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A afabilidade e a doçura. 



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Tags:  Espiritualismo 
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Published:  March 24, 2009
 
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Slide 1: A afabilidade e a doçura.
Slide 2: A mensag em é de Lázar o, ir mão de Mar ta e Mar ia, q u e resi diam em B etânia, no caminh o de Jer u salém a Jer icó. Am avam a Jesu s, r ecebiam-no semp re em sua casa. Nesta m ensagem, o autor nos fal a dessas du as virtu des, pou co citadas no cotidiano dos h omens em geral, mas exaltadas por Jesus, q ue incentiva seu s irm ãos em desenvol vimento espiritu al, a fazê- las crescer dentro de si, pois, com elas em ação, ser ão bem- aventurados: Afabili dade é a q u al idade de q u em é cortês, delicado, amável, agradável, com q uem se p ode falar facilmente, acessível. Doçur a é a q u alidade de q u em é su ave, meigo, brando. E scr eve ele q ue a afab ilidade e a doçu ra se origi nam da benevol ência (boa vontade, b ondade par a com algu ém ), q ue por sua vez é fru to do amor ao próximo. Isto sig nifica q u e não basta ter atitudes exteri or es de boa educação, de gestos e atitu des suaves, ser afável no fal ar , se são r esu ltados de treinamentos sociais, apar ências de u ma boa educ ação, de boa índole. Q uem deseja ser afável e su ave nos relacionamentos com os ou tros, pr ecisa cu ltivar o amor ao p róximo, par a c om ele, ter boa vontade com seu s er ros, su as imp erfeições, suas dificul dades
Slide 3: São b em aventur ados os q ue, se esfor çando por compreender e aceitar todas as pessoas como são, q u er endo para elas o q u e de melhor for possível, u sando de benevolência par a com su as faltas e omissões, tiver sem pr e atitu des de delicadeza e de afab ilidade em todos os relacionam entos. Assim, Lázar o censu ra os qu e usam de “um a m áscara para u so exter no, u ma rou p agem, cuj o cor te b em calcul ado, disfarça as deform idades ocu ltas”, mas q ue na menor contr ar iedade, mostr am -se como são por dentr o, nas reações viol entas qu e manifestam. Cita os q u e em casa são tir anos dos familiares, agr essivos, incapazes de gestos de delicadeza, m as fora do lar, apresentam-se de for ma bem educada no falar , no ouvir, afáveis e su aves. São p essoas dominadas p el a hipocrisia, afastando- se, cada vez mais da autenticidade, qu e é a q u alidade do au têntico, q ue, no dicionário Houaiss, é defi nido como: não imitativo, verdadeir o; em q u em não há fal sidade, espontâneo, real; indivíduo q ue se assu me tal qu al é, qu e não se apr esenta aos ou tros de modo idealizado. No “amar ao p róximo com o a si mesmo” está implícita a idéia de qu e o amor a si p rópr io existe em cada u m de nós e assim Deu s nos fez. O q u e não está dentr o da vontade divina é o egoísmo, esse amor exacer bado q ue só enxerga as su as necessidades, colocando- se no centro de tu do e de todos.
Slide 4: Para l ib ertarmo- nos do egoísmo, pr ecisamos nos c onhecer , aceitar as peq uenas coisas b oas q u e temos, bem como as nossas imper feiç ões, consi der ando qu e som os espíritos em evolução. Todavia, não p odemos, p or amor a nós, confor marmo- nos com as pou cas coisas b oas e as mui tas imperfeições q ue temos, pois, estamos reenc ar nando, tantas vezes q u antas for em necessár ias na Terr a, para desenvol ver nosso potencial divino e melh orarmo- nos, perseverantemente. Assim, o aceite do como somos é apenas o primeiro passo para, no u so do livre arb ítrio, continu ar mos, nesta existência, nosso pr ocesso evolu tivo. Para q u e isso aconteça, pr ecisamos ser honestos e sincer os para conosc o, nos enxer gando o mais real possí vel, a fim de r eform ar nosso caráter , rep rim indo nossas más tendências, melhorando o q ue já temos de bom , permanecendo no c aminho do pr ogresso, difícil, lento, mas sempre progr esso. A h onestidade e a sinceridade conosco, nos leva a ser autênticos, a nos apresentarmos a todos como somos, imperfeitos sim, mas esforçando- nos para melh orarmo- nos.
Slide 5: E sse esforço ap arece qu ando sentindo u m impul so, u ma vontade de agredir, de revidar, controlamo-nos. Ai não é hipocr isia, independente dos ou tros perceber em ou não, nosso esfor ço de bem proceder . É um a agressão a alguém q ue foi sentida, p ensada, mas não realizada. Foi u ma vitória q u e, p or certo, estimu lará outr as, até q u e não haja m ais a necessidade do raciocínio para r epr imi-l a, pois estará eliminada de nosso inter ior. Penso q u e o dia em q ue maior nú mero de pessoas agir de for ma au têntica consi go mesmo e com os demais, inspirando confiança u ns nos ou tros, orig inando o respeito mú tu o aos dever es e direitos de cada u m, a Terra estar á b em mais p róxima de se tor nar um mundo regenerado. Assim ter mina Lázar o su a mensagem: “Aq u ele cuja afabilidade e doçur a não são fing idas, jamais se desm ente. É o mesmo par a o mu ndo ou na intimidade e sabe q ue se pode eng anar os homens pelas apar ências, não pode enganar a Deus”. Só pode dar amor q uem o tem. Partindo, pois, do amor q u e sentimos por nós mesmos, podemos amar ao próximo.
Slide 6: O Evangelh o Seg u ndo o Espiritismo – Capítulo IX : Bem aventu rados os mansos e os pacíficos – Item 6 – T exto de Leda de Al meida R ezende E bner – Dez.2007 – F or mataç ão: A nna Ponzetta. Imagem: Gif (internet). Mú sica: Stolen K iss.

   
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