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O Despertar – 8241 – 24.09.2003 



O Despertar – 8241 – 24.09.2003

 

 
 
Tags:  newspaper  republicano  coimbra  1917  e  despertar 
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Published:  January 03, 2010
 
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Slide 1: Hoje Astronomia em Coimbra No Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra está a decorrer, até amanhã, a partir das 21 horas, mais uma edição da Astronomia de Verão. Para além da observação à vista desarmada de inúmeros objectos celestes, os monitores desta acção, auxiliados por quatro telescópios, apresentam aos participantes um conjunto vasto de objectos celestes: estrelas nebulosas, galáxias, sistemas múltiplos de estrelas, estrelas duplas e binárias e os planetas visíveis à hora que decorre a observação. Director: Artur Almeida e Sousa FUNDADO EM 1917 BI-SEMANÁRIO REPUBLICANO INDEPENDENTE PORTE PAGO Rua Pedro Roxa, 27 a 31 3000-330 COIMBRA Tel. 239 85 27 10/11/12 Fax 239 85 27 19 Email: despertar@netc.pt Quarta feira • 24 de Setembro de 2003 • Ano 86 • N.º 8241 – 0,50 e ARS promete fim de listas de espera este ano Visita à UC Uma Delegação do Tribunal de Última Instância de Macau, chefiada pelo seu presidente e acompanhada pelo vice-presidente do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal, vai visitar hoje, a partir das 10.30 horas, a Universidade de Coimbra. O Reitor Seabra Santos e o vice-reitor Avelãs Nunes acompanham a comitiva nesta visita guiada ao Paço das Escolas. “Mais que sempre” Na Galeria Lídia Cruz, em Leiria, encontra-se patente ao público, até 19 de Outubro, a exposição de pintura e desenho de Sofia Areal, intitulada “Mais que sempre”. Amanhã Século de ouro Na Casa Museu Bissaya Barreto, junto aos Arcos do Jardim, em Coimbra, decorre amanhã, a partir das 18 horas, mais um debate, desta vez sobre a temática “A história e a historicidade da poesia”, integrado no projecto “Em torno do século de ouro”. Esta sessão vai contar com as presenças de Manuel Gusmão, Maria Andresen de Sousa Tavares e Manuel Frias Martins. O debate vai ser moderado por Rosa Maria Martelo. “Inserções” O Pavilhão Centro de Portugal, em Coimbra, vai acolher, a partir de amanhã e até 16 de Outubro, o Módulo 2 do seminário “Inserções: exposição, debates e conferências”, que irá contar, para além da explanação dos projectos das equipas envolvidas, com a apreciação de um grupo de arquitectos e críticos convidados. Página 8 Cimeira luso-espanhola na Figueira da Foz Academia apela ao boicote às propinas Defesa sem dinheiro para guardar Panteão “Vaga” no TAGV “Vaga”, uma coreografia de Né Barros, vai estar em palco amanhã e sexta feira, pelas 21.30 horas, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra. Em cena vai ser criado um espaço minimal de fluência e ausência, de ocupação e desocupação colocando em evidência o duplo sentido da palavra vaga, da identidade instável ou da desertificação. Esta é uma co-produção da Balleteatro, Coimbra 2003 e Teatro Nacional de S. João. Guitarra de Coimbra No auditório do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra vai decorrer amanhã, pelas 21.30 horas, o concerto de homenagem a Octávio Sérgio, integrado no I Festival de Guitarra de Coimbra. Octávio Sérgio é um nome incontornável da guitarra de Coimbra. Paulo Soares, acompanhado à viola por Rui Namora, faz uma homenagem ao guitarrista cuja obra mudou substancialmente a música coimbrã. Octávio Sérgio vai ser homenageado num concerto em que será interpretada a sua obra gravada e alguns inéditos nunca antes executados ou alvo de registo discográfco. Página 7 Página 4 Página 3 Redução do trânsito nas cidades tem apoio da administração central Páginas 5 e 7 Académica volta a pontuar fora e União conquista primeira vitória Página 9
Slide 2: opinião 2 Pregões da Beira Mar Manuel Chaves e Castro Existe uma lindíssima aguarela, assinada por M. Macedo, bem conhecida aliás na região nortenha, em que uma mulher da beira mar, talvez da Afurada ou da Aguda, desce afadigada uma estreita escadaria do velho Porto, trazendo sobre a cabeça a cesta do pescado há pouco chegado do mar. Ao olhar esta mancha colorida, parece que ouvimos o seu grito estridente que alertava as donas de casa para a compra de peixe, saudável alimento vindo do imenso mar que borda o nosso país de norte a sul. A mulher, ligeira, alegre, descalça, saia arregaçada pela faixa que a prende na cintura, lenço esvoaçando, algibeira de cores vivas, chapéu sobre o lenço solto, sente-se viver nesta gravura e o seu pregão parece ecoar ainda, anos passados, nos nossos ouvidos. Mas não é só esta figura, maravilhosamente desenhada, que nos faz pensar nos pregões ligados à pesca. É a sua diversidade, as suas expressões melódicas, a maneira de dizer à “moda” das suas terras, é o correr com que outrora essas mulheres ou filhas dos pescadores, logo que o barco chegava, iniciavam o anunciar da colheita que os homens, cansados, traziam do mar, crentes de que, gritando bem alto, na sua toada característica, encontrariam na venda o peixe a bolir nas canastras a paga do árduo e perigoso trabalho dos valentes pescadores. Como nos lembramos bem do apregoar da - “Ó de Espinho Viva” oferecendo a sardinha proveniente dos barcos de Espinho. Como está presente ainda “Sardinha d’arou” num som rouco característico das vendedeiras de sardinha, calcorreando as ruas de Coimbra, vendendo aquele popular peixe proveniente da costa da Figueira da Foz, costa que vem de Caminha e nos acompanha até ao Algarve. E por toda ela quantas e quão variadas vozes e variedades de peixes nos eram trazidos à porta de casa, pelas mulheres de elegante porte, muitas delas descalças para mais ligeiras se movimentarem num estonteante passo que, de repente, parava, pousando centenas de vezes a canastra em frente de provável comprador. Mas logo era vê-las, com que rapidez tornavam a pô-la à cabeça, correndo mais e mais quilómetros nas íngremes calçadas ou nas cidades sem ladeiras, fazendo sempre ouvir o seu forte pregão. Hoje, o nome do peixe lê-se nas placas dos supermercados, fresco e congelado. Nos tempos passados eram os pregões que nos diziam o que havia para comprar nesse dia, desde o carapau fresquinho à sardinha apetitosa, desde a pescada ao goraz ou à corvina avantajada, tudo sabendo a mar, dando aso a agradável e sã alimentação. A santola e o camarão, aquelas espécies que agora figuram nas vitrinas refrigeradas a preços “quentíssimos”, também passavam ao nosso lado nas ruas, tentando os compradores, sem atingirem a casa do “milhar” por quilo, sem desequilíbrio do orçamento familiar da classe média. Curiosamente cada pregão era “cantado” conforme a categoria do peixe, mais lento para o melhor, mais rápido para as espécies de menor qualidade. Com saudade recordamos o cerco dos gatos, de volta da cesta da peixeira ou da canastra espalmada de algumas regiões. Como era de rir ver o bicho mais esperto estender a pata e roubando os mais pequenos carapaus que, afinal, quase só a ele se destinavam. Pregões da gentes do mar eram alegria e esperança, eram a lembrança de um duro e arriscado trabalho, em dias de mau cariz ou noite dentro, por entre as águas do mar traiçoeiro, onde homens destemidos lutam e morrem para garantir o pão das suas famílias. O apregoar das donairosas peixeiras ficou documentado por artistas plásticos desde os desenhos de Matos Sequeira ou Zé Penicheiro, passando pelas litografias de Joubert, Macphail e Palhares, até às esculturas em pedra e em bronze como as que se podem ver na Póvoa do Varzim ou no Furadouro. Também os nossos escritores não esqueceram essas curiosas manchas etnográficas e as transportaram para os seus textos. Deles escolhemos Raul Brandão e a sua Obra “Os Pescadores”. Do capítulo Nazaré, uma deliciosa descrição a pôr fim a este breve apontamento: “São elas que toda a noite, quando se pesca toda a noite, separam o peixe, o amanham, o secam no tendal e o levam para os armazéns de salga. E pela manhã põem-se a caminho para as Caldas (20 kms) ou para Alcobaça (12 kms) com o peso de duas ou três arrobas à cabeça. Infatigáveis. Em tempos chegavam a ir a Santarém, acompanhando o burro com a carga e trotando ao lado da alimária. Apregoam pelos casais dispersos e deitam a um canto os maiores e mais espertos negociantes desta terra. À noite dormem se não há peixe na praia. Se há, partem outra vez com a canastra à cabeça e um pedaço de pão no bolso para o caminho. E o tempo ainda lhe sobra para cuidar dos filhos e para trazer a casa limpa e esteirada”. crónica da cidade edaços psicológicos o habitante de Coimbra (I) Manuel Bontempo Existe já um carácter intersubjectivo da responsabilidade no homem normal na ordem do reconhecimento social, de construir com a sua participação sistemas democráticos, numa curiosa interacção, nas associações, grupos, nas iniciativas e nas intervenções, que colocam o habitante da cidade numa mediação obrigatória a bem da urbe. Há, no entanto, os desenraizados, os amorfos, que se encostam pelos cafés, numa orgia de má-língua, que não tem um laço político, homúnculos de mil cores, os tais que desconhecem valores éticos, mas em regra, bem apresentados pela aproximação que fazem nas relações interpessoais e institucionais. Estes são os improdutivos ou caixeiros da asneira urbana. O homem normal, depois de uma permanência no ventilar a questão literária das últimas décadas numa filosofia estética, em velhas tertúlias e onde pontificavam Miguel Torga, Nunes Pereira, Orlando Carvalho, e outros, tantos outros, começa este homem dos nossos dias a tomar posição relativa à cidade como documento psicológico e moral que tem muito interesse sociológico e antropológico, como se fosse uma espécie de prazer pessoal muito íntimo deste “novo conimbricense”, que faz crítica, que se interessa pela sua terra, que deseja outra modernidade, sem esquecer, todavia, os seus atavios com o pensamento, com a filosofia, com a arte, mas deixando, numa acção viril a cultura livresca entre enfezados do dizer mal, da intriga palaciana, contra a administração municipal ou outros valores subjacentes. Há uma tradição liberal que foi reconquistada. Deixou-se, em parte, o ar bizonho, cabisbaixo, da mera intriga, da doutorice, da curvatura ao “senhor”. O ar desempoeirado duma tradição crítica voltou, em parte, como vivessemos José Castilho, Armando Sousa, Octaviano Sá, Sílvio Pélico, Amâncio Frias, Mário Braga Temido, Jorge Peixoto, argutos observadores da cidade, do mundo. Há outra originalidade no comportamento do homem da nossa urbe, de estar no contexto duma sociedade aberta, no falar e no traduzir, como rara matéria prima e surge, assim, mais hodierno, mais agudo nos conceitos, e para além das suas afinidades estéticas (sempre ligadas ao ambiente tido por culto, pela sua Universidade, pela paisagem e pela mesologia de interesses) a procurar a noção do seu lugar quer na estruturação das bases materiais e quer na relevância do seu facie espiritual. E assim a nossa literatura, a indígena, a local bem situada na cidade, com autores relevantes surge esplendorosa em parte e outra em franca promessa. Autores como António Arnaut, Teles Marques, Mendes Ferreira, Paulo Ilharco, António Menano, Alcina Marques de Almeida, Fernando de Oliveira, estes com livros novíssimos, a dar todos eles novas perspectivas da força da nossa criação. Assim na pintura com Pinho Dinis, José Berardo, Vasco Berardo, Francisco Matias, Vítor Matias, Carel Verlegh, J. Eliseu (filho), Jacqueline Moys, e outros, em espaços abertos no tempo, que ganharam estatuto nacional Há no homem de hoje da cidade uma mudança de linguagem mais afirmativa e deixou-se na maioria a linguagem vulgar e internacional. Há no homem de hoje da cidade uma mudança de linguagem mais afirmativa e deixou-se na maioria a linguagem vulgar para os pigmeus, os rebarbativos, os fazedores de boatos de mau gosto na roda dos abortos intelectuais; sim esses mesmos à roda da fogueira em actos de fé, melhor à roda da mesa do café, sempre os mesmos, engravatados por vezes, mas sempre roídos de inveja do préstimo e do valor dos outros, numa tentativa frustrada de fixação conceptual da imputação para peçonha que trazem agarrada à pele. Respira-se, em parte, um ar lavado. O livro conquista o seu território. O escritor e o artista são referência. O dossier-balança é positivo no homem da cidade. Grandes advogados A Figura de Serrano Neves Artur de Castro Borges Seu nome no registo civil e na pia batismal era Francisco de Assis Serrano Neves, mas, como toda pessoa que se torna popular, pouca gente sabia e ainda sabe que possuía antes do sobrenome o Francisco de Assis com que sua família quis homenagear o grande santo luso. Serrano Neves era um caipira autêntico, mineirão bravo, vestindose modestamente, tinha alguma altura, era moreno, cabelos mais ou menos frisados, mas um talento singular para advogado, principalmente criminalista. Inicialmente, foi funcionário público, pois emigrara do interior mineiro sem apoio e sem ninguém que lhe pudesse dar “Q.I.”, mas, em seguida, passou a advogar e de tal forma que acabou professor do Mestrado de Direito da Faculdade Nacional onde os alunos o admiravam ao extremo, pois, já era então, famoso. Não cobrava, entretanto, muito como costumam fazer os advogados que exercem suas actividades no júri e, por isso, um amigo, certa feita, chegou a ele e veio com essa conversa de que precisava cobrar mais e mais alto... Serrano Neves encolheu aquele sorriso que era sua marca particular e respondeu ao interrogante: “Não posso... Não posso...” E o outro: “Por que não pode?” Veja meu nome – foi a resposta final. Eu sou Francisco de Assis! Resposta “tout court”! Irrespondível AGÊNCIA FUNERÁRIA VENDE-SE, VIVENDA na Encosta da Quinta da Romeira 4 suites; 3 salões; solário; 2 cozinhas, sendo uma rústica; 7 casas de banho. Piscina com telheiro de apoio. Ar Condicionado e Aquecimento Central. Jardins c/ sistema de rega automática. Contacto: Tlm. 962 542 078 Tel. 239 963 851 ADELINO MARTINS, LDA. O ORGULHO DE BEM SERVIR DESDE 1940 FUNERAIS – FLORES – TRASLADAÇÕES SERVIÇO PERMANENTE Telefs. 239 824 825 - 239 820 406 R. Corpo de Deus, 118-120 3000 COIMBRA Redacção e Administração: Rua Pedro Roxa, 7-1.º Tel. 239 85 27 10/11/12 - Fax 239 852 719 Jornalistas: Artur Almeida e Sousa - CP n.º TE-628 Zilda Monteiro - CP n.º 7937 BI-SEMANÁRIO (Sai às quartas e sextas feiras) Número de Registo 100117 Denominação Social: ANTÓNIO DE SOUSA (HERDEIROS), LDA. Contrib. N.º 502 137 258 - Cap. Social: 7.481,97 Euros Gerência: Artur Almeida e Sousa; Lúcia Maria Sousa Correia e José Carlos Antunes Oficinas Gráficas: Rua Pedro Roxa, 27 a 31 Tel. 239 85 27 10/11/12 Fax 239 85 27 19 Email: despertar@netc.pt Composição, Montagem e Impressão nas Oficinas Gráficas de “O Despertar” Tiragem média no mês de Julho 24.000 Exemplares 4/09/03
Slide 3: coimbra 3 Por decisão do ministro “Encontros Mágicos” homenagearam Topper Martyn Guarda ao Panteão apenas pontualmente O ministro da Defesa, Paulo Portas, recusou guarda de honra permanente ao túmulo de D. Afonso Henriques, na Igreja de Santa Cruz, em Coimbra, alegando razões financeiras, foi anunciado em reunião da Câmara Municipal. Segundo Manuel Rebanda, vereador da coligação PSD/CDS-PP/ PPM - único membro do executivo eleito pelo CDS - o ministro de Estado e da Defesa Nacional sugeriu, em contrapartida, apenas a “realização pontual” de guardas de honra por militares do Exército. A Igreja de Santa Cruz, onde estão sepultados os dois primeiros reis de Portugal, D. Afonso Henriques e seu filho D. Sancho I, ascendeu este ano à categoria de Panteão Nacional, por decisão da Assembleia da República, na sequência de um processo em que se empenhou o presidente social-democrata da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação. Numa informação escrita a Carlos Encarnação, Manuel Rebanda explica que, em Fevereiro, tinha sublinhado num ofício dirigido ao ministro da Defesa - e líder do seu partido -, Paulo Portas, “a conveniência em ser prestada guarda de honra permanente aos túmulos dos reis fundadores”. “Em virtude desta proposta comportar um enorme encargo a nível financeiro e emprego de pessoal, foi sugerido pelo senhor ministro que as referidas guardas de honra se realizassem pontualmente”, apenas em datas de importância local ou nacional relevante, acrescenta Manuel Rebanda. O Exército, através do chefe do Estado Maior, já comunicou disponibilidade para assegurar guardas de honra no Panteão Nacional de Santa Cruz em pelo menos quatro dias do ano: 24 de Junho (comemoração da Batalha de S. Mamede), 4 de Julho (feriado municipal, podendo o serviço ser prolongado por todo o período das Festas da Cidade), 25 de Julho (comemoração da Batalha de Ourique) e 06 ou 08 de Dezembro (datas prováveis da morte de D. Afonso Henriques). As guardas de honra poderão ainda ser efectuadas a pedido da autarquia, por ocasião de visitas de “altas individualidades” nacionais ou estrangeiras e noutras datas “consideradas nacionalmente significativas”. No início do ano, durante uma visita a Coimbra, no âmbito do programa da Capital Nacional da Cultura, o primeiro-ministro, Durão Barroso, prestou homenagem ao rei fundador, numa cerimónia que contou com honras militares. As diligências com vista à realização das guardas de honra “pontuais” serão efectuadas pela Câmara Municipal junto da Região Militar Norte - Brigada Ligeira de Intervenção (BLI, com sede em Coimbra). A “necessária autorização” da Igreja Católica, segundo Manuel Rebanda, deve ser obtida pelo município junto do bispo da Diocese de Coimbra, D. Albino Cleto. Magia, sedução e encantamento nas ruas da cidade Terminou no domingo a 7.ª edição dos Encontros Mágicos - Festival Internacional de Magia de Coimbra, um evento que encheu de magia e sedução a cidade do Mondego. De terça a domingo, milhares de pessoas pararam para assistir a cerca de uma centena de espectáculos protagonizados, por 12 artistas de sete países, em hospitais, escolas e ruas de Coimbra. O Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) foi também um espaço privilegiado deste evento, já que serviu de palco às duas galas internacionais de magia. Para além dos vários espectáculos de rua, que envolveram a cidade os Encontros Mágicos tiveram como ponto alto a homenagem aos 78 anos de carreira do mágico Topper Martyn, de 80 anos. No TAGV esteve patente um painel de homenagem ao mágico sueco Topper Martyn, que Luís de Matos define como uma pessoa que “faz o que gosta, como gosta e com enorme talento”. “É surpreendente sabê-lo ainda em plena actividade”, acrescentou o mágico português responsável pela organização dos Encontros, frisando que Martyn “iniciou-se no palco com apenas dois anos, tem oitenta e continua a dar espectáculos”. Quem passou, durante estes dias, pela Baixa de Coimbra, facilmente se apercebeu da animação pouco habitual e foram muitos aqueles que se deixaram envolver na magia, sedução e encantamento dos mágicos que se encontravam estrategicamente colocados nas principais artérias da cidade. De destacar também as actuações nos hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), Psiquiátrico Sobral Cid, Hospital dos Covões e Pediátrico, uma “experiência muito gratificante” já que levou alguma alegria a todos aqueles que, pelos mais diversos motivos, se encontram hospitalizados. A sétima edição dos Encontros Mágicos, que chegou ao fim no domingo, contribuiu assim para criar ilusões, momentos de pura magia que transformaram novamente Coimbra num palco de emoções. O roteiro que faltava na cidade “À mesa de Coimbra” já está à venda Já está à venda o livro que faltava em Coimbra. Conhecida como a cidade dos “amores e dos doutores”, Coimbra é também uma cidade de doces sabores, uma riqueza que continua a ser desconhecida para muitos. O escritor Paulino Mota Tavares, com o apoio da Knorr, preencheu agora esta lacuna, ao presentear a cidade com o guia “À mesa de Coimbra”, um livro que, de forma sintética, procura dar a conhecer tudo aquilo que se deve saber sobre a gastronomia típica da cidade. Com texto de Paulino Mota Tavares, fotografia de António Moutinho, prefácio do presidente da Câmara Carlos Encarnação e depoimento de José Miguel Júdice, este guia debruça-se na “enorme riqueza que a culinária portuguesa apresenta, não só na qualidade e originalidade dos seus produtos e pratos mas na alegria e bom gosto com que junta os que os cozinham, os que os saboreiam”. A Knorr, que completa agora “50 anos de paixão pela comida e pela vida”, associou-se a esta publicação que integra a colecção de Guias Gastronómicas cuja edição é da sua responsabilidade. O guia “À mesa de Coimbra” reúne páginas muito variadas, apresentando algumas das receitas típicas da região, dos inconfundíveis acompanhamentos e petiscos aos doces. Os hábitos e locais onde o prazer da comida é apreciado como um prazer da própria vida, bem como os restaurantes mais genuínos, as famosas casas de pasto e os prestigiados chefes também não foram esquecidos neste guia, que se aventurou até a entrar na intimidade das casas de alguns cidadãos de Coimbra. Mais do que desvendar a riqueza da gastronomia da cidade, este guia procura mostrar também a enorme comercial Serviço de acompanhamento diário “Mybus” para ajudar pais e filhos A população da cidade de Coimbra já pode usufruir dos serviços da “Mybus” Serviço de Acompanhamento Personalizado da Vida Diária, uma empresa criada com o intuito de resolver algumas das preocupações diárias da população. Situada na Rua do Brasil, a “Mybus” destina-se a todas aquelas pessoas que, pelos mais diversos motivos, não têm disponibilidade para ir buscar os filhos à escola, levá-los às actividades ou acompanhá-los nas suas saídas. Destina-se também aos filhos que tenham dificuldades de horários para levar os pais ao médico, a consultas ou tratamentos. De acordo com uma nota divulgada pela “Mybus”, poderá encontrar nesta empresa “alguém que o apoie nas pequenas tarefas diárias, alguém a quem poderá confiar os filhos e os pais, alguém em quem simplesmente pode depositar confiança.” Qualquer pessoa que requisite os serviços desta empresa poderá contar com o apoio de uma pessoa de confiança que irá acompanhar a pessoa a Ajudar a resolver algumas das preocupações diárias da população é o objectivo da equipa da “Mybus”. quem o apoio se destina nas actividades desejadas, durante um dia, uma semana, um mês ou um ano, o tempo que for necessário. A empresa assegura também que serão respeitadas “todas as orientações no que concerne à segurança infantil”, nomeadamente nos veículos, que estão dotados com cadeirinhas adequadas a todas as idades e cintos de segurança. A nível do transporte, a “Mybus” assegura também o “cumprimento escrupuloso das lotações das carrinhas”, bem como o cuidado em proporcionar formação específica aos motoristas. Para além destes serviços, a “Mybus” coloca também à disposição o Serviço de Apoio a Festas e Passeios, criado a pensar nas pessoas que querem organizar uma festa ou um passeio infantil. dimensão humana da culinária, da restauração e da alimentação. Desvenda muito da história da cidade, passando pela comida, pelos vinhos, pelos restaurantes e pelos monumentos. Algumas curiosidades, como os manjares de Inês de Castro; algumas receitas genuínas, onde passo a passo, ingrediente a ingrediente, segredo a segredo nascem as maravilhas da cozinha coimbrã, também são desvendadas neste guia, um roteiro que vem enriquecer a história da cidade. No prefácio da obra, Carlos Encarnação chama a atenção para as diversas atracções da cidade, para a sua história, e lembra que “Coimbra é a tentação”. Lança assim um convite a todos os que visitam a cidade para que a descubram, para que provem os seus sabores e para que apreciem todas as particularidades da cidade do Mondego. 24/09/03
Slide 4: coimbra 4 AAC apela ao boicote e paga Director da PJ admite propinas com papel higiénico escutas telefónicas Combate aos incendiários O director da Polícia Judiciária de Coimbra defendeu, no domingo, que no combate aos incendiários devem ser usados todos os meios de investigação permitidos por lei, inclusive escutas telefónicas, caso existam indícios fortes e sejam autorizadas por um juiz. João Ataíde das Neves, director nacional adjunto da Polícia Judiciária (PJ) responsável pela Directoria de Coimbra, reagia assim a uma crítica do bastonário da Ordem dos Advogados (OA) expressa no artigo de opinião publicado no site da OA, em que José Miguel Júdice defende que “não deve ser admitida a escuta (telefónica) de nenhum cidadão em relação ao qual não existam indícios suficientes que permitam a aplicação de medidas de coacção”. Considerando que actualmente “o mais leve indício de um crime conduz ao desencadeamento de medidas de escuta”, Júdice cita como exemplo declarações do director da PJ de Coimbra, afirmando: “foi possível ouvir o director da PJ em Coimbra (um magistrado merecedor de encómios) afirmar sem lhe tremer a voz que estavam já a ser feitas muitas escutas telefónicas, quando seguramente ainda não era possível sequer ter suspeitos com indícios”. João Ataíde das Neves afirmou à agência Lusa que o bastonário deve ter entendido mal as suas declarações e interpretou as palavras de José Miguel Júdice como “um colorido que quer apresentar para reforçar a sua tese”. Lembrou que as suas declarações não foram no sentido que o bastonário lhes quer atribuir e que foram proferidas a 5 de Agosto, numa altura que o território nacional estava a ser assolado fortemente por incêndios, alguns deles alegadamente de origem criminosa. “O meu colorido é ao contrário, tinha um cariz de prevenção. É necessário prevenir e punir este tipo de crimes recorrendo a todos os meios de investigação permitidos por lei, inclusive as escutas telefónicas, desde que existam indícios fortes que justifiquem o seu pedido e que sejam autorizadas por um juiz”, vincou o magistrado. O magistrado considerou que este “é um crime de tal gravidade que justifica” a utilização de todos os meios, mas acentuou que “não é fácil obter” a autorização para levar a cabo uma escuta telefónica a uma pessoa sobre a qual existam suspeitas de ter cometido um determinado crime. “Têm de existir fortes indícios da prática do crime, o expediente tem de ser bem feito e obedecer a todos os requisitos para sugerir ao Ministério Público (MP) que peça a intercepção do telefone. O MP faz a avaliação do pedido e se concordar com ele propõe a um juiz que a autorize”, explicou, acrescentando que só após o despacho favorável do juiz é possível avançar para a escuta. A Associação Académica de Coimbra (AAC) apelou, na quinta feira, ao boicote do pagamento das propinas, simbolizando a contestação com uma pilha de rolos de papel higiénico amontoada em frente ao Ministério da Ciência e do Ensino Superior. O apelo ao boicote e a contestação ao pagamento de propinas teve de ser feito a uma centena de metros do ministério, sob o olhar atento de elementos da Polícia de Segurança Pública, que impediram qualquer aproximação ao Palácio das La-ranjeiras. Foi mais ou menos a essa distância, frente ao ministério, que os cerca de vinte estudantes da Associação Académica de Coimbra amontoaram vários rolos de papel higiénico, como símbolo do valor pago pelos universitários de Coimbra (350 euros). Os estudantes justificaram a forma escolhida para simbolizar o pagamento das propinas com o facto de o dinheiro pago pelos estudantes ser “utilizado para despesas correntes” e não “para um acréscimo da qualidade do ensino”, explicou aos jornalistas, Vítor Salgado, presidente da AAC. “Não querem receber os estudantes, mas o nosso objectivo não era dialogar com o ministro, porque isso ele nunca quis”, acrescentou. Aos jornalistas, o estudante contou nunca ter pago as propinas nos seus oito anos de Universidade, apesar dos actos curriculares puderem ficar suspensos ou ser negados a quem boicota o pagamento. Porque com a nova lei de bases do ensino superior a “penalização vai ser mais dura e forte”, a Associação vai aproveitar um “subterfúgio legal” que protege os bolseiros, e “disponibilizar a todos os alunos, incluindo caloiros, informação, panfletos, para que eles peçam bolsas aos serviços de Acção Social e prossigam o boicote”. Os estudantes apontaram ainda que a retroactividade da lei (que vai obrigar aos alunos já a frequentar o ensino superior a pagar o valor da propina aumentada) é juridicamente ilegal. Num documento entregue aos jornalistas, os estudantes acusam o ministro Pedro Lynce de encarar o ensino superior como “uma despesa e não um investimento”, alertando para o facto de a partir deste ano todos os estudantes do ensino superior poderem pagar “até 852 euros de propinas”, um aumento de 140 por cento. A AAC considera ainda que a definição das propinas pelas instituições é mais um passo no caminho da desresponsabilização, evitando “a contestação directa às estratégias do ministério e aplicar a propina máxima”. Além disso, consideram que o ministro da Ciência e do Ensino Superior prepara-se para “reduzir o Orçamento de Estado às instituições que não tenham fixado a propina máxima”. Os estudantes lembraram também que o “salário português médio é muito inferior ao da média comunitária”, o que faz do valor pago pelos estudantes portugueses o “mais alto da Europa”. Falando de Ceira… e não só muitas dificuldades com que lutam, um interesse incontestável por esta tão salutar modalidade. Entre tais colectividades tem lugar de relevo a Casa do Povo de Ceira que mantém viva à custa da carolice de alguns uma equipa de inegável valor. E se vão longe os tempos em que um seu representante (Cristiano de Almeida) se sagrou campeão ibérico a secção nunca baixou os braços e acaba de obter no campo competitivo um grande êxito que servirá de recompensa para tanto esforço dispendido e de incentivo para uma continuidade que se deseja. Na verdade, no Campeonato Nacional de Pesca Desportiva de Rio do INATEL na Barragem do Maranhão, concelho de Avis, em 6 e 7 do mês corrente, onde estiveram presentes mais de três dezenas de equipas oriundas dos diferentes distritos e Regiões Autónomas o pescador Paulo Semião da Casa do Povo de Ceira sagrou-se brilhantemente Campeão Nacional uma vez que no conjunto das duas provas finais se classificou em 2.° e 1.° lugar o que lhe permitiu a conquista do título de vencedor absoluto. Colectivamente a equipa da Casa do Povo de Ceira constituída também por António Guedes, Jorge Monteiro e José Veríssimo obteve o 10.° lugar. A comprovar o interesse pela prática da pesca desportiva nesta freguesia não podemos deixar de referir ainda que a equipa do CPT do Sobral de Ceira também esteve presente na indicada competição e se bem que não possa ter tido um comportamento competitivamente brilhante, acrescentou com esta presença mais uma página ao seu já valioso historial. Registe-se que o seu pescador Victor Paulo Duarte com um 4.° e um 5.° lugares foi o seu melhor representante. Parque Verde do Mondego/ Nova Ponte da Portela Com muito interesse vamos acompanhando o andamento destas duas João Baptista Educadora condenada por maus tratos a criança Um tribunal de Coimbra condenou na sexta feira a uma pena de 18 meses de prisão, suspensa por dois anos, uma educadora pelos crimes de maus tratos a uma menina de três anos. A educadora de infância, que à data dos factos - meados dos anos 90 - trabalhava num infantário da cidade de Coimbra, propriedade de uma instituição mutualista, era acusada de ter infligido maus tratos à criança e violado normas de segurança. Segundo a acusação, a profissional, de apelido Oliveira, procurando punir e corrigir o comportamento da criança, encerrou-a várias vezes numa divisão às escuras, deixando-a sozinha sentada numa prateleira estreita da qual poderia cair JESUS CRISTO caso se mexesse. A juíza que julgou o caso sublinhou que tal castigo causou “alterações de comportamento” e sofrimento à educanda, que a partir de então “chorava e tinha medo do escuro” quando estava em casa com os pais. Ao longo do ano lectivo de 1996-1997, a menor foi “reiteradamente, várias vezes maltratada” pela arguida, cuja conduta foi condenada pelo “elevado grau” de ilicitude. A pena de 18 meses de prisão foi suspensa por dois anos, mas na condição de a educadora de infância pagar aos pais da criança 2.500 euros, a título de indemnização por danos não patrimoniais, no prazo de seis meses. O advogado de defesa, António Melanda, embora recusando comentar a sentença, admitiu à agência Lusa que vai estudar a possibilidade de recorrer. É O SALVADOR Paulo Semião - Campeão. Rima e é verdade A freguesia de Ceira foi em tempos não distantes um local apetecido para a prática da pesca desportiva. Os dois rios que a atravessam de águas límpidas e variada e abundante fauna piscícola traziam até nós anualmente centenas de praticantes da modalidade tanto por iniciativa própria como na disputa de competições oficiais. Infelizmente tudo isto pertence ao passado já que o estado degradado a que deixaram chegar aqueles cursos de água, poluiu as águas, fez morrer grande quantidade de peixe, fez das suas margens locais que eram de lazer matagais de difícil acesso. Felizmente não pertence ao passado o interesse dos habitantes pela prática da pesca desportiva e é de salientar que algumas colectividades continuam a manifestar, mau grado as importantes obras no nosso concelho registando com satisfação o ritmo de que as mesmas se revestem pois temos constatado que até aos sábados e domingos ali se tem trabalhado. Espera-se e deseja-se que a Ponte da Portela venha contribuir de maneira decisiva no descongestionamento da entrada e saída do trânsito da cidade para esta zona oriental do distrito. Por certo que, para além da ponte propriamente dita, não foram esquecidos os acessos que são parte integrante da obra para atingir os objectivos. O Parque Verde do Mondego dá-nos já uma óptima perspectiva da grandeza da obra em curso. Na cidade que nos viu nascer e de que tanto gostamos, vemos nascer também uma estrutura que permitirá um aproveitamento adequado das águas do Mondego para a prática de toda a espécie de desportos náuticos e um recinto de permanência e lazer para todos aqueles que ali encontrarão um espaço de repouso cada vez mais necessário como compensação do desgaste que a vida quotidiana nos exige. Os moradores da freguesia de Ceira com transportes públicos de eleição para se deslocarem ao local (automotoras e SMTUC) vão por certo encontrar no Parque Verde do Mondego motivo para gozarem uma melhor qualidade de vida. Assembleia de Freguesia Através dum edital público tivemos conhecimento que, no Centro Popular de Trabalhadores do Sobral de Ceira, vai realizar-se no dia 26 do mês corrente, pelas 21.30, uma sessão ordinária da Assembleia de Freguesia com a seguinte ordem de trabalhos: 1 - Leitura, discussão e votação da acta da sessão anterior; 2 - Degradação da bacia hidrográfica dos rios Ceira e Dueça; 3 - As obras que faltam a Ceira; 4 - Ponte da Boiça (esclarecimentos); 5 - Transportes colectivos (Metro e SMTUCS); 6 - Informações. Móveis GRILO S. Marcos 16:16 “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa”. Actos 16:31 “Quem crer e for baptizado será salvo; Quem não crer será condenado”. Roga-Lhe - F. R. Santos Rua Marcos Pires Montes Claros Telef. 828 842 VISITE-NOS 4/09/03
Slide 5: ambiente 5 Governo quer apoiar medidas para tirar carros das cidades O Governo quer apoiar medidas para limitar a circulação dos carros nos centros urbanos, de acordo com as Grandes Opções do Plano para 2004 entregues anteontem, no Conselho Económico e Social. “Apoio às medidas que visem impor limites à circulação de automóveis nos centros dos aglomerados urbanos, em especial nas áreas notáveis do ponto de vista histórico-cultural e ambiental”, lê-se num dos pontos das Grandes Opções do Plano para a área das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente. No capítulo destinado às cidades, o Governo compromete-se ainda a consolidar as iniciativas previstas no Programa Polis (programa de requalificação urbana lançado pelo anterior executivo socialista). Na conservação da natureza, um dos objectivos é recuperar “habitats” em áreas protegidas, nomeadamente nas áreas afectadas pelos incêndios, e implementar planos de acção para espécies consideradas prioritárias, como o lince e o lobo. Colocar em discussão pública o Programa Nacional de Política de Ordenamento do Território e dinamizar o Observatório Nacional para esta área e implementar o Programa Finisterra são outros objectivos estabelecidos nas GOP para o próximo ano. Um milhão de euros apoia bombeiros O Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) vai distribuir aos bombeiros voluntários e municipais dos distritos mais afectados pelos incêndios um apoio financeiro de um milhão de euros concedido pela Caixa Geral de Depósitos. O protocolo, assinado na semana passada na sede do SNBPC, estipula que a quantia deve ser distribuída às corporações dos municípios em que foi declarada situação de calamidade pública, cabendo àquele organismo a afectação da verba segundo os critérios considerados mais adequados. Por definir estão ainda quais e quantas são as corporações de bombeiros que vão ser apoiadas. “A ideia é auxiliar os bombeiros para o equipamento de que tenham necessidade”, disse, na ocasião, o presidente do SNBPC, Leal Martins, acrescentando que vão ser escolhidas “as corporações mais carenciadas”. O mesmo responsável adiantou à agência Lusa que foi já pedido um levantamento das despesas com combustíveis, viaturas, equipamentos e reparações, cujo valor deverá ter aumentado substancialmente devido aos fogos deste Verão que devoraram já mais de 370 mil hectares de floresta. Menos 30 por cento de guardas florestais dentro de 4 anos Portugal deverá ter, dentro de quatro anos, menos 30 por cento dos guardas florestais que existem actualmente, disse anteontem à agência Lusa um dirigente da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública. Segundo Rui Raposo, existe um estudo da Direcção-Geral de Florestas que estima que, dentro de quatro anos, o Corpo Nacional dos Guardas Florestais perca 163 profissionais. Actualmente existem 583 guardas florestais e, de acordo com aquele estudo, serão apenas 420 por volta de 2007. O dirigente da Federação salientou ainda que, nos últimos cinco anos, Portugal perdeu “bem mais do que 100 guardas florestais”. “Há cinco anos havia para cima de 700 e já estavam em diminuição. Hoje são 583”, precisou Rui Raposo. Recordou também que o último grande concurso para admissão de guardas florestais foi em 1987, tendo entrado para o Corpo Nacional 500 profissionais. Para a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública a redução do número de guardas florestais é um dos factores que pode agravar o problema dos incêndios em Portugal. Por isso, exigem “a constituição de um Corpo Nacional de Sapadores Florestais e um reforço efectivo do Corpo Nacional da Guarda Florestal”. Os incêndios registados este ano em Portugal destruíram mais de 360 mil hectares, uma área quase equivalente à do distrito de Coimbra, provocaram 20 mortos e levaram à detenção de 85 pessoas, suspeitas de fogo posto. Conclusão da lei da água, implementação do Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água e do Plano Nacional para as Alterações Climáticas são objectivos inscritos neste documento e que têm já sido prometidos pelo Governo. No capítulo dos lixos, o GOP para 2004 prevê a concretização da actual estratégia para os resíduos industriais e a adopção de medidas que encaminhem à sua redução. Depois de o Conselho Económico e Social (CES) dar um parecer sobre as GOP para 2004, estas serão aprovadas pelo Governo e depois enviadas para debate e aprovação na Assembleia da República, juntamente com o Orçamento do Estado para 2004. AC , ÁGUAS DE COIMBRA, E. M. Concurso Público n.° 3/2003 ANÚNCIO “SANEAMENTO BÁSICO DA FREGUESIA DA LAMAROSA - 1.ª PARTE - SUB-SISTEMA DE ANDORINHA” 1 - Empreitada promovida pela AC, Águas de Coimbra, E.M., com sede na Rua da Alegria, n.º 111 - 3000-018 Coimbra, telefone n.° 239 829 001 e fax n.° 239 825 644. 2 - Concurso público, nos termos do artigo 80.°, do Decreto-Lei n.° 59/99 de 2 de Março. 3 - a) Local de execução: Andorinha, na freguesia de Lamarosa, concelho de Coimbra. b) A empreitada consiste na instalação de colectores residuais, condutas de abastecimento de água, respectivos ramais domiciliários, de incêndio, ventosas e descargas e repavimentações. Haverá ainda a construção de uma ETAR constituída por fossa céptica e lagoas de macrofitas e respectivos equipamentos. Os trabalhos referidos inserem-se na Secção F, Divisão 45 (Trabalhos de Construção), Grupo 45.1 (classe 45.11), Grupo 45.2 (classes 45.21 e 45.25) e Grupo 45.3 (classes 45.31), da Classificação Estatística dos Produtos por Actividade (CPA), a que se refere o Regulamento (CE) n.° 1232/98 da Comissão, de 17 de Junho de 1998, que altera o Regulamento (CEE) n.° 3696/93 do Conselho, de 29 de Outubro de 1993. c) A designação da empreitada é “Saneamento básico da freguesia da Lamarosa - 1.ª Parte - Sub-Sistema de Andorinha”. d) O preço base do concurso é de 808.300.00 , com exclusão do I.V.A.. 4 - Prazo de execução da obra: 365 dias. 5 - a) O processo de concurso e documentos complementares encontram-se patentes na Secção de Expediente da AC, Águas de Coimbra, E.M., com sede na Rua da Alegria, em Coimbra, onde podem ser examinados ou adquiridos todos os dias úteis e durante as horas de expediente. b) O pedido do processo pode ser feito até 10 dias antes da data da entrega das propostas. O fornecimento do processo far-se-á no prazo máximo de 5 dias, mediante o pagamento da quantia de 125,00 , acrescido de IVA à taxa legal, e pode ser pago em dinheiro ou em cheque passado à ordem do tesoureiro da AC, Águas de Coimbra, E.M.. 6 - a) As propostas devem ser entregues ou remetidas pelo correio, sob registo e com aviso de recepção, até às 17 horas do dia 13 de Outubro de 2003 ou seja 30.º dia a contar do dia seguinte à data de publicação do anúncio no Diário da República. b) As propostas devem ser apresentadas na AC, Águas de Coimbra, E.M., na morada acima indicada em 1. c) As propostas devem ser redigidas em Língua Portuguesa. 7 - a) Ao acto público do concurso podem intervir as pessoas que estiverem devidamente credenciadas pelos concorrentes. b) O acto público do concurso realizar-se-á nas instalações da AC, Águas de Coimbra, E.M., na morada acima indicada, pelas 10 horas do primeiro dia útil imediato ao da apresentação das propostas. 8 - O concorrente a quem for adjudicada a empreitada prestará uma caução no valor de 5% do valor total da adjudicação para garantia do contrato. 9 - A empreitada é por série de preços, nos termos do artigo 8.° do D.L. n.° 59/ 99, de 2 de Março, e o seu pagamento será efectuado nos termos do artigo 21.° do mesmo Decreto-Lei. 10 - Podem concorrer empresas ou grupos de empresas que declarem a intenção de se constituírem juridicamente em consórcio, em regime de responsabilidade solidária, caso venha a ser adjudicada a empreitada, nos termos do Decreto-Lei n.° 231/ 81 de 28 de Junho. 11 - a) Aos concorrentes é exigido o certificado de classificação de empreiteiro de obras públicas, emitido pelo IMOPPI, contendo as seguintes autorizações: da 9.ª subcategoria da 3.ª categoria e da classe correspondente ao valor global da sua proposta; da 10.ª subcategoria da 3.ª categoria, na classe correspondente à parte dos trabalhos a que respeitem. b) Os concorrentes deverão apresentar certificado de inscrição em lista oficial de empreiteiros aprovados, nos termos previstos no artigo 68.° do D.L. n.° 59/99, de 2 de Março. Os concorrentes poderão apresentar todos os documentos que entendam necessários para a avaliação das propostas, tendo em vista os critérios de apreciação estabelecidos. A avaliação da capacidade financeira, económica e técnica dos concorrentes será feita com base na análise dos documentos indicados no ponto 15 do Programa de Concurso, sendo excluídos os concorrentes que não demonstrem aptidão para a execução da obra posta a concurso. Capacidade financeira e económica: Serão excluídos todos os concorrentes que não verificarem qualquer das seguintes condições: a) Apresentarem um rátio “Liquidez geral” (existências + disponibilidades + dívidas de terceiros a curto prazo)/passivo a curto prazo) igual ou superior a 104.26%; b) Apresentarem um rátio “Autonomia financeira” (capitais próprios/activo líquido total) igual ou superior a 9.72%; c) Apresentarem um rátio “Grau de cobertura do imobilizado” (capitais próprios + dívidas a terceiros de médio e longo prazo)/imobilizado líquido) igual ou superior a 120.45%; d) Apresentarem um volume de negócios anual superior ao preço base do concurso; Os valores dos indicadores referidos nas alíneas a), b) e c) serão obtidos pelo seguinte processo: Utilizando para o efeito a média aritmética simples dos três últimos anos, a partir do balanço e da demonstração de resultados das respectivas declarações anuais de IRS ou IRC entregues para efeitos fiscais. Serão igualmente excluídos todos os concorrentes que apresentem responsabilidades de crédito em contencioso e/ou créditos abatidos ao activo, (itens analisados de acordo com o documento emitido pelo Banco de Portugal, exigido no ponto 15 alínea c) deste Programa de Concurso). No caso de agrupamentos de empresas, qualquer uma delas por si só terá de cumprir as alíneas a), b) e c), sendo a alínea d) do mesmo ponto referente ao total do agrupamento. No caso de a empresa ter iniciado recentemente a sua actividade, não possuindo nenhuma declaração de IRC, logo não podendo ser calculados os índices referidos anteriormente, a avaliação da capacidade económica e financeira será efectuada com base nas informações prestadas por instituição bancária reconhecida. Capacidade técnica: Serão excluídos todos os concorrentes que não verificarem qualquer das seguintes condições: a) Comprovação da execução de, pelo menos, uma obra de idêntica natureza da obra posta a concurso de valor não inferior a 60% do preço base do concurso; b) Apresentarem equipamento e ferramenta especial a utilizar na obra, seja próprio, alugado, ou sob qualquer outra forma, adequado às suas exigências técnicas; c) Apresentarem técnicos e serviços técnicos adequados, estejam ou não integrados na empresa, a afectar à obra. 12 – Prazo de validade da proposta – 66 dias, contados a partir do acto público do concurso. 13 – O critério de apreciação das propostas será o seguinte: adjudicação à proposta mais vantajosa para a AC, Águas de Coimbra, E.M., avaliada ponderando os seguintes factores: Valor Global da proposta (obtido pelo quociente entre a proposta mais baixa e a proposta em análise, convertido numa escala de 0 a 20) _______________ 60% Qualidade da proposta nomeadamente no que diz respeito à coerência e razoabilidade de preços, nota justificativa dos preços propostos, memória descritiva da execução dos trabalhos e rigor na elaboração do plano de trabalhos (método aplicado para a sua elaboração, compatibilização com o cronograma financeiro, os recursos humanos e equipamentos disponibilizados para cada tarefa, a interdependência de tarefas e os condicionantes à sua execução ________________________40% Cada critério será avaliado numa escala de 0 a 20 valores. 14 - Não é admitida a apresentação de variantes ao projecto. Nota: Anúncio publicado no Diário da República n.º 210 de 11 de Setembro de 2003 - III Série. Coimbra, 11 de Setembro de 2003 O Administrador, (Horácio Augusto Pina Prata, Eng.º) “O Despertar”, N.º 8241, 03/09/24 24/09/03
Slide 6: ensino 6 Microsoft quer substituir computadores obsoletos nas escolas portuguesas Portugueses ganham prata e bronze nas Olimpíadas de Matemática A equipa de jovens estudantes que representou Portugal nas Olimpíadas Ibero Americanas de Matemática, que se realizaram a semana passada na Argentina, conquistou uma medalha de prata, uma de bronze e uma menção honrosa. A medalha de prata foi ganha por Luís Alexandre Pereira, um aluno do 12.º ano da Escola Secundária José Gomes Ferreira, de Lisboa, que obteve 35 pontos com a resolução de quatro problemas completos em duas provas. Domingos José Ramos Lopes, aluno do 11.º ano da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, conseguiu a medalha de bronze e João Eduardo Casalta Lopes, da Escola Secundária José Falcão, de Coimbra, conquistou uma menção honrosa. O concurso terminou sábado em Mar del Plata e os participantes portugueses regressaram a Lisboa no domingo ao fim da tarde. Com estes prémios, a equipa portuguesa constituída por quatro jovens estudantes ficou em segundo lugar na “Copa Puerto Rico”, um concurso à margem das Olimpíadas que premeia a maior progressão em termos de resultados em relação às últimas participações. A representação de Portugal é escolhida em função dos resultados obtidos pelos participantes na Final Nacional das Olimpíadas Portuguesas de Matemática e ainda pelos dois portugueses melhor classificados nas Olimpíadas Internacionais de Matemática, que decorreram em Tóquio, Japão, entre 7 e 19 de Julho. As Olimpíadas Portuguesas da Matemática são um concurso de problemas de matemática dirigido aos estudantes dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e também aos que frequentam o ensino secundário. A ideia deste concurso promovido pela Sociedade Portuguesa de Matemática é incentivar e desenvolver o gosto pela área, detectar vocações científicas e tentar acabar com a carga negativa que existe em torno da disciplina num país em que é apontada como uma das mais problemáticas. O concurso português levou às Olimpíadas Internacionais de Matemática, em Tóquio, seis jovens estudantes, entre os quais Luís Alexandre Pereira e Domingos Lopes, os dois estudantes que agora, nas Olimpíadas Ibero Americanas, conseguiram uma medalha de prata e outra de Bronze. Nas Olimpíadas internacionais deste ano, Domingos José Lopes, agora premiado com uma medalha de Bronze na Argentina, conseguiu arrebatar uma menção honrosa. Desde 1989 que Portugal envia uma equipa para estas competições de provas de matemática destinadas a jovens do todo o mundo, tendo os portugueses conseguido ao longo dos anos várias menções honrosas e uma medalha de bronze. Estes bons resultados a nível internacional são um exemplo positivo num país onde dia após dia se fala na inaptidão dos portugueses para lidar com a matemática. Os resultados dos exames nacionais do ensino secundário são, normalmente, o espelho das fracas prestações dos alunos portugueses na disciplina de Matemática e este ano não foi excepção. Segundo dados do Ministério da Educação, a disciplina de Matemática voltou a registar médias negativas na 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário, situando-se nos 9,3, na primeira chamada, e 7,4 na segunda chamada. As dificuldades dos alunos portugueses com a Matemática foram igualmente reveladas pelo PISA (Programme for International Student Assessment), um estudo organizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e que envolveu 256 mil estudantes de 32 países. Segundo o estudo internacional, mais do que na leitura, é na literacia matemática e na literacia científica que os alunos portugueses de 15 anos mais perdem em comparação com os seus parceiros da OCDE. Quer na Matemática, quer nas Ciências, apenas sete dos 32 países avaliados registaram um desempenho tão baixo ou pior do que Portugal. No caso da Matemática, Portugal afasta-se 46 pontos do valor médio de referência (500) e nas Ciências fica 41 pontos aquém da média, estando ao mesmo nível do Liechtenstein, Grécia, Rússia e Letónia. Pior só o Luxemburgo, México e Brasil. As escolas portuguesas vão poder beneficiar de um programa da Microsoft que prevê a reconversão de computadores obsoletos, venda de software da empresa a preço simbólico e formação de professores em novas tecnologias. O programa “Partners in Learning”, que significa um investimento por parte da multinacional norteamericana de aproximadamente 250 milhões de euros, para os próximos cinco anos, em todos os países do mundo, tem três vertentes fundamentais, como explicou à agência Lusa o director-geral da Microsoft em Portugal, João Paulo Girbal. “A primeira, mais abrangente, prevê a reconversão de computadores pessoais doados por empresas em centros, públicos ou privados, para que sejam utilizados nos estabelecimentos de educação”, disse. João Paulo Girbal estimou que, por ano, mais de 80 a 100 mil computadores sejam substituídos nas empresas por serem considerados obsoletos ou estragados. A sua reconversão, para a qual a empresa conta com a parceria da Unidade de Missão Inovação e Conhecimento (UMIC), “aumentará exponencialmente o número de equipamentos disponibilizados nas escolas”, disse. O “Partners in Learning” vai, em Ministro da Educação diz que abertura do ano lectivo vai deixar de ser notícia O ministro da Educação disse, na quinta feira, que o início do ano lectivo vai deixar de ser notícia e palco para quem, “não tendo razão nos argumentos, ocupam as escolas, fechamnas a cadeados e entaipam as entradas em desrespeito pela legalidade”. “Sonho com a escola enquanto espaço de liberdade e responsabilidade onde não cabem cadeados, correntes ou ocupações selvagens. O futuro nos ouvirá”, disse David Justino em Lisboa, no debate parlamentar sobre a abertura do ano lectivo. As palavras do ministro não foram bem recebidas por alguns partidos da oposição. João Teixeira Lopes, deputado do Bloco de Esquerda, respondeu que o ministro apenas não quer “lidar com o protesto”. “O protesto, quer queira, quer não, faz parte da vida e da democracia e será maior enquanto prosseguirem as linhas deste ministério, por isso verá muitos cadeados nas portas das escolas”, referiu o deputado. Já Luísa Mesquita, deputada do PCP, acusou o ministro de prepotência e arrogância e de ameaçar professores, encarregados de educação e alunos. breve, ser oficialmente apresentado ao Ministério da Educação, que deverá ajudar a identificar as escolas nas regiões consideradas desfavorecidas através dos índices de riqueza do World Bank. Estes estabelecimentos vão poder comprar software Microsoft a preço simbólico (menos de um décimo do preço de mercado). À Lusa, João Paulo Girbal disse ainda não conhecer a quantia que Portugal poderá beneficiar no âmbito deste programa, até porque, pelos critérios do World Bank, o país é considerado rico. Ainda assim, as escolas que vão poder comprar software a um preço simbólico deverá abranger, pelo menos, 15 por cento dos estabelecimentos de ensino. O programa prevê ainda a formação de professores nas áreas das novas tecnologias, em moldes ainda por definir. Em Itália foi já lançado um programa piloto de formação que contou com a inscrição de 10.000 professores em meia dúzia de dias, disse. Questionado pela Lusa sobre os objectivos deste programa, o directorgeral da empresa sublinhou que a Microsoft tem “todo o interesse em que a Sociedade de Informação se desenvolva, porque quanto mais gente tiver acesso às tecnologias, mais gente terá a Microsoft para os seus produtos”. “Além disso queremos ser líderes responsáveis, fazendo parte da revolução que está a acontecer”, concluiu. Ensino Superior Dirigentes associativos decidem greve nacional a 21 de Outubro “Cuidado, não se manifestem, não tenham opinião, porque quem manda na educação sou eu e só eu e a verdade é minha”, foi como Luísa Mesquita interpretou as declarações do ministro. A deputada comunista disse ainda que o ministério ameaçou as escolas de processos disciplinares caso não abrissem as portas no dia 15 de Setembro. “As escolas abriram as portas mas não há aulas. Não há aulas porque os professores ainda não fizeram os horários Não tiveram condições para produzir um ano lectivo de qualidade por sua culpa e pelas medidas que tem vindo a tomar neste ano e meio de governação”, referiu. Ana Benavente, deputada do PS e ex-secretária de Estado da Educação, referindo-se à escola da Ponte, em Vila das Aves, apontou o dedo ao ministro por não cumprir os compromissos firmados de alargar a sua valência para nove anos de escolaridade. “O senhor não tem visão, nem palavra, apenas afirma a cegueira das poupanças que condenam a qualidade educativa de que tanto precisamos”, disse. O Encontro Nacional de Dirigentes Associativos (ENDA), que decorreu durante o fim-de-semana no Funchal, decidiu no domingo marcar para 21 de Outubro uma greve nacional de estudantes contra o pacote legislativo do Ensino Superior. O Presidente do Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior, Vítor Hugo Salgado, adiantou à Agência Lusa que o movimento associativo decidiu ainda agendar para 5 de Novembro uma manifestação nacional em Lisboa de Associações e estudantes. A anteceder estas acções, decorrerá nos dias 13, 14 e 15 de Outubro uma campanha nacional de consciencialização e de divulgação das iniciativas decididas, através de caravanas de estudantes por todo o país. As acções visam lutar contra o actual pacote legislativo para o Ensino Superior designadamente contra o aumento das propinas, a redução do peso dos estudantes nos órgãos de gestão dos estabelecimentos de ensino e as prescrições. 4/09/03
Slide 7: regional 7 Estarreja Dia Europeu Sem Carros Cinco quilómetros de viaduto para minorar impacte ambiental O governo anunciou no sábado a construção em Estarreja de um dos maiores viadutos rodoviários do país, de cinco quilómetros, para conciliar o lançamento de um troço do IC1 com a defesa de uma área ambientalmente sensível. O viaduto, numa franja da Zona de Protecção Especial (ZPE) da ria de Aveiro, corresponderá a quase um terço do futuro lanço do IC1 entre Estarreja-Norte e Angeja, de acordo com um esboço apresentado pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Marques Mendes, e pelo secretário de Estado das Obras Públicas, Jorge Costa. O anterior governo definira que o IC1 atravessaria Estarreja a nascente da vila, a apenas 500 metros da auto-estrada A1, mas a decisão foi revogada pelo actual executivo, uma vez que surgiram manifestações locais de rejeição do traçado. Ao revogar a decisão, em Novembro de 2002, o Governo iniciou estudos para avaliar a viabilidade de o fixar na faixa reclamada pelas autarquias de Estarreja e Murtosa, mas já numa franja da ZPE. À Lusa, o secretário de Estado Jorge Costa defendeu que a opção pelo viaduto rodoviário, aliada a outras medidas de minimização dos impactes, concilia “efectivamente” a construção da rodovia onde as populações querem com a defesa da ZPE. O traçado para o IC1 na zona de Estarreja terá uma extensão global de 17,6 quilómetros, dando sequência a dois outros do mesmo itinerário complementar que já estão em construção, um entre Maceda/Ovar e Estarreja-Norte e outro entre Angeja e Mira. Além do viaduto de cinco quilómetros, a futura via, com perfil de auto-estrada, incluirá a construção de 16 passagens inferiores e 19 superiores, uma área de serviço e três nós de acesso, um dos quais ligando ao IP5. Segundo o secretário de Estado Jorge Costa, a obra será lançada em 2004, prevendo-se que esteja concluída em 2006, um ano mais tarde do que os troços imediatamente a norte e a sul. Uma vez concluído este conjunto de obras, toda a faixa litoral Norte e Centro do país passará a dispor de uma ligação contínua por auto-estrada alternativa sem portagem, pelo menos até que o Governo decida o que fazer com as chamadas Scuts (rodovias em que as portagens são pagas pelo Estado aos concessionários). Nas suas declarações, Jorge Costa disse não poder quantificar ainda os custos da obra, mas admitiu que será superior ao que custaria um traçado a nascente de Estarreja, devido à opção pela construção do longo viaduto. O governante escusou-se também a detalhar se o Governo terá de indemnizar a concessionária do traçado - a Lusoscut - pela alteração. Na cerimónia de apresentação do novo traçado, realizada num palco improvisado, em cima de uma velha camioneta, na freguesia de Fermelã, Estarreja, o ministro dos Assuntos Parlamentares aproveitou para transmitir “recados” sobre a necessidade de os políticos cumprirem as suas promessas. “Um político não deve fazer uma promessa se não tiver a certeza que a pode cumprir”, disse Marques Mendes, sublinhando que membros do actual Governo respeitaram os compromissos assumidos para com Estarreja, a propósito do IC1, na altura da campanha para as legislativas. 65 autarquias portuguesas associam-se à celebração O Dia Europeu Sem Carros, que anteontem se celebrou pelo quarto ano consecutivo, juntou 65 autarquias portuguesas na promoção do uso de transportes alternativos ao automóvel particular. A exemplo dos anos anteriores, as ruas e avenidas cortadas ao trânsito automóvel deverão encher-se de pessoas a andar de bicicleta, em patins ou simplesmente a pé, como será o caso dos responsáveis políticos do Ministério das Cidades e Ambiente. Também os transportes públicos tiveram um maior número de utilizadores, porque aderiram à iniciativa e evitaram os constrangimentos do trânsito devido ao corte de algumas artérias principais. O município de Lisboa, que garantiu o uso gratuito dos transportes públicos na Carris e Metro para todos aqueles que trabalham e vivem na capital, aproveitou a iniciativa para anunciar os novos Regulamentos de Cargas e Descargas e Plano de Mobilidade. A utilização dos transportes públicos na Área Metropolitana de TRIBUNAL JUDICIAL DA LOUSÃ Juízo Único ANÚNCIO 1.ª Publicação Processo: 362/2002 Execução Ordinária Exequente: Crédito Predial Português, SA Executado: NUNO FILIPE RAMALHETE ANTUNES e outros... Correm éditos de 20 dias para citação dos credores desconhecidos que gozem de garantia real sobre os bens penhorados aos executados abaixo-indicados, para reclamarem o pagamento dos respectivos créditos pelo produto de tais bens, no prazo de 15 dias, findo o dos éditos, que se começará a contar da segunda e última publicação do anúncio. Bens penhorados: Fracção autónoma designada pela letra “I” do prédio descrito na CRPredial da Lousã sob o n.º 05857/970429, da freguesia da Lousã e inscrito na competente matriz predial sob o art.º 7.912. Executados: Executado: NUNO FILIPE RAMALHETE ANTUNES, estado civil: casado, domicílio: QUINTA DE SANTA RITA, LT. 212, CASAL DE ERMO, 3200-010 LOUSÃ; Executado: ANGELICA FERREIRA DA SILVA ANTUNES, estado civil: casada, domicílio QUINTA DE SANTA RITA, LT. 212, CASAL DE ERMIO , 3200-010 LOUSÃ; Executado: FRANCISCO JOSÉ ALVOEIRO LOPES ANTUNES, estado civil: casado, domicílio: R.DO ALEM - LUGAR DE PEDREIRA, MIRANDA DO CORVO, 3220 MIRANDA DO CORVO; Executado: MANUELA GONÇALVES RAMALHETE, estado civil: casada, domicílio: R. DO ALEM - LUGAR DE PEDREIRA, MIRANDA DO CORVO, 3220 MIRANDA DO CORVO; Executado: ANTÓNIO RODRIGUES LOBO, estado civil: casado, domicílio: R. DO CLUB N.º 15 - SANTA CLARA, COIMBRA, 3000 COIMBRA; e Executado: BELIZANDA DE JESUS FERREIRA PINTO, estado civil: casada, domicílio: R. DO CLUB N.º 15 - SANTA CLARA, COIMBRA, 3000 COIMBRA. Fiel Depositário: Credigest, com domicílio: Casal do Gorgolão, Lt. 1-4.º Dt.º, Estrada de Eiras, 3020-199 Coimbra. Lousã, 02-09-2003. N/Referência: 112196 A Juiza de Direito, Maria Alexandra Silva O Oficial de Justiça, Afonso Simões “O Despertar” N.º 8241, de 03/09/24 Lisboa diminuiu 13 por cento entre 1991 e 2001, enquanto o recurso ao automóvel particular cresceu 19 por cento no mesmo período. Actualmente, o automóvel - cujo número já ascende a cerca de quatro milhões de unidades nas estradas portuguesas - é o meio de transporte usado por metade dos habitantes da Área Metropolitana de Lisboa. Portagens diferenciadas, penalizações mais duras para o estacionamento ilegal dos carros, alargamento e melhoria das redes de transportes públicos são algumas das medidas apontadas ao longo dos últimos anos para combater tanto o acréscimo de poluição atmosférica como o caos do trânsito nas grandes cidades. Relações comerciais Figueira da Foz Norte de Aveiro e Edmonton fomentam cooperação O cônsul honorário de Edmonton, no estado canadiano de Alberta, desloca-se esta semana ao agrupamento de municípios de Entre Douro e Vouga, norte de Aveiro, para fomentar a cooperação económica entre as duas regiões. Perspectivando a visita de Aurélio Fernandes, que é também presidente da Câmara do Comércio e Indústria Luso-Canadiana, um comunicado da Câmara de Santa Maria da Feira adianta a possibilidade de se abrirem novos canais de exportações para os principais produtos de Entre Douro e Vouga. Entre os sectores que poderão incrementar as suas exportações para o Canadá, o comunicado sublinha a cortiça, calçado, madeiras, moldes, metalomecânica e pedra granítica. Dos contactos a realizar poderá resultar também a atracção de investimento canadiano ligado à alta tecnologia, assinala o comunicado, precisando que essas intenções ficarão seladas numa declaração conjunta a assinar entre as partes. O cônsul e presidente da Câmara do Comércio e Indústria Luso-Canadiana visitará a sede da Associação Portuguesa da Cortiça, conhecendo então um projecto de promoção internacional da rolha, a Agência de Inovação (cuja sede foi recentemente transferida de Lisboa para Santa Maria da Feira) e o local do futuro parque tecnológico “Portus Park”. Encontros com associações empresariais locais, reuniões com autarquias e a visita a algumas das principais empresas dos municípios de Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira, Sever do Vouga e Vale de Cambra completam o programa. No seu comunicado, a Câmara de Santa Maria da Feira antecipa a perspectiva de novos acordos de cooperação económica internacional envolvendo outros “mercados de interesse”. Cimeira Luso-Espanhola a 7 de Novembro Os primeiros-ministros de Portugal e Espanha reúnem-se a 7 de Novembro na Figueira da Foz, foi anunciado em Madrid. O anúncio da cimeira lusoespanhola foi feito numa conferência de imprensa do ministro português das Obras Públicas, Transportes e Habitação, Carmona Rodrigues, e do seu homólogo espanhol, Francisco Alvarez-Cascos. Durão Barroso e José Maria Aznar vão debater, entre outras, questões ligadas a transportes e energia, além de temas europeus e de cooperação, disseram os ministros. Os dois responsáveis reuniram-se na semana passada em Madrid precisamente para acertar questões relacionadas com a agenda da cimeira da Figueira da Foz. IMOBILIÁRIA PATROCÍNlO TAVARES, S. A. – CONSTRUÇÃO CIVIL – COMPRA, VENDA DE PROPRIEDADES Rua da Sofia, 175 C Tels. 2 39 854 730 3000 COIMBRA Fax 239 854 735 24/09/03
Slide 8: saúde 8 Listas de Espera Cirurgias em atraso no Centro realizadas até Dezembro A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) prometeu, na semana passada, que eliminará até ao fim deste ano uma lista de espera elaborada em meados de 2002 para intervenções cirúrgicas nos 24 hospitais públicos da região. A ARSC tinha estabelecido em 30 de Junho do ano passado um prazo de dois anos para eliminar uma lista de 32.505 doentes em espera, mas afiança agora, em comunicado, que o fará até ao final de 2003, “muito mais cedo do que o compromisso inicial”. A estrutura dirigida por Fernando Andrade apoia-se nos resultados já obtidos, traduzidos numa redução das esperas para 22.559 doentes no final de Agosto, “devido ao esforço de melhoria de produtividade” nos hospitais do sector público empresarial (hospitais SA) e do sector público administrativo (hospitais SPA). Apoia-se ainda na circunstância de ter celebrado contratos com entidades do sector social e privado para 9.000 outras cirurgias. Estes contratos foram celebrados, mediante concursos, “com custos exactamente idênticos aos praticados nos hospitais públicos” e Contratos de trabalho limitam liberdade Seis organizações médicas criticaram, no Porto, a proliferação de contratos individuais de trabalho nas instituições de saúde que, na sua opinião, impõem “limitações inaceitáveis” à liberdade de expressão e ao direito de formação. Após muitos anos de distanciamento, organizações representativas de vários sectores da classe médica decidiram promover encontros regulares, o primeiro dos quais serviu, para adoptar me-didas contra a implementação dos contratos individuais de trabalho. Numa iniciativa da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, foi decidido propor uma alteração ao Código Deontológico dos Médicos, de modo a combater a proliferação de contratos individuais de trabalho surgidos na sequência da “legislação recentemente produzida relativamente a centros de saúde e hospitais”. Esta legislação, “sem consignar qualquer tipo de legislação colectiva”, implica, segundo os médicos, “a imposição de limitações inaceitáveis ao exercício da liberdade de expressão dos médicos sujeitos a contrato individual”. Isto significa, acrescenta o comunicado emitido no final do encontro, “na prática, proibir os médicos de denunciar situações de discriminação e violação dos direitos dos doentes, tal como impõe a Constituição da República, a Carta de Direitos dos Doentes e o Código Deontológico”. Os médicos acusam ainda a “existência de poderes discricionários por parte dos órgãos de administração das unidades de saúde”, a “ausência de uma política coerente de formação médica” e o “impedimento dos médicos exercerem as suas funções de investigação, através da proibição da divulgação de quaisquer dados relativos aos resultados da sua prática profissional”. Daí que os médicos tenham deliberado “exigir a abertura de negociações colectivas de trabalho para os médicos” e “mecanismos de diferenciação técnica”, para além de terem determinado “elaborar um guião relativo aos contratos individuais de trabalho”. Numa das primeiras medidas de combate à nova legislação, que consideram nociva para os seus direitos, os médicos vão propor uma alteração ao seu próprio código deontológico, de modo a que a obrigatoriedade de entrega de cópia do contrato à Ordem dos Médicos deixe de ser da sua responsabilidade, mas sim dos directores ou responsáveis clínicos, de modo a que a OM possa avaliar se os documentos estão de acordo com as normas deontológicas. O facto de o ministro da Saúde ter afirmado que desconhecia estes problemas criados pelos contratos individuais de trabalho é “mentira”, garantiu Carlos Arroz, do Sindicato Independente dos Médicos. “Se o ministro disse isso, mentiu mais uma vez”, afirmou o médico, garantindo que na última segunda-feira houve uma reunião de três horas entre o sindicato e Luís Filipe Pereira onde “o tema principal de conversa foi precisamente o dos contratos individuais de trabalho”. “Isto foi na segunda feira. Se quinta feira o ministro já esqueceu, começo a duvidar da sua sanidade mental”, acrescentou. “Se o senhor ministro está com problemas de memória, deve consultar um médico”, afirmou Merlinde Madureira, da Federação Nacional dos Médicos. “Vão-se habituando a ouvir o ministro dizer que não sabe, porque cada vez mais vai ser uma figura honorífica, sem responsabilidades sobre o Serviço Nacional de Saúde”, afirmou, por seu lado, Mário Jorge, da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública. Armando Gonçalves, da Associação Portuguesa dos Médicos da Carreira Hospitalar, deixou claro que se alguém quiser destruir o Serviço Nacional de Saúde não o poderá fazer, porque “PS, PSD e PCP aprovaram o actual sistema misto, que permite saúde para todos. Tudo o que perturbe essa assistência é grave”. Miguel Leão, da secção regional da OM, considerou que “a partir do momento em que os directores clínicos passem a ter obrigação de enviar, sob risco de penalização disciplinar, cópias dos contratos individuais à Ordem dos Médicos, certamente informarão também o senhor ministro, que deixará de poder dizer que não se lembra”. Eduardo Mendes, da Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral, sublinhou que a transferência da responsabilidade de enviar cópias dos contratos do médico para o director clínico significa “um passo para nível superior” que “permite de uma forma mais distanciada à OM dar o seu parecer quanto ao cumprimento dos valores éticos e deontológicos”. Normalmente actuando de forma isolada, as várias instituições representativas dos médicos decidiram começar a reunir-se regularmente, considerando haver motivos para esta união que há muitos anos não ocorria. para especialidades (varizes, otorrino e hérnias, entre outros) “em que a capacidade do Serviço Nacional de Saúde não pode dar resposta atempada”, frisa o comunicado. A ARSC admite, entretanto, ter constituído, a partir de Julho do ano passado, uma segunda lista de espera (de seis meses) com um número de doentes não especificado, que pretende eliminar numa fase seguinte. A nível nacional, de acordo com dados do Ministério da Saúde, há cerca de 150.000 pacientes a aguardar intervenções cirúrgicas. Medicamentos são principal despesa das famílias portuguesas Os medicamentos e material terapêutico representaram, em 2000, mais de metade do total das despesas das famílias portuguesas com a saúde, estando os cidadãos nacionais entre os que mais gastam nesta área na União Europeia. Os dados relativos constam do relatório “Portugal Social”, do Instituto Nacional de Estatística (INE), que traça um quadro da evolução de alguns aspectos da vida nacional entre 1990 e 2001. De salientar que, enquanto em 1995 os serviços médicos, paramédicos e outros serviços de saúde representavam a maior fatia do total das despesas das famílias com a saúde (51 por cento), cinco anos mais tarde esta rubrica foi ultrapassada pelos medicamentos, aparelhos e material terapêutico (55,1 por cento). Em 2001, as despesas das famílias com a saúde representavam quatro por cento do Produto Interno Bruto Nacional (PIB), enquanto a despesa da saúde da administração pública se cifrava em 6,3 por cento do PIB. No contexto da União Europeia, em 1999, apenas a Grécia (com 6,3 por cento) ultrapassou Portugal na despesa média anual dos agregados familiares, que se situou nos 5,2 por cento. Quanto à distribuição geográfica dos médicos pelo território português, constata-se que, nos últimos cinco anos, a sua assimetria se mantém acentuada, com a região de Lisboa e Vale do Tejo a concentrar, em 2001, 415 clínicos por 100 mil habitantes. De acordo com os dados, em 1990 existiam 284 médicos por 100 mil habitantes em Portugal, cuja distribuição geográfica indicava um rácio de 292 para o continente, 142 para a Região Autónoma da Madeira e 118 para a Região Autónoma dos Açores. Seis anos mais tarde, o continente contava com 304 médicos por 100 mil habitantes, sendo que na região de Lisboa e Vale do Tejo o número dos clínicos por habitantes subia para 400. Um valor distante dos 258 médicos por 100 mil habitantes na região Norte, 287 no Centro, 132 no Alentejo e 200 no Algarve. Nesse mesmo ano, o rácio das regiões autónomas era de 145 médicos por 100 mil habitantes nos Açores e 160 na Madeira. Em 2001 as assimetrias mantiveram-se, sendo de assinalar que a região de Lisboa e Vale do Tejo foi a que registou o menor crescimento no número de clínicos por habitantes durante esses quatro anos. A população do norte de Portugal contava, em 2001, com 287 clínicos por 100 mil habitantes, um número que sobe na região centro (311 médicos), para voltar a descer no Alentejo (167), Algarve (241), Açores (168) e Madeira (196). No que toca à oferta hospitalar, os dados do INE indicam que, face a 1996, os seis novos hospitais existentes em 2001 são instituições particulares, que totalizam 95 unidades, enquanto o sector público dispõe de 122 hospitais. LUMELde Coimbra, Lda. Lusa Mecânica FERROS FORJADOS - ALUMÍNIOS ANODIZADOS E LACADOS - METALIZAÇÃO Sala de Exposições R. João Cabreira, 20-22 Telef. 239 825 881 COIMBRA Escritórios e Oficinas Zona Industrial da Pedrulha Tels. 239823890-239493475 4/09/03
Slide 9: desporto André processa Académica por salários em atraso O futebolista angolano André, esta época ao serviço do Boavista, vai recorrer aos tribunais para ver pagos os salários de Abril e Maio, além do prémio de manutenção na SuperLiga, devidos pela Académica de Coimbra. “Não espero mais. Ficaram de me pagar pelo menos metade em Agosto e nada. Já esperei demais. Como não recebi qualquer resposta às duas cartas enviadas à Direcção, nem qualquer satisfação, falei com o meu advogado e vou resolver pela via litigiosa”, revelou André à agência Lusa. “Já fui muito tolerante, agora tenho que resolver a minha situação. Nunca aconteceu nada semelhante ao serviço de outros clubes por onde passei”, sustentou. O jogador sente-se revoltado pela atitude da Direcção do clube de Coimbra. “Não têm qualquer respeito por um atleta que deu tudo o que tinha à Académica e a ajudou nas horas mais difíceis. Não têm palavra, parece que andam a brincar comigo. Só quero o meu dinheiro”, disse o médio do Boavista. João Bandeira, chefe do departamento de futebol da Académica, disse à agência Lusa que a Direcção do clube tem intenção de pagar a André, mas acrescentou que o jogador terá de esperar. José Eduardo Simões, vice-presidente para a área financeira dos “estudantes”, acrescentou que a Direcção ficou desiludida pela atitude pouco cordata relativamente à forma como saiu do clube, depois de uma proposta para sua continuidade em Coimbra. À margem desta polémica, a Direcção academista rescindiu na quinta feira, amigavelmente, com o brasileiro Wilton, médio defensivo de 24 anos proveniente do Rio Branco, mas que nunca se afirmou ao serviço dos “estudantes” e deverá regressar ao Brasil. 9 Académica conquista U. Coimbra obtém primeira vitória da época um ponto no Bessa Boavista e Académica empataram, no sábado, a zero no Porto, na quinta jornada da SuperLiga de futebol, resultado que reflecte a quase nulidade de interesse de um jogo que não deixa saudade. Apesar do inegável empenho e muita combatividade de todos os jogadores, os espectadores mereciam um espectáculo bem melhor, pois a emoção não se viu no Estádio do Bessa. O Boavista nunca encontrou o melhor caminho para criar perigo junto do último reduto da Académica, equipa que apresentou um futebol mais irreverente, mas nem por isso eficaz. A jogar em casa, o conjunto de Erwin Sanchez tentou assumir o controlo da partida, mas faltou-lhe classe e ideias para o fazer, uma vez que o futebol ao primeiro toque dos “estudantes” (no primeiro tempo) não lhe permitiu levar por diante as suas intenções. A Académica surgiu solta e alegre, apresentando um futebol mais escorreito, prático e objectivo: foram os forasteiros a desenhar os melhores lances de futebol. O primeiro lance vistoso demorou quase 20 minutos a surgir, quando Delmer rematou em jeito, mas William, em voo, segurou. A resposta dos portuenses surgiu aos 24 minutos pela cabeça de Luiz Cláudio, que errou o alvo, mas os forasteiros continuaram a apresentar um futebol mais acutilante e José António e Paulo Adriano estiveram perto de marcar. O Boavista só espevitou em cima do intervalo, reacção materializada com um remate de Filipe Anunciação e Luiz Cláudio, mas sem êxito. O segundo tempo nada trouxe de novo: o futebol continuou monótono, a bola muito mal tratada e os adeptos não tinham outro remédio senão entreter-se com a “guerra” de apoio das claques. Mesmo regressando bem ao jogo, ao Boavista faltou ousadia e clarividência no futebol atacante, que continuou demasiado improdutivo. A melhor oportunidade dos locais nasceu de um erro do guarda-redes Fouhami que Ali e Fary não aproveitaram. Mais tarde, Pedro Santos rematou com perigo, mas ao lado. A Académica estava mais tolhida de movimentos, mas com o decorrer da partida voltou a subir no terreno e, aos 82 minutos, Dário esteve muito perto de marcar, mas, na cara de William, não aproveitou a falha de Viveros. Já em tempo de descontos, Fary cabeceou rente ao poste direito, com o guarda-redes academista batido, falhando um golo que seria injusto. O União de Coimbra conquistou, no domingo, no Estádio Municipal Sérgio Conceição, a primeira vitória desta época, ao vencer por 21 o Social de Lamas. Apesar de não ter sido uma vitória fácil, a equipa da Arregaça acabou por justificar o resultado, já que lutou do início ao fim por um resultado favorável. Promovida na última época, a equipa de Lamas entrou em campo com vontade de discutir o jogo e, principalmente no primeiro tempo, criou algumas dificuldades à equipa da casa. Ambas as equipas tentavam criar espaços e chegar ao golo que acabou por surgir, ao minuto 20, precisamente para o Lamas. William rematou à entrada da área e Joca, apesar de ainda ter tocado na bola, não conseguiu defender. O União reagiu bem ao golo sofrido e, 10 minutos depois, Dias repôs a igualdade, ao bater, na sequência de um canto, o guarda redes Tó I. Ainda antes do intervalo, a equipa da Arregaça podia ter marcado o segundo, mas o árbitro acabou por apitar para o final do primeiro tempo precisamente quando Xirola seguia isolado para a baliza do Lamas. No segundo tempo, o União surgiu muito mais pressionante e dominou o encontro, enquanto que o Lamas procurava segurar o empate. Apesar da qualidade do encontro ter diminuído, o União acabou por marcar o golo da vitória ao minuto 79. Dias cruzou, Xirola assistiu Ná que, já na pequena área, marcou o segundo golo para o União. A equipa comandada por António Cortesão conquistou assim a sua primeira vitória da época 2003/ 2004, uma vitória que vem dar maior tranquilidade ao plantel do União que começava já a acusar algum nervosismo pelos resultados pouco favoráveis das primeiras jornadas. Académica B perde em Oliveira do Hospital A Académica B foi derrotada, no domingo, por um golo sem resposta, pelo Oliveira do Hospital, uma equipa que ainda não conhecia o sabor da vitória nesta temporada. Como ambas as equipas vinham de uma derrota, a motivação era grande. A primeira grande ocasião de golo acabou por surgir primeiro para a equipa dos estudantes, ao minuto 13, mas a defesa do Oliveira do Hospital mostrou que estava atenta e evitou o golo. A equipa da casa respondeu de imediato à ameaça mas também não conseguia chegar à grande área da Académica com grande eficácia. Até ao intervalo as oportunidades de golo foram surgindo para ambas as formações mas o resultado no placar continua a registar o 0-0. No segundo tempo, a equipa da casa surgiu em campo com uma postura mais determinada, uma postura que acabou por lhe valer os três pontos em discussão. O primeiro e único golo da partida acabou por surgir ao minuto 74, por intermédio de Casal. O Oliveira do Hospital ainda teve oportunidade de dilatar o resultado, mas valeu à equipa dos estudantes a atenção e perspicácia do guarda redes Eduardo que evitou uma derrota mais pesada. CLASSIFICAÇÃO SUPERLIGA J VEDMSP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 FC Porto 5 Marítimo 5 Sp. Braga 5 Boavista 5 Sporting 5 Moreirense 5 Gil Vicente 5 Académica 4 Beira Mar 5 Alverca 5 Nacional 5 Belenens. 4 Benfica 4 U. Leiria 5 Guimarães 4 P. Ferreira 5 Rio Ave 5 E.Amadora 5 4 4 3 2 3 3 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 0 0 1 1 1 3 0 0 1 1 1 1 0 2 2 1 0 0 2 1 0 0 1 0 2 2 2 1 2 2 3 1 1 3 3 4 3 4 12 5 6 4 9 4 9 5 6 3 6 10 5 4 2 2 2 3 3 1 4 1 8 4 5 3 5 3 5 8 5 7 5 9 5 16 13 13 10 9 9 9 7 7 7 7 6 5 5 4 3 3 2 1 II LIGA J VEDMSP 1 Estoril 5 2 Ovarense 5 3 Naval 5 4 Feirense 5 5 Varzim 5 6 V. Setúbal 5 7 S. Clara 5 8 Leixões 5 9 Desp. Aves 5 10 Salgueiros 5 11 U. Madeira 5 12 Penafiel 5 13 D. Chaves 5 14 Portimon. 5 15 Felgueiras 5 16 Maia 5 17 Marco 5 18 Sp. Covihã 5 4 3 3 3 3 2 2 2 2 2 1 1 1 2 1 0 1 0 0 1 1 1 0 2 2 2 1 1 3 3 3 0 1 3 0 0 1 1 1 1 2 1 1 1 2 2 1 1 1 3 3 2 4 5 7 9 8 8 9 9 5 4 9 5 3 12 5 6 4 6 3 1 4 4 4 6 7 7 4 3 9 6 2 12 5 7 7 10 8 8 12 10 10 10 9 8 8 8 7 7 6 6 6 6 4 3 3 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 IIDIVISÃO-ZCentro J VEDMSP Sanjoan. Torreense Caldas Alcains Lamas Fátima S. Espinho Portomos. Esmoriz Águeda O. Bairro Pombal Oliveiren. Académ. B Vilafranq. O.Hospital Estarreja A. Viseu Marinhens. Pampilho. 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 5 4 4 2 3 3 3 2 2 2 2 2 1 2 1 1 1 0 1 0 1 2 0 4 1 1 1 3 3 2 1 1 4 1 2 2 1 4 1 3 0 0 2 0 2 2 2 1 1 2 3 3 1 3 3 3 4 2 4 3 13 11 6 9 4 8 6 7 7 9 9 7 7 6 8 2 10 3 2 7 3 3 5 7 4 9 9 4 5 9 9 7 7 9 7 10 12 6 6 10 16 14 12 10 10 10 10 9 9 8 7 7 7 7 5 5 4 4 4 3 III DIVISÃO - Série C J VEDMSP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Tourizen. Milheiroen. Tocha Santacom. P. Castelo Arrifanen. Lamas F. Algodres S.J. Ver Gafanha Arouca U. Coimbra Satão Valecambr. Mangualde A.Beira Anadia Cesarense 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 3 2 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 0 1 0 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 2 1 1 0 3 0 2 1 0 0 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 2 3 1 3 2 3 9 8 6 6 5 8 4 6 6 5 6 5 4 4 0 2 2 3 4 3 2 3 3 7 3 5 7 7 4 7 6 6 3 7 5 7 10 10 9 7 7 7 7 6 6 6 5 4 4 3 3 3 2 1 III DIVISÃO - Série D J VEDMSP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Lourinhan. 4 BC Branco 4 Abrantes 4 Sourense 4 Caranguej. 4 Riachense 4 T. Novas 4 Fazend. 4 Peniche 4 Benediten. 4 Bidoeiren. 4 Alcobaça 4 Idanhense 4 Sertanense 4 Alq. Serra 4 Mirense 4 Rio Maior 4 U.Almeirim4 4 3 3 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 1 1 0 2 1 0 0 0 2 1 1 1 0 0 0 2 0 0 0 0 1 0 1 2 2 2 1 2 2 2 3 3 3 2 4 8 9 10 10 7 9 6 5 3 5 5 4 4 3 3 2 4 0 3 0 2 4 3 7 5 7 7 3 6 5 5 6 9 10 7 8 12 10 10 9 8 7 6 6 6 5 4 4 4 3 3 3 2 0 24/09/03
Slide 10: cartaz 10 técnicas, da serigrafia ao trabalho digital. O guitarrista, que já exibiu diversas vezes os seus trabalhos, teve, em 1996, uma exposição retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Brasil, além de diversas outras mostras individuais nos continentes americano e europeu. Membro dos Rolling Stones desde 1976, após experiências em The Birds, Jeff Beck Group e The Faces, Wood aposta também numa carreira a solo e tem participações em álbuns de figuras como David Bowie, Eric Clapton, Bob Dylan, Aretha Franklin, B.B. King e Rod Stewart. abertura “teórica” aos meios de comunicação social, com estruturas adequadas para a divulgação de actividades e posições, ao serviço e servindo-se dos media. No entanto, “uma vez ou outra, ainda se nota algum medo dos jornalistas” por parte de alguns responsáveis da hierarquia, acrescentou o director do Diário do Minho. Nalguns casos, é o “medo da retranca” e noutros é o “medo das más experiências”, confundindo questões de algum profissional com toda a classe, considerou João Aguiar. Mais crítico da importância da informação religiosa no contexto nacional é António Rego, secretário da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais, que considerou que “a concorrência que existe entre jornais, rádios e televisões tem proporcionado a procura de outros temas, porventura mais excitantes” que o noticiário católico. “O religioso tem perdido a sua capacidade de espectáculo e de imposição no primeiro plano da vida social, também porque o mercado da informação mudou de alvo da informação”, reconheceu António Rego. No entanto, os “programas estritamente católicos quer na rádio, quer na televisão” têm demonstrado “um interesse grande das massas”. No seu entender, os portugueses continuam a ser fortes consumidores de informação religiosa e isso “é uma lição” para os meios de comunicação, demonstrando a necessidade de um “espaço para [a divulgação do] noticiário religioso com vivacidade, mas também com respeito das regras”. Sobre o sector de jornais regionais de inspiração cristã, António Rego elogiou a sua diversidade, rejeitando qualquer tipo de absorção ou de fusão das centenas de títulos existentes. “Isso não é uma dispersão, é uma riqueza”, considerou. Para o presidente da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais, D. João Alves, “no geral, as relações entre a Igreja e os meios de comunicação social são cordiais”, existindo uma “dimensão de respeito” entre as duas partes. Contudo, o bispo lamentou que nem toda a comunicação social seja “compreensiva” da actividade e posições da Igreja, notando uma “zona de silêncio à volta da fé e do Evangelho que nem sempre deixa passar para a opinião pública aquilo que a própria Igreja propõe e comunica”. No que diz respeito ao caso português, o antigo bispo de Coimbra considerou que, “salvo raríssimas excepções”, os meios de comunicação têm procurado manter os canais de informação abertos. Pintura Guitarrista dos Rolling Stones expõe em Lisboa A música e os seus intérpretes são a temática fundamental dos trabalhos artísticos que Ron Wood, guitarrista dos Rolling Stones, expõe no Centro Português de Serigrafia, em Lisboa, a partir de 27 de Setembro. A exposição, intitulada “Ronnie Wood Art Show Portugal”, é inaugurada às 16 horas e ficará patente até 22 de Outubro, dando a conhecer um lado diferente do músico da banda de Mick Jagger, que apresenta em Lisboa obras sobre papel, serigrafias e gravuras. O dia de inauguração da mostra coincide com o concerto do grupo de rock em Coimbra, onde os músicos vão inaugurar o novo Estádio Municipal e marcar o final da digressão “Licks World Tour”, que assinala os 40 anos de vida da banda. Ron Wood, que assina Ronnie Wood nas artes plásticas, nasceu em 1947 em Inglaterra e teve uma educação na área das artes no Ealing Collage of Art de Londres, tendo as artes plásticas e a música convivido ao longo dos anos na vida do artista. Enquanto a sua carreira musical progredia, Ron Wood continuava a alimentar a sua paixão pela pintura e pelo desenho, mostrando igual afinidade com o lápis e com a guitarra e escolhendo com regularidade temas relacionados com o meio musical. Actuações dos Rolling Stones, membros de outras bandas, músicos que admira, que conhece ou com os quais tocou povoam os seus trabalhos, onde figuram também alguns amigos pessoais e auto-retratos. Wood produziu as primeiras obras na América, nos anos 80, e no final da década passou vários meses a trabalhar num estúdio profissional de gravação em Inglaterra, vindo a executar em várias Paul McCartney Media Igreja quer mais de noticiário religioso Responsáveis de órgãos de comunicação social de inspiração católica defenderam, na quinta feira, em Fátima uma maior presença de noticiário religioso nos media nacionais, laicos ou não. No início das Jornadas da Comunicação Social, subordinadas ao tema “As religiões e a paz”, a agência Lusa ouviu alguns responsáveis da Igreja que lidam com os media, através da administração de títulos ou da gestão pastoral. “A religião faz parte da vida, sejamos ou não praticantes”, considerou João Aguiar, director do Diário do Minho, reconhecendo que existe uma “maior abertura” à informação religiosa como notícia, através da existência de editorias e jornalistas específicos. “A religião é uma fonte de notícias com interesse e está presente na sociedade com um dinamismo e uma intervenção que não podem ser esquecidas se não quisermos fazer marginalizações injustas”, considerou João Aguiar. Em contrapartida, a Igreja também manifesta uma Música Nova versão de “Let it be” lançada a 17 de Novembro Uma nova versão do álbum “Let it be” dos Beatles vai ser lançada em Novembro, anunciou a Apple Corps, a companhia do grupo inglês. Com o título “Let it be’ naked”, a nova versão apresenta as músicas originalmente gravadas pelos Beatles sem a produção luxuosa a que foram submetidas por Phil Spector, um dos mais respeitados produtores de música pop, apresentando pela primeira vez o som original tal como tinha sido idealizado por Paul McCartney. “Este é o barulho que fizemos em estúdio. Foi assim mesmo o que aconteceu no estúdio. Desta vez está bem”, comentou o ex- beatle acerca da nova versão. O álbum, a lançar em Inglaterra a 17 de Novembro, mantém praticamente o mesmo alinhamento da versão lançada em 1970, incluindo canções como “Across the Universe”, “The Long and Winding Road” e “Let it be”, mas deixa de fora, além de conversas entre os Beatles, temas como “Dig it” e “Maggie Mãe”. Ao disco é acrescentado “Don’t let me down”, editado em single com “Get Back”, o tema que originalmente serviria de título ao álbum, um projecto dos Beatles que seria um regresso às características de um típico conjunto de rock and roll, com quatro elementos. O projecto viria a ser abandonado e as gravações, feitas em 1969, foram levadas por John Lennon para o produtor norte-americano Phil Spector, de que resultou “Let it be”, que viria a ser o último disco de originais lançado pelos Beatles, mas não o último gravado por Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Depois da gravação de “Let it be”, e face a atrasos na edição do disco, os Beatles reuniramse em estúdio e gravaram “Abbey Road”, lançado ainda em 1969. Das sessões de gravação de “Let it be” foi igualmente feito um filme, que mostra já algumas divergências entre Paul McCartney e John Lennon, este sempre acompanhado em estúdio por Yoko Ono, apontada normalmente como a grande responsável pela separação dos Beatles. Numa entrevista à revista Rolling Stone, no princípio do ano, Ringo Starr disse que Paul McCartney sempre se tinha oposto à ideia de Phil produzir o disco. “Há uns dias disse-lhe ao telefone: tinhas razão mais uma vez. O disco soa muito bem sem o Phil. E é verdade”, acrescentou. Cinemas Millenium cine-teatro Hoje e Amanhã Tel. 239 822 131 M/ 12 anos classificados TERMOACUMULADORES – Reparações ao domicílio, garantia 1 ano; António R. Santos. Tel. 239 439 474 - José Cortez Tel. 239 491 896. HIPERPEÇAS, Variada gama de peças e acessórios de automóveis: Óleos - Filtros Estação de Serviço. Rua António José de Almeida 253, Telefone 239 483 657. ESTORES ARLINDO-Vende Estores, boa qualidade. Repara todo o tipo de estores. Espírito Santo das Touregas - Telef. 239981644 - Coimbra TASCA DO QUIM - Quim dos Ossos – Pratos regionais - Rua António Vasconcelos, 3 e 5 - Tel. 239 823 146 - Coimbra. LAVAGEM DE ESTOFOS em viaturas automóveis e todos os serviços de lavagens automóveis e pneus. 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Slide 11: cartaz 11 quarta feira quinta feira 07.00 Bom Dia Portugal 10.00 Praça da Alegria 13.00 Jornal da Tarde 14.00 Lusitana Paixão 14.30 Portugal no Coração 18.00 SMS - Ser Mais Sabedor 18.30 Regiões 19.15 O Preço Certo em Euros 20.00 Telejornal 21.00 Odisseia da Espécie 21.30 Contra-Informação 21.35 RTP Cinema: “O Delfim” 23.15 José Cardoso Pires 00.15 O Conde d’Abranhos 00.45 RTP Cinema: “O Último Capricho” 07.00 Bom Dia Portugal 10.00 Praça da Alegria 13.00 Jornal da Tarde 14.00 Lusitana Paixão 14.30 Portugal no Coração 18.00 SMS - Ser Mais Sabedor 18.30 Regiões 19.15 O Preço Certo em Euros 20.00 Telejornal 21.00 Odisseia da Espécie 21.30 Contra-Informação 21.35 RTP Cinema: “Fala com Ela” 23.45 Programa a designar 01.30 RTP Cinema: “O Xadrez do Amor” Muito investimento, mas portugueses preferem televisão Portugal é dos países europeus que mais investe em cultura, com 1,2 por cento do PIB (Produto Interno Bruto) ou 1.325 milhões de euros, segundo dados de 1999. Este crescimento tem vindo a ocorrer todos os anos, desde 1990, a uma média de 14 por cento ao ano, o que torna Portugal o único país europeu sem quebra de investimento desde 1996. Estes números fazem parte da publicação do INE (Instituto Nacional de Estatística) “Portugal Social”, que traça a evolução do país na última década. De acordo com a publicação, as administrações públicas gastaram em cultura, no ano de 1999, 130 euros por pessoa, contra os 61 euros que tinham gasto em 1992. As Câmaras foram o tipo de administração que registou um maior aumento de investimento na cultura, mas também as famílias, que desde 1995 vêm a gastar cada vez mais dinheiro neste sector, cultura e lazer. Segundo o INE, em 2001 as famílias portuguesas gastaram cerca de 5.152 milhões de euros em cultura e lazer. No ano 2000, cada agregado investiu em média 663 euros, o que corresponde a 4,8 por cento das despesas médias anuais, contra os 484 euros de 1995. O cinema é uma das actividades culturais preferidas dos portugueses, com uma adesão que tem vindo a crescer desde 1995. Em 2001 foram feitas 450.201 sessões de cinema, contra apenas 7.203 de teatro, 3.020 de concertos e bailados e 114 sessões de ópera. Ainda assim, em todos os casos se tem registado aumentos de espectadores de ano para ano. No caso da ópera, os 15 mil espectadores de 1990 passaram para 135 mil em 2001. Muito longe dos 19.469.000 espectadores de cinema em 2001. Em relação a museus, 70 por cento dos portugueses não visitaram um que fosse em 1999. Em 2001 os museus registaram um número total de 8.556.042 visitas. Pior se passa com as bibliotecas. Em 1999 só 15 por cento da população foi pelo menos uma vez a uma. Portugal tinha, em 2001, 1.912 bibliotecas, um crescimento de 48 por cento em relação a 1990. A razão é explicada também pelas estatísticas, que indicam que os portugueses são dos europeus que menos lêem. Segundo a APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros), que cita dados da Federação dos Editores Europeus (2001), enquanto em Portugal 41,5 por cento da população tinha lido um livro nos últimos 12 meses, em Itália, 51,3 por cento das pessoas fizeram o mesmo. No Reino Unido, a percentagem atingia os 90 por cento. A Itália é o país mais próximo de Portugal, mas as estatísticas italianas não incluem os livros escolares, como no caso português. Então o que lêem os portugueses? O INE responde: jornais e revistas. Em 1999 havia 58 por cento dos portugueses a ler jornais e 54 por cento revistas. Livros era uma prática de 31 por cento (um número abaixo do referido pela APEL) e destes a esmagadora maioria com a leitura de um a cinco livros por ano. Em 2000, a revista com maior tiragem média era a “Roda dos Milhões”, seguida da “Maria”, e nos jornais semanários destacam-se o “Expresso” e “O Crime”. Quando os portugueses são interrogados sobre as razões de não lerem respondem que não têm tempo mas sobretudo respondem que não têm interesse, uma confissão de 34 por cento em relação aos jornais, 38 por cento em relação a revistas e 21 por cento em relação a livros. Perante estes números uma pergunta se impõe. Como passam os portugueses os tempos livres? A fazer desporto não, porque, segundo o INE, 74 por cento não praticava qualquer desporto em 1999. A fazer férias também não. Porque em 2001 apenas 37,3 por cento da população com 15 e mais anos gozou férias, a esmagadora maioria (89,4 por cento) em Portugal e por curtos períodos. A leitura das estatísticas do INE dá a resposta: os portugueses passam o tempo livre a ver televisão, a jantar fora com a família e fazer visitas a amigos. Jantar fora com familiares e amigos foi uma prática escolhida por 73 por cento da população num inquérito feito em 1999, e visitar ou receber visitas recebeu a preferência de 91 por cento. Quanto à outra preferência, o mesmo inquérito à Ocupação de Tempo, de 1999, indica que 97 por cento da população vê televisão, 85 por cento destes diariamente. Há pelo menos uma televisão em 97 por cento das casas portuguesas, abrangendo 99 por cento da população, sendo que o vídeo equipa metade dos lares e o computador 21 por cento. Os dados do INE não indicam o tipo de revista mais lida, mas não seria de estranhar que fossem as que divulgam a programação televisiva. 07.00 RTP Crianças 10.00 Euronews 13.00 RTP Crianças 14.00 Euronews 15.00 Informação Gestual 16.00 Euronews 18.00 A Fé dos Homens 18.30 Desafio Radical 19.00 Arranha-Céus, Pontes e Túneis 20.00 RTP Crianças 20.30 As Três Irmãs 21.00 Casei com uma Feiticeira 21.30 Bombordo 22.00 Jornal 2 23.00 Mentes Assassinas 00.00 5 Noites 5 Filmes: “Fim Feliz” 07.00 RTP Crianças 10.00 Euronews 13.00 RTP Crianças 13.30 Programa a designar 14.00 Euronews 15.00 Informação Gestual 16.00 Euronews 18.00 A Fé dos Homens 18.30 Onda Curta 19.00 Como Construir Um Ser Humano 20.00 RTP Crianças 20.30 As Três Irmãs 21.00 Casei com uma Feiticeira 21.30 Planeta Azul 22.00 Jornal 2 22.30 História de Nikita 00.00 5 Noites 5 Filmes: “Escândalo na TV” 06.45 Iô-Iô 09.15 A Minha Família é uma Animação 10.00 SIC 10 Horas 13.00 Primeiro Jornal 14.00 Às Duas Por Três 16.45 Malhação 17.30 O Beijo do Vampiro 18.30 New Wave 19.00 Futebol La Louviére - Benfica 21.00 Jornal da Noite 22.00 Malucos do Riso 22.30 Mulheres Apaixonadas 23.30 Kubanacan 00.15 A Culpa é do Macaco 01.45 Cartaz Cultural 02.15 Cuidado com as Aparências 03.00 Balada de Nova Iorque 06.45 Iô-Iô 09.15 A Minha Família é uma Animação 10.00 SIC 10 Horas 13.00 Primeiro Jornal 14.00 Às Duas Por Três 16.45 Malhação 17.30 Filhas da Mãe 18.30 New Wave 19.00 Agora É Que São Elas 20.00 Jornal da Noite 21.15 Malucos do Riso 21.45 Mulheres Apaixonadas 22.45 Kubanacan 23.45 Acção Total: “O Último Contrato” 01.45 Cuidado com as Aparências 02.30 Residencial Tejo 03.30 South Park bibliotecas Municipal – Aberta das 9 às 12,30 e das 14 às 17,30 horas (2.ª a 6.ª feira). Encerra aos sábados e domingos. Joanina – Das 9 às 12 e das 14 às 17 horas. Todos os dias. Casa-Museu Bissaya Barreto – Aberta das 15 às 17 horas - 3.ª a 6.ª feiras. Encerra - sábados, domingos e feriados. Centro de Documentação da A. R. S. – Aberta das 9 às 13 e das 14 às 17 horas. Fecha aos sábados e domingos. Centro de Documentação 25 de Abril 07.30 Animações 09.00 Ligar P’ra Ganhar 10.00 Olá Portugal 13.00 TVI Jornal 14.00 Big Brother Gala 17.00 Big Brother Extra 17.30 Bons Vizinhos 18.00 Quem Quer Ganha 19.00 Morangos com Açúcar 20.00 Jornal Nacional 21.15 Big Brother Compacto 21.45 Saber Amar 22.45 O Teu Olhar 00.00 Coração Malandro 00.30 Filme: “Stolem From The Heart” 02.00 Filme: “Uma Revelação Difícil” 05.00 Dona Anja 07.30 Animações 09.00 Ligar P’ra Ganhar 10.00 Olá Portugal 13.00 TVI Jornal 14.00 A Vida É Bela 16.45 Bons Vizinhos 17.00 Big Brother Extra 17.30 Quem Quer Ganha 18.30 Big Brother Compacto 19.00 Morangos com Açúcar 20.00 Jornal Nacional 21.15 Big Brother Compacto 21.45 Saber Amar 22.45 O Teu Olhar 00.00 Pimenta na Língua 01.15 As Mil e Uma Noites 04.15 O Rei do Bairro 05.00 Dona Anja Geral da Universidade – Das 9 às 22,45 horas 2.ª sábado das 9 às 12,45 horas. Fecha ao domingo. Arquivo da Universidade – Das 9 às 12,30 e das 14 às 18 horas (2.ª e 3.ª feira), das 9 às 12,30 e das 14 às 17,30 horas (4.ª, 5.ª e 6.ª). Fecha ao sábado e domingo. rádios COIMBRA •RDPCentro ............................................ 94.9 •Universidade ........................................ 107.9 •90FM ...................................................... 9 0 • Província (Anadia) ................................. 100.8 • Clube de Arganil ..................................... 88.5 •ConcelhoCantanhede ............................... 1 3 0 • Regional Centro (Condeixa) ..................... 96.2 • C. Foz Mondego (F Foz) .......................... 99.1 . •Maiorca .................................................. 92.1 • Clube da Lousã ....................................... 95.3 • C. da Pampilhosa .................................... 92.6 • Dueça (M. Corvo) ..................................... 94.5 • Beira Litoral (Montemor) ......................... 101.7 • Popular de Soure. .................................. 104.4 • Santo André (Poiares) ............................ 100.5 museus Casa Museu B. Barreto — Das 15 às 17 horas (3.ª a 6.ª), das 10 às 12 e das 15 às 17 horas (sábados e domingos). Fechado à segunda-feira e feriados. Laboratório Minerológico e Geológico — Das 9,30 às 12,30 e das 14 às 17 horas. Fechado aos sábados e domingos. Académico — Colégio S. Jerónimo Telef. 239 827-396. Arte Sacra — Pátio da Universidade. Laboratório Antropológico — De segunda a sexta das 9,30 às 12,30 e das 14 às 17,30 horas. Machado de Castro — Das 9,30 às 12,30 e das 14 às 17,00 horas. Fechado à segunda-feira. Militar — Das 10 às 12 e das 14 às 17 horas. Todos os dias. Monográfico de Conímbriga — Ruínas abertas todos os dias das 9,30 às 13 horas e das 14 às 18 horas. Nacional da Ciência e da Técnica — Das 9,30, às 12,30 e das 14 às 17 horas. De segunda a sexta-feira. Transportes Urbanos — Segunda a sexta das 9,00 às 12,30 horas e das 14 às 17,30 horas. HOLLYWOOD 21.00 Fuga de Absolom SIC RADICAL 23.00 O Perfeito Anormal HOLLYWOOD 21.00 O Poço de Ódio SIC MULHER 22.00 Encontro Marcado 24/09/03
Slide 12: última página Apicultores promovem mel certificado Feira de Miranda do Corvo divulga produto endógeno Cerca de 30 apicultores participaram no domingo na Feira do Mel de Miranda do Corvo, um certame que serviu para divulgar e promover um dos produtos mais característicos desta região. A feira do mel decorreu na Praça José Falcão, num espaço amplo e atractivo, onde os apicultores deram a conhecer o mel certificado e os vários produtos confeccionados com este produto. Para além do mel, os visitantes puderam adquirir na feira outros produtos como aguardente de mel, licor de mel, vinagre de mel, cera, favos com mel, molduras de cera e ainda a mais diversa doçaria feita com mel (bolos e broas de mel). Não faltou também a cestaria, com a exposição e venda dos mais diversificados artigos. Ao longo do dia, algumas centenas de pessoas visitaram o certame e desfruque vem enriquecer e valorizar a imagem deste produto. Oriundo da Serra da Lousã, o mel assume um papel determinante na economia local. Para Fátima Ramos, presidente da Câmara de Miranda do Corvo, é extremamente importante que este produto seja valorizado, o que terá que passar obrigatoriamente pela certificação. Apesar de poder acarretar custos para o apicultor, o certificado de qualidade dá mais garantias e confiança ao consumidor. Para além da presença da presidente da Câmara, Fátima Ramos, e de alguns vereadores da autarquia, estiveram também presentes na Feira do Mel de Miranda do Corvo o governador civil de Coimbra, Fernando Antunes, e o delegado do Instituto Português da Juventude de Coimbra, Carlos do Vale Ferreira. Para que todos pudessem provar e apreciar o doce mel da região, a autarquia ofereceu, nos paços do município, uma prova, uma mesa recheada onde não faltou o mel e alguns dos produtos típicos confeccionados com este produto. Fátima Ramos, acompanhada pelo governador civil de Coimbra e pelo delegado do IPJ, quando visitava a Feira do Mel taram do convívio e animação do recinto. A feira abriu às 11 horas e prolongou-se até ao final do dia, com a FanFarra Académica de Coimbra e a Filarmónica Mirandense a animarem o recinto. S. Pedro também ajudou à festa e as pessoas aproveitaram o dia de sol para conviver. A Câmara Municipal de Miranda do Corvo, que organizou o evento, apostou uma vez mais na divulgação do mel certificado e procurou sensibilizar os apicultores para a importância da certificação deste produto endógeno, já que a garantia de qualidade é uma mais valia Rolling Stones sábado em Coimbra Produção do concerto ocupa mais de meio milhar de pessoas Mais de meio milhar de pessoas integram a produção do concerto dos Rolling Stones em Coimbra, no próximo sábado, entre elementos da banda e da produtora portuguesa Ritmos & Blues (R&B), informou fonte desta empresa. Os Rolling Stones actuam sábado no estádio Cidade de Coimbra, no penúltimo espectáculo da digressão “Licks World Tour”, concerto que a organização pensa que será o maior alguma vez realizado no país. “Estão envolvidas na produção mais de 500 pessoas, 250 da produção deles [do grupo britânico] e cerca de 300 que constituem o nosso apoio”, disse à Lusa uma fonte da R&B, responsável pela chefia de operações de montagem do palco no estádio Cidade de Coimbra. Segundo a fonte, o palco do concerto, que ficará instalado no topo norte do estádio, apresenta “em números aproximados” cerca de 60 metros de largura (aproximadamente a largura de um relvado de futebol), 20 metros de altura e 30 metros de profundidade, sendo “o maior alguma vez montado em Portugal”. A partir da boca do palco sai uma “passerelle” que avança cerca de 45 metros sobre o relvado e termina numa espécie de segundo palco situado “praticamente no meio campo”. Este palco “será utilizado pela banda em algumas músicas durante o concerto”, referiu a fonte da Ritmos & Blues. Outros dados disponibilizados pela produtora apontam para uma potência de som da ordem dos 200 mil watts. Já no que respeita à iluminação, será assegurada por elementos de “robótica” e luz convencional. A montagem do palco iniciou-se na anteontem, dia em que chegaram a Coimbra 23 camiões TIR “com toda a estrutura de sub-palco”. Sexta feira, véspera do concerto, terá lugar a instalação da parte cénica, a cargo da produção da banda. Até sábado, dia do concerto, um total de 60 camiões TIR deverão ter chegado a Coimbra, ficando parqueados, segundo o responsável da R&B, “em alguns espaços em redor do estádio” e também numa zona adjacente, utilizando “parte do estaleiro das obras” que ali decorrem. Obras Públicas FALECEU Existem 200 pontes com problemas O ministro das Obras Públicas, Carmona Rodrigues, reconhece que existem em Portugal 160 pontes com problemas de manutenção e 40 em risco, mas reduz a queda da travessia para peões da via rápida IC19 a uma “situação de azar”. “O Instituto de Estradas de Portugal (IEP) elaborou um programa para que as cerca de 160 pontes com problemas fossem reparadas. Em caso de risco são fechadas; não havendo dinheiro para reparar, também são fechadas”, explica o governante numa entrevista de quatro páginas ao jornal Diário de Notícias. Carmona Rodrigues apontou uma ponte em Alijó (Vila Real) e outra em Portela (Coimbra) como exemplos de casos de estruturas que têm de ser substituídas. Quanto à sucessão de Ribeiro dos Santos na presidência do Instituto de Estradas de Portugal (IEP), o governante afirmou esperar que se concretize “o mais rapidamente possível”. Para Carmona Rodrigues, o anterior presidente, que se demitiu na sequência da queda da ponte do IC19, que provocou três feridos, “foi um bom presidente, que acabou por ser envolvido numa situação de azar”. “Não tenho dúvidas em dizer que tivemos no IEP um dos melhores presidentes dos últimos anos. Estava a fazer um trabalho notável de reorganização da casa, desmantelada desde os tempos da Junta Autónoma de Estradas”, sublinhou. Carmona Rodrigues, que diz na entrevista existirem 23 travessias para peões no IC19, em vez das oito que são realmente contabilizadas por cima daquela via, garante que “foram todas fiscalizadas”. O ministro das Obras Públicas assume ainda como prioridade o cumprimento do Plano Rodoviário Nacional, em especial “a conclusão da CRIL (Circular Regional Interior de Lisboa) e dos IC16 (via alternativa ao IC19 na ligação Lisboa-Sintra) e IC30 (Auto-estrada de CascaisIC19)”, que “são importantes para o padrão de mobilidade na área metropolitana de Lisboa”. “Graças a Deus que o concurso do IC16 e do IC30, que incluía o fecho da CRIL, foi anulado, porque aquilo estava embrulhadíssimo”, disse, acrescentando que os novos concursos serão lançados em Outubro. Ainda em agenda, mas sem ser prioritária, está a construção do aeroporto da Ota, que, segundo Carmona Rodrigues, “não arrancará na presente legislatura”. Quanto à possibilidade de Lisboa vir a ser uma alternativa a Madrid, no que ao tráfego aéreo diz respeito, o ministro não acredita: “nunca fomos, não somos nem seremos”. Constantino Esteves de Oliveira Faleceu na passada quarta feira o nosso amigo Constantino Esteves Oliveira. Contava 89 anos de idade e era natural de S. Cipriano - Viseu, mas muito cedo, com a idade de 2 anos, veio para Coimbra, para a sua freguesia de St.º António dos Olivais. Figura querida no bairro, trabalhador, honesto, amigo do seu amigo, conquistou, ao longo da sua vida, a simpatia e o respeito dos olivanenses e também dos muitos clientes da sua oficina de pintura automóvel, nos Baptistas, ao Arnado. Vibrava com o seu Belenenses em Futebol e no Basquetebol a sua paixão era o Olivais, onde os seus filhos João e Tó jogavam e os seus netos também. Morreu um homem bom. Que descanse em paz. O seu corpo esteve exposto na capela mortuária da Igreja de S. José, tendo o seu funeral seguido para o cemitério de St.º António dos Olivais, onde agora repousa. A sua esposa, Cassilda de Jesus Soares, seus filhos, nossos assinantes, João Soares Esteves de Oliveira, António Soares Esteves de Oliveira e Idalina Soares Esteves de Oliveira Piedade e restante família apresentamos os nossos sentidos pêsames.

   
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