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Técnicas de Prototipação - aula 1 



“Erre logo para ser bem sucedido mais cedo.” Essa frase da IDEO é ideal para entendermos a importância da prototipação. A primeira aula do curso visa mostrar a relação entre conceituar, através da construção de uma imagem mental e a ação de tangibilizar um produto ou serviço rapidamente, afim de comunicar o projeto que está em andamento.

 

 
 
Tags:  design interação  prototipagem  prototipação  faberludens 
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Published:  September 02, 2008
 
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bernardetem@hotmail.com
 
 
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Slide 1: Técnicas de Prototipação Érico Fernandes Fileno. MSc – Designer de Interação Instituto Faber-Ludens de Design de Interação
Slide 2: 30/Ago – Aula 1 Apresentação da disciplina | Introdução ao Processo de Design | Desenvolvimento de Produto | Sketch Crono grama 13/Set – Aula 2 Protótipos (Baixa fidelidade e Alta fidelidade) Modelos Conceituais 20/Set – Aula 3 Técnicas de Prototipação: Storyboard e Diagramas 27/Set – Aula 4 * Primeira avaliação Oficina de Idéias 04/Out – Aula 5 Técnicas de Prototipação: Wireframe, Brainstorming e CardSorting. Lançamento do Projeto Final 18/Out – Aula 6 Técnicas de Prototipação: Personas e Cenários 25/Out – Aula 7 Técnicas de Prototipação: “Dirty Prototype” 08/Nov – Aula 8 ** Segunda avaliação Projeto Final da Disciplina
Slide 3: Biblio grafia
Slide 4: Biblio grafia
Slide 5: Biblio grafia
Slide 6: Biblio grafia
Slide 7: Aula 1 • Apresentação pessoal • Apresentação da disciplina • Introdução ao Processo de Design • Desenvolvimento de um novo produto/serviço • Importância da prototipagem Érico Fernandes Fileno. MSc – Designer de Interação Instituto Faber-Ludens de Design de Interação
Slide 8: Introdução ao Processo de Design 1) Desenvolvimento de novos produtos/serviços 1.1 – Da visão para a especificação (Jonas Löwgren) Três níveis de abstração Caminho da concretização Tornar tangível
Slide 10: 1) Desenvolvimento de novos produtos/serviços 1.0 – “Senso comum”
Slide 11: Karine Drummond
Slide 12: 1) Desenvolvimento de novos produtos/serviços 1.1 – Da visão para a especificação (Jonas Löwgren) visão imagem operacional especificação
Slide 13: O processo de design começa quando o designer “pensa a respeito”.
Slide 14: • visão O processo de design começa quando o designer “pensa a respeito”; O designer possui dilemas...escolhas que precisa fazer; A sociedade gera a demanda e/ou designer vá atrás do problema.
Slide 15: • imagem Criação da imagem (forma/função); É a primeira externalização da visão; A dinâmica (diálogo) entre visão e imagem gera um sub-processo chamado de conceituação; A passagem da visão para a imagem é a ponte do abstrato para a criação de uma imagem “não-real” (ou virtual)...É algo que saiu do campo das idéias.
Slide 16: É a primeira externalização da visão.
Slide 17: “ conceito Idéia ou plano; idéia ou entendimento geral, sobretudo derivado de exemplos e ocorrências específicos; representação geral ou abstrata de um objeto ou conjunto de objetos; produto da faculdade de conceber a idéia de uma classe de objetos ou noção geral destes; resultado da ação de conceituar. (Luiz Antônio Coelho – designer) ”
Slide 18: “ conceituar Formar conceitos, teorias e idéias a respeito de dado objeto; atribuir valores positivos ou negativos a um objeto. (Luiz Antônio Coelho – designer) ”
Slide 19: • especificação Após a imagem operacional ser suficientemente detalhada ela passa por uma tarefa de especificação técnica antes de caminhar para a produção (área de engenharia).
Slide 24: Introdução ao Processo de Design 2) Processo de desenvolvimento Divisão em 3 grandes fases: Design Engenharia Vendas
Slide 26: P&D Sociedade
Slide 27: Responde a dialética Gera demandas Empresa Mercado Gera produtos/serviços
Slide 28: “ Cultura material Partindo do conceito primário de cultura, compreendido como expressão política, científica, espiritual, artística de uma determinada sociedade ou grupo, a cultura material se particulariza nos objetos dessas expressões, quando caracterizados como artefatos. (Gustavo Amarante Bonfim – designer) ”
Slide 29: “ Artefato Refere-se aos objetos produzidos pelo trabalho humano e se contrapõe, portanto, aos objetos naturais ou acidentais. A noção de artefato é elemento básico para interligar conceito de projetar objetos com a Cultura Material. O ser humano é um animal que gera artefatos, e os artefatos são vertígios mais eloqüentes da nossa ação como cultura e espécie. (Rafael Cardoso – designer) ”
Slide 30: Projetar faz parte da práxis humana
Slide 31: Projetar é uma eterna corrida atrás da relação problema e solução
Slide 33: Problema e Solução Não devemos fazer perguntas certas ou erradas. Problema Solução “Ações que geram conseqüências” Donald Schön
Slide 34: Ações que geram conseqüências Ações orientada pelo conhecimento Reflexão na ação (inserido) Reflexão da ação (após)
Slide 35: Gráfico do processo de design especificação imagem visão tempo Relação Processo de Design e Ação orientada pelo conhecimento “Conhecimento gerado pelo processamento humano das informações”.
Slide 36: Relação Processo de Design e Ação orientada pelo conhecimento Controle e manipulação das informações entre uma fase e outra especificação imagem visão tempo especificação imagem visão tempo
Slide 37: “Erre logo para ser bem sucedido mais cedo.” IDEO
Slide 38: Informação no Processo de Design Gerar o conhecimento para realizar um trabalho de Ação Orientada pelo Conhecimento, em oposição a dialética do problema/solução, está baseada no gerenciamento das informações.
Slide 40: informação visão imagem Esse processo é baseado em 3 propostas: 1. Para formular a idéia. 2. Para comunicar para você mesmo. 3. Para comunicar para os outros.
Slide 41: “ Informação Todo produto possui informação e está relacionado a Teoria da Informação de Shannon e Weaver (1949), que trata de um sistema de comunicação – composto de fonte, transmissor, sinal, canal, receptor e destino – na presença de ruídos, que influem na modificação de estrutura, sequência ou conteúdo dos dados transmitidos. (Luiz Antônio Coelho – designer) ”
Slide 42: Contexto pessoal coletivo Design é um processo social -> Troca social
Slide 43: Exercício: Desenho às escuras
Slide 44: comunicação visão imagem Comunicar como? Através da prototipação • Sketch (esboço) • Protótipo Baixa precisão Alta precisão rápida lenta
Slide 46: SKETCH é rápido barato direto pouco detalhado livre diálogo descartável ambíguo sugestivo único
Slide 48: Diálogo do sketch leitura Mente conhecimento Sketch representação criação
Slide 51: Sketch Evocativo Sugestivo Exploratório Questionador Proposta Provocativo Tentador Aéreo Protótipo Didático Descritivo Refinado Resposta Teste Resolução Específico Descrição
Slide 52: “Você não depende dos seus olhos quando você se expande através da imaginação. Mark Twain ”

   
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