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Gestão de Riscos de Mobilidade Urbana 



 

 
 
Tags:  mobilidade  acessibilidade  trânsito  pedestres  riscos 
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Published:  September 10, 2009
 
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Slide 1: GESTÃO DE RISCOS DE MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE URBANAS Clique para editar o estilo do subtítulo mestre ARI OVALDO VI EI RA DA SILVA MILTON ROBERTO DE ALMEIDA 9/10/09
Slide 2: CURSO PRODUZIDO POR ARIOVALDO VIEIRA DA SILVA MILTON ROBERTO DE ALMEIDA Advogado, Gestor de Educação de Trânsito da CET – Companhia de Administrador, Gestor de Educação de Trânsito da CET – Companhia de 9/10/09 2
Slide 3: PROGRAMA ü EVOLUÇÃO DO TRÂNSITO CONCEITOS DE MOBILIDADE E ü ACESSIBILIDADE ü GESTÃO DE RISCOS NA 9/10/09 3 MOBILIDADE URBANA
Slide 4: Caminhar era, inicialmente, a única forma que o homem tinha para deslocar-se. Com sua capacidade criativa, desenvolveu novos e mais rápidos meios de transporte e lazer. para atender suas necessidades de trabalho A mobilidade humana 9/10/09 4
Slide 5: Meios mais rápidos substituíram meios mais lentos.... PÉS BICICLETA TREM ÔNIBUS AUTOMÓVEL ? Mas dentro de uma visão que tende a supor que o progresso dos transportes é linear. Essa visão criou a sensação de que cada modal não tem nenhuma relação entre si, provocando uma disputa para ver quem leva vantagem no meio 9/10/09 5
Slide 6: Para comportar as novas tecnologias de transporte que surgiam, as cidades também evoluiam... De pequenas vilas... ... Para grandes Metrópoles! Caminhos ruas. tornaram-se Tudo sempre planejado para Ruas tornaram- acomodar uma frota cada vez maior 6 9/10/09
Slide 7: Até o mo mento em q ue o s sistemas urbano s atingiram sua capac id ad e máxim a. Hoje a explosão urbana está provocando problemas sociais e econômicos graves. A saúde das pessoas está mais ameaçada. A violência urbana torna-se cada 9/10/09 7
Slide 8:  AQUI TEMOS UM EXEMPL O! Caos no trânsito reduz produtividade do país em 5%, diz pesquisa Sílvio Crespo, do UOL Economia 12/05/2008 - 08h00 Os problemas de congestionamento de automóveis devem limitar o potencial de crescimento econômico do Brasil e de outros países latino-americanos nos próximos anos, segundo estudo realizado pelo Citigroup. A pesquisa levou em consideração o tempo que se gasta em viagens urbanas e concluiu que o trânsito gera 9/10/09 8
Slide 9: Neste momento desenvolvem-se dois conceitos para fazer frente às ameaças e riscos produzidos pela explosão demográfica e urbana e assegurar a qualidade MOBILIDADE e ACESSIBILIDAD FOCAND O O TRÂNS IT O DE PEDE STR ES de vida das populações: E 9/10/09 9
Slide 10:  MOBILIDADE “Habilidade de movimentar-se, em decorrência de condições físicas e econômicas.” (VASCONCELOS, Eduardo A., 1996).   “A mobilidade é um atributo associado às pessoas e aos bens, corresponde às diferentes respostas dadas por indivíduos e agentes econômicos às suas necessidades de deslocamento, consideradas as dimensões do espaço 9/10/09 10
Slide 11:  MOBILIDADE URBANA “É um atributo das cidades e se refere à facilidade de deslocamentos de pessoas e bens no espaço urbano. Tais deslocamentos são feitos através de veículos, vias e toda a infra-estrutura (vias, calçadas, etc.) que possibilitam 9/10/09 11
Slide 12:  ACESSIBILIDADE Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. (NBR 9/10/09 12
Slide 13:  A mobilidade centrada nas pessoas que transitam é ponto principal a ser considerado numa política de desenvolvimento urbano  O enfoque é o PEDESTRE, pois caminhar é a forma mais básica de mobilidade humana.  É através do caminhar que acessamos nossas áreas de trabalho, estudo, lazer , habitação e outros serviços essenciais. 9/10/09 13
Slide 14:  MOBILIDADE e ACESSIBILIDADE são particularmente importantes para pessoas que possuem menos opções de transporte (pessoas com deficiências, idosos, crianças e pessoas com baixa renda).  Pobres condições de MOBILIDADE e ACESSIBILIDADE podem contribuir para a exclusão social, econômica e física de populações mais vulneráveis. 9/10/09 14
Slide 15: PEDESTRES ESPECIAI S De acordo com os dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, aproximadamente 25 milhões de pessoas no Brasil apresentam algum tipo de deficiência. 25 milhões 9/10/09 15
Slide 16: A aplicabilidade dos conceitos de MOBILIDADE e ACESSIBILIDADE exige que os modais sejam vistos de forma integrada no ambiente. É necessário identificar as AMEAÇAS e RISCOS, reais ou potenciais, 9/10/09 que possam 16
Slide 17: Conscientização Social É preciso conscientizar a sociedade, em geral, da necessidade de garantir a autonomia, independencia e segurança na utilização de todos os espaços, edificações, mobiliário e equipamentos urbanos. Todos têm o direito de ir e vir, sendo necessárias a convivência e participação das pessoas, com suas diferenças, no ambiente de 9/10/09 17
Slide 18: NOVA URBANIZAÇÃO  ANDAR é uma atividade humana básica que tem sido, frequentemente, menosprezada na ânsia de se construirem meios mais sofisticados de transporte.  Agora as pessoas querem mudar isso.  Elas querem viver em locais de fácil acessibilidade, seguros e agradáveis. 9/10/09 18
Slide 19: BENEFÍCIOS PROPORCIONADOS PELA MELHORIA DA MOBILIDADE E 9/10/09 19
Slide 20: Benefícios proporcionados pela melhoria da mobilidade e acessibilidade ECONÔMICOS q Redução nos custos de transportes. Elevação do número de consumidores nos centros comerciais. q q Melhor uso das áreas de estacionamento: poderão ser usadas para outras finalidades. q Fortalece as atividades do comércio local e 9/10/09 20
Slide 21: Benefícios proporcionados pela melhoria da mobilidade e acessibilidade SOCIAIS q Melhora a acessibilidade das pessoas que estão com desvantagem de locomoção. q Reduz os custos externos de transporte (riscos de colisões, poluição, etc). q Fortalece a interação e coesão comunitária. Melhora a preservação de recursos culturais (p. ex., construções históricas). q q Estimula o exercício físico. 9/10/09 21
Slide 22: Benefícios proporcionados pela melhoria da mobilidade e acessibilidade AMBIENTAIS q Reduz a necessidade de terras para vias urbanas e estacionamentos. q Melhora a preservação ambiental Reduz o consumo de energia e emissão de poluição q q Melhora a estética urbana Reduz a poluição das águas 9/10/09 22 q
Slide 23: Benefícios proporcionados pela melhoria da mobilidade e acessibilidade QUALIDADE URBANA q “Qualidade urbana” refere-se à forma como os moradores percebem a qualidade social e ambiental de uma certa área urbana. q Isto inclui: segurança pública (de trânsito, pessoal), saúde pública, qualidade ambiental (poluição do ar e das águas, sonora), coesão comunitária (respeito, participação), 9/10/09 23
Slide 24: Benefícios proporcionados pela melhoria da mobilidade e acessibilidade SAÚDE q Criação de ambientes e melhores condições para a realização de caminhadas. q Menos poluição automobilistica prejudicial à saúde . q Menos poluição sonora. Redução de acidentes de trânsito e de vítimas. q 9/10/09 24
Slide 25: Benefícios proporcionados pela melhoria da mobilidade e acessibilidade EQÜIDADE q Eqüidade refere-se à distribuição equilibrada e justa de recursos e oportunidades. Decisões sobre transportes podem afetar a eqüidade de várias maneiras, assumindo que as pessoas devem ser tratadas justamente e que a sociedade deve proporcionar apoio para as pessoas que estão em desvantagem. Projetos de mobilidade e acessibilidade podem ajudar a atingir diversos objetivos de eqüidade de q 9/10/09 25
Slide 26: Isso posto, significa que, se quisermos ter um futuro melhor, dev emos (todos nós) participar do processo de GESTÃO DE RISCOS DE MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE URBANAS O f utu ro se sonh a e se const rói. É a vont ade colet 9/10/09 iv a das26
Slide 27: RISCO é a probabilidade de concretização de uma AMEAÇA. GESTÃO DE AMEAÇA é algo, real ou imaginário, que compromete nossa SEGURANÇA, BEMESTAR, CONFORTO, TRANQUILIDADE. 9/10/09 27
Slide 28:  AMEAÇAS E RISCOS ◦ Eventos, coisas ou pessoas que podem provocar danos à integridade física e emocional das pessoas Importante lembrar que ameaças não surgem apenas de fatos ou situações RUINS. Fatos ou situações BOAS também podem ser geradoras de perigos para as pessoas. ◦ ◦ 9/10/09 28
Slide 29:  GESTÃO ◦ Planejamento, organização, comando, coordenação e controle de recursos para eliminar ou reduzir as situações de risco.  Elementos básicos de um plano: ◦ Doutrinas ou Políticas Organização (Estrutura e Processos) Pessoas Treinamento Liderança Materiais Infraestrutura ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ 9/10/09 29
Slide 30: GESTÃO DE RISCOS  GESTÃO DE RISCOS é um processo cientificamente fundamentado, formado pelas seguintes fases: 1 - IDENTIFICAÇÃO DAS AMEAÇAS – Tipos possíveis, potencial destrutivo e probabilidade de ocorrência. 2 - ESTIMATIVA DE CONSEQÜÊNCIAS OU DANOS – Mortos, feridos, danos materiais, custos. Caracterização dos riscos: alto risco, médio risco, baixo risco. 3 - RECURSOS PARA ENFRENTAR AS AMEAÇAS – Humanos, materiais, financeiros, tempo. 9/10/09 30
Slide 31: FASE 1 – IDENTIFICAÇÃO DAS AMEAÇAS Uma ameaça é uma fonte de perigo. É qualquer condição, que pode ferir ou provocar danos e perdas a equipamentos, Pergunta-chave: veículos e outros bens. q“Para que tipos de As ameaças devem ser: 9/10/09 ameaças devemos 31 existente ou potencial, matar pessoas ou
Slide 32: QUESTÕES PARA CARACTERIZAÇÃO DAS AMEAÇAS Quem é ameaçado? Ex: idosos, pessoas com deficiencias, crianças. Quando surgem as ameaças? Ex: hora do dia. Onde ocorrem as ameaças? Ex: cruzamentos, locais pouco iluminados, calçadas irregulares. Como se manifestam as ameaças? 9/10/09 32
Slide 33: ESPAÇO ACESSÍVEL Espaço que pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. Onde estão as ameaças? Que riscos (perigos) essas ameaças produzem? 9/10/09 33
Slide 34: ROTA ACESSÍVEL Trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência. A rota acessível externa pode incorporar estacionamentos, calçadas rebaixadas, faixas de travessia de pedestres, rampas, etc. A rota acessível interna pode Onde estão as ameaças? incorporar corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores 9/10/09 34
Slide 35: FATORES DE IMPEDÂNCIA Elementos ou condições que possam interferir no fluxo de pedestres. São exemplos de fatores de impedância: mobiliário urbano, entradas de edificações junto ao alinhamento, vitrines junto ao alinhamento, vegetação, postes de sinalização, entre outros. Onde estão as ameaças? Que riscos (perigos) essas ameaças produzem? 9/10/09 35
Slide 36: FASE 2 – ESTIMATIVA DE CONSEQUENCIAS OU DANOS   Nº VÍTIMAS HISTOGR AMA Mortos, feridos, danos materiais, custos. Caracterização dos riscos: alto risco, médio risco, baixo risco. Duas ferramentas importantes: HISTOGRAMA e DIAGRAMA DE CAUSA – EFEITO (ou de ISHIKAWA ou ESPINHA DE PEIXE) TIPO DE ACIDENTE DIAGRAMA DE CAUSA e EFEITO PESSOAS MATERIA L PROCESSOS PROBLEMA SINALIZAÇÃO EDUCAÇÃO 9/10/09 36
Slide 37: FASE 3 – RECURSOS PARA ENFRENTAR AS AMEAÇAS Humanos, materiais, financeiros, tempo. TIPOS DE AMEAÇAS E CONSEQÜÊNCIAS ORÇAMENTO $ VÍTIMAS RECURSOS NECESSÁRIOS CUSTOS 9/10/09 37
Slide 38: Aqui, onde o curso termina, começa o seu trabalho de divulgar os conceitos de mobilidade e acessibilidade, em 9/10/09 38

   
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