de produção superaram os aumentos da arroba”, afirma Nogueira. A CNA ainda não tem os dados de exportação fechados do mês de fevereiro. Mas ele, acredita que as vendas externas fecharam em alta. Para Nogueira, o governo brasileiro poderia ter proibido todas as exportações para aquele país durante um período de seis meses para fazer o dever de casa. 466,45 CERTIFICAÇÃO Fev/2008 Fev/2007 Fonte: Safras & Mercado * Até 29 de fevereiro Arroz terá selo socioambiental NEILA BALDI SÃO PAULO fecharam com uma alta de 1,4%, em 1.102,50 centavos de dólar por bushel nos contrato com vencimento em maio. Para Bento, a alta pode ser reflexo da decisão do governo argentino prorrogar a liberação das licenças para o dia 8 de abril. “O mercado está tão sensível que qualquer notícia sobre uma possível falta do produto pode causar nervosismo”, esclarece. Ele não acredita que a ampliação do prazo para conceder as licenças tenha o objetivo de favorecer a tendência altista dos preços. “O melhor momento para vender é agora. A partir de julho, a safra do hemisfério norte deve chegar e ajudar a baixar as cotações”. O governo argentino alegou na última sexta-feira, que a data da liberação das licenças foi adiada para conter a inflação no país. Antes disso, a previsão era de que as exportações fossem retomadas no dia 17 de março. O país possui em torno de 2 milhões de toneladas para exportação, e é o quarto maior exportador do mundo. Como medida preventiva, o governo brasileiro autorizou a compra de 1 milhão de toneladas em outros mercados. Os produtores de arroz do Rio Grande do Sul vão ter um selo de responsabilidade socioambiental. A meta é que neste ano, 10% da lavoura gaúcha — 900 propriedades — esteja inscrita no selo que, posteriormente, servirá para rastrear o produto. A estimativa é que uma futura certificação possa também abrir novos mercados no exterior. No ano passado, o País exportou 320 mil toneladas de arroz — a maior parte de grão quebrado, ou seja, de menor valor agregado. Ainda não existe perspectiva de quanto será o prêmio pelo produto certificado. Ontem, o grão era avaliado em R$ 23 a saca (50 quilos). “Com um selo desses, o produtor pode estar de olho no mercado internacional. O grande pulo do gato é isso, pois hoje o mercado depende de recursos governamentais para a sua manutenção”, afirma Élcio Bento, analista da Safras & Mercado. Segundo o presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Maurício Fischer, o selo visa certificar aqueles produtores que estão adequados à legislação, usando tecnologia de produção mais limpa, com licença ambiental, entre outras normas sociambientais. “No mercado internacional isso pode se reverter em prêmio”, afirma. O presidente da Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Renato Rocha, diz que, a partir do ano que vem, quando já houver uma quantidade de fazendas inscritas no selo, é que o setor poderá buscar mercados que valorizem práticas de responsabilidade socioambiental. A instituição não tem estimativas de um prêESTIMATIVA É QUE mio, mas acredita que podese conseguir valores supeda lavoura riores aos gaúcha seja atuais. certificada Na próxima quinta-feira, o setor se reúne em Pelotas (RS) para discutir um mecanismo de apoio à exportação. A idéia é que o governo federal conceda um subsídio 10% que garanta a diferença entre o preço internacional e o interno. A proposta é conseguir alavancar as vendas externas, elevando-as para 700 mil toneladas. O setor está pleiteando apoio de R$ 70 milhões para este programa. Outra medida que pode ajudar no aumento das vendas externas, no Rio Grande do Sul, é a restauração do silo da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa), no porto de Rio Grande. O armazém tem capacidade para estocar de 60 mil toneladas. Do lado da importação, o governo gaúcho regulou a lei que obriga a pesagem e exames fitossanitários de produtos agrícolas que ingressem do exterior. “Isso pode restringir a compra”, acredita Rocha. Pag-For Bradesco Completo para simplificar o pagamento aos seus fornecedores. Para mais informações, fale com o seu gerente ou acesse www.bradescopessoajuridica.com.br e conheça o Pag-For Bradesco e outras soluções completas para a sua empresa. Bradesco. Entende sua empresa por completo. REGISTRO ABEF LANÇA LIVRO Com apoio da Apex-Brasil , a Associação dos Exportadores de Frangos (ABEF) lança o livro “A presença japonesa na avicultura brasileira de exportação (19082008)” em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa, com relatos, depoimentos e fotos. OURO FINO FATURA 25% MAIS O faturamento do Grupo Ouro Fino cresceu 25% em 2007. A maior parte desse crescimento foi atribuída aos lançamentos. A linha de bovinos teve incremento de 35%, antibióticos injetáveis e o endectocida Master LP conquistaram o desempenho acima da média.
Slide 36: C4 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Investimento de R$ 280 milhões da Eurofarma deve triplicar a capacidade ROMUALDO RIBEIRO Eurofarma avalia aquisições na AL Laboratório reorganiza gestão e analisa abertura de capital para se financiar IOLANDA NASCIMENTO ITAPEVI (SP) A Eurofarma Laboratórios, a terceira maior farmacêutica de capital nacional e a quinta no ranking brasileiro, atravessa uma fase de grande ebulição. Para comportar o crescimento que tem registrado nos últimos anos e os planos futuros de expansão, a companhia tem em curso investimento estimado em R$ 280 milhões na construção de um complexo fabril para agrupar as atividades e triplicar a produção, iniciou no final de 2007 uma reestruturação organizacional com vistas a abertura de capital, se necessário, e busca oportunidades de aquisição nos principais mercados latino-americanos, a fim de intensificar o processo de internacionalização, aumentar as exportações e atrair acordos de licenciamento de produtos. As obras do novo complexo, lo- calizado em Itapevi (SP), estão a todo vapor. Amanhã, a companhia inicia operações de seu segundo bloco de produção, o de produtos hormonais, exatamente um ano depois da inauguração das linhas de produção de medicamentos líquidos, cremes e pomadas e a cerca de 13 ou 14 meses do começo das operações das unidades de comprimidos e injetáveis, prevê Maurizio Billi, presidente da Eurofarma. Até janeiro foram investidos R$ 182 milhões no complexo, sendo que aproximadamente 35% dos recursos totais são provenientes de linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o restante, do caixa da própria empresa.. O estilo é reservado, mas Billi mal esconde a ansiedade e orgulho pela obra. O projeto começou a ser desenhado há cerca de quatro anos e suas linhas arrojadas destoam das fábricas tradicionais do setor. “Os blocos de produção são todos envidraçados. A fábrica é projetada para que os funcionários possam olhar para a área verde (do entorno). É mais caro, vidro custa mais que pa- rede de concreto e requer mais investimento em refrigeração, pois esquenta muito, mas o ambiente fabril fica humanizado, coisa que a gente só vê nas sedes, nos escritórios”, disse o empresário a este jornal, durante visita às instalações que, quando finalizadas, totalizarão perto de 70 mil metros quadrados de área construída em terreno de 300 mil metros quadrados, sendo que em torno de 35 mil metros quadrados são de área de preservação ambiental, que inclui espécies nativas e até uma cachoeira. É esse complexo que garantirá os planos de expansão da Eurofarma. Em pleno funcionamento, triplicará a capacidade, antes espalhadas por cinco fábricas em São Paulo e no Rio. Hoje, a empresa produz cerca de 80 milhões de unidades (caixas) por ano. Conforme Billi, além de abastecer o mercado interno, a idéia é ampliar as exportações, atualmente pouco representativas — em torno de 2% do faturamento anual. O foco serão primeiro os países da América Latina. “O Brasil representa um terço do mercado latino-americano, e se queremos Novo complexo em Itapevi (SP): blocos de produção envidraçados para humanizar ambiente fabril atrair negócios, temos de aumentar a presença regional”, explicou Billi, acrescentando que essa estratégia dará um suporte maior para a empresa ampliar a sua carteira de medicamentos licenciados, principalmente, de farmacêuticas que ainda não estão presentes, ou têm pouca participação, na região. A empresa tem a meta de cobrir 90% do mercado latino-americano e o empresário afirmou que para isso tem de estar presente no México, Colômbia, Venezuela, Chile e Argentina, o que pretende fazer por meio de aquisições de pequenos laboratórios locais e de portfólio. “Estamos em fase de prospecção. É importante ter empresa local para conhecer e participar melhor desses mercados. Só após entender como funcionam, é que vamos estabelecer metas de vendas e exportações para esses mercados. Vamos atendêlos a partir da fábrica brasileira.” A Eurofarma exporta atualmente para alguns países da América Latina e tem em Portugal uma joint venture na área de genéricos com a Edol, a Edol-Themaxis (Themaxis é a marca da empresa para o mercado internacional), formada no início de 2005, mas que, operacionalmente, começou a funcionar há cerca de três, quatro meses. No plano da companhia, está a entrada também no Leste Europeu. “Mas vamos fazer uma coisa de cada vez.” O processo de internacionalização não sairá barato, avalia o empresário. “Demandará muito investimento e talvez com as nossas próprias pernas não dê.” Por isso, avalia novas fontes de recursos, entre elas a abertura de capital, que não é hoje desejada, pelo fator emocional de vender parte do patrimônio que ajudou a construir, mas também não é descartada e, por isso, o empresário está reestruturando a gestão, desde o final de 2007. Billi está na empresa desde os 18 anos, quatro anos depois de sua fundação, em 1972. “Meu pai (fundador da Eurofarma) foi um visionário. Montou uma fábrica pequena, especializada em terceirização, quando ninguém fazia isso. É um fato raro, mas a gente se deu muito bem. Temos uma parceria de sucesso, e origens mais ligadas à fabricação do que ao marketing.” Billi montou duas vice-presidência: comercial (preenchida por um executivo da empresa) e de operações, profissional que busca no mercado. Um conselho de administração, ou consultivo, “que não engesse a empresa”, deverá ser constituído em 2009. “A companhia já é auditada há muito tempo. Tem políticas claras de gestão. Estamos aprimorando a governança.” O empresário, que ainda não decidiu se irá para o conselho, ficará responsável direto pela internacionalização, inovação e recursos humanos. Para quem gosta de chão de fábrica, não é fácil. “Um empresário tem que planejar, assegurar o futuro da empresa e isso não é o dia a dia.” Empresa espera faturamento 15% maior para este ano Fabricante de medicamentos de prescrição médica, produtos veterinários e uma das principais na área de genéricos, a Eurofarma Laboratórios registrou vendas de R$ 1,04 bilhão no ano passado, 11% superior as de 2006, conforme dados do Grupo dos Profissionais Executivos do Mercado Farmacêutico (Grupemef). A terceirização, que deu origem a companhia, responde hoje por cerca de 5% do negócio, segundo o presidente do laboratório, Maurizio Billi, que espera crescimento de 15% nas vendas para 2008, impulsionado pelo lançamento de aproximadamente 15 medicamentos. Na área de contraceptivos — hoje inicia operações de sua nova unidade de hormonais —, é a terceira maior do setor no País, atrás da Bayer-Schering e Organon, com pílulas como Selene e Primera. Detém cerca de 7,8% de participação do mercado total de anticoncepcionais em unidades (98,43 milhões em 2007) e 8,9% em valor (R$ 1,13 bilhão), com 7,65 milhões de caixas e R$ 101,04 milhões, respectivamente. A Eurofarma foi a primeira farmacêutica a lançar contraceptivos orais genéricos no País, em dezembro de 2007, informou, e com a nova fábrica Billi pretende entrar em mais segmentos do mercado de hormonais. I.N. ALIMENTOS ESTRATÉGIA METAIS Kiviks, de geléias, mira o food service WILSON GOTARDELLO FILHO SÃO PAULO Oxiana compra Zinifex e cria a 2ª maior em zinco BLOOMBERG NEWS MELBOURNE (AUSTRÁLIA) Cotação do ouro alcança US$ 992 BLOOMBERG NEWS SEATTLE (EUA) Uma das maiores fabricante de geléias do Brasil, a Kiviks Marknad, que informa possuir 50% do mercado premium e 32% do total, prepara expansão na área de food service em 2008. A empresa, que prod u z a m a r c a Q u e e n s b e r r y, contratará distribuidores específicos para atender esse mercado. A meta, segundo Cristiano de Moraes, diretor da empresa, é alcançar 5% do faturamento com esse tipo de serviço já este ano. Estão previstos investimentos totais de cerca de R$ 1 milhão em 2008, mesmo montante do ano passado, quando a empresa duplicou a capacidade produtiva da fábrica de Alphavile, na grande São Paulo. “Temos muita coisa para fazer ainda”, disse Moraes, que destacou a necessidade de contratar distribuidores especializados. “Vamos começar a segmentar a distribuição”, afirmou. E a ampliação do número de distribuidores é uma meta traçada desde 2007. Segundo o executivo, a empresa ampliou a presença no pequeno e médio varejo com 30 novos distribuidores contratados no ano passado. No total, a empresa fechou 2007 com 40 distribuidores. A previsão é de que pelo menos outros 15 distribuidores passem a trabalhar com a Kiviks este ano. Além de ampliar a distribuição dos produtos, a empresa pretende ampliar o portfólio. A Kiviks fechou o ano com 39 tipos de produtos e pretende alcançar 49 tipos este ano. Além da variedade de geléias, faz parte do portfólio da empresa o molho agridoce Mango Chutney e mel. Com esse investimento, para 2008, a meta de Moraes é crescer 29% em produção e faturamento. O executivo também almeja um crescimento em mercados como o Sul e o Nordeste. “Vamos entrar mais agressivos na região Sul este ano. Nossa participação na região fica entre 15% e 20%. Queremos no mínimo igualar aos 32% que temos nacionalmente, em média”, disse o executivo. Segundo Moraes, todas as praças em que a empresa está abaixo do média nacional de parCOMPANHIA POSSUI ticipação, 32%, terão atenção especial. Entre esdo mercado de ses mercados, geléias, segundo além da região a AC Nielsen Sul, destaca-se o interior de São Paulo, e a maior parte dos estados do Nordeste — hoje a empresa está satisfeita com sua participação apenas no Ceará, na Bahia e em Pernambuco. EVOLUÇÃO Zinco “high grade” Cotação para 3 meses (em US$ mil/toneladas) 2,80 2,79 32% Exportação A Kiviks já se entusiasmou com a venda externa, mas vem desacelerando os embarques nos últimos anos em virtude da valorização do real em relação ao dólar. “Não vamos fazer esforços para fomentar o comércio externo com o dólar como está. Só valeria a pena se rompesse a barreira de R$ 2 e não temos expectativas que isso vá acontecer”, disse. Em 2007, as exportações ficaram abaixo de 5% do faturamento. A Oxiana concordou em comprar a Zinifex por 6,2 bilhões de dólares australianos (US$ 5,8 bilhões) em ações, a fim de formar a segunda maior produtora mundial de zinco, em um momento em que as matérias-primas experimentam seu sétimo ano de alta. A oferta avalia as ações da Zinifex em 12,68 dólares australianos cada, 14% mais do que seu último preço de fechamento. Andrew Michelmore, o principal executivo da Zinifex, vai dirigir a empresa resultante da fusão, disseram ontem as duas companhias, sediadas em Melbourne, na Austrália, em comunicado. A Oxiana, dona da quinta ação de melhor desempenho dos últimos 30 dias do Índice Bloomberg de Mineração da Ásia do Pacífico, vai mais que duplicar suas vendas, quintuplicar sua produção de zinco e conquistar acesso a projetos em chumbo e prata na Austrália e no Canadá. A Zinifex, que precisa substituir o cada vez mais minguante volume de minério de sua principal mina de Century, 2,65 2,50 2,44 2,35 2,20 12 14 18 20 22 26 28 3 13 15 19 21 25 27 29 Fontes: Bolsa de Metais de Londres e Centro de Informações da Gazeta Mercantil na Austrália, aporta com o negócio 2,2 bilhões de dólares australianos em recursos para custear novos projetos e aquisições “Elas têm um bom fluxo de caixa e sólidos resultados patrimoniais”, disses Tim Barker, cogestor e assessor de mais de US$ 54 bilhões em ativos investidos do BT Financial Group, por tele- fone a partir de Sidney. “`Isso as põe em boa posição para poderem comprar ativos.” A Oxiana, cujas ações estão sendo negociadas a um valor 19 vezes maior que os lucros estimados, caiu 7 centavos australianos, ou 1,8%, para 3,90 dólares australianos na Bolsa da Austrália às 16:10 de ontem, horário de fechamento do pregão de Sidney. A Zinifex, negociada a 11,8 vezes seus lucros, subiu 1,02 dólar australiano, ou 9,2%, para 12,15 dólares australianos. A diversificação dá às empresas uma perspectiva mais sólida”, disse Tim Schroeder, co-gestor de 1,9 bilhão de dólares australianos em ativos na Pengana Capital, entre os quais ações de ambas as empresas. “A tomada de controle é uma fusão entre iguais”, com cada uma das empresas controlando 50% do capital da resultante, disseram ontem a Oxiana e a Zinifex. Apenas os acionistas da Zinifex vão se pronunciar pelo voto sobre a seqüência de providências, com uma votação prevista para maio ou junho. A cotação do ouro subiu para o recorde de US$ 992 a onça após o dólar ter recuado para seu mais baixo patamar de todos os tempos frente ao euro, e de o preço do barril de petróleo bruto ter se aproximado dos US$ 104 ontem, estimulando os receios de que a inflação venha a se acelerar. A prata registrou sua maior cotação desde 1980. O dólar também recuou para baixa recorde em relação a uma cesta ponderada das seis principais moedas mundiais. O ouro avançou 36% desde meados de setembro, quando o primeiro de cinco cortes na taxa referencial de juros dos EUA fez o dólar recuar para seu recorde de baixa frente ao euro. “Todos basicamente jogaram a toalha com relação ao dólar”, disse Matt Zeman, operador do setor de metais do LaSalle Futures Group , de Chicago. "O ouro está batendo na marca dos US$ 1.000." Os contratos futuros de ouro para entrega em abril subiram US$ 12,90, ou 1,3%, para US$ 987,90 a onça às 11:59 de ontem na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York. RESULTADO Lucro da Xstrata aumenta 13% BLOOMBERG NEWS LONDRES REGISTRO REAJUSTE NO PAPEL O grupo finlandês Myllykoski anunciou ontem um aumento de pelo menos ¥ 30 no preço da tonelada dos papéis LWC e MWC e do não-revestido, usados em publicação. Os reajustes passam a vigorar no segundo trimestre. Em comunicado, o vicepresidente Henrik Björnberg destacou que a demanda por estes papéis é, geralmente, mais fraca no primeiro trimestre. Como a demanda já está acentuada no início do ano, é possível que seja constatada alguma “escassez de abastecimento de LWC e papel não-revestido”. A mineradora Xstrata, que mantém conversações com a Companhia. Vale do Rio Doce (Vale), interessada em sua aquisição, informou que seu lucro anual subiu 13% devido ao aumento da produção de carvão e zinco e à alta dos preços do cobre. O lucro líquido cresceu para US$ 5,54 bilhões, ou US$ 5,78 por ação, ante US$ 4,89 bilhões, ou US$ 5,28, em 2006, informou ontem a companhia de Zug, Suíça, em um comunicado. As vendas cresceram 12% para US$ 28,5 bilhões. A cifra referente ao ano passado foi calculada pela companhia como se suas aquisições, que incluem a com- pra da Falconbridge, do Canadá por US$ 16,2 bilhões, tivessem contribuído para todo o ano. O principal executivo Mick Davis aumentou as vendas mais de 15 vezes nos últimos cinco anos, graças às aquisições e às expansões. Ele disse que prosseguem as conversações com a Vale, a maior produtora de minério de ferro do mundo. “Estes números não contribuem muito para o avanço do debate sobre a possibilidade de a Vale fechar sua proposta pela Xstrata, mas proporcionam para a administração da Xstrata uma plataforma para explicar a forte perspectiva para seus lucros e negócios”, escreveu ontem em um relatório Michael Rawlinson, diretor de mineração, recursos e energia da Liberum Capital, em Londres. Os papéis da Xstrata avançaram 40 pence (US$ 0,80), ou 1%, para 4 mil pence (US$ 7,95 mil) no fechamento na Bolsa de Londres. As ações subiram 72% nos últimos 12 meses, o que confere a Xstrata um valor de mercado de 39,1 bilhões de libras esterlinas (US$ 77,5 bilhões). A companhia está em conversações com a Vale, enquanto a BHP Billiton, maior mineradora do mundo, sediada em Melbourne, segue com sua oferta hostil de US$ 149 bilhões pelo Rio Tinto Group, da Grã-Bretanha. “Tudo dependerá até certo ponto de como as discussões com a Vale acabarão”, disse Davis. A Xstrata tem outras “opções” de crescimento, além de sua aquisição pela Vale, acrescentou. A Xstrata está “muito confiante na perspectiva ” no “médio e longo prazo” para todas as commodities que produz, afirmou. A companhia, que é a maior exportadora mundial de carvão para usinas de eletricidade, elevou sua produção em 8,2% no ano passado, com o crescimento de seu desempenho nas minas na África do Sul e da Colômbia, informou na semana passada em um relatório sobre a produção. As interrupções dos fornecimentos contribuíram para uma alta recorde dos preços do carvão em 2007.
Slide 37: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | C5
Slide 38: C6 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL COMUNICAÇÃO LICENCIAMENTO Segundo a Abral, o setor vai movimentar R$ 3,2 bilhões este ano Personagens brasileiros miram o exterior DIVULGAÇÃO Evento do setor terá como objetivo mostrar a produção nacional para estrangeiros SHEILA HORVATH SÃO PAULO O mercado de licenciamento deve faturar em 2008 R$ 3,2 bilhões, cerca de 7% acima dos R$ 3 bilhões registrados no ano passado. As receitas com royalties devem alcançar, este ano, a cifra dos R$ 160 milhões. Mesmo com a projeção otimista, o licenciamento tem um potencial de crescimento ainda maior no Brasil, avalia o presidente da Associação Brasileira de Licenciamento (Abral), Sebastião Bonfá. Para reforçar sua tese, o executivo compara o desempenho do mercado nacional com Canadá e EUA. Juntos, esse dois países somam um faturamento aproximado de US$ 108 bilhões com a atividade. “O Brasil representa cerca de 10% do mercado americano em outros setores da economia. No caso do licenciamento, no entanto, não chega a 1%”, afirma o presidente da entidade. Na tentativa de mudar esse ce- nário, a associação, junto com a International Licensing Industry Merchandisers Association (Lima), promove em setembro deste ano a Licensing Brasil Summit, que será realizada na cidade de São Paulo. O evento será organizado pela Advanstar Communications, parceira da Lima na realização de feiras do setor em outros países e com experiência na organização de eventos voltados a negócios em todo o mundo. “Nesta primeira edição, o objetivo principal do evento é mostrar que o Brasil é um mercado em expansão no setor de licenciamento e que essa é uma boa opção de negócio no País”, comenta a vicepresidente executiva da Advanstar, Georgiann DeCenzo. A executiva comenta que a indústria brasileira deve entender a importância de trabalhar com uma licença, pois assim agrega valor ao produto e gera resultados. “Hoje, o Brasil é considerado um importador de licenças. Durante a feira, queremos iniciar uma virada nesse jogo e abrir caminhos para as marcas brasilei- Daniela e a filha Camila, inspiração para a criação da Mila, que hoje está em mais de 300 itens ras”, comenta Bonfá, da Abral. Para isso, Georgiann promete trazer um número significativo de executivos estrangeiros para participar do evento. “O brasileiro é visto no exterior como muito criativo, mas esse atributo ainda não tem sido muito bem explorado no mercado de licenciamento ”, completa a executiva. Proprietária da personagem Mila & Co., Daniela Cury Boulos tem grande interesse no evento. “Está nos planos da empresa para 2008 a internacionalização dos personagens, principalmente para Portugal e Espanha”, comenta. Mila & Co. surgiu durante a gravidez de Daniela, que se inspirou em sua filha Camila para criar o personagem. Desde então, a menininha e sua turma já estão presentes em mais de 300 produtos, em diferentes segmentos: confecção, cosméticos, papelaria, malas e mochilas, brinquedos, festas e, recentemente, em fundos de tela e jogos para celular. No total são 19 empresas licenciadas. O sucesso com a Mila & Co. animou Daniela, que este ano lança a Mila & Co. Licenciamentos. Além da Mila e sua turma, a empresa vai licenciar outras marcas. “Nosso foco inicial será em personagens 100% nacionais. Já estamos em negociação para licenciar três ainda neste início de ano”, conta a executiva. Daniela também criou outra turma este ano, a Zou!. São quatro bichinhos com diferentes caraterísticas, todos com pontos fortes e outros que devem ser melhor trabalhados: Panda, Macaco, Elefante e Leão. Para os novos personagens já foram fechados cinco contratos de licença nos segmentos de brinquedos, papelaria e malas e mochilas. “O objetivo é fechar 2008 com pelo menos 10 contratos”, afirma o diretor da empresa, Fernando Afif Cury. “Dentro da estratégia da empresa, queremos contratos mais longos, para que os personagens licenciados fiquem mais tempo no mercado e não somente uma temporada, como acontece com personagens de filme”, completa Cury. Mila & Co. também está na TV. São 12 episódios com a duração de dois minutos cada. Os filmetes são veiculados no canal de TV por assinatura, TV Ra-TimBum, em uma parceria com a TV Cultura. “As histórias sempre passam uma mensagem positiva e nosso objetivo para este ano é produzir episódios mais longos com a turma”, conta Daniela. Uma outra empresa que possui personagens brasileiros é a Tilibra. Embora tenha desenvolvidos as marcas Menininhas e Jolie para sua linha de cadernos e agendas, a companhia passou a licenciar os personagens em outros segmentos de produtos, como lápis, borrachas, mochilas e lancheiras. “Hoje, as Menininhas já estão presente em quase todas as categorias do mercado de papelaria”, comenta o gerente de marketing da Tilibra, Sidnei Bergamaschi. Ele conta que o foco este ano para a marca será em segmentos fora do mercado de papelaria. “O objetivo é fechar um ou dos contratos em outras categorias”, revela. As Menininhas já estão presentes nos segmentos de acessórios e confecções com a Marisol, cama e banho com a Lepper e também em brinquedos com a Long Jump. Já em relação à marca Jolie, também voltada para o público feminino, mas um pouco mais romântico, o foco este ano será ainda no setor de papelaria. Bergamaschi conta que as Menininhas já estão presentes na República Dominicana e também em Porto Rico, “por meio de um distribuidor da Tilibra que atua nesses dois países.” Segundo o executivo, a internacionalização da marca está nos planos da empresa, mas esse não será o foco em 2008. Indispensável para o país que queremos ser.
Slide 39: GAZETA MERCANTIL | Terça-feira, 4 de março de 2008 | C7 VIDA EXECUTIVA GESTÃO Se uma empresa quiser se recuperar, precisa ter uma equipe motivada Para não afundar no oceano empresarial Especialista compara naufrágio do Titanic à falência de várias empresas brasileiras MARCELO MONTEIRO SÃO PAULO Na madrugada de 14 de abril de 1912, uma série de erros levou o Titanic — então o maior objeto móvel já construído pelo homem — a naufragar, depois de chocar-se com um iceberg, a mais de 1,4 mil quilômetros do porto de Nova York. No mercado empresarial, a falência de muitos gigantes pode ser comparada ao naufrágio mais famoso de todos os tempos. E em todos os casos, da mesma forma que no Titanic, a causa da ruína não se limitou a apenas um iceberg, mas a diversas decisões equivocadas. A analogia é feita pelo professor Alexandre Luzzi Las Casas, que ontem à noite ministrou palestra no Instituto Nacional de Pós-Graduação (INPG), em São Paulo, com o tema “Marketing Titânico — Um estudo de empresas brasileiras que naufragaram”. Entre as falências abordadas estão as de empresas como Encol, Iridium, Bloch Editores, Arapuã, Mesbla, Trol, Mappin e G. Aronson e ainda os casos de Sharp e KFC, que suspenderam suas atividades no Brasil. “No caso do Titanic, foram várias razões que fizeram o navio afundar. E entre as empresas analisadas também: um conjunto de coisas fez com que elas falissem”, comenta Las Casas. O especialista explica que o ambiente empresarial se equivale ao oceano, com toda a sua imprevisibilidade. Desta forma, assim como as embarcações em alto mar enfrentam intempéries (tempestades, icebergs, etc.), as empresas no mercado também estão sujeitas a adversidades e variáveis políticas, sociais, eco- nômicas, culturais e concorrenciais, entre outras. Com cerca de 286 metros de extensão (quase três campos de futebol oficiais), 28 metros de largura e 10 andares de altura, o Titanic partiu da cidade de Southhampton, na Inglaterra, no dia 10 de abril, com destino a Nova York. Construído com tecnologia de última geração para a época, o navio levava o título de “insubmergível”, graças à divisão de seu casco em 16 compartimentos, separados por anteparas hermeticamente fechadas por portas à prova d’água. No dia do desastre, transportava 2.223 pes- soas, das quais 1,5 mil morreram no gélido Atlântico Norte. Conforme Las Casas, a grandiosidade do Titanic e a tecnologia geraram na tripulação um sentimento de que o navio seria imune a qualquer problema e que nunca, em qualquer hipótese, afundaria. “Eles (tripulantes) ficaram relapsos em certos aspectos. Quando entrou aquele grande número de clientes no navio, eles não se importaram que havia mais pessoas do que botes salva-vidas”, conta. No campo empresarial, é mais ou menos o que acontece com grandes empresas, que acreditam que, por serem gigantes e terem suas marcas consagradas, nada pode lhes afetar. “Elas acham que podem impor a sua cultura em qualquer lugar”, afirma Las Casas, citando os casos de dois grandes fracassos, em sua opinião: o da montadora Mercedes-Benz, ao introduzir o modelo Classe A no Brasil sem qualquer estudo prévio ou adaptação ao mercado brasileiro, e o da Disney, ao criar a EuroDisney dentro dos mesmos moldes culturais do parque existente nos Estados Unidos, sem considerar os padrões culturais franceses. Outro aspecto apontado é o de que, assim como em um barco, onde as pessoas permanecem longos períodos de tempo, também “há vida” nas empresas. “Os funcionários acabam fazendo uma vida dentro da organização”, diz Las Casas. “Hoje, com o grande número de mulheres nas corporações, há mais relações amorosas e uma série de outras relações que antigamente, em um mercado predominantemente machista, não havia.” Neste sentido, diz o professor, as empresas atuais devem se preocupar cada vez mais com o que chama de “sociologia organizacional”. A idéia é fazer com que não se desperdice internamente a energia que deveria ser despendida no mercado. “A implantação de novas ferramentas suga muita energia interna das organizações. Assim, as empresas acabam se afastando muito do mercado, porque toda a energia é gasta internamente.” Segundo o professor, as empresas precisam estar atentas para eventuais “icebergs” em seus caminhos e, mais do que isso, ter estruturas ágeis, capazes de reagir rapidamente diante da iminência de um desastre. “As empresas grandes em tese são as que teriam mais facilidade em se adaptar às variáveis econômicas, políticas, sociais e empresariais”, explica Las Casas. Entretanto, nem sempre é assim que acontece. “Elas (companhias) têm de fazer ajustes, mas algumas são tão grandes que não têm a rapidez necessária para fazê-los e acabam quebrando. As empresas menores, em alguns casos, são mais ágeis.” Na opinião de Las Casas, mesmo nos casos em que o fim parece próximo, a última esperança da empresa para evitar o naufrágio total é uma equipe motivada. O exemplo clássico é o dos músicos, que no filme Titanic permanecem tocando, como se nada estivesse acontecendo, enquanto o resto da tripulação corre de um lado para o outro, tentando escapar da fúria do mar. “Quando você tem uma empresa afundando, que está em dificuldade, tod o m u n d o t e n t a s e s a l v a r, manda o currículo para outros lugares e a empresa afunda mesmo”, diz o professor. “Se uma empresa quiser se recuperar, precisa ter uma equipe motivada. Essa garra é o único combustível que pode reerguer uma organização, caso contrário, ela vai para o fundo mesmo.” EMPRESA & ESCOLA Paulo Nathanael Pereira de Souza* MOVIMENTO Xerox Carlos Esteves assumiu a Diretoria de Manufatura e da Cadeia Integrada de Suprimentos da Xerox do Brasil. Com 14 anos de empresa, o executivo exerceu várias atividades e esteve à frente, nos últimos quatro anos, das operações do Centro de Processamento de Documentos Inteligentes (CPDI), em Tamboré (SP). Avanço da tecnologia, retrocesso na educação À medida que a tecnologia da comunicação vai se sofisticando e conquistando a preferência das novas gerações, que entre a escola e a internet optam, sem quaisquer remorsos, por esta em detrimento daquela, a crise da educação tende a agravar-se cada vez mais. De avaliação em avaliação crescem os índices de desaproveitamento escolar, para desapontamento dos professores, escândalo das famílias e crescente desorientação dos policy-makers do Ministério Federal e das secretarias estaduais de educação. Todos estão perplexos e os jovens, que são as grandes vítimas desse desastre, preparam-se cada vez menos para a disputa de seu lugar ao sol nesta era, sua e nossa, que depende fundamentalmente da quantidade e da qualidade dos saberes armazenados durante o período escolar. Os currículos tradicionais, os conteúdos nem sempre atuais das lições, as avaliações de aprendizagem centradas no que os alunos não sabem e desprezando aquilo que eventualmente saibam, as didáticas repetitivas e discursivas de professores formados na era jurássica, o desaparelhamento escolar no que diz respeito a TVs, computadores, pessoal especializado na pedagogia da transmissão atraente do conhecimento — tudo isso combinado resulta numa escola que, para os alunos nascidos na cultura do Google, do Speed, das bandas, das digitalizações e coisas que tais, não faz sentido. De repente, algum burocrata descobre o óbvio: os alunos do ensino básico são fracos em Português e Matemática. Vai daí surge um programa de aulas intensivas nessas duas disciplinas, como se numa enfermaria de anêmicos se começasse a ministrar doses maciças de vitaminas A, B, C aos doentes... Sem discutir a necessidade de saturar os alunos de Matemática e Português, ouso perguntar: quais os meios a serem empregados para o fortalecimento desses saberes? Haverá didáticas especiais para essa cruzada contra a ignorância reinante entre os jovens quanto à arte de calcular e comunicar? Ou serão os mesmos professores, com as didáticas de sempre e sem o auxílio das tecnologias da imagem e do e-learning já consagradas pela TI ? Nessas medidas pensadas hoje com os instrumentos de ontem, mister se faz acrescentar aos currículos, principalmente os de ensino médio e superior, a disciplina denominada autodidaxia ou autodidatismo, porque, com o império da educação permanente, ora instalada nos sistemas de ensino, a escola será menos uma transmissora presencial do saber, e mais um misto de usina difusora, que prepara e oferece as novas linguagens do saber, por meio de uma semiologia tecnológica, cujo acesso caberá ao aluno fazer por conta própria, em casa, no trabalho e até no lazer, em sua permanente necessidade de atualização. Daí que é preciso ensiná-lo a pesquisar, a buscar e a achar o que lhe interessa, para viver nesse mundo de Flash Gordon(*), que parece nos estar reservado, daqui para a frente. Creio que é para isso tudo que as futuras propostas de reforma de ensino devem atentar prioritariamente, para que se não percam, nem recursos, nem expectativas dos que se vão educar e que já não conseguem digerir as velhas fórmulas desprovida da modernidade tecnológica. Há que se reabilitar o autodidatismo que, no passado foi uma alternativa à desescolaridade, mas que hoje poderá ser o instrumento principal de uma nova educação. (*) Super-herói futurista de história em quadrinhos, lançado em 1934. *Doutor em educação e presidente do Conselho de Administração do CIEE. E-mail: imprensa@ciee.org.br Neogama/BBH A agência de publicidade Neogama/BBH acaba de estruturar sua área de varejo, e para dirigila, contratou Carlos Murilo Moreno. Profissional com 22 anos de experiência em empresas anunciantes, veículos e agências, Murilo passa a comandar 10 profissionais exclusivamente dedicados ao atendimento das contas da Klabin Segall, Esfera Empreendimentos Sustentáveis, GVEISA – Campos São Paulo, e a área de varejo da Renault. Rede Ibis Claudia Barros acaba de assumir a gerência de comunicação da rede Ibis na América Latina. Formada em Propaganda e Marketing, Claudia passou por diversas áreas da Accor Hospitality, onde trabalha desde 2003, ano em que ingressou na área de comunicação e marketing das redes Novotel e Mercure. Desde janeiro de 2005, atuava como analista de marketing das redes econômicas Ibis e Formule 1. Soma A holding formada pelas empresas Soma, People Domus e Top Service, especializada em recursos humanos, contratou Plinio Vieira Soares Júnior como diretor adjunto de TI do Grupo. Plinio Soares, é formado em Administração de Empresas e em Economia e trabalhou no Unibanco, Laboratório Fleury e Bahia Sul Celulose. Informações sobre a movimentação de executivos devem ser enviadas para o e-mail movimento@gazetamercantil.com.br. Orientações a respeito do envio de fotos serão fornecidas em resposta automática.
Slide 40: C8 | Terça-feira, 4 de março de 2008 | GAZETA MERCANTIL LICENCIAMENTO Evento do setor acontece em setembro AGRONEGÓCIO Soja mantém alta em plena colheita C6 C3 DIVULGAÇÃO DESIGN DE INTERIORES Por uma hospedagem de impacto Evento Casa Hotel cria ambientes especiais para executivos e “turistas de consumo” ALEXANDRE STAUT SÃO PAULO Focar nos desejos dos “turistas de consumo” e nas necessidades de um executivo em viagens de trabalho, por meio do design e do luxo. Essas são as propostas do Casa Hotel 2008, mostra direcionada para o segmento hoteleiro que chega à sua segunda edição, no World Trade Center (WTC), em São Paulo. Com ambientes assinados por 44 profissionais, a exposição traz talentosos participantes da mostra Casa Cor Brasil, além de cinco nomes do design mundial, atuantes das Casas Cor Panamá, Peru e Suécia, que transformaram a linguagem rígida dos quartos de hotéis em espaços amigáveis e confortáveis. Seguindo a tendência do hoteldesign, o Casa Hotel apresenta este ano 36 espaços que reúnem as mais variadas linguagens de decoração em um único endereço. Os ambientes criados contemplam home offices para empresários que costumam estender a jornada de trabalho; espaços para relaxamento, com hidromassagem vertical; além de pequenas salas charmosas e aconchegantes, que estimulam o convívio social num espaço que costuma ser sisudo por natureza. Em suas pesquisas para a criação do Casa Hotel, Roberto Dimbério, diretor do evento, observou que, além do turista de negócios, São Paulo tem recebido cada vez mais um tipo de turista que vem à capital para o consumo de luxo. “Mais do que o público executivo, estas pessoas esperam um ambiente impactante quando procuram um lugar para se hospedar, assim como costumam fazer os turistas que vão a Paris, por exemplo”, destaca. Esta linha de pensamento fez com que chamasse profissionais “antenados”, como observa Dimbério. “Quando recebi o convite, percebi que a regra básica deveria ser a praticidade. Isso sem que perdesse de vista uma certa estética que agrada aos olhos. Mesmo que haja uma moda em decoração e arquitetura, a idéia do Casa Hotel é fugir das ditaduras do clássico, do rústico, do contemporâneo”, diz Marina Linhares, decoradora responsável pelo living da suíte presidencial, espaço criado em um cômodo de 510 metros quadrados no 16 o andar do WTC. Além do nome de Marina Linhares, o ambiente leva as assinaturas de Esther Giobbi, Gustavo Motta, Camila Viera Santos, Bebel Alves de Lima, Marí Aní Oglouyan, Mara Chap, Marta Sá Oliveira, Nide Barros Barreto e Marcelo Novaes. Neste andar de ambiente de luxo máximo, também foram desenvolvidas outras quatro suítes duplas e uma simples. BLOOMBERG NEWS Ambiente de Fabiano Hayasaki, o arquiteto que homenageou os 100 anos de imigração japonesa No quinto andar, encontramse, ainda, 20 suítes criadas por nomes como Ana Paula Massote Rohlfs, Carolina Nóbrega e Gustavo Assunção, Consuelo Jorge, Eduardo Mourão, Fabiano Hayasaki, Fernando Piva, Francisco Calio, João Armentano, Júlia Cruz, Lia Siqueira, Luís Humberto Carvalho, Marçal Barros, Mariana Albuquerque, Mariana Cartaxo, Márcia Muller, entre outros. Dimbério conta que a edição deste ano tem como atrativo a participação inédita de nomes internacionais como Thomas Herrström e Jonathan Kim, a dupla de designers Narrativ (Suécia); Nelba Gálvez Alvarez, Gladys Escoffery e Anabella Olivardia de Celis, do Panamá; e Mari Cooper, do Peru. “Como na primeira edição do evento — em que foram criados 38 apartamentos, decorados por 40 profissionais —, os ambientes ficam disponíveis para o público em geral. Basta fazer a reserva pelo site do WTC”, observa Dimbério. Ou seja, os ambientes apresentados não são cenários. Logo após o encerramento da mostra (em 16 de março), os quartos decorados podem ser ocupados. “A suíte presidencial custa, por exemplo, R$ 14 mil a diária.” Ele ressalta que uma das sensações deste ano é a suíte criada por Fabiano Hayasaki, que homenageou os 100 anos de imigração japonesa. “Procurei traduzir os cerimoniais nipônicos por meio de móveis típicos do país e de pequenos detalhes que contam a história da imigração, como um painel com palavras muito usadas pelo povo japonês no Brasil, saúde, paz, amor, harmonia e prosperidade”. Para Dimbério, tanto o ambiente de Hayasaki quanto os outros, tem como proposta mostrar a evolução da hotelaria. “Hoje, o público não quer espaços impessoais, uns iguais aos outros. Espera se hospedar em ambientes discretos, mas, ao mesmo tempo, fervilhantes”, diz Dimbério. “Se fosse empresário da área, correria para criar um hotel-design.” “Por meio do Casa Hotel, é possível ressaltar nossa proposta de hotelaria que combina luxo e exclusividade a serviços de alto padrão e uma série de facilidades para quem vem a São Paulo”, afirma Carlos Eduardo Hue, gerentegeral do WTC Hotel. Além das suítes, o lobby do hotel, com 700 metros quadrados, também foi redecorado, com projeto de Silvana Mattar. O spa, construído na área de lazer, foi concebido por Gustavo Horta. ROGÉRIO MONTENEGRO/GAZETA MERCANTIL A Indian Scout que o ator restaurou para participar de corridas ÍCONE Motocicleta de Steve McQueen vai a leilão BLOOMBERG NEWS NOVA YORK No pregão que reúne objetos de ícones cinematográficos é a motocicleta Indian Scout 1940, de propriedade do falecido ator Steve McQueen, uma das estrelas mais disputadas. A moto será leiloada no dia 3 de maio, durante o espetáculo na Califórnia denominado “Lendas da Motocicleta: International Con´ cours d’Elégance”. A motocicleta de cor vermelha, restaurada pelo ator para poder participar de corridas, poderá alcançar o valor de US$ 80 mil, segundo anunciou a casa de leilões Bonhams. O veículo está sendo vendido pelo fabricante de assentos de motos, Michael Corbin. McQueen, que morreu em 1980 foi menino de fazenda que conviveu com hippies, delinquentes e transviados. Passou dois anos em um reformatório e aos 15 abandonou a família para ser um marinheiro. Foi carregador, empregado de posto de gasolina e vendedor. Ele, que se definia como cínico-rebelde e nada bonito, sempre procurou personagens obcecados por um objetivo, sem o estereótipo do galã. Chegou a ser considerado sucessor de James Dean. Seu primeiro papel importante no cinema foi Marcado pela sarjeta (1956). O ator também deixou sua marca em filmes como A grande escapada, Bullitt, e Papillon. Conhecido como o “rei do cool”, está presente na lista da Forbes das dez maiores fortunas de astros falecidos, com US$ 6 milhões/ano. “McQueen é uma das poucas celebridades que agrega valor a uma motocicleta”, garante Andrew Reilly, especialista do departamento de veículos da Bonhams. “Em geral o fator celebridade agrega valor, mas não necessariamente um preço tão alto como este. A leiloeira Bonhams estimou uma das Sport Scouts de McQueen ao preço de mercado de US$ 15 mil a US$ 18 mil para uma venda em Los Angeles em 2006, disse Reilly. A moto obteve valor muito maior: nada mais, nada menos do que US$ 175 mil. Steve McQueen possuía um total de 200 motocicletas e algumas “escorregam” para o mercado a cada ano, definiu Reilly. A família de McQueen leiloou 166 motocicletas em Las Vegas no ano de 1984, acrescentou o responsável pelo pregão. O ator, no entanto, fazia questão de ter poucos carros. Em agosto, sua Ferrari Lusso 1963 obteve US$ 2,3 milhões em um leilão na Califórnia de responsabilidade da leiloeira Christie’s International, duplicando a maior estimativa. A Indian Scout do ator a ser leiloada vem com o charme extra de uma carta dos filhos de McQueen certificando que pertenceu a seu pai, com outras motocicletas de Corbin. O pregão será realizado hotel Ritz-Carlton de Half Moon Bay, Califórnia. Dimbério, do Casa Hotel, o evento que transforma em hedonismo a linguagem sisuda dos hotéis PLACAR GZM IFFHS: Santos é o melhor do Brasil Apesar da fraca campanha no Campeonato Paulista, em que ocupa a modesta 13.ª colocação, o Santos é o melhor clube do Brasil. É o que afirma a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS), entidade que monta o ranking dos principais clubes mundiais. A equipe dirigida por Emerson Leão aparece atualmente na 11.ª colocação, à frente de São Paulo (23.ª) e Flamengo (28.ª), os outros dois brasileiros que aparecem entre os 50 primeiros da lista. O trio está melhor posicionado que equipes tradicionais do futebol europeu, como Real Madrid (30.ª), PSV Eindhoven (65.ª) e Juventus (195.ª). No topo do ranking está o Chelsea, terceiro colocado na Liga Inglesa. O líder Arsenal é apenas o 10.º para a IFFHS, que faz seus cálculos com base no desempenho nacional e internacional dos clubes nos últimos 12 meses. O futebol que muitos dos grandes clubes brasileiros — especialmente os paulistas — têm exibido deixa claro que o nosso estoque de craques está no nível mais baixo da história. Mesmo times que começaram o ano com o cofre escancarado, como Fluminense e Palmeiras, ainda não justificaram em campo tantos gastos. O pessoal de verde pode até estar contente com 1 x 0 contra o Corinthians, mas um cálculo de custo-benefício que estabeleça o preço de cada gol vai mostrar que estamos gastando cada vez mais por jogadores cada vez menos. Daiane dos Santos voltou a treinar e falar em Olimpíada. Pobre campeã. O sonho de uma medalha olímpica, ou mesmo panamericana, pesou tanto nos seus ombros que seu corpo não agüentou a pressão. Falhou na hora “H”. Agora ela quer uma vaga em Pequim e já fala como se estivesse disposta a chamar todo o favoritismo de novo. Daiane pode até chegar inteira e favorita aos Jogos deste ano. Pode também nem chegar lá. Qualquer que seja o destino da melhor ginasta da história brasileira, o mais produtivo seria treinar em silêncio para chegar calada a Pequim. Se as rivais e a mídia só lembrassem de Daiane na hora da prova, ela certamente teria o seu melhor desempenho. A torcida do Real Madrid, afinal, descobre Robinho. Já, já, a massa merengue vai estar gritando no mesmo ritmo que os santistas, no passado: “Fica Robinho”. O Real fala em renovar o contrato do herdeiro que traz o futebol mais parecido com o do Rei Pelé até 2013. Se pudesse, renovaria para sempre. Robinho joga tanta bola que mesmo em Madrid é capaz de levar seu clube nas costas até um título. Este ano deve ser o da Liga Espanhola. Ano que vem pode ser a Champions League e, em 2010, com um bom técnico, a Copa da África do Sul. Mário Andrada e Silva OS 10 MELHORES BRASILEIROS NO RANKING Clube Pontuação Posição geral Santos São Paulo Flamengo Grêmio Botafogo Cruzeiro Fluminense Vasco Internacional Figueirense 219 188 179 152 146 145 145 126 125 124 11º 23º 28º 51º 58º 60º 61º 83º 84º 88º

   
Time on Slide Time on Plick
Slides per Visit Slide Views Views by Location